A COMPREENSÃO QUE NOS LEVA A NOS ENTREGAR TOTALMENTE A DEUS

A JUSTIÇA DE DEUS EM CRISTO JESUS  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
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Este sermão trata da importância vital de compreendermos profundamente as misericórdias de Deus para que possamos nos entregar a Ele de forma total — de corpo e mente. A partir de Romanos 12.1-2, o sermão mostra que a verdadeira adoração a Deus não se resume a palavras ou rituais, mas se manifesta numa vida transformada, consagrada e moldada pelo Espírito Santo e pela Palavra. Paulo exorta os cristãos a responderem às muitas misericórdias divinas — como o perdão, a paciência e o sustento diário — com uma entrega completa do corpo (vivendo em santidade) e da mente (renovando o pensamento segundo a vontade de Deus). A incompreensão dessas misericórdias leva à frieza espiritual, conformismo com o mundo e vida cristã superficial. Por isso, compreender o quanto Deus tem sido misericordioso é o que desperta em nós um desejo genuíno de viver para Ele por inteiro, não por obrigação, mas por gratidão.

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A COMPREENSÃO QUE NOS LEVA A NOS ENTREGAR TOTALMENTE A DEUS

Introdução:
As misericórdias de Deus estão constantemente presentes em nossas vidas, desde o nosso nascimento até o momento atual. Elas se manifestam ao longo de toda a nossa existência, vinte e quatro horas por dia. Na maioria das vezes, reconhecemos as misericórdias de Deus apenas em aspectos mais evidentes, como a salvação. No entanto, deixamos de perceber as pequenas misericórdias que também se fazem presentes no nosso cotidiano, pois elas se renovam a cada manhã e são a causa de não sermos consumidos por causa dos nossos pecados (Lamentações 3.22-23).
Não enxergamos, por exemplo, misericórdias diárias como o fôlego de vida, o perdão dos nossos pecados, a proteção diante de perigos visíveis e invisíveis, a paciência de Deus diante de nossas falhas, o consolo em meio à dor, a provisão diária, a oportunidade de corrigir nossos erros, entre tantas outras. A lista seria infinita.
A verdadeira compreensão de algo — seja uma pessoa, um acontecimento ou um momento — pode levar a diferentes estados ou desdobramentos, dependendo do contexto e da profundidade desse entendimento. Compreender pode conduzir à aceitação, à empatia, à liberdade, à sabedoria, à paz interior, à gratidão, à transformação e à entrega. Por outro lado, a incompreensão pode levar à confusão, ao julgamento precipitado, ao medo, ao isolamento, à ansiedade, ao conflito, à ingratidão e à estagnação.
Na vida espiritual, não é diferente. A compreensão profunda das misericórdias de Deus conduz o crente à gratidão sincera, ao arrependimento verdadeiro, à humildade, à confiança em Deus, à transformação, à santidade, à capacidade de perdoar e ser misericordioso, e à adoração genuína. Tudo isso se resume em uma entrega total de si a Deus.
Por outro lado, a incompreensão das misericórdias de Deus pode levar o crente a caminhos espiritualmente áridos, confusos e, muitas vezes, dolorosos. Quando o coração não entende (ou esquece) a profundidade, a constância e o propósito da misericórdia divina, isso afeta diretamente sua relação com Deus, consigo mesmo e com os outros. Essa incompreensão pode conduzir ao legalismo, à culpa constante, à autopunição, ao distanciamento de Deus, ao orgulho espiritual, à autossuficiência, à falta de misericórdia com os outros, ao medo, ao desânimo e à frieza espiritual.
Na incompreensão das misericórdias de Deus, nunca há uma entrega total de si a Deus, pois a pessoa acaba se entregando a si mesma, aos outros ou ao mundo. Somente na verdadeira compreensão das misericórdias divinas é possível entregar-se completamente a Deus. Compreendê-las nos torna gratos por tudo o que Ele fez, faz e ainda fará em nossa vida; humildes ao reconhecer que Deus é tudo para nós; confiantes em Seu poder e soberania; misericordiosos com os outros; santos em nossa conduta e dedicados inteiramente a Deus.
Por isso, precisamos compreender profundamente as misericórdias de Deus em nossa vida, pois apenas através dessa compreensão é que nos entregaremos por completo a Ele. Essa compreensão desperta em nós um desejo ardente de entrega, movido por uma gratidão profunda por tudo o que Deus já fez, tem feito e ainda fará por nós.
Lição: A Compreensão das Misericórdias Divina nos Leva a nos Entregarmos Totalmente a Deus.
Texto: Romanos 12.1-2.
