A SUFICIÊNCIA DO SENHOR COMO FUNDAMENTO DA FAMÍLIA

Suficiência do Senhor como fundamento da Familia  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
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Texto base:

127 1 Se o SENHOR não edificar a casa,

em vão trabalham os que a edificam;

se o SENHOR não guardar a cidade,

em vão vigia a sentinela.

2  Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde,

comer o pão que penosamente granjeastes;

aos seus amados ele o dá enquanto dormem.

3  Herança do SENHOR são os filhos;

o fruto do ventre, seu galardão.

4  Como flechas na mão do guerreiro,

assim os filhos da mocidade.

5  Feliz o homem que enche deles a sua aljava;

não será envergonhado,

quando pleitear com os inimigos à porta.

INTRODUÇÃO

Contextualização / Conexão

Contextualização
“Nenhum sucesso na vida compensa o fracasso no lar”
- Ele resume o que Salmo 127 também diz. Como tão facilmente nos esquecemos do que realmente tem valor em meio ao corre-corre da vida moderna! Como se o lema da vida fosse:
“Quem morre com mais brinquedos, ganha”.
- A busca desenfreada por sucesso, status e bens acaba vendando nossos olhos para os maiores presentes que Deus nos concede, que se encontram na nossa sala.
Perguntas
Onde Deus tem a base de nossa suficiência quando se trata de nosso lar?
O que adianta construir boas casas e termos tudo aquilo que desejamos quando falhamos na edificação de um lar?
Por que trabalhar incansavelmente sem desfrutar o fruto do nosso trabalho em companhia dos nossos amados?
Conexão com o Salmo 127 e Salmo 128
- Os Salmos 127 e 128 são cânticos de peregrinação (120 - 134) que, em conjunto, retratam as bênçãos de uma família firmada no Senhor e na Sua aliança. Esses salmos eram entoados quando, três (Festa da Páscoa, Pentecostes, Tabernáculos), vezes ao ano, famílias inteiras viajavam em caravanas rumo a Jerusalém, cantando louvores e exortações enquanto adoravam a Deus no caminho.
Lucas 2.41–44 “Ora, anualmente iam seus pais a Jerusalém, para a Festa da Páscoa. Quando ele atingiu os doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume da festa. Terminados os dias da festa, ao regressarem, permaneceu o menino Jesus em Jerusalém, sem que seus pais o soubessem. Pensando, porém, estar ele entre os companheiros de viagem, foram caminho de um dia e, então, passaram a procurá-lo entre os parentes e os conhecidos;”

Objetivos da mensagens

Um Lar construído por Deus, Solido e Belo;
Tudo provém de Deus, o problema da autossuficiência ;
Uma família completa debaixo da suficiência do Senhor;
Qual a importância da mensagem?
Nada do que o filho de Deus tentar empreender nesta terra terá um fim satisfatório fora da dependência do Senhor. E não é diferente quando falamos sobre a edificação de famílias. Famílias e lares que não são construídos sobre a suficiência do Senhor estão fadados à ruína, pois caminham em desencontro com o que foi estabelecido pelo Criador e permanecer fora desta sustentação é loucura!.

1 - UM LAR CONTRUIDO POR DEUS

Salmo 127.1–2Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes; aos seus amados ele o dá enquanto dormem.”
Ilustração*
- O que poderia ser mais frustrante do que saber que estamos nos empenhando em algo que sabemos que não terá um fim proveitoso , um lugar onde o nosso trabalho seria completamente inválido?
- É nesse contexto que começamos a analisar a trajetória do Salmo 127. Ele nos levará a compreender a realidade de um trabalho em vão, e essa expressão é muito forte quando se refere a uma vida conduzida fora da dependência do Senhor.
- A palavra que traduz a expressão “em vão vs.1” e o termo “inútil vs.2” descrevem algo vazio, sem propósito ou sem sentido — ou seja, fútil e frustrante, que não conduz ao resultado desejado. O texto destaca três ocupações humanas que se tornam fúteis sem a participação do Senhor (v. 1-2):
Um empreendimento/Construção vã
Usa segurança vã
Um esforço e trabalho vão

1.1 - Um empreendimento vão (Edificar)

Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam
O Palácio de Versalhes, na França, foi originalmente projetado para ser a residência real de Luís XIV, o “Rei Sol”. O rei desejava construir um lugar onde pudesse mostrar o esplendor de seu reinado, um palácio que refletisse o poder absoluto da monarquia francesa. Nenhum detalhe foi poupado: jardins milimetricamente desenhados, salões revestidos de ouro, espelhos e mármore. Era uma “casa” feita para impressionar o mundo.
Porém, Versalhes nunca foi um lar. Foi um símbolo de vaidade e ostentação, um monumento erguido à glória do homem. O luxo que deveria expressar grandeza acabou revelando a distância entre o rei e o povo. O resultado? A França mergulhou em crise, o palácio se tornou um símbolo de opressão, e a monarquia acabou sendo derrubada pela Revolução Francesa.
Hoje, Versalhes é apenas um museu, um eco de um tempo que passou. Milhares visitam suas salas, mas ninguém vive nelas. É um lugar bonito, mas vazio. Foi construído para ser uma casa cheia de glória, mas se tornou um memorial de uma glória perdida.
- Quando falamos em construção, somos remetidos a duas fases muito importantes para que o edifício seja bem estabelecido.
A primeira são os alicerces — a base fundamental sobre a qual todo o restante da estrutura deve ser sustentado. É aquilo que, mesmo não sendo visível, é indispensável, pois sem ele nada subsiste.
A segunda parte é o ornamento — a beleza, o acabamento. É nela que percebemos a presença, a delicadeza e, ao mesmo tempo, a capacidade daquele que construiu. Da mesma forma, quando falamos sobre Deus edificando o nosso lar, precisamos compreender que Ele é tanto aquele que fundamenta quanto aquele que ornamenta.
O Senhor deve ser o fundamento do edifício
- Quando um lá é construído sobre o fundamento do Senhor ele e:
Profundo
Solido
- Há algo importante aqui: todo e qualquer alicerce, por mais essencial que seja, mesmo sendo ele quem dá estrutura ao grande edifício que será construído sobre ele , carrega uma marca característica dos bons alicerces: eles são invisíveis. (Alicerces do Amopaz)
- A fé em Deus é um elemento fundamental no que se refere à construção desse alicerce. A Bíblia deixa bem claro que a sabedoria provém de Deus, e sabedoria nada mais é do que desenvolver em nós a forma de pensar como o Criador pensa. Para isso, precisamos do elemento-chave dessa conexão com Deus: a fé.
É impossível prosperar no lá sem crer em Deus de verdadeiramente
Hebreus 11.6 “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.”
Provérbios 2.6 “Porque o Senhor dá a sabedoria, e da sua boca vem a inteligência e o entendimento.”
- Parece óbvio concluir que precisamos ter fé. Porém, há uma grande distância entre conhecer essa verdade e vivê-la na condução das estruturas da nossa família. Se cremos que Deus é o nosso Criador e que Ele é o planejador da família, tudo o que precisamos saber para estruturar bons alicerces vem d’Ele.
Algumas perguntas para exercitarmos essa questão
Homens
Você tem exercido a função de homem conforme Deus planejou?
Tem vivido o papel de esposo conforme ensinam as Escrituras?
E tem desempenhado a função de pai da maneira como Deus o instrui?
Mulheres
Você tem exercido a função de mulher conforme Deus planejou?
Tem vivido o papel de esposa conforme ensinam as Escrituras?
E tem desempenhado a função de mãe da maneira como Deus a instrui?
(Os papeis serão tratados posteriormente)

