Temos Advogado
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1João 2.1-2.
Vimos até aqui que João destaca para aqueles irmãos que estavam com dúvida se sua fé era verdadeira, se de fato eram crentes em Jesus e diz:
No meio de vocês estão muitos falsos mestres, mas eu quero que vocês entendam o seguinte: Se alguém disse que anda nas trevas e é cristão, é mentiroso. Deus é luz e não há nele treva nenhuma. Mas se alguém ainda disser que não tem pecado, este é mentiroso. E por fim, se alguém disser que não comete pecado, este é mentiroso e está chamando Deus de mentiroso, pois Deus diz que todos nós somos pecadores.
João portanto quer combater as dúvidas desses irmãos, e aqui ele vai refutar os falsos ensinos sobre o pecado e a santidade.
João vai basear todo seu argumento na obra e no sacrifício de Jesus Cristo.
V.1 - João já nos deixou claro que Deus é luz, deixou claro que Jesus é o verbo da vida, Ele fiel e justo, Ele não tem pecado e nele não existe trevas, não há nele pecado nenhum. Porém, isso não é verdade sobre nós, pois nós somos pecadores.
Sabemos que o maior problema do ser humano é o pecado. Pois Ele é universal, nos induz ao engano, nos leva a morte, ele mesmo nos engana e ainda nos leva a mentir sobre o próprio Deus. Muitas vezes somos tentados a esconder os pecados como fez Davi
Salmo 32.3 “Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia.”
Mas Deus em Cristo nos chama a confessá-lo.
1João 1.9 “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.”
Portanto, diante dessas verdades João começa o capítulo dois dizendo que Ele escreveu este texto com um propósito.
Ele diz de forma prática o que ele quer alcançar com o que está escrevendo.
Filhinhos meus, João considera eles como filhos espirituais, e ele é pai espiritual deles em Cristo. Como um pastor amoroso ele usa esse termo carinhoso com os irmãos, também devemos lembrar que ele escreve já com idade avançada.
E escreve para que os seus filhinhos não pequem.
Perceba que é este o propósito da Bíblia, a Palavra de Deus nos é dada para isso, para que nós aprendamos a não pecarmos.
João diz que “se todavia, alguém pecar, temos advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo.”
Infelizmente muitos interpretam errado este texto. E chegam a dizer que existe perfeição cristã e total nesta vida.
Sabemos que não, a perfeição aqui é incompleta. Logo, não é perfeição completa, mas na nossa morte se completará a perfeição cristã. Contudo, é verdade que em Cristo nós somos diante de Deus justificados. Mas ainda estamos em um processo neste mundo de santificar-nos a cada dia até ser um dia perfeitos na morte.
1Coríntios 15.51–52 “Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.”
Mas o nosso alvo é ser perfeitos, certo?
Certíssimo, mas sabemos que eventualmente vamos pecar, vamos desobedecer a Deus e cair no pecado.
O pecado do cristão é um acidente, não é uma prática normal. Isto quer dizer que o crente em Cristo, pela graça de Deus viverá em uma vida que peca, mas os pecados são acidentais.
João está encorajando-os em sua luta contra o pecado. Sabe que eles desejam viver uma vida santificada, mas que por vezes caem em pecado. O pecado separa e aliena o pecador de Deus.
João diz, não pequem, pois isso não é habito de um Cristão, porém, se todavia vocês pecarem, caírem em tentação. Pois nosso Deus nos ensinou a orar não nos deixes cair em tentação.
Então, João ouve suas ovelhas quem caem em pecado e que chegam até ele e perguntam: “Pastor, o que devo fazer?” Eu cai, eu pequei.
Se acontecer isso, pois vai acontecer, pois vocês não são perfeitos, acabei de explicar que ninguém pode dizer que não peca e que não tem pecado, e mesmo o pecado sendo um acidente, ele vai acontecer e se acontecer, então vocês e eu, nós temos alguém, temos aquele que fala com o Pai em nossa defesa é Jesus Cristo, o Justo”.
Ele é nosso advogado. Essa palavra aparece quatro vezes no NT e sempre se refere ao “Consolador”. E significa alguém que está ao nosso lado para nos ajudar.
E é isso que Jesus faz, se coloca por nós, em nosso favor diante do Pai, e faz isso para que nós sejamos perdoados pelo que fizemos.
Pois, perceba que João está nos ensinado que se um crente comete um pecado, Ele não deixa de ser salvo, não deixa de ser cristão, mas Ele continua sendo um filho de Deus.
