Jesus Fala e Faz Convites. Como Você Tem Respondido?
É Fundamental Entendermos os Convites de Nosso Senhor Jesus, Para Não Confundirmos a Sua Palavra com Meras Ideias Humanas (Malignas)!
ἀγαθός -οῦ, ὁ; (agathos), ADJ. bom. Equivalente hebraico: טוֹב 1 (148), טוֹבָה (40). Equivalente aramaico: טָב (1).
Uso do Adjetivo
2. bom (moral) — de excelência moral. Ver também καλός. Tópicos Relacionados: Piedade; Devoção; Piedade; Bondade; Bondade; Listas de Virtudes/Vícios; Ética; Regra de ouro.
19:1–10
Em primeiro lugar, ele era jovem (
Em quinto lugar, ele era insatisfeito com sua vida espiritual (
νεότης -ητός, ἡ; (neotēs), SUBS. juventude. Equivalente hebraico: נְעוּרִים (34).
Uso do Substantivo
1. juventude (período de tempo)† — um período da vida depois da primeira infância e antes da idade adulta mais velha; embora o início exato e o ponto de término sejam inceros.
Em quarto lugar, ele era virtuoso (18.21). Considerava-se um fiel cumpridor da lei. Chegou a dizer a Jesus: Tudo isso tenho observado, que me falta ainda? (
ἄρχων -ος, ὁ; (archōn), SUBS. líder; governante. Equivalente hebraico: שַׂר (220), נָשִׂיא 1 (90), רֹאשׁ 1 (90). Equivalente aramaico: רֵאשׁ (1).
Uso do Substantivo
1. regente-juiz — um regente (que toma decisões judiciais). Tópicos Relacionados: Regra; Reinado; Governante; Providência; Soberania; Trono; Soberano; Principados e potestades.
Em terceiro lugar, ele era proeminente (18.18). Lucas diz que ele era um “homem de posição”, ou seja, possuía elevado status na sociedade. Apesar de ser jovem, já era rico; e, além de ser rico, era também líder famoso e influente na sociedade. Talvez ele fosse um oficial na sinagoga. Tinha reputação e grande prestígio.
Em sexto lugar, ele era uma pessoa sedenta de salvação (18.18). Sua pergunta foi enfática: Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna? Ele estava ansioso por algo mais que não havia encontrado no dinheiro. Ele sabia que não possuía a vida eterna, a despeito de viver uma vida correta aos olhos dos outros. Ele não queria enganar a si mesmo. Ele queria ser salvo.
Em segundo lugar, ele era riquíssimo (18.23). Os três Evangelhos sinóticos descrevem esse jovem como uma pessoa muito rica (18.23;
Em sétimo lugar, ele foi a
Em oitavo lugar, ele foi a Jesus
Em nono lugar, ele foi a Jesus
Em décimo lugar, ele foi amado por Jesus (
Quando Riquezas ou o Céu, nos termos de Cristo, eram a alternativa, o resultado mostrava para que lado a balança se inclinava. Assim, demonstrou-se que ele carecia do único requisito abrangente da lei — a submissão absoluta do coração a Deus, e essa falta viciava todas as suas outras obediências.
A mudança repentina do entusiasmo animado para o desânimo triste, novamente tão característica dos jovens, evoca a advertência de nosso Senhor contra o perigo da riqueza.
A Verdadeira Libertação É Aquela do Espírito Santo no Coração, no Espírito, em Toda a Alma; Não Apenas no Intelecto e no Comportamento.
As riquezas não satisfazem (18.18)
Destacamos a seguir vários predicados excelentes desse jovem. Buscamos nos outros Evangelhos sinóticos informações para termos uma visão completa de suas virtudes. Apesar disso, seus atributos não conseguem preencher o vazio da sua alma.
As virtudes do jovem rico eram apenas aparentes. Ele superestimava suas qualidades. Deu a si mesmo nota máxima, mas Jesus tirou sua máscara e revelou que a avaliação que fazia de si, da salvação, do pecado, da lei e do próprio Jesus eram superficiais.
Em terceiro lugar, ele estava enganado a respeito da lei de Deus (18.20,21). Ele mediu sua obediência apenas por ações externas, e não por atitudes internas. Aos olhos de um observador desatento, ele passaria no teste, mas Jesus identificou a cobiça em seu coração. O décimo mandamento da Lei de Deus trata do pecado da cobiça. Este é o mandamento subjetivo da lei. Ele não pode ser apanhado por nenhum tribunal humano. Só Deus consegue diagnosticá-lo. Jesus viu no coração daquele jovem o amor ao dinheiro como a raiz de todos os seus males (
Em primeiro lugar, os que confiam na riqueza não podem confiar em Deus (18.24,25). O dinheiro é mais do que uma moeda; é um ídolo. A confiança em Deus implica o abandono de todos os ídolos. Quem põe a sua confiança no dinheiro não pode confiar em Deus para a própria salvação. Nosso coração só tem espaço para uma única devoção, e só podemos nos entregar para um único Senhor.
Jesus não está condenando a riqueza, mas a confiança na riqueza. A raiz de todos os males não é o dinheiro, mas o amor ao dinheiro (
Em primeiro lugar, esses versículos nos ensinam quão profundamente uma pessoa pode avançar em sua ignorância.
Em segundo lugar, esses versículos nos ensinam o grande dano causado por um pecado que domina o coração.