A carta aos Romanos é dividida em duas seções principais: a primeira vai do capítulo 1 ao 11; a segunda, do capítulo 12 ao 15. Paulo, na primeira parte, trouxe ensino e, agora, está preocupado em aplicar seu ensino. Nessa segunda parte, ele muda o foco do ensino para a exortação. Sua intenção é exortar os cristãos a manifestarem a nova vida em Cristo em todas as áreas da vida. A vida transformada é o mínimo esperado de quem já aceitou o evangelho.
A transição de Romanos 11 para Romanos 12 nos leva a analisar o que Deus fez por nós e o que devemos fazer por Ele — e só podemos fazer algo para Deus por causa do que Ele fez por nós e continua fazendo em nós. A dádiva de Deus não se limita apenas ao que Ele fez no passado, mas também ao que continua a realizar constantemente em nós. Por isso, a vida cristã não se restringe a uma fé inoperante, baseada em palavras vazias, mas se expressa por meio de uma fé operante e visível, evidenciada pela transformação da vida do crente.
As exortações de Paulo, aqui, podem ser divididas em duas partes: prescrições relacionadas à conduta geral do cristão (Rm 12–13) e diretrizes para um problema específico da comunidade romana (Rm 14.1–15.13). Na primeira parte das exortações, Paulo retoma a ideia de “transferência de domínio”, abordada especialmente em Romanos 5–8. Isso serve para demonstrar a situação atual do crente, que foi libertado e transferido do domínio do pecado para um novo domínio: o da salvação — antes nas trevas, agora na luz. O crente deve viver, desde já, a nova vida que viverá plenamente no Reino Celestial.
A questão de Paulo é: se eles compreenderam tudo o que Ele ensinou nos capítulos de 1 a 11, então deveriam se entregar completamente a Deus, como forma de gratidão pela misericórdia que receberam. A compreensão das misericórdias de Deus para com eles os levaria a se entregarem totalmente a Ele. E essa é a lição que Paulo também nos transmite: a compreensão das misericórdias divina nos leva a nos entregarmos totalmente a Deus.
Nestes dois versículos, Paulo mostra que devemos entregar o corpo e a mente como uma entrega total a Deus. No versículo 1, ele apresenta a entrega total do corpo e, no versículo 2, a da mente.
Entrega total do corpo (1).
1 Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. 
O que Paulo quer dizer aqui é: o verdadeiro serviço, culto e adoração a Deus é aquele no qual a pessoa se entrega a si mesma (o corpo), por completo, como um sacrifício vivo, santo e agradável. Esse era o objetivo que a igreja de Roma deveria alcançar ao compreender as misericórdias de Deus.
A conjunção “pois” indica uma conclusão que Paulo tira com base em seu ensino dos capítulos 1 a 11. É como se dissesse: “Portanto, irmãos, depois de tudo que eu ensinei, rogo-vos...” Isso significa que, após compreenderem a doutrina exposta por Paulo, os crentes tinham uma responsabilidade a assumir. O que Deus fez por nós gera uma resposta: um dever.
O verbo “rogar” tem aqui o sentido de pedir algo com seriedade e de forma adequada (cf. Filipenses 4.2). Ou seja, trata-se de um pedido encarecido, quase como um apelo. É uma súplica sincera da parte de Paulo, que espera uma resposta igualmente sincera da parte dos irmãos.
Esse pedido não é vazio, mas tem uma razão: as misericórdias de Deus. Ou seja, a motivação para entregarem seus corpos totalmente a Deus está nas misericórdias que Deus demonstrou para com eles. Paulo apresentou essas misericórdias nos capítulos 1 a 11 (cf. Romanos 2.4; 9.23; 11.30-31). Essas misericórdias estão relacionadas ao perdão, amor, bondade, longanimidade, tolerância, graça, absolvição, glória e à imensa salvação que Ele nos concedeu.
O sentido da palavra “misericórdia” envolve ser sensível e ter compaixão pelo sofrimento de alguém. Trata-se da compaixão de Deus pelos pecadores. Misericórdia tem a ver com o fato de Deus não nos dar o castigo que merecemos. Paulo usa o plural — “misericórdias” — porque reconhece que não se trata de uma só, mas de várias manifestações da misericórdia divina ao longo da nossa vida.
Você já parou para pensar quantas vezes pecou hoje? Diante disso, pense em quantos castigos merecia.
Você pensou quantas vezes pecou em toda a sua vida? Consegue perceber quantas punições merecia? E agora, consegue ver as misericórdias de Deus para com você? Quantos e quantos castigos você merecia receber — mas Deus, em sua misericórdia, não os aplicou.
Lição:
A razão pela qual permanecemos de pé e vivos, mesmo com tantas falhas e pecados, são as misericórdias de Deus. Como diz o profeta Jeremias em Lamentações 3.22–23:
As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade.”
Tendo em mente as misericórdias de Deus, Paulo as apresenta como uma grande razão para que entreguem seus corpos totalmente a Ele:
Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.