1.1.1 - A primeira parada para a reflexão

Romanos 1.21–25 “porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis. Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!”
- O que podemos dizer sobre a família moderna? Ela vai bem? A resposta é clara: uma simples observação já nos revela o grande clamor e sofrimento (Lutas emocionais) que a caracterizam.
- Mas por que será que a família moderna sofre tanto?
A resposta está no que temos tratado anteriormente:
A família moderna esqueceu os padrões de Deus, que ele é o construtor. Como o texto diz, “tendo o conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus”. O texto continua, “mudaram agora de Deus”.
- Há um ponto muito importante quando analisamos esses aspectos: quando os homens deixam de acreditar no Criador, a consequência é a degradação moral. E é exatamente isso que a família moderna tem experimentado, uma degradação moral resultante do abandono da fé no Criador.
Pergunta
- Qual tem sido o alicerce de sua família?
Sua fé na instrução e na sabedoria de Deus;
Ou nadas na concepção do mundo sobre família?
Desafio
Voltemos ao ponto fundamental da fé, creia que Deus é alicerce do seu edifício (Lar)
Provérbios 3.13–18Feliz o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento; porque melhor é o lucro que ela dá do que o da prata, e melhor a sua renda do que o ouro mais fino. Mais preciosa é do que pérolas, e tudo o que podes desejar não é comparável a ela. O alongar-se da vida está na sua mão direita, na sua esquerda, riquezas e honra. Os seus caminhos são caminhos deliciosos, e todas as suas veredas, paz. É árvore de vida para os que a alcançam, e felizes são todos os que a retêm.”
O Senhor deve ser o ornamento do edifício
Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam
- Agora nós já temos a base e o fundamento de um bom edifício: a fé no Todo Criador e a sabedoria que dele procede na condução do lar. Porém, daremos agora um passo adiante:
Construiremos a ideia do ornamento.
- Toda boa construção deve ser admirada e contemplada por seu ornamento exterior.
Mas o que seria, afinal, o ornamento exterior de um edifício feito por Deus?
Quais seriam os elementos que compõem esse ornamento?
Seriam os mesmos elementos que, segundo os nossos padrões humanos, consideraríamos como ornamentos?
O que, de fato, representa o ornamento exterior de um edifício feito por Deus?
- Quando um lá é construído sobre o fundamento do Senhor, além de ser profundo e sólido ele é:
Belo - (Amor o principal ornamento)
Valoroso
Nos anos 1950, um casal missionário chamado Francis e Edith Schaeffer mudou-se para uma pequena vila nos Alpes Suíços. Eles haviam sido enviados por Deus para acolher jovens em crise de fé, numa Europa devastada pela guerra e pela frieza espiritual.
Sem muitos recursos, alugaram uma casa simples, um chalé antigo, de madeira gasta e paredes rachadas. Não havia luxo, nem beleza aparente. Mas algo começou a acontecer: Edith, a esposa, decidiu cuidar daquele lar como quem serve a Deus. Plantou flores ao redor, limpou cada canto com carinho, cozinhava com amor e orava por cada visitante que entrava pela porta. Francis, por sua vez, oferecia escuta, ensino e consolo.
Logo, aquele lugar se transformou em L’Abri (“O Abrigo”), uma comunidade cristã onde centenas de jovens encontraram fé, consolo e propósito. Muitos diziam:
“Quando entramos aqui, sentimos algo diferente… parece que o próprio amor de Deus está neste lugar.
O chalé continuava simples, nada de luxo, nada de ostentação. Mas tornara-se belo, porque Deus era o ornamento daquele edifício.
- Aqui nós chegamos a um ponto muito importante. Diante de um alicerce forte e bem fundamentado, as coisas começam a ser construídas. Porém, como Deus é infinitamente justo e a sua misericórdia alcança a todos, os ornamentos da beleza não são baseados em luxo, em coisas materiais ou em posses.
- Os elementos fundamentais que trarão a beleza ao edifício estão à disposição de todas as pessoas. - Todos os filhos de Deus possuem os recursos necessários para ornamentar bem o seu edifício.
- E esse grande ornamento, que é a ponte fundamental para tudo o que será construído após um alicerce bem estruturado, é o amor.
Perguntas práticas
Você poderia afirmar que sua família é bela, exala o amor?
Como tem sido os relacionamentos em casa?
Cônjuges
Irmãos
Filhos
Você deseja voltar para casa depois do trabalho?
Quando pensa em voltar para casa, o que você sente?
- A resposta a essas perguntas nos servirá como um termômetro para compreendermos como estão os relacionamentos em nossa família, se ela tem vivido arraigada e alicerçada no amor, ou se temos sido negligentes nessa área e, por isso, sofrido as consequências.
O amor elemento principal da beleza da família
- Podemos dizer que há dois grandes campos na vida cristã nos quais exercitaremos nossa fé e trabalharemos para agradar ao nosso Pai.
O primeiro deles, certamente, é a família.
O segundo é a igreja.
- Esses dois campos de atuação da vida cristã nos ajudarão a evidenciar o ornamento que há em nossa vida e, consequentemente, nos aproximarão dos propósitos que Deus estabeleceu para cada uma dessas áreas.
2Coríntios 5.14Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram.”
Romanos 5.8 “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.”
- Nós chamamos o amor de ornamento central da vida e do lar. Ao analisarmos os versículos acima, percebemos algo em comum: o amor pressupõe relacionamento.
- Quando Deus decidiu demonstrar o seu amor por nós, isso não aconteceu de forma estática, mas de maneira relacional. Deus decidiu nos amar, e, ao fazê-lo, se relacionou com aqueles a quem escolheu amar.
Ponto de Conexão
Se quisermos começar a pintar e ornamentar nossa casa, tornando-a bela, precisamos compreender que o amor exercitado parte do pressuposto de um relacionamento;
Precisamos relacionar com nosso família.
Colossenses 3.12–14 “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição.”
Elementos da expressão beleza no relacionamento do lar
Afetos de misericórdia - Sentimentos mais profundos, especialmente compaixão
No lar, a beleza começa quando há empatia e sensibilidade.
Ser compassivo é sofrer com, colocar-se no lugar do outro. Exemplificar
Mateus 9.36 “Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor.”
Bondade - Gentileza, benevolência, integridade moral
A bondade é mais do que fazer o bem: é uma disposição constante de agir com gentileza e integridade.
No lar, a bondade se mostra em pequenos gestos, palavras suaves, atitudes prestativas.
Efésios 4.32 “Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.”
Mansidão - Relaciona-se à ideia de força sob controle
A mansidão não é fraqueza, mas domínio do Espírito sobre as reações humanas.
É a capacidade de responder com calma mesmo quando ferido.
Mateus 11.29 “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma.”
Lucas 23.34 “Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes.”
Paciência - Demora em irar-se
Paciência é demorar em irar-se; é suportar com amor as imperfeições dos outros.
A pressa e a irritação apagam a beleza da convivência. A paciência a restaura.
Perdão - “Conceder graça”, “perdoar livremente
O perdão é o perfume do amor ferido.
No lar, o perdão precisa ser praticado diariamente, não apenas falado.
Um lar onde há perdão é como um jardim onde as flores voltam a crescer após a tempestade.