Em terceiro lugar, esses versículos nos ensinam quão grande é a dificuldade para um rico ser salvo.
Por último, esses versículos nos ensinam quão imenso é o poder da graça de Deus.
As riquezas em si mesmas não são [...] más; é o apego indevido às riquezas, levando ao seu abuso, que impede os homens de entrarem no Reino.
A resposta de Jesus indica que o homem havia quebrado o primeiro mandamento (
O problema não era que este homem possuía riquezas, mas que as riquezas o possuíam.
Em primeiro lugar, ele estava enganado a respeito da salvação (18.18). Ele viu a salvação como uma questão de mérito e não como um presente da graça de Deus. Ele perguntou: … Bom Mestre, que farei de bom para herdar a vida eterna? (10.17). Seu desejo de ter a vida eterna era sincero, mas ele estava enganado quanto à maneira de alcançá-la. Ele queria obter a salvação por obras, e não pela graça. Todas as religiões do mundo ensinam que o ser humano é salvo pelas suas obras. Na Índia, multidões que desejam a salvação deitam sobre camas de prego ao sol escaldante; balançam-se sobre um fogo baixo; sustentam uma mão erguida até ela se tornar imóvel; fazem longas caminhadas de joelhos. No Brasil, vemos as romarias, nas quais pessoas sobem conventos de joelhos e fazem penitência pensando alcançar com isso o favor de Deus.
Em segundo lugar, ele estava enganado a respeito de si mesmo (18.20,21). O jovem rico não tinha consciência de quão pecador era. O pecado é uma rebelião contra o Deus santo. Não é simplesmente uma ação, mas uma atitude interior que exalta o ser humano e desonra a Deus. O jovem rico pensou que suas virtudes externas podiam agradar a Deus. Porém, as Escrituras dizem que somos todos como o imundo, e todas as nossas justiças são como trapo da imundícia aos olhos do Deus santo (
Em segundo lugar, a salvação é uma obra milagrosa de Deus (18.26,27). Os que ouviram a explicação ficaram aturdidos com a posição radical de Jesus e perguntam: … sendo assim, quem pode ser salvo? (18.26). O Mestre respondeu: Os impossíveis dos homens são possíveis para Deus (18.27). A conversão de um pecador é uma obra sobrenatural do Espírito Santo. Ninguém pode salvar-se a si mesmo. Ninguém pode regenerar-se a si mesmo. Somente Deus pode fazer de um amante do dinheiro, um adorador do Deus vivo. Concordo com Leon Morris quando ele escreve: “A salvação, para os ricos ou para os pobres, sempre é um milagre da graça divina. Sempre é uma dádiva de Deus”.5
Em quinto lugar, ele estava enganado acerca da verdadeira riqueza (18.23). Depois de perturbar a complacência do jovem com a constatação de que uma coisa lhe faltava, Jesus o desafia com uma série de quatro imperativos: “Vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro nos céus; depois, vem e segue-me” (18.23). Esses quatro imperativos são uma única ordem que exige uma só reação. O jovem deve renunciar aquilo que se constitui no objeto de sua afeição antes de poder viver debaixo do senhorio de Deus.
Três fatos nos chamam a atenção acerca dos discípulos.
Em primeiro lugar, a abnegação (18.28). E disse Pedro: Eis que nós deixamos nossa casa e te seguimos. Seguir a Cristo é o maior projeto da vida. Vale a pena abrir mão de tudo para ganhar a Cristo. Ele é a pérola de grande valor.
Em segundo lugar, a motivação (18.29). Não basta deixar tudo por Cristo; é preciso fazê-lo pela motivação certa. Jesus é claro em sua exigência: … por causa do reino de Deus (18.29). Marcos ainda é mais enfático no seu registro: … por amor de mim e por amor do evangelho (
Em terceiro lugar, a recompensa (18.30). Jesus garante aos discípulos que todo aquele que o segue não perderá o que realmente é importante, quer nesta vida quer na vida por vir. Jesus fala sobre duas recompensas e duas realidades.
Primeiro, há uma recompensa imediata. Seguir a Cristo é um caminho venturoso. Deus não tira; ele dá. Ele dá generosamente. Quem abre mão de alguma coisa ou de alguém por amor ao reino de Deus recebe já no presente muitas vezes mais.
Segundo, há uma recompensa futura. No mundo por vir, receberemos a vida eterna. Essa vida é superlativa, gloriosa e feliz. Então, receberemos um novo corpo, semelhante ao corpo da glória de Cristo. Reinaremos com ele para sempre.
Nosso Senhor Ainda Nos Fará Outros Convites Desafiadores em Nossa Caminhada com Ele; Na Verdade, Enquanto Precisarmos Amadurecer!
τέλειος -ου, ὁ; (teleios), ADJ. perfeito; maduro. Equivalente hebraico: בין (1), חַלֻּק (1), שֶׁ֫לֶם (1), תָּם (1).
Uso do Adjetivo
1. perfeito — ser completo em sua espécie e sem defeito ou mancha. Tópicos Relacionados: Perfeição; Consumador; Perfeito; Fazer perfeito.
2. maturidade espiritual† — estar em um estágio avançado de desenvolvimento espiritual; normalmente como resultado da experiência, ensino e, na maioria dos casos, tempo. Tópico Relacionado: Perfeição.
3. desenvolvimento maduro† — ter atingido pleno crescimento ou desenvolvimento natural. Tópico Relacionado: Perfeição.
