171 - Barrabás, um beneficiário improvável
O Evangelho segundo Jesus • Sermon • Submitted • Presented
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· 10 viewsReflexão bíblica textual / temática sobre a libertação de Barrabás, um prisioneiro condenado à morte em troca da condenação do filho de Deus - Como a justiça e a graça de Deus foram manifestas de forma tão espantosa na libertação de um personagem tão improvável que estava no lugar certo e na hora certa depois de ter cometidos tantos erros em sua vida que o levaram até aquele beco sem saída da morte por crucificação?
Notes
Transcript
— Qual dos dois vocês querem que eu solte?... [Matthew 27.11-26; ]
— Qual dos dois vocês querem que eu solte?... [Matthew 27.11-26; ]
I. Introdução geral
I. Introdução geral
— O mundo precisa de heróis… Será mesmo?!?!?
— O mundo precisa de heróis… Será mesmo?!?!?
“Miserável país aquele que não tem heróis. Miserável país aquele que precisa de heróis”.
Frase do poeta Bertolt Brecht, dramaturgo e poeta alemão do início do sex XX;
A natureza humana sempre tem a tendência de buscar esperança e propósito fora das limitações e da própria realidade humana, daí os heróis
O que este mundo caído não admite é que este vazio é consequencia direta do pecado na natureza e na vida prática humana;
o pecado é o que o homem “é” e o que ele “faz”;
Romans 3:22–23 (NAA) — 22 ... não há distinção, 23 pois todos pecaram e carecem da glória de Deus,
Ecclesiastes 3:11 (NAA) — 11 Deus fez tudo formoso no seu devido tempo. Também pôs a eternidade no coração do ser humano, sem que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até o fim.
Ha um vazio existencial que funciona como uma bússola que aponta ao coração do homem a carência da presença divina;
Mas, o homem caído, orgulhoso, vive tentando preenchê-lo com a única coisa que ele realmente ama sem reservas, ou seja, “ a si mesmo”;
Então o que fazemos? Criamos heróis, que possam nos transmitir a tênue sensação de que o homem tem jeito! Basta dar a ele uma chance;
Ou criamos vilões, para que possamos transferir para estes, todos os defeitos e culpas que nos assombram
Por todos os séculos, as civilizações lutaram contra o tempo, a morte, suas mazelas e pecados se apoiando na ilusão de que “o homem caído tem conserto”;
A Torre de Babel foi uma tentativa ridicula de construir um acesso para um relacionamento com uma divindade esvaziada, antropomórfica com o mérito de terem construído este acesso;
Mas, nós que conhecemos as Escrituras, não estamos livres desta tendência maldita de não reconhecer que Cristo é o único herói verdadeiro;
— “Qual é o maior herói ou vilão de todos os tempos?”
— “Qual é o maior herói ou vilão de todos os tempos?”
Estamos o tempo todo buscando heróis, santos, mediadores, ilustres, gênios, etc:
Ou então vilões através dos quais possamos canalizar a culpa de nossos erros e vícios;
tudo para apoiar a nossa ideia de merecimento da glória divina, apesar do pecado que nos devora;
Façamos um exercício, uma enquete:
Com qual personagem bíblico você mais se identificaria? Com quem você acha que se parece?
Paulo – o direto, teólogo, estudioso, poliglota;
Tomé – o de mente dúbia, o sincericida;
Lucas – o investigador, o preciso;
Pedro – o corajoso, destemido, arrojado;
João – o sensível, o profundo, o poeta dos Evangelhos
Mateus – detalhista, cirúrgico;
Natanael – o sincero, ou sincericida;
Judas – o traidor, avarento, hipócrita;
Pilatos – o covarde, cruel, político;
Caifás – o mentiroso, religioso, conveniente;
Zaqueu – o convicto, desprendido;
Lázaro – o amigo gente boa, hospitaleiro;
Mas, e que tal Barrabás – o salteador???!!!
Já ouviu falar dele?