1.1.2 - A segunda parada para reflexão

Colossenses 3.14 “acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição.”
- Os aspectos relacionais que acabamos de analisar precisam ter um motor impulsionador. Esse motor é o amor que Deus nos habilitou a ter em nossos corações. Sabemos que temos a capacidade de amar e de desenvolver relacionamentos firmados no vínculo do amor, pois um dia fomos alcançados por esse amor, o amor de Deus.
- Dessa forma, a conexão perfeita é que nos relacionemos impulsionados por esse amor. E, ao fazermos isso, daremos beleza à nossa família.
O amor é o fio que entrelaça todas as virtudes.
É o perfume final que dá beleza ao conjunto.
Sem amor, as outras virtudes perdem o brilho.
Quando o amor é o centro, o lar reflete a perfeição do caráter de Cristo

1.2 - Conclusão

Salmo 127.1 “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam;
- Quando um lá é construído sobre o fundamento do Senhor ele e:
A fé no Deus criador é o fundamento de todas as concepções
Profundo
Sólido
- Quando um lá é construído sobre o fundamento do Senhor, além de ser profundo e sólido ele é:
O amor relacional fundado no amor de Deus e o ornamento que traz a beleza ao lar
Belo - (Amor o principal ornamento)
Valoroso
Segundo dia

2 - TUDO PROVÉM DE DEUS

Salmo 127.1 “ se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.”
- Agora chegamos a um ponto seguinte: depois de construir, há uma urgência em guardar.
Mas como deve ser essa guarda?
Quais são os fundamentos da proteção da família?
- A partir deste momento, o Salmo 127 começa a nos conduzir à segunda condição, que lançará luz sobre essa questão.
- Construir e não guardar é uma grande insensatez! Muitos já foram perdidos para o inimigo, pois os vigias não permaneceram alerta e não advertiram que o inimigo estava se aproximando. Construir e batalhar devem ser concomitantes