O pecado nos leva para o tribunal diante do Pai, e Jesus é o nosso advogado, enquanto o pecado e a justiça divina nos acusa, Cristo é nosso advogado, e Ele intercede por nós. Ele é o Justo. Ele é o homem perfeito, sem pecado. E o justo morreu e pelos injustos. E é sobre isso que João vai falar no próximo versículo.
Como o Deus justo, que odeia o pecado e o pecador o salva, o perdoa e o purifica.
V.2 - Mediante Jesus Cristo.
Aqui temos o texto falando uma linguagem própria do AT.
Levítico 16.14–15 “Tomará do sangue do novilho e, com o dedo, o aspergirá sobre a frente do propiciatório; e, diante do propiciatório, aspergirá sete vezes do sangue, com o dedo. Depois, imolará o bode da oferta pelo pecado, que será para o povo, e trará o seu sangue para dentro do véu; e fará com o seu sangue como fez com o sangue do novilho; aspergi-lo-á no propiciatório e também diante dele.”
O sacrifício era feito no propiciatório, e este nome é dado a tampa dourada da arca da aliança do AT. O Sumo Sacerdote deveria um dia antes do Dia da Expiação aspergir sangue sobre aquela tampa do propiciatório. Este dia era justamente no mês de Outubro (para os judeus é o sétimo mês.) E era neste dia que o Sumo Sacerdote entrava no Santo dos Santos e o bode expiatório também era enviado para o deserto.
Este dia era o mais santo do calendário do Antigo Testamento.
Quanto a um resumo dos sacrifícios pode ser descrito assim:
O Dia da Expiação seguia os seguintes passos segundo Levítico 16:
(1) O sumo sacerdote banhava-se e se vestia (v. 4); (2) ele sacrificava um touro como oferta pelo pecado, por si mesmo (v. 6; cf. v. 11); (3) ele entrava no Santo dos Santos e salpicava a arca com sangue (vs. 12-14); (4) ele tomava dois bodes e, mediante o lançamento de sortes, escolhia aquele que seria o bode emissário, enquanto que o outro seria uma oferta pelo pecado (vs. 7-8); (5) ele sacrificava um bode como oferta pelo pecado (vs. 9, 15); (6) ele entrava no Santo dos Santos e aspergia a arca com sangue (v. 15); (7) ele saía para a parte externa da tenda da congregação e salpicava-a com sangue (v. 16); (8) ele saía para o átrio do tabernáculo e aspergia com sangue o altar principal (vs. 18-19); (9) ele confessava os pecados dos israelitas e impunha as mãos sobre a cabeça do bode expiatório (v. 21); (10) ele enviava o bode expiatório para o deserto (vs. 21- 22); (11) uma vez despachado o bode expiatório, o sumo sacerdote tirava suas vestes de linho e colocava suas vestes regulares e se lavava (vs. 23- 24); e (13) finalmente, oferecia holocaustos por si mesmo e pelo povo (vs. 24- 25).
Para o sumo sacerdote, os aspectos mais importantes da cerimônia eram sua entrada no Santo dos Santos com o sangue da oferta pelo pecado e o envio do bode expiatório para o deserto.
Sabemos que tudo isso significava a expiação dos pecados dos israelitas arrependidos (vs. 16, 19, 21-22).
Todas as ofertas pelo pecado serviam para purificar tanto o santuário terrestre quanto os adoradores, mas em outras ocasiões o sumo sacerdote não entrava Lugar Santíssimo, mas somente no lugar Santo. Que era fora do véu de separação (usualmente chamado de "Lugar Santo"), no lugar Santo que continha o altar do incenso, o candelabro de ouro e a mesa dos pães da proposição.
E sendo a arca da aliança, o ponto central da presença de Deus no tabernáculo (v. 2, nota; Êx 25.17-22 e notas), ficava guardada no Santo dos Santos, a entrada nesse lugar era rara e perigosa (v. 2). O fato de que o sumo sacerdote entrava nesse lugar Santo apenas uma vez por ano, indicava a profundida da expiação que estava sendo feita.
A cerimônia do bode emissário também só ocorria nesse dia. Ao impor as mãos sobre a cabeça do bode e ao confessar os pecados da nação, o sumo sacerdote transferia esses pecados ao bode. A seguir, o bode, simbolicamente, levava os pecados do povo para o deserto.
Do mesmo modo Cristo foi entregue aos gentios e morto fora das muralhas de Jerusalém indicando que ele foi enviado para "fora do acampamento", tal como sucedia ao bode emissário, em tempos antigos.
Ele é portanto a propiciação pelos nossos pecados. Ele satisfez a ira de Deus, Cristo foi enviado pelo Pai para morrer e assim pagar pelos nossos pecados.
Romanos 3.25–26 “a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; tendo em vista a manifestação da sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus.”