Você se identificaria com este homem?
Aí o negócio não ficou muito legal!
Mas, porque incluiríamos este homem em uma lista de pessoas de referência?
Vamos ao texto bíblico da nossa reflexão desta noite: Mat 27.11-26
Vamos ao Texto Áureo da mensagem:
II. Texto Áureo:
II. Texto Áureo:
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Matthew 27:11–26 (NAA) — 11 Jesus estava em pé diante do governador, e este o interrogou, dizendo: — Você é o rei dos judeus? Jesus respondeu: — O senhor está dizendo isso.
12 E, sendo acusado pelos principais sacerdotes e pelos anciãos, Jesus nada respondeu. 13 Então Pilatos perguntou: — Não está ouvindo quantas acusações fazem contra você? 14 Mas Jesus não respondeu nem uma palavra, a ponto de o governador ficar muito admirado.
15 Ora, por ocasião da festa, o governador costumava soltar ao povo um preso, conforme eles quisessem. 16 Naquela ocasião, eles tinham um preso muito conhecido, chamado Barrabás. 17 Estando, pois, o povo reunido, Pilatos lhes perguntou: — Quem vocês querem que eu solte: Barrabás ou Jesus, chamado Cristo? 18 Porque sabia que era por inveja que eles tinham entregado Jesus.
19 E, estando Pilatos sentado no tribunal, a mulher dele mandou dizer-lhe: — Não se envolva com esse justo, porque hoje, em sonho, sofri muito por causa dele. 20 Mas os principais sacerdotes e os anciãos persuadiram o povo a que pedisse Barrabás e condenasse Jesus à morte.
21 De novo, o governador perguntou: — Qual dos dois vocês querem que eu solte? Eles responderam: — Barrabás! 22 Pilatos lhes perguntou: — Que farei, então, com Jesus, chamado Cristo? Todos responderam: — Que seja crucificado! 23 Pilatos continuou: — Que mal ele fez? Porém eles gritavam cada vez mais: — Que seja crucificado!
24 Vendo Pilatos que nada conseguia e que, ao contrário, o tumulto aumentava, mandou trazer água e lavou as mãos diante do povo, dizendo: — Estou inocente do sangue deste homem; fique o caso com vocês! 25 E o povo todo respondeu: — Que o sangue dele caia sobre nós e sobre os nossos filhos!
26 Então Pilatos lhes soltou Barrabás. E, depois de mandar açoitar Jesus, entregou-o para ser crucificado.
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21 De novo, o governador perguntou: — Qual dos dois vocês querem que eu solte? Eles responderam: — Barrabás!
Vamos ao Desenvolvimento da mensagem:
III. Desenvolvimento
III. Desenvolvimento
— Quem era esse tal de Barrabás?
— Quem era esse tal de Barrabás?
Esta narrativa soa como a cena de um filme de faroeste mexicano em que todos se amam, se odeiam e se matam,
e a coerência e a lógica passam muito longe… Como assim: Solte-nos Barrabás?
Afinal de contas: _Quem era esse tal de Barrabás?
Era um personagem maluco saído dos filmes de ficção? Um produto da mente fértil dos autores dos Evangelhos?
Os filmes já retrataram este homem, desde um homem atormentado até um psicopata completamente fora de noção;
Mas, na verdade, quem era este homem por quem aqueles homens literalmente favoreceram em detrimento de Jesus?
Barrabás (do aramaico: Bar Abbas, "filho do pai ou do mestre")
Ouvimos falar dele nos quatro Evangelhos:
Mat 27:16-17 Nesse tempo tinham um preso notório, chamado Barrabás. (17) Portanto, estando o povo reunido, perguntou-lhe Pilatos: Qual quereis que vos solte? Barrabás, ou Jesus, chamado o Cristo?
Mar 15:7 E havia um, chamado Barrabás, preso com outros sediciosos, os quais num motim haviam cometido um homicídio.
