Diante das Necessidades, Como Você Ora?

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Convidar os Irmãos a abrirem a Bíblia em Mt 6.5-15, e a permanecerem com ela aberta.
Mencionar o tema do ano: Simplesmente Igreja; a série de mensagens do mês: Minhas Respostas para Deus; a lição de hoje: Diante das Necessidades, Como Você Ora?
Enquando ainda procuram, soltar o cronômetro! Em seguida, então, ler a Palavra:
Diante das necessidades, você deve orar com sinceridade, intensidade e adoração. Orar é se dirigir a Deus, colocar diante dele nossas necessidades, prestar adoração e expressar gratidão, sendo um privilégio de nos achegar intimamente a Deus por meio de Jesus Cristo[1]. Não há hora ou local específico para orar - você pode fazê-lo em qualquer lugar, momento e situação, seja na rua, no trabalho, no carro ou em qualquer outro local[2]. Ao orar corretamente, use três elementos: oração (apresentando necessidades), súplica (com sinceridade e intensidade) e ações de graças. Comece adorando a Deus, reconhecendo seu poder para resolver problemas, indicar prioridades e dar suficiência[3]. Suplicar significa derramar seu coração, revelando sentimentos íntimos, clamando e buscando verdadeiramente a solução para suas dificuldades[3]. Lembre-se de orar somente a Deus, que é o único que deve ser servido e adorado[4]. [1] Augustus Nicodemus. Cristianismo Descomplicado: Questões Difíceis da Vida Cristã de um Jeito Fácil de Entender. São Paulo: Mundo Cristão, 2017. p. 179. [2] Elben M. Lenz César. Práticas Devocionais. Viçosa, MG: Ultimato, 2005. p. 30. [3] Itamir Neves de Souza. Filipenses: A Carta da Alegria. São Paulo, SP: Rádio Trans Mundial, 2008. p. 106. [4] Graham Tomlin et al.. Filipenses e Colossenses, Trad. Vagner Barbosa, Comentário Bíblico da Reforma. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2015. p. 240.
A oração é uma prática complexa que requer compreensão e direcionamento espiritual. A Bíblia estabelece diretrizes claras: a oração deve ser dirigida ao Deus trino (não a anjos, pessoas mortas ou imagens), feita com fé, em nome de Jesus, com motivos corretos e um coração livre de vaidade e iniquidade[1]. Reconhece-se que nossas orações são frequentemente egoístas e, se fossem respondidas por seu próprio mérito, nenhuma seria atendida[2]. O Espírito Santo desempenha um papel crucial, intercedendo por nós com gemidos inexprimíveis, interpretando nossas orações para Deus e as apresentando da forma correta[2]. Deus responde a orações feitas com propósito lícito, dentro de sua vontade, prevalecendo sempre sua soberania[1]. A orientação bíblica é orar continuamente, mantendo o coração constantemente conectado a Deus, embora seja benéfico reservar momentos específicos para oração[1].O aspecto essencial da oração é compreender que estamos nos aproximando de Deus, lembrando constantemente que estamos buscando admissão à sua presença[3]. O objetivo final da oração é a resposta, através da qual ocorre um intercâmbio de amor entre o Pai e Seu filho[4]. Se não recebermos resposta, algo está errado ou faltando em nossa oração[4]. [1] Augustus Nicodemus. Cristianismo Facilitado: Respostas Simples para Questões Complexas. Org. Maurício Zágari. São Paulo: Mundo Cristão, 2019. pp. 57–59. [2] Augustus Nicodemus. Avivamento: Obra extraordinária de Deus. Org. Maurício Zágari. Rio de Janeiro, Brasil: GodBooks, 2022. p. 80. [3] D. Martyn Lloyd-Jones. Estudos no Sermão do Monte, Org. Tiago J. Santos Filho, trad. João Bentes. São José dos Campos, SP: Editora FIEL, 2017. pp. 457–458. [4] Andrew Murray. Com Cristo na Escola de Oração. Org. Gerson Lima, trad. Elenir Eller Cordeiro. Curitiba, PR; São Paulo: Publicações Pão Diário; Editora dos Clássicos, 2019. pp. 51, 53.
A forma correta de orar envolve vários aspectos importantes. Jesus ensinou seus discípulos a não orarem como os hipócritas, que buscam visibilidade pública, mas sim a orarem em privacidade, sem repetições vazias, reconhecendo que Deus já conhece nossas necessidades antes mesmo de pedirmos[1]. A ordem correta da oração é dirigir-se ao Pai, em nome do Filho, através do poder do Espírito Santo, sendo este o maior serviço para os crentes[2]. É fundamental que, ao orar, renunciemos à autoconfiança, nos despimos de qualquer noção de dignidade pessoal e nos humilhemos, dando glória absolutamente a Deus[3]. Os pecados podem ser uma barreira para nossas orações, por isso é essencial buscar o perdão inicialmente. Não há esperança de obter favores de Deus sem que Ele nos reconcilie consigo[4]. Uma regra geral é que não podemos orar corretamente sem louvar a Deus, unindo nossa tristeza e inquietude à alegria da esperança e obediência[5]. Devemos manter firmemente a compreensão de que Deus é misericordioso, mesmo quando parece agir com severidade, e que sua bondade, ainda que às vezes oculta, jamais pode ser extinta[4]. [1] BERLOFA, J. P.; FARIAS, E. S. O Negro Nazareno. São Paulo: Editora Recriar, 2021. p. 68. [2] CHAFER, L. S. Teologia Sistemática. Tradução: Heber Carlos De Campos. 3a edição ed. São Paulo: Hagnos, 2013. v. 5p. 156–157. [3] CALVINO, J. As Institutas. Tradução: Waldyr Carvalho Luz. Edição Clássica ed. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2006. v. 3p. 325. [4] CALVINO, J. Salmos. Tradução: Valter Graciano Martins. Primeira Edição ed. São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2009–2012. v. 1p. 488–489. [5] CALVINO, J. Dia a Dia com Calvino: Devocional Diário. Tradução: Elisa Tisserant De Castro. Curitiba: Publicações Pão Diário, 2021. p. 564.
Mateus: Jesus, o Rei dos Reis A Oração que Agrada a Deus (6.9–15)