O verbo “apresentar” tem aqui o sentido de disponibilizar algo a alguém; neste caso, “o vosso corpo por sacrifício”. Ou seja, pelas misericórdias que Deus já demonstrou e continua demonstrando, os crentes devem oferecer seus corpos a Deus como um sacrifício.
No Antigo Testamento, o sacrifício era o meio pelo qual o homem se relacionava com Deus. Havia o sacrifício de gratidão (ou de ações de graças) (Lv 7.11–15), o sacrifício de comunhão (ou pacífico) (Lv 3) e o sacrifício pelos pecados (ou sacrifício expiatório) (Lv 4). No sacrifício pelos pecados, o animal precisava estar vivo e sem defeito. Esse sacrifício expiatório apontava profeticamente para o sacrifício perfeito de Cristo no futuro.
Esses sacrifícios, no entanto, não serviam de nada se não fossem acompanhados de quebrantamento, arrependimento e fé. Vejamos alguns exemplos:
Saul não entendeu isso (1Sm 15.22);
O povo de Israel também não entendeu (Is 1.11-17; Os 6.6; Am 5.21-24; Mq 6.6-8);
Já Davi entendeu (Sl 51.16-17);
Salomão também entendeu (Pv 21.3).
Tudo isso comprova que nossa ida à igreja, nosso serviço, nossas obras, nosso testemunho e nossa adoração, se não forem acompanhados de um espírito quebrantado, um coração contrito e arrependido, e uma confiança verdadeira em Deus, não servem de nada. O que Deus deseja de nós é um ser transformado.
Será que temos sacrificado totalmente o nosso corpo a Deus? Ou será que temos entregado nosso corpo aos desejos carnais, ao mundo?
Assim, a ideia de Paulo de um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus está conectada ao conceito de sacrifício do Antigo Testamento. No entanto, o sacrifício que ele deseja que seus ouvintes apresentem não é o de um animal, mas seus próprios corpos. Eles deveriam se apresentar a Deus:
Como sacrifício vivo (nova vida em Cristo);
Santo (separado para Deus);
Agradável (segundo o padrão divino).
Paulo conclui o versículo 1 deixando claro que essa entrega total do corpo é o verdadeiro serviço, culto e adoração a Deus:
que é o vosso culto racional
A palavra “culto” refere-se a serviço, adoração, culto, e “racional” a algo lógico, consciente, espiritual — ou seja, algo verdadeiro e genuíno. Apresentar o corpo por completo a Deus como sacrifício vivo, santo e agradável é o serviço, culto e adoração que Deus requer e aceita.
Deus não deseja sacrifícios superficiais ou apenas materiais. Ele quer nossos corpos por completo, vivendo a nova vida em Cristo, em santidade e conformidade com a Sua Palavra. Isso, sim, é servir, cultuar e adorar a Deus de forma aceitável.
Essa entrega total do corpo a Deus é fruto da compreensão das misericórdias divinas.
A compreensão das misericórdias divinas nos leva a entregar nosso corpo totalmente a Deus. Mas não somente isso: também nos leva a entregar nossa mente completamente a Ele.
Entrega total da mente (2).
2 E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
Além de entregar seu corpo totalmente a Deus, o crente que compreende as misericórdias de Deus em sua vida deve também entregar sua mente por completo a Ele. Isso é feito de duas maneiras:
Não se deixar moldar pelos padrões do mundo.
E não vos conformeis com este século
O verbo “conformar” significa dar forma, e a ideia transmitida aqui é de assumir a mesma forma de algo. Outra ocorrência desse verbo está em 1 Pedro 1.14. O que Paulo quer dizer é: “E não vos deixeis moldar pelos padrões deste mundo.” Ou seja, o povo de Deus deve ter um único molde — o padrão de Deus — e, por isso, não deve permitir que o mundo o molde ao seu próprio padrão.
O que Paulo ensina aqui é semelhante ao que Moisés disse ao povo de Israel antes de entrarem na terra prometida (Deuteronômio 18.9–12).
Um exemplo de crentes que não se deixaram moldar pelos padrões do mundo foi Daniel e seus três amigos — Hananias, Misael e Azarias — que depois receberam outros nomes (Daniel 1.8; 3.16–18; 6.10).
O padrão divino é: santidade, justiça, obediência, amor, fidelidade, entre outros. Já o padrão do mundo é completamente contrário ao de Deus: ódio, injustiça, iniquidade, desobediência, e assim por diante. Paulo deixa isso muito claro em várias passagens: (1Coríntios 6.9–10; Gálatas 5.19–23; Efésios 4.17–32; Colossenses 3.1–17).
O povo de Deus tem um padrão e deve viver de acordo com ele. Para isso, é necessário ter a mente cheia da Palavra de Deus.