2.1 - A auto suficiência e a segurança vã

Em 22 de junho de 1941, Adolf Hitler lançou a Operação Barbarossa, a invasão da União Soviética. Era a maior operação militar da história, com mais de 3 milhões de soldados alemães, milhares de tanques e aviões. Hitler e seus generais acreditavam que venceriam rapidamente, antes do inverno. O plano era conquistar Moscou em poucas semanas, pois os verões russos são curtos e os invernos, severos. Mas o avanço alemão atrasou, não por incompetência militar, mas por fatores imprevisíveis
Sim, o inverno chegou antes do esperado, com temperaturas chegando a –40°C. Os soldados alemães não tinham roupas adequadas — ainda vestiam uniformes de outono. Lubrificantes congelaram, armas emperraram, tanques deixaram de funcionar. Enquanto isso, os russos, acostumados ao frio, estavam preparados.
O exército que parecia invencível parou diante da força do inverno. Não foi uma batalha, mas um fenômeno natural que mudou o rumo da guerra.
O marechal alemão Guderian escreveu:
“Enfrentamos um inimigo que não constava em nossos mapas: o inverno russo.”
E o próprio general Halder, chefe do Estado-Maior, registrou em seu diário:
“Deus ou a natureza interveio a favor dos russos.”
"Tudo o que foi alcançado até agora foi em vão"
- O texto literalmente diz: “Se o Senhor não guardar a cidade, futilmente fica acordado o guarda”. Sem Deus como nosso protetor, não existe guarda humano que consiga garantir segurança. Sistemas sofisticados de alarmes, cercas elétricas, propriedades monitoradas por câmera, carros rastreados por satélite, tudo isso, à parte do Senhor, é vão. O fruto do nosso muito labor pode ser dissipado num instante.
A família faz parte de uma projeto de Deus
- Desde o início, sabemos que a família é um projeto de Deus. Por isso, temos confiança de que Deus trabalhará e protegerá para que o seu projeto seja plenamente concluído.
- Mas surge uma pergunta importante: Qual é a relação entre a provisão de Deus e a nossa responsabilidade diante da nossa família?
Uma relação valorosa
O que nós não podemos esperar:
Neemias 4.17–18 “os carregadores, que por si mesmos tomavam as cargas, cada um com uma das mãos fazia a obra e com a outra segurava a arma. Os edificadores, cada um trazia a sua espada à cinta, e assim edificavam; o que tocava a trombeta estava junto de mim.”
Resposta: que Deus opere sem nós edificarmos, vigiarmos
1Pedro 5.8Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar;”
1Coríntios 16.13Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos.”
Colossenses 4.2 “Perseverai na oração, vigiando com ações de graças.”
1Tessalonicenses 5.6 “Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios.”
- A nossa família, à luz da Palavra de Deus, enfrenta três grandes inimigos.
O primeiro são os nossos próprios desejos.
O segundo é o mundo e o seu sistema.
E o terceiro é Satanás e as suas hordas.
O que podemos esperar:
Resposta: Fracasso, se estamos sem Deus
Salmo 33.13–17 “O Senhor olha dos céus; vê todos os filhos dos homens; do lugar de sua morada, observa todos os moradores da terra, ele, que forma o coração de todos eles, que contempla todas as suas obras. Não há rei que se salve com o poder dos seus exércitos; nem por sua muita força se livra o valente. O cavalo não garante vitória; a despeito de sua grande força, a ninguém pode livrar.”
- Ao longo da história da humanidade podemos atestar a existência de vários impérios, reis e nações que, mesmo tendo sido poderosos, hoje já não existem, nem mesmo como sombra de sua antiga glória. Porém, vemos que Deus permanece, vemos que o cristianismo permanece e percebemos que, mesmo diante de tantas perseguições e afrontas, a vontade de Deus prevalece sobre todas as coisas.
O que não devemos fazer:
Resposta: Inquietar-nos, preocupar-nos
Filipenses 4.6 “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.”
1Pedro 5.7 “lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.”
O que podemos fazer:
Resposta: Confiar de tal forma que possamos descansar em paz
Salmo 55.22 “Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado.”
Filipenses 4.7 “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.”
Meios de proteção
Oração que protege
Mateus 6.13 “e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!”
2Tessalonicenses 3.3 “Todavia, o Senhor é fiel; ele vos confirmará e guardará do Maligno.”
Entrar na presença de Deus em todos instantes;
Criar rotinas de oração em sua casa;
incentivar aos filhos orarem um pelo outro;
Ore especificamente por você e pelo seu cônjuge
Mente protegida pela palavra
2Timóteo 3.16Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça,”
2Timóteo 2.15 “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.”
1Pedro 3.15 “antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós,”
Devocionais constantes, seja estratégico!
Aprenda doutrina e ensine aos filhos
Plante no terrento para que ele frutifique
Ambiente favorável
Filipenses 4.8 “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.” - Casa
1Timóteo 3.15 “para que, se eu tardar, fiques ciente de como se deve proceder na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade.” - igreja

