A EXPERIÊNCIA DO AMOR DE DEUS

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Texto base:

11 Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros. 12 Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado.

13 Nisto conhecemos que permanecemos nele, e ele, em nós: em que nos deu do seu Espírito. 14 E nós temos visto e testemunhamos que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo. 15 Aquele que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele, em Deus. 16 E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus, nele.

INTRODUÇÃO

Contextualização / Conexão

Conexão
1João 4.11 “Amados, se Deus de tal maneira nos amou
1 - DEUS É AMOR
1.1 - Todo o que ama é nascido de Deus
1.2 - Todo o que não ama não conhece a Deus
1.3 - Deus é amor
2 - A MANIFESTAÇÃO DO AMOR DE DEUS
2.1 - Uma manifestação especifica
2.2 - Para um Propósito especifico
3 - EM QUE CONSISTE O AMOR DE DEUS
3.1 - A iniciativa de Deus - provém de Deus
3.2 - A profunda expiação

Objetivo da mensagem

Qual a importância da mensagem?
Resposta

1 - DEVEDORES DO AMOR

1João 4.11 “Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros.”
Ilustração

1.1 - É “devedor” do amor de Deus que experimentou

Romanos 13.8 “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a lei.”
Recebemos pessoalmente de Deus
- Nisso nosso amor mútuo terá algo do jeito peculiar do amor de Deus e forçosamente será amor que suporta, perdoa, se compadece e auxilia corretivamente. É esse tipo de amor que “devemos” ao outro se e porque nós o recebemos pessoalmente de Deus.

1.3 - Aplicações

Apl 1

2 - NINGUÉM JAMAS VIU A DEUS

1João 4.12Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado.”
Ilustração

2.1 - Uma verdade fundamental da experiência do amor de Deus

Uma natureza essencialmente transcendente
João 1.18Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.”
João 5.37 “O Pai, que me enviou, esse mesmo é que tem dado testemunho de mim. Jamais tendes ouvido a sua voz, nem visto a sua forma.
João 6.46Não que alguém tenha visto o Pai, salvo aquele que vem de Deus; este o tem visto.”
- Nem mesmo a Moisés foi permitido “ver” a Deus, por ser isto algo impossível: “porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá.”
Êxodo 33.15–20 “Então, lhe disse Moisés: Se a tua presença não vai comigo, não nos faças subir deste lugar. Pois como se há de saber que achamos graça aos teus olhos, eu e o teu povo? Não é, porventura, em andares conosco, de maneira que somos separados, eu e o teu povo, de todos os povos da terra? Disse o Senhor a Moisés: Farei também isto que disseste; porque achaste graça aos meus olhos, e eu te conheço pelo teu nome. Então, ele disse: Rogo-te que me mostres a tua glória. Respondeu-lhe: Farei passar toda a minha bondade diante de ti e te proclamarei o nome do Senhor; terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia e me compadecerei de quem eu me compadecer. E acrescentou: Não me poderás ver a face, porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá.”
Um significado especial
Ninguém jamais viu a Deus;
Em muitos cultos helenistas orientais a “contemplação” da divindade era anunciada como alvo alcançável para os verdadeiros iniciados. Em consonância, também nas igrejas a que João escreveu é possível que pessoas do novo movimento tenham preconizado sua visão de Deus na “viagem celestial da alma”
Werner de Boor
- Nesse caso a frase do apóstolo, de validade geral, se dirige particularmente contra essa pretensa “visão de Deus”. “Ninguém”, portanto nem mesmo alguém do novo movimento realmente “viu a Deus”.
- Porque o entrelaçamento com Deus, o verdadeiro “conhecimento” de Deus, a certeza real sobre Deus se processam de maneira bem diferente

2.2 - A verdadeira experiência

12 se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado.
Permanece em nós
- Não “contemplamos” a Deus. Isso nos será concedido somente na consumação
1 João 3.2 “Este, de noite, foi ter com Jesus e lhe disse: Rabi, sabemos que és Mestre vindo da parte de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não estiver com ele.”
- Contudo podemos ter certeza de que Deus “permanece em nós” e que “seu amor é aperfeiçoado em nós”.
Quando temos isso?
- Quando nós mesmos nos “amamos uns aos outros” e assim vivemos naquele amor que constitui a natureza de Deus.
Seu amor é aperfeiçoado
o seu amor é, em nós, aperfeiçoado.
Cabe inicialmente ponderar que o predicado “aperfeiçoado” não é usado para nosso amor mútuo, mas para o “seu”, ou seja, para o amor de Deus.
O termo grego “aperfeiçoado” contém, como no idioma alemão, a palavra “fim” ou “alvo” (em grego: télos).
- Quando nos amamos uns aos outros e vivemos no amor, o amor de Deus atingiu “o alvo pleno” em nós. Afinal, foi esse amor que enviou o Filho, o único, ao mundo, para que nós obtivéssemos vida

2.3 - Aplicações

Apl 1

3 - “ALGO A MAIS”

1João 4.13 “Nisto conhecemos que permanecemos nele, e ele, em nós: em que nos deu do seu Espírito.”
Conexão
1João 3.24 “E aquele que guarda os seus mandamentos permanece em Deus, e Deus, nele. E nisto conhecemos que ele permanece em nós, pelo Espírito que nos deu.”