Deus então fez justiça deste modo, não apenas nos perdoa e deixa por isso mesmo. O pecado tem que ser punido. E a punição que deveria recair sobre os injustos caiu sobre o Justo.
Jesus pagou pelos nossos pecados, João diz que Ele não fez sacrifício somente pelos nossos pecados (no caso dele e dos cristãos a quem Ele escreve) mas ainda pelos do mundo inteiro.
Ainda em João diz:
1João 4.14 “E nós temos visto e testemunhamos que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo.”
Muitos veem aqui então um texto que parece contradizer outros textos bíblicos que declaram que Jesus morreu com o propósito de pagar o pecado somente do seu povo.
João 10.14–16 “Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim, assim como o Pai me conhece a mim, e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas. Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor.”
João está contradizendo Jesus? Ou contradizendo ele mesmo? Ou nós que estamos interpretando errado?
A terceira opção é a verdadeira.
Pois João de modo nenhum está dizendo o contrário do que Jesus disse e que Ele mesmo registrou em seu evangelho.
Pois Jesus não morreu por todo mundo, não morreu por cada homem ou mulher. Pois muitos dos homens e mulheres do mundo não vão ou já morreram sem crer em Jesus.
Jesus morreu em vão por elas?
E elas foram para o inferno mesmo Jesus tendo morrido por elas? Então Jesus pagou, mas é mesmo que não ter pago, pois elas ainda assim vão para o inferno.
Dizer que Jesus morreu por todos para que fosse possível que todos fossem para o céu, isso é negar o que a Bíblia diz.
Jesus morreu por seu povo, e morreu para dar a certeza que o povo dele foi salvo e que Eles tem a vida eterna.
Mateus 1.21 “Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles.”
Atos dos Apóstolos 20.28 “Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue.”
Portanto, a melhor interpretação para este versículo é que Jesus morreu por todo mundo no sentido de que morreu por pessoas de todas as nações, raças, tribos, línguas ou mesmo por pessoas de todas as condições e classes sociais.
Mas, como podemos saber se somos salvos? Como posso saber se realmente eu vivo na luz, como sei que realmente eu conheço Jesus de fato como aquele que me salvou e confio somente n’Ele? João vai ensinar aqui.
V.3-6 -
Os gnóstico falavam do conhecimento intelectual que salva. Mas João fala sobre o conhecer a Jesus e ser salvo na prática. Não fala sobre uma teoria, mas sobre aquilo que é de fato verdadeiro na prática.
João diz que sabemos que de fato conhecemos a Cristo se guardamos a sua Palavra.
Se somos crentes, então não devemos pecar, não devemos viver na prática do pecado, e porque?
Não devemos pecar porque aquele que diz que Conhece a Cristo, este guarda a sua Palavra (v.3-4a) Quem ama a Deus, ama sua Palavra. Quem ama a Deus ama aquilo que é seu. Quem ama a luz vive na luz. Quem foi salvo, iluminado pela luz, este agora consegue enxergar que só existe uma Palavra que permanece para sempre e está é a Palavra de Deus.
João está combatendo o ensino de que somos salvos através apenas do conhecimento.
João diz que o conhecer implica, resulta em uma vida na prática, isto quer dizer que implica em viver aquilo que cremos.
Por isso, se cremos na luz, devemos andar na luz.
Se cremos na Palavra, então devemos viver de acordo com a palavra.
A Bíblia, a palavra de Deus revela a santidade de quem Deus é. Ele é luz. E a Bíblia nos revela isto, mas ela revela que Deus odeia o pecado e o pecador. E a Bíblia revela que eu sou pecador.
Deus destruiu o mundo (pessoas, animais e natureza) por conta do pecado nos tempos de Noé. Mas ao mesmo tempo que a Palavra nos revela o pecado, ela nos revela também o amor de Deus por nós. Pois Deus ainda assim preservou Noé e sua família.
Deus ainda destruiu a cidade de Sodoma e Gomorra, mas ainda preservou Ló e suas filhas.
Deus disse a Adão que no dia que Ele comesse do fruto, ele morreria e mesmo assim, Deus em Cristo foi misericordioso e nos deu a boa notícia que da descendência da mulher Ele enviaria um descendente e este viria nos salvar.
Portanto, Deus nos revela em sua Palavra que não devemos pecar, pois o pecado é abominável. Pois quem diz ser de Cristo, quem diz que conhece a Cristo, que é Cristão e não guarda os seus mandamentos, este é mentiroso. (v.4b)
Quem diz que conhece o Verbo da vida que é a verdade, e não anda na verdade, este de fato nunca conheceu a Cristo, a verdade em carne. (v.4c)
Os gnósticos diziam que conheciam, e eram salvos por conhecer.