A oração que agrada a Deus (6.9–15)

Jesus ensina seus discípulos a orar. Essa não é uma oração para ser repetida como uma fórmula, mas para nos ensinar princípios acerca de quem é Deus e de quem somos nós.

Mateus 6.5–155 E, quando orardes, não sereis como os hipócritas; porque gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças, para serem vistos dos homens. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa.6 Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.7 E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos.8 Não vos assemelheis, pois, a eles; porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais. 9 Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; 10 venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; 11 o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; 12 e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; 13 e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]! 14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará;15 se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas.”

Independente da Oração que Façamos, o Mestre Nos Ensina: um Conteúdo, uma Forma, uma Circunstância e um Objetivo, Ela Sempre Deve Ter

Para toda oração, conteúdo sincero e íntimo; e enquanto estivermos em oração, a forma biblicamente eficaz. Seguindo-o, certamente, nossas necessidades serão supridas por Deus!
O preparo de qualquer oração é saber sobre a postura íntegra e humilde, com a motivação correta, pois elas começam agradando a Deus, são sábias!
Mateus 6.5–8 “5 E, quando orardes, não sereis como os hipócritas; porque gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças, para serem vistos dos homens. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa.6 Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.7 E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos.8 Não vos assemelheis, pois, a eles; porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais.”

ὑποκριτής (hypokritēs), SUBS. hipócrita. Equivalente hebraico: חָנֵף (2).

Uso do Substantivo

1. hipócrita (ator) — uma pessoa que professa crenças e opiniões que ele ou ela não possui, a fim de ocultar seus verdadeiros sentimentos ou intenções. Tópico Relacionado: Hipócrita.

Dicionário Teológico do Novo Testamento, Volumes I & II C. O NT > hypokrínomai, synypokrínomai, hypókrisis, hypokritḗs, anypókritos

Em contraste, os discípulos devem alcançar uma justiça muito maior (

D. Oração na sinagoga. Ao destruir o templo, os babilônios ajudam a colocar forçosamente a oração no centro da piedade judaica. Apenas a oração regular pode substituir o culto regular. Isso pode tornar a oração superficial, mas as fórmulas são consideradas de menor valor pelos judeus do que pelos outros povos, e uma prática vigorosa flui por meio delas. Orar duas ou três vezes ao dia é necessário (cf.

φαίνω (phainō), VB. aparecer; brilhar. fut.ati. φαϛνέω; aor.ati. ἔφανα; perf.ati. πέφαγκα; aor.pass. ʼφάνην; perf.méd. πέφασμαι. Equivalente hebraico: אור (3), עַ֫יִן (2).

Uso do Verbo

5. ser revelado† — tornar-se visível. Tópico Relacionado: Revelação.