2.2 - O esforço e trabalho vão e a provisão divina

Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes; aos seus amados ele o dá enquanto dormem.”
No século XIX, em Bristol, Inglaterra, George Müller dirigia casas para órfãos em Ashley Down. Sua prática era simples e radical: não pediria dinheiro a ninguém; apresentaria as necessidades em oração e registraria a provisão de Deus. Ao longo da vida, ele cuidou de mais de 10.000 órfãos e construiu cinco orfanatos, insistindo que Deus supriria no tempo certo.
Certa manhã, não havia pão nem leite para as crianças, cerca de 300 já estavam vestidas para a escola. Müller pediu que todas se sentassem às mesas e, antes de qualquer alimento chegar, deu graças a Deus pela refeição. A narrativa é reiterada por diversas biografias: logo bateram à porta. Era o padeiro da cidade, dizendo que não conseguira dormir e sentira que deveria assar pão para os órfãos; ele havia se levantado de madrugada (por volta de 2h) e trazia pão suficiente para todos.
Minutos depois, um leiteiro apareceu: a carroça quebrara diante do orfanato; o leite estragaria até o conserto da roda — ele ofereceu latas de leite para as crianças, o bastante para a refeição daquela manhã. Assim, o desjejum foi servido: pão e leite providos “no momento exato”, sem pedidos humanos, apenas após oração de gratidão.
- Passamos por dois pontos importantes em nossa caminhada. Construímos o nosso edifício e já o deixamos seguro. Agora, precisamos trabalhar para mantê-lo firme. Mas como fazer isso da melhor maneira? Será que Deus também não está envolvido nesse momento de manutenção e cuidado?
- O versículo 2 nos adverte sobre o trabalho excessivo e a labuta ansiosa, aquele sentimento que nos faz pensar: “Preciso fazer isso agora mesmo, uma correria!”
- Esse versículo não afirma que é errado acordar cedo, trabalhar com afinco ou fazer sacrifícios . Apenas nos alerta de que o nosso
2Tessalonicenses 3.10–13 “Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma. Pois, de fato, estamos informados de que, entre vós, há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes, se intrometem na vida alheia. A elas, porém, determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranquilamente, comam o seu próprio pão. E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem.”
Trabalho deve ser uma bênção a ser desfrutada, e não um fardo a ser suportado.
O erro do trabalho como meio de felicidade e prazer
Perguntas
Por que tantas pessoas se afogam em uma multidão de trabalho?
A sociedade moderna tem como marca principal o trabalho excessivo?
Respostas
Quando o homem pecou, uma das consequências do seu pecado foi a separação de Deus. Juntamente com essa separação, o homem passou a carregar dentro de si um vazio existencial, um espaço que antes era plenamente ocupado pela presença divina. Esse vazio, inevitavelmente, o homem tenta preencher com muitas coisas. E uma delas é a busca incessante pela satisfação dos próprios desejos. Assim, ele procura preencher com coisas o vazio que sente, tentando encontrar fora o que somente Deus pode restaurar dentro.
Eclesiastes 2.23 “Porque todos os seus dias são dores, e o seu trabalho, desgosto; até de noite não descansa o seu coração; também isto é vaidade.”
Tiago 4.1–3 “De onde procedem guerras e contendas que há entre vós? De onde, senão dos prazeres que militam na vossa carne? Cobiçais e nada tendes; matais, e invejais, e nada podeis obter; viveis a lutar e a fazer guerras. Nada tendes, porque não pedis; pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres.”
Provérbios 30.15–16 “A sanguessuga tem duas filhas, a saber: Dá, Dá. Há três coisas que nunca se fartam, sim, quatro que não dizem: Basta! Elas são a sepultura, a madre estéril, a terra, que se não farta de água, e o fogo, que nunca diz: Basta!”
O contraste
1Timóteo 6.7–8 “Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele. Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes.”
1Timóteo 6.9 “Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição.”
1Timóteo 6.11 “Tu, porém, ó homem de Deus, foge destas coisas; antes, segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão.”
- Os homens, nessa busca desenfreada pelo material, têm usado o trabalho de forma inadequada para satisfazer seus próprios desejos. Assim, têm negligenciado, ou até mesmo aberto mão, daquilo que é mais precioso: as verdadeiras bênçãos de Deus. Muitos têm deixado de lado o tempo com os filhos, o tempo com a família e, na maioria das vezes, até o tempo com o próprio Deus, em prol de uma satisfação impossível, que jamais poderá preencher o vazio do coração humano.
Eclesiastes 2.11 “Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do sol.”
A provisão do Senhor
aos seus amados ele o dá enquanto dormem.”
- A melhor tradução parece ser “pois ele dá sono aos seus amados”. Deus concede descanso e paz (e, por implicação, sustento) aos seus filhos que dependem dele para realizar nele e por meio dele o que eles não conseguiriam fazer sozinhos (construir, guardar, trabalhar).
Deus quer que o lar seja um lugar de tranquilidade, paz e alegria.