Luk 23:19 Ora, Barrabás fora lançado na prisão por causa de uma sedição feita na cidade, e de um homicídio.
Joh 18:40 Então todos tornaram a clamar dizendo: Este não, mas Barrabás. Ora, Barrabás era salteador.
Em resumo, pelo testemunho destes textos bíblicos, este homem chamado Barrabás era:
Um preso notório (ou seja, ele era famoso, conhecido);
seu nome era Barrabás = filho do pai ou do mestre;
ele foi capturado com outros homens sediciosos;
este homens provocaram um motim (rebelião civil, manifestação violenta);
como resultado desta rebelião, eles haviam cometido um homicídio (não sabemos a quem mataram);
Barrabás foi preso e foi acusado de ser cúmplice ou autor deste homicídio;
e, acima de tudo ele era um salteador;
ou seja, um ladrão que invade propriedades ou ataca pessoas desprotegidas.
Um currículo notável, não é verdade?
—> Digno de publicar nas redes sociais com direito a selfie, etc!
— Então, veio o Indulto de Páscoa...
— Então, veio o Indulto de Páscoa...
Mas o que houve com este homem que acabou associando-o a Jesus, o Cristo?
Ele se tornou um beneficiário improvável do “Indulto de Páscoa” — e o que era isso?
Todos os anos, em Jerusalém, Roma libertava um preso, mesmo que condenado, à escolha do povo;
Tratava-se de um tipo de “Indulto de Páscoa”, uma demonstração de boa vontade, benevolência, do império;
Alguém como Barrabás jamais seria indicado para o indulto de Páscoa, pois era uma “eleição popular”;
Roma aprisionava e condenava à morte muitos presos políticos, ou associados aos movimentos de resistência;
Mas, o endividamento causado pela pobreza poderia levar alguns desesperados à criminalidade;
Ou conflitos de menor relevância poderiam conduzir a alguma fatalidade, ou algum resultado muito ruim e inesperado;
Então este indulto seria uma “oportunidade de ouro” de equilibrar a balança libertando algumas destas vítimas da máquina romana;
Mas, e quanto a Barrabás? Como ele entra nesta história?
A Bíblia diz que ele era um preso notório: _Ser notório = significa que ele tinha fama, no caso dele significava “má fama”;
Mas ele foi envolvido na trama da redenção de forma inusitada, assim como outras pessoas que deixaram suas marcas;
Simão de Cirene, por exemplo,
O servo com a orelha cortada,
A serva que acusa Pedro no pátio,
Os ladrões crucificados ao lado de Jesus,
O centurião no gólgota, que reconhece que aquele homem seria um “filho de Deus”,etc;
Mas, quanto a Barrabás, o que realmente sabemos dele a partir destes textos?
— Ele estava preso no mesmo momento e local para onde Jesus foi levado, é a primeira coisa que sabemos sobre ele;
— Ele era considerado notório, ou seja, alguém muito conhecido! Um bandido ser notório...
A palavra “notório” utilizada em Mat 27.17 só foi utilizada novamente em Rm 16.7 onde Paulo fala de seus parentes, Andrônico e Júnias, os quais eram notórios entre os apóstolos (evidentemente que por motivos bem diferentes)
Matthew 27:16 “Naquela ocasião, eles tinham um preso muito conhecido [εἶχον δὲ τότε δέσμιον ἐπίσημον λεγόμενον [Ἰησοῦν] Βαραββᾶν], chamado Barrabás.”.
Romans 16:7 “Saúdem Andrônico e Júnias, meus parentes e companheiros de prisão, os quais são bem conhecidos entre os apóstolos [οἵτινές εἰσιν ἐπίσημοι ἐν τοῖς ἀποστόλοις] e estavam em Cristo antes de mim.”
— Ele era um sedicioso — o que isso significaria? Quer dizer que ele ele atuava como militante de algum tipo de resistência anti-roma!
