EBD #25 - COMO ENTENDER AS DUAS NATUREZAS DE CRISTO?
1. Introdução
2. Dinâmicas Iniciais
O Credo da Calcedônia (451 d.C.)
Confissão de Fé de Westminster, Capítulo VIII, Artigo 2
II. O Filho de Deus, a segunda Pessoa da Trindade, sendo verdadeiro e eterno Deus, da mesma substância do Pai e igual a ele, quando chegou o cumprimento do tempo, tomou sobre si a natureza humana com todas as suas propriedades essenciais e enfermidades comuns, contudo sem pecado, sendo concebido pelo poder do Espírito Santo no ventre da Virgem Maria, e da substância dela. As duas naturezas, inteiras, perfeitas e distintas – a Divindade e a Humanidade – foram inseparavelmente unidas em uma só pessoa, sem conversão, composição ou confusão; essa pessoa é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, porém um só Cristo, o único Mediador entre Deus e o homem.
Pergunta 36. Quem é o Mediador do pacto da graça?
Resposta: O único Mediador do pacto da graça é o Senhor Jesus Cristo, que, sendo o eterno Filho de Deus, da mesma substância e igual ao Pai, no cumprimento do tempo fez-se homem, e assim foi e continua a ser Deus e homem em duas naturezas perfeitas e distintas, e uma só pessoa para sempre.
Pergunta 37. Sendo o Filho de Deus, como Cristo se fez homem?
Resposta: Cristo, o Filho de Deus, se fez homem tomando para si um verdadeiro corpo e uma alma racional, sendo concebido pelo poder do Espírito Santo, no ventre da virgem Maria, da sua substância e nascido dela, mas sem pecado.
3. Tópicos da Aula
3.1. A Heresia da Kenosis e a Posição da Igreja (Concílios)
O trecho de
3.2. As Duas Naturezas: Perfeitas, Distintas e Inseparáveis
Este é o problema que as pessoas encontram, às vezes, para entender esse mistério da fé: elas querem uma resposta lógica para algo que está acima da razão, o fato de Cristo ter plena natureza divina e humana. Essas duas naturezas estão inseparavelmente unidas em uma só pessoa, sem conversão (uma não se converte na outra) e sem composição (elas não compõem uma terceira natureza, pois não se misturam).