2.2.1 - Terceira parada para reflexão

25 Por isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida,

Deus conhece cada necessidade sua;
Deus cuida de cada uma das suas criaturas;
Deus cuida de Seus filhos intimamente.

2.2 - Conclusão

A auto suficiência em segurança vã
Um esforço e trabalho vão e a provisão divida
Conexão
Depois de nós passarmos por edificar a nossa casa, de guardar a nossa casa, de trabalhar para manter a nossa casa, agora desfrutaremos dela. Qual seria o desfrute que Deus nos dá diante desse processo de construção, edificação e mantimento dos nossos lares?

3 - DESFRUTANDO, A HERANÇA DO SENHOR

Salmo 127.3–5 “3 Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão. 4 Como flechas na mão do guerreiro, assim os filhos da mocidade. 5 Feliz o homem que enche deles a sua aljava; não será envergonhado, quando pleitear com os inimigos à porta.”
Com paciência, moldo cada flecha. Endireito o que está torto, afio o que ainda é cego, e preparo com amor aquilo que um dia precisará voar. Enquanto trabalho, lembro-me de que a flecha não é minha, eu apenas a formo para cumprir o seu propósito.
Não lanço a flecha de qualquer jeito. Aprendo a esperar o tempo certo, a medir a direção e a disciplinar a força.
Porque sei que, quando eu a soltar, não poderei trazê-la de volta. Meu papel não é controlar o voo, mas prepará-la para voar.
E quando o dia chegar, e a flecha deixar o arco e minha aljava, olharei para o céu e confiarei que alcançará o destino certo.
O guerreiro

3.1 - Filhos, são herança do Senhor

3 Herança do Senhor são os filhos;
- Muitas vezes, diante das conquistas que o mundo nos proporciona, começamos a trocar a verdadeira herança de Deus pelas coisas materiais. É importante compreendermos que a herança do Senhor não está nas posses terrenas, não é a nossa casa, nem os nossos bens. Nenhuma dessas coisas possui valor espiritual diante de Deus. A Bíblia declara que a herança do Senhor são os filhos
É a porção espiritual da herança de Deus
- Deus nos concedeu a capacidade de realizar algo que nenhum homem, por si só, é capaz de fazer: gerar a vida. Há em nós uma força extraordinária, um milagre que procede unicamente das mãos do Criador. Por essa razão, podemos afirmar que o fato de podermos ter filhos faz parte de uma herança espiritual que Deus nos confiou — uma herança que carrega em si valores divinos e reflete a própria natureza do amor de Deus.
Gênesis 1.27–28 “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra.”
É uma porção de valor eterno.
Pessoas valem mais que coisas;
Filhos tem valor eterno;