Um uso figurado pode ser visto em

apéchō. [...] O NT usa b. cinco vezes e c. seis vezes (também no médio seis vezes). [...] A ideia de recebimento pleno é importante em

μισθός -οῦ, ὁ; (misthos), SUBS. salário. Equivalente hebraico: שָׂכָר 1 (24).

Uso do Substantivo

2. recompensa ⇔ salário — um pagamento para atos dignos ou retribuição pelo delito; compreendido como um salário tangível. Tópicos Relacionados: Salário; Retribuição.

κρυπτός -οῦ, τό; (kryptos), ADJ. oculto. Equivalente hebraico: בָּקִיעַ (1), כסה (1).

Uso do Adjetivo

1. segredo (oculto) — ocultado da observação ou do conhecimento de todas as pessoas, com exceção do indivíduo ou dos indivíduos interessados. Ver também κρυφαῖος. Tópico Relacionado: Segredo messiânico.

Dicionário Teológico do Novo Testamento, Volumes I & II B. Importância Teológica dos Termos

Em contraste com os fariseus, para cuja exibição de piedade há muita evidência rabínica, eles dão, jejuam e oram em secreto, para que seu Pai, que vê em secreto, os recompense abertamente (

ἀποδίδωμι (apodidōmi), VB. devolver; retribuir. fut.ati. ἀποδώσω; aor.ati. ἀπέδωκα; perf.ati. ἀποδέδωκα; aor.pass. ἀπεδόθη; perf.méd. ἀποδέδοται. Equivalente hebraico: שׁוב (42), מכר (27), שׁלם (17), נתן (15).

Uso do Verbo

6. recompensar — recompensar ou punir (seja tangível ou intangível) baseado no que uma pessoa merece. Tópico Relacionado: Recompensa.

c. O conceito de recompensa é importante para Jesus. Contudo, Deus recompensa como um pai, não como um juiz (

The New Bible Commentary 5:1–7:29 First Discourse: Discipleship

A esmola, a oração e o jejum eram elementos centrais na religião judaica, e todos são considerados válidos para os discípulos de Jesus. A questão não é se você deve praticá-los, mas como e por quê. E o foco está na questão da recompensa; a recompensa pela religião ostentosa é o reconhecimento humano que ela busca; mas isso é tudo (eles já receberam sua recompensa integralmente). A religião secreta, por outro lado, que é feita para Deus e não para aprovação humana, pode esperar uma recompensa celestial. Observe que, como em 5:3–12, não há constrangimento em relação à ideia de recompensa.

Não sejamos atores que brilham perante um público, que buscam performance e efeito, pois esses são o seu salário; sejamos filhos gratos que, em casa, pedem ao Pai e recebem o galardão que supre!
2Reis 4.33 RAStr
33 Então, entrou, fechou a porta sobre eles ambos e orou ao Senhor.

βατταλογέω (battalogeō), VB. gaguejar. aor.ati. βατταλογήσητε.

Uso do Verbo

1. balbuciar† — proferir muitas palavras, e especialmente palavras inúteis e sem propósito.

battalogéō [tagarelar]

Usado apenas em

4. O único exemplo no NT está em

χρεία -ας, ἡ; (chreia), SUBS. necessidade. Equivalente hebraico: חפץ 1 (1). Equivalente aramaico: חַשְׁחוּ (1).

Uso do Substantivo

2. necessidade — qualquer coisa que seja necessário, mas falta. Tópicos Relacionados: Pobreza; Pobre.

A oração do Pai Nosso nos ensina que orar começa reconhecendo quem Deus é, não apenas nossas necessidades. Jesus revela o nome “Pai” como forma íntima de nos relacionarmos com Ele. No AT Deus é chamado de Pai 11 vezes, no NT 155 vezes. Na oração judaica tradicional, “Pai” quase não aparece. Jesus nos mostra assim uma relação pessoal e próxima com Deus. BATISTA DO POVO. Lições das células: minhas respostas para Deus. p. 16.
A glorificação, a honra, o reconhecimento que muitos procuram aqui, só vem de duas origens: ou os homens nos reconhecem e nos recompensam com elogios passageiros e presentes (conf. Mt 6.1,5,16), ou o Pai, Deus, que vê em secreto e que conhece os segredos dos nossos corações (conf. Mt 6.6), nos recompensará. Que galardão buscamos? Lembremos sempre das palavras de Jesus: E, se alguém me servir, o Pai o honrará! NEVES, I.; MCGEE, J. V. Comentário Bíblico de João. Segunda edição ed. São Paulo, SP: Rádio Trans