Não ameis o mundo

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Transcript

Propósito:

Conduzir os crentes ao pleno desfrute da comunhão espiritual e da certeza de salvação pessoal, apresentando os critérios que definem a genuína comunhão cristã com um Deus santo e amoroso.

O contexto em que João escreve suas cartas não é muito diferente do contexto de Apocalipse. João está na Asia Menor, provavelmente em Éfeso. Ele tem visto a Igreja ser perseguida pelo poderes políticos (Roma), religiosos (Judeus) e também vê os desafios que surgem dentro da própria igreja. Falsos mestres e falsas doutrinas corroem a Igreja por dentro. Diante desses desafios João escreve suas epístolas para ensinar, admoestar, encorajar e confortar a Igreja nesse tempo. Uma marca distintiva deste tempo, e que as epístolas fazem referencia é a heresia gnóstica. Os gnósticos arrogavam para sí um conhecimento especial, que dava acesso direto a Deus. Esse conhecimento era tudo que eles precisavam para serem salvos. Mas nada era necessário e nenhum tipo de pecado poderiam afasta-los da salvação. Por isso, a vida espiritual era negligenciada e uma liberdade maligna tomou conta de muitos.
Resumo de 1Jo 1

1. Verbo da Vida (vv. 1Jo 1.1–4)

O Cristo eterno, encarnado e revelado é o testemunho apostólico.
Objetivo é a Comunhão com o Pai e o Filho, Jesus Cristo.

2. Deus é luz (vv. 1Jo 1.5–7)

Deus é luz, e não há nEle treva alguma.
Andar na luz = comunhão com Deus + purificação dos pecados pelo sangue de Jesus.

3. Pecado e perdão (vv. 1Jo 1.8–10)

Todos pecam.
A confissão de pecados é suficiente para obter o perdão de Cristo e a purificação da injustiça.
Negar o pecado é chamar Deus de mentiroso.
Resumo de 1Jo 2

1. Cristo nosso Intercessor (vv. 1Jo 2.1–6)

Jesus Cristo, o Justo → Intercede por nós junto ao Pai.
Propiciação pelos pecados do mundo.
Prova do verdadeiro conhecimento de Deus: guardar seus mandamentos.
Permanecer em Cristo = andar como Ele andou.

2. Mandamento do amor (vv. 1Jo 2.7–11)

O Evangelho é o mesmo ontem e hoje.
Amar o irmão = andar na luz.
Ódiar o irmão = trevas e cegueira espiritual.

3. Vitória sobre o Maligno (vv. 1Jo 2.12–14)

Filhinhos: perdão dos pecados.
Pais: conhecem o Eterno.
Jovens: fortes, Palavra de Deus permanece, venceram o Maligno.

4. Não amar o mundo (vv. 1Jo 2.15–17)

Amor ao mundo exclui amor do Pai.
Concupiscência da carne, dos olhos e soberba da vida → do mundo.
O mundo passa, mas quem faz a vontade de Deus permanece eternamente.

5. Os anticristos (vv. 1Jo 2.18–26)

Última hora: surgimento de muitos anticristos.
Negar que Jesus é o Cristo = negar o Pai e o Filho.
Confessar o Filho = ter o Pai.
Permanecer na verdade traz a promessa da vida eterna.

6. A unção do Espírito (vv. 1Jo 2.27–29)

A unção ensina e confirma a verdade.
Permanecer em Cristo até sua vinda → confiança, não vergonha.
Evidência do novo nascimento: prática da justiça.
As metanarrativas do mundo:
Filosofia: Um Guia para Estudantes Conhecimento e Narrativas

Nos dias de hoje há incredulidade em relação a meta-narrativas. Mesmo assim, elas ainda sobejam e constituem um traço inescapável de seres humanos que vivem pela fé em suas grandes histórias. Essas histórias vêm a nós por meio da mídia e outras fontes (casa, igreja, escola, governo). Embora sejam numerosas e tenham diferentes conteúdos, elas podem ser sumarizadas sob três tópicos: as narrativas do sensualismo (sexo, comida, moda), materialismo (dinheiro, prosperidade, bens materiais) e egotismo (conquista, prestígio, poder). No vocabulário bíblico, essas três histórias são os três temas da concupiscência da carne, concupiscência dos olhos e soberba da vida (

Texto Base 1Jo 2.15-17
O apóstolo João, diante dos desafios que ele observava nas igrejas da Asia, declara e resume a origem de toda apostasia. Os problemas apontados nesta carta, não são diferentes daqueles apontados em Apocalipse. O contexto é basicamente o mesmo. Falsos ensinos entrando nas igrejas, falsos mestres arrastando gente atras de sí. A principal heresia da época ficou conhecido como gnosticismo.
Os gnósticos se diziam possuir um conhecimento místico que os aproximava automaticamnete de Deus e lhes garantia salvação. Mediante este conhecimento, que era passado de mestre para discípulo, não importava o tipo de vida que a pessoa levava, pois o conhecimento, “a gnose”, era sufiiciente para salvar. Obviamente que isso vai contra o ensinamento de Cristo e dos apóstolos, e João está aqui para defender a fé cristã e exortar a igreja.
Além disso, ele está destacando aqueles que “amam a Deus” daqueles que não o amam. Isso faz toda a diferença, pois amar a Deus e o próximo é o sinal distintivo dos crentes em Jesus Cristo. É mediante esta aliança de amor que somos selados pelo Espírito Santo, Salvos e remidos por Cristo Jesus, e herdeiros do mundo vindouro. Quem não ama a Deus não pode ser condenada a passar a eternidade com Ele, até nisso Deus é gracioso. Mas aqueles que o amam, e amam o povo que se chama pelo seu nome, a estes est[á reservado a eternidade com o obejeto de seu amor, Deus e seu Cristo. Que extraordinária promessa.
Mas como conhecer o objeto de nosso amor? O Senhor Jesus mesmo nos diz que onde está o nosso tesouro, aí tambem está o nosso coração. Mt 6.21. Tudo que ocupa a nossa mente, que nos pegamos o tempo todo pensando. Aquilo que em nosso tempo vago estamos buscando, essas coisas são os objetos do nosso amor. E invariavelmente, muitas dessas coisas são mundanas. Nosso coração é um templo, e nesse templo não pode haver 2 senhores.
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