3.2 - Filhos, o Galardão

3 Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão.
Alegria e prazer
- Alegria e prazer são expressões do coração que traduzem o ato de receber de Deus um galardão, um prêmio, um presente divino. Os filhos devem ser vistos e considerados como uma bênção, um motivo de alegria e gratidão, trazendo ao nosso coração o sentimento de prazer por termos sido abençoados por Deus com o dom de gerá-los e cuidá-los.
Privilégio e coroa
- Além de tudo, podemos dizer que os filhos são uma espécie de coroa que Deus nos concede. Seguindo a mesma linha da ideia do galardão, eles não apenas são um presente divino que nos traz prazer, mas também uma coroa de honra e beleza que enriquece e embeleza a vida de um casal.
Provérbios 17.6 “Coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são os pais.”

3.3 - Filhos, flechas na mão do guerreiro

4 Como flechas na mão do guerreiro, assim os filhos da mocidade
O guerreiro carrega suas fechas
Não é possível o guerreiro usar suas flechas antes prepara-las e e carrega-las
- Assim como flechas que precisam ser preparadas e carregadas, nossos filhos também necessitam ser preparados, lapidados, cuidadosamente moldados e afiados. Devem ser carregados e acompanhados por muito tempo, com paciência e dedicação. Sim, isso tem o seu custo, mas faz parte do processo que Deus nos confiou. O propósito final do uso dessa flecha, o destino para o qual ela será lançada, dependerá diretamente desse processo inicial de preparo
O guerreiro usa a sua flechas
Lança suas flechas
- Assim como o guerreiro prepara cuidadosamente a sua flecha, carrega-a e, no momento certo, a lança ao longe, assim também devemos agir como pais que preparam bem os seus filhos e, depois, os lançam ao mundo. Esse é um ponto essencial: precisamos compreender que não criamos filhos para nós, mas para o mundo e, quando falo “mundo”, refiro-me ao fato de libertá-los de nossa proteção, permitindo que sigam a própria jornada.
Nosso papel é prepará-los no caminho da retidão e da justiça, para que, quando forem lançados, possam voar longe, cumprir os propósitos de Deus e honrar os valores que lhes foram ensinados.
O guerreiro não desperdiça as suas flechas
Lança no destino certo
- Cada flecha tem um valor precioso. Nenhuma delas deveria ser lançada ao vento, pois possuem um valor que pode representar a diferença entre a vida e a morte. O alvo precisa ser alcançado.
Nós, pais, somos como guerreiros que não devem desperdiçar suas flechas. Precisamos compreender exatamente para onde as lançaremos, sabendo que o destino delas será determinado pela direção que dermos. Devemos formar e transmitir valores que sirvam de guia, para que nossos filhos persigam esses princípios ao longo da vida.
E, quando falamos sobre isso, estamos nos referindo aos valores espirituais. Nossos filhos precisam entender que os valores espirituais e os propósitos da vida devem estar intimamente relacionados, pois é dessa união que nasce a verdadeira direção e firmeza de propósito diante de Deus.

3.4 - O resultado para o guerreiro

5 Feliz o homem que enche deles a sua aljava; não será envergonhado, quando pleitear com os inimigos à porta.”
As flechas trazem alegria ao guerreiro
Diante do objetivo alcançado
As flechas trazem proteção ao guerreiro
O perigo de envelhecer na solidão

3.4.1 - Quarta parada para reflexão

- Chegamos no fim. Uma família edificada, guardada, em um trabalho dependente do Senhor, gozando as recompensas da herança que vêm de Deus.

128 1 Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR

e anda nos seus caminhos!

2  Do trabalho de tuas mãos comerás,

feliz serás, e tudo te irá bem.

3  Tua esposa, no interior de tua casa,

será como a videira frutífera;

teus filhos, como rebentos da oliveira,

à roda da tua mesa.

4  Eis como será abençoado o homem

que teme ao SENHOR!

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