A ideia central é: rejeite o que vem do mundo e transforme a mente. Temos aqui duas ações:
Externa: rejeição dos padrões mundanos.
Interna: transformação da mente.
Essa ação interna é a segunda maneira de entregar totalmente a mente a Deus.
Deixar-se transformar pela renovação da mente.
mas transformai-vos pela renovação da vossa mente,
O verbo “transformar” (metamorphoō, de onde vem a palavra “metamorfose”) significa mudar de forma, ser transformado na essência ou natureza. Paulo usa essa mesma palavra para falar da transformação que o Espírito Santo realiza em nós (2 Coríntios 3.18). Essa palavra também aparece na transfiguração de Jesus (Mateus 17.2; Marcos 9.2).
Um grande exemplo de metamorphoō — transformação — é o próprio Paulo, em sua conversão (Atos 9.1–22).
Esse versículo pode ser traduzido da seguinte forma: “Mas sede transformados [pelo Espírito de Deus] mediante a renovação da vossa mente.” O Espírito Santo é o agente da transformação. Ele opera por meio da renovação da mente.
A palavra “renovação” indica algo novo, restaurado, completamente mudado. Essa palavra aparece apenas aqui e em Tito 3.5, onde fica claro que essa renovação é feita pelo Espírito Santo:
Tito 3.5 (ARC): “não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas, segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo,
A ideia deste trecho é: em vez de se deixarem moldar pelos padrões do mundo, deixem-se transformar pelo Espírito Santo, por meio da renovação da mente.
Essa ação transformadora pode ser ilustrada pela vida de um novo convertido: se ele der ouvidos aos ensinos bíblicos, sua mente e sua vida serão transformadas conforme o padrão de Deus. Porém, se não der ouvidos, continuará pensando e vivendo segundo os padrões do mundo.
É necessário entender uma coisa: o Espírito Santo transforma nossa mente e nossa vida em conjunto com a Palavra de Deus, nunca separado dela.
Pela Palavra de Deus, conhecemos o padrão de Deus.
Pelo Espírito Santo, praticamos esse padrão em nossa mente e em nossa vida.
O resultado da mente renovada:
para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
É como se Paulo dissesse: “Para que vocês provem a vontade de Deus, que é boa, agradável e perfeita.”
A mente renovada se ocupará com tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama e tudo o que há de virtuoso e digno de louvor (Fp 4.8).
Mas atenção: é preciso estar ciente de uma coisa importante — a entrega total da mente a Deus demanda tempo, disposição, desejo, amor e compreensãocompreensão das misericórdias de Deus na sua vida. Sem isso, não haverá entrega total, porque a pessoa não entenderá tudo de bom que Deus tem feito em sua vida.
Uma mente não renovada pelo Espírito de Deus sempre se deixará moldar pelo mundo. Ela consome muito do mundo e pouco de Deus. Essa mente jamais verá a vontade de Deus como boa, agradável e perfeita; pelo contrário, verá como algo ruim, desagradável e imperfeita. É por isso que vemos crentes tão carnais dentro da igreja.
Devemos ser influenciados pela Palavra de Deus, e não pelo mundo. Quem ama o mundo, se alimenta dele, está enraizado nele e é moldado por ele, nunca compreenderá as misericórdias de Deus em sua vida. E se não compreendê-las, não entregará sua mente totalmente a Deus.
Aplicações:
As misericórdias de Deus são uma grande razão para entregarmos nosso corpo e mente, por completo, a Ele.
Deus quer o nosso ser por completo — corpo e mente —, não apenas uma parte.
Conclusão:
A compreensão das misericórdias de Deus em nossa vida é crucial para que nos entreguemos totalmente — de corpo e mente — a Ele.
Nunca nos entregaremos totalmente a Deus sem antes compreender Suas misericórdias. Essa é a razão de muitos crentes viverem uma vida de entrega parcial — ou nenhuma entrega. Somente quando compreendermos Suas misericórdias em nossa vida, então nos entregaremos totalmente a Deus — de corpo e mente.
Reflexão final:
Você tem compreendido as misericórdias de Deus em sua vida?
Você tem se entregado totalmente a Deus?
Sua entrega tem sido total ou parcial?
1 Portanto, peço-vos [encarecidamente], irmãos, em razão das misericórdias de Deus, [que] apresenteis os vossos corpos [como] sacrifício vivo, santo [e] agradável a Deus, [isso é] o vosso serviço e culto verdadeiro a Deus. 2 E [mais,] não vos deixai serdes amoldados pelos padrões deste mundo, mas sede transformados [pelo Espírito de Deus] por meio da renovação das vossa mente, para vós provardes a vontade de Deus, que é boa, agradável e perfeita.
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