3.1 - O primeiro e fundamental fruto

Gálatas 5.22 “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,”
A partir de seu Espirito
E precisamente ele é o que é verdadeiramente “sobrenatural” e essencialmente divino. Quando Deus nos presenteia “a partir de seu Espírito”, como consta literalmente no texto, ele nos infunde o amor no coração.
Circulo necessário
Desenvolvimento
Quando Deus permanece em nós?
Quando nos amamos uns aos outros.
Como reconhecemos a permanência de Deus em nós?
Em seu Espírito, do qual ele nos concedeu.
E em que notamos a realidade desse dom de Deus?
Em seu fruto, o amor.
Ou seja, acaba no “amor mútuo”, do qual partiu.
- Nosso amor não é nossa própria produção, e sim fruto do Espírito de Deus, é possível emitir a grandiosa declaração de que Deus permanece em nós quando nos amamos uns aos outros.

3.2 - A dádiva do Espirito

1João 4.14 “E nós temos visto e testemunhamos que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo.”
1Coríntios 2.12 “Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente.”
Constatação “singela”
E nós temos visto e testemunhamos que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo.”
- Não obstante ela é ao mesmo tempo tão tremenda que experimentamos nela a ação inegável do Espírito. Portanto, a posse autêntica do Espírito por uma pessoa não precisa ser reconhecida e medida em “dons” notáveis. “Ninguém é capaz de chamar Jesus de Kýrios, de Senhor, senão por meio do Espírito Santo”
1Coríntios 12.3 “Por isso, vos faço compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus afirma: Anátema, Jesus! Por outro lado, ninguém pode dizer: Senhor Jesus!, senão pelo Espírito Santo.”
Ver e testemunhar
E nós temos visto e testemunhamos
- Os apóstolos podiam reclamar particularmente para si a palavra do “ver e testemunhar
1João 1.1–3 “O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da vida (e a vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada), o que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo.”
- Contudo passaram a ser “testemunhas” igualmente por intermédio do Espírito Santo a partir da festa do Pentecostes. Em virtude de sua atuação existem “igrejas”, às quais foi concedido ver o ato salvador divino em Jesus e testemunhar acerca dele. Contudo, somente por intermédio do Espírito Santo elas de fato conseguem “ver” e “testemunhar”.
Atos dos Apóstolos 1.8 “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra.”
O redentor e salvador
enviou o seu Filho como Salvador do mundo.”
- Sotèr, “Redentor”, “Salvador” – trata-se de um termo muito usado na época, que de forma alguma, como tendemos a imaginar, era de antemão um termo “cristão”
- O fato de o apóstolo aplicá-la aqui a Jesus, a esse judeu executado na cruz, vindo da recôndita Palestina, constitui uma provocação sem paralelo. Isso ainda é reforçado pela circunstância de ele classificar Jesus não apenas como “Redentor”, mas “o Redentor do mundo”. Afirma assim que na verdade esse título complete unicamente a Jesus e de um modo universalmente abrangente.

3.3 - Fé e Amor

1João 4.15 “Aquele que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele, em Deus.”
O reconhecimento
- Esse reconhecimento torna a pessoa cristã. No entanto – como também em Jo 4:42 – trata-se de “Jesus”, não de um ente espiritual celestial, mas do Filho de Deus “vindo na carne”
Um paralelo perfeito
Aquele que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele, em Deus
- Quando nos amamos uns aos outros Deus permanece em nós”, constava no v. 12.
Agora é dito que Deus “permanece” em cada um que “confessar que Jesus é o Filho de Deus”. Será que João não entra em contradição?
Será que agora, não obstante, a “dogmática”, a “doutrina correta” assume o lugar do “amor”?
- Não, para João as duas coisas formam uma unidade inseparável.
- Afinal, o amor se forma em nós apenas a partir do amor de Deus por nós. E o fogo desse amor virá ao nosso encontro somente quando tivermos reconhecido em Jesus o Filho de Deus ao qual Deus enviou ao mundo como meio de expiação por nossos pecados.
O reconhecimento total
1João 4.16 “E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus, nele.”
- Fé genuína repousa sobre “reconhecimento”. Posso “crer” verdadeiramente em Jesus apenas quando “reconheço” a Jesus como o Filho de Deus em sua essência e em sua obra redentora
- Então a “fé” obviamente será algo diferente do que muitos pensam até os dias atuais. Não a acolhida de doutrinas e idéias, nem que sejam ensinamentos apostólicos, mas agarrar de coração a verdade de Deus.

3.4 - Aplicações

Apl 1

4. CONCLUSÃO

Revisões das aplicações
Aplicações finais
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