— Um sabotador, agitador, promovia rebeliões e quebra-quebra em público;
— Eles provocaram um motim, uma rebelião, alguém foi morto e sua morte foi classificada como homicídio - ou seja, para Roma, ele era um assassino, um homicida;
— Barrabás era um salteador - significa que ele era um ladrão, não um ladrão comum que furtava, mas que invadia propriedades, sabotava e roubava os bens;
— Seu nome é curioso - Bar - Abbas = Filho do Pai (ou de um Pai), denotando alguém importante, mas não fazemos ideia de onde ele veio;
Barrabás estaria condenado à morte de cruz? Certamente estava!
A troca de Barrabás por Jesus somente seria possível com o mesmo peso jurídico daquele indulto;
Eles não trocariam um condenado por traição à coroa romana por um ladrão de galinhas!
Se Barrabás estava condenado à morte de cruz, a pena capital mais severa de Roma, então ele realmente tinha se tornado “notório”!
Mas Jesus, o Cristo, também tinha se tornado extremamente notório por tudo o que fez e ensinou nos últimos anos, não é verdade?
— Voltemos a Barrabás, um beneficiário improvável
— Voltemos a Barrabás, um beneficiário improvável
Barrabás? Não tinha mais nada a perder:
Acusado de rebelião (sedição), homicídio, eram crimes capitais;
Ele aguardava a morte, mas estava “no lugar certo e na hora certa” (para ele);
Não sabíamos nada dele até aquele momento,
nem sabemos mais nada depois do julgamento;
Ele, simplesmente, foi beneficiado com o indulto de Páscoa, sob a benevolente mão de Roma, e saiu dali livre, para continuar sua vida;
Recebeu uma segunda chance na vida, mas não sabemos se ele fez bom uso desta chance;
Não consta que ele tenha se convertido:
Poderíamos especular que, pela sua notoriedade e papel no desenrolar da condenação de Cristo, seria de se esperar que se falasse dele, caso se convertesse (nada é garantido);
Ele participou da trama da redenção “para intensificar a injustiça praticada” contra o Rei dos reis e Senhor dos senhores;
O Cordeiro de Deus em silêncio, sendo esfolado vivo, enquanto um homem, notoriamente cheio de pecados que o levaram ao cadafalso era perdoado;
O indulto de Páscoa era um benefício curioso, pois independente da acusação pendente sobre o supliciado, ele sairia dali como um homem 100% inocente;
Sua soltura representou o tipo de escolha feita por Israel, e por toda a humanidade;
E o povo todo respondeu: Caia sobre nós o seu sangue e sobre nossos filhos, foi uma escolha muito dura, estranha, insana, ilógica, estúpida e imoral.
O profeta pelo assassino; o mestre pelo arrombador e encrenqueiro;
Quem queria este tipo de gente andando nas ruas perto de seus filhos?
O indulto de Páscoa era uma benesse romana, um ato generoso, uma “graça” do Estado em favor do povo oprimido,
Mas, a princípio, não tinha como propósito de libertar delinquentes e assassinos.
Graças à covardia e a negligência de Pilatos, foi exatamente isso que ocorreu naquele dia sórdido, para a vergonha da história humana na Terra;
— Uma questão de escolha
— Uma questão de escolha
Mas, não foi só o povo de Israel que escolheu o condenado em detrimento do inocente;
Por mais revoltante, indignante que seja analisar este evento do ponto de vista da justiça, o povo não estava sozinho nesta escolha;
Alguém mais decidiu beneficiar o condenado para o prejuízo e morte daquele que é justo – por mais incômodo que isso seja;
#Quem mais tomou esta sórdida decisão???
O próprio Deus fez isso! Jesus se prontificou a este papel
— Proverbs 17:15 (ARA) — 15 O que justifica o perverso e o que condena o justo abomináveis são para o SENHOR, tanto um como o outro.
— Galatians 3:13 (NAA) — 13 Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar — porque está escrito: “Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro”
O justo pelos injustos. A vitima silenciosa ao matadouro.