João afirma que conhecer sem viver faz deles mentirosos. A verdade pode estar na nossa mente, no nosso intelecto, mas se não tiver em nossa vida prática, isso nos torna mentirosos.
E enquanto que não devemos pecar porque se somos salvos em Cristo, se conhecemos a Jesus, somos novas criaturas. (v.5) E por isso o amor de Deus em nós é verdadeiramente aperfeiçoado.
O amor que Deus tem por nós é demostrado na cruz.
Ele enviou, mandou seu Filho para morrer pelos nossos pecados. E este amor nos alcança de modo que nos tornamos guardadores da Palavra de Deus. Somos feitos filhos de Deus Pai por meio do seu Filho e assim nos tornamos filhos obedientes, pois esses tem Cristo com seu Advogado. E nisto sabemos que estamos nele.
Como sei que estou em Cristo? Como sei se tenho vivido um relacionamento com Cristo e que Ele é meu Advogado?
Eu vivo minha fé na prática, e não somente de teoria. Não sou como os gnósticos que criam em uma salvação pelas obras que era um conhecimento superior que não era oferecido a todos.
Por isso, sabemos que estamos em Cristo, se de fato nós permanecemos nele, se de fato andamos como Ele andou.
Porque sabemos que é incompatível com a nossa fé uma vida desobediente, uma vida de pecado continuo sem arrependimento e sem viver em santidade. Nós que nos declaramos cristãos, somos da luz e devemos andar na luz como Ele está é a luz. (v.6)
Infelizmente muitos podem pensar que o fato de confessarmos nossos pecados diariamente, sempre pecamos e sempre confessamos, então isso é uma licença de Deus para vivermos numa vida de pecado. Mas não é.
João não diz: escrevi isso para vocês pecarem tranquilamente. Mas diz que escreveu para que não pequem.
Mas João semelhante a Jesus está dizendo que embora Deus é justo e fiel para nos perdoar os pecados e nos purificar, Deus nos ordena como Jesus: “vai e não peques mais.”
João está deixando claro que a vontade de Deus é que nós guardemos os seus mandamentos. (v.3) A vontade de Deus é que não pequemos (v.1) A vontade de Deus é que andemos com Jesus (v.6)
Tiago 1.13 “Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta.”
Jesus não foi tentado por Deus. Nós não somos tentados por Deus, mas foi o Espírito de Deus quem levou Jesus para o deserto, para ali ele ser tentado.
Deus permitiu o pecado entrar neste mundo, e o Deus todo poderoso decretou todas as coisas, Ele tem todo poder, e mesmo assim somos nós quem caímos, somos nós quem pecamos, somos nós quem desobedecemos a Deus.
Mas, em Cristo somos transformados, e agora se queremos saber se de fato seguimos a Cristo, precisamos assim andar como Ele andou.
Filipenses 2.8 “a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.”
Ande como Cristo, permaneça n’Ele, andando em obediência, que a nossa comida seja fazer a vontade daquele que nos chamou.
Aplicações:
Cristo é o nosso Advogado
Em Cristo temos o perdão, podemos confiar plenamente n’Ele como nosso salvador, como aquele que garante o perdão.
Seu sacrifício foi perfeito, e agora pois quem está em Cristo não há condenação, mas sim perdão, amor e salvação.
O pecado não pode ser normal na vida cristã
Em Cristo recebemos o Espírito Santo, e constantemente estamos lutando contra as trevas. O mundo, o diabo e a carne são inimigos de Cristo e nossos inimigos. Desse modo, Deus nos deu seu Espírito para que lutemos na força e no poder divino que está em a nos fazer vencer contra as nossas tentações.
Por isso oramos pedindo que o Senhor nos livre de cair na tentação, e Ele faz isso mediante o operar do Espírito Santo em nossas vidas. É assim que somos santificados, pelo poder do Espírito e firmados na palavra.
Somente uma vida banhada pela palavra e acompanhada do Espírito Santo pode nos fazer viver desejando uma vida santa, pura e sem pecado.
Licença para pecar não existe
O amor a Cristo se prova por meio da obediência aos Seus mandamentos, e o verdadeiro crente se distingue por esse esforço constante para não pecar.
Caso ocorra uma queda, Deus proveu o advogado que é nosso estímulo para se arrepender, levantar e prosseguir na busca pela santidade.
Portanto, o conhecimento verdadeiro de Deus não pode ser apenas intelectual, mas deve ser prático, refletido no andar diário.
A fé salvadora transforma o coração, gerando um desejo de verdade para obedecer à vontade de Deus revelada nas Escrituras, fazendo da santidade a prova viva e contínua da experiência cristã.