Ele morreu por nós sendo nós ainda pecadores
Barrabás merecia o indulto de Páscoa?
Nós o merecíamos?
Você merece?
Vamos ao Encerramento da mensagem:
IV. Encerramento
IV. Encerramento
— Barrabás e nós - Uma escolha difícil!
— Barrabás e nós - Uma escolha difícil!
Amamos os heróis, e se pudermos ser o herói de alguém, melhor ainda;
Mas ser associado ou identificado com uma escória como este homem? Isso não agrada!
Barrabás estava preso em cadeias físicas além das espirituais;
Barrabás não tinha mais escolha, ele já aguardava sua execução;
Era “notória” a condição depravada de Barrabás;
Barrabás não conheceu a Jesus para ser beneficiado por ele, ele simplesmente foi beneficiado;
Barrabás pode não ter entendido a razão de seu “prêmio”;
Barrabás foi beneficiado involuntariamente;
Barrabás foi um beneficiário improvável;
Não se fala nada sobre arrependimento de Barrabás na prisão;
Não sabemos o destino de Barrabás após sua soltura;
Barrabás recebeu um livramento temporário;
Mas provavelmente voltou à sua antiga vida assim que colocou os pés nas ruas;
Jesus, o Barrabás? Um homônimo?
Jesus, o Barrabás? Um homônimo?
Há algo um tanto quanto assustador acerca deste encontro entre Jesus e este homem liberto nos 49 min do 2º tempo;
Algo que deveria nos fazer pensar muito seriamente sobre como encaramos a nossa vida de fidelidade ao nosso Senhor Jesus Cristo;
Não somente sobre o preço que ele pagou, mas a maneira como ele fez, no que ele se dispôs a passar por amor de nós;
Voltemos ao texto de Matthew 27:17:
“Estando, pois, o povo reunido, Pilatos lhes perguntou: — Quem vocês querem que eu solte: Barrabás ou Jesus, chamado Cristo?”
Simão Barjonas, [filho de Jonas] - nome original de Pedro, observe que “Filho de” é uma fórmula comum de identificação das pessoas naquele tempo;
Bartimeu, o cego curado por Jesus era claramente filho que alguém que se chamava “Timeu”
Barrabas - Bar Abbas, também não seria o primeiro nome deste homem, mas uma associação de sua origem, porém...
Manuscritos antigos afirmam que Barrabás, de fato, tinha um primeiro nome, e tal nome era Jesus, pois se tratava de um nome comum. Versões antigas trazem esta variante textual, as mais modernas não.
Quando Pilatos pergunta à multidão o que ela queria, ele teria dito literalmente:
Matthew 27:16–17 (NA28) — 16 εἶχον δὲ τότε δέσμιον ἐπίσημον λεγόμενον [Ἰησοῦν] Βαραββᾶν. 17 συνηγμένων οὖν αὐτῶν εἶπεν αὐτοῖς ὁ Πιλᾶτος· τίνα θέλετε ἀπολύσω ὑμῖν, [Ἰησοῦν τὸν] Βαραββᾶν ἢ Ἰησοῦν τὸν λεγόμενον χριστόν;
Matthew 27:16-17 (NAA) — 16 Naquela ocasião, eles tinham um preso muito conhecido, chamado [Jesus, o] Barrabás. 17 Estando, pois, o povo reunido, Pilatos lhes perguntou: — Quem vocês querem que eu solte: [Jesus, o] Barrabás ou Jesus, chamado Cristo?
Isso assusta?
E se você entender que Jesus assumiu tanto o nosso lugar de condenação,
Mas no caso deste homem, houve uma assustadora coincidência de um homônimo de Jesus estar naquele lugar,
naquela hora, condenado à mesma morte, porém plenamente culpado dos crimes pelos quais era acusado e seria morto?
E quanto a nós? E quanto a você?
Isso nos diz algo?
Qual é o nome disso amados? GRAÇA!!!
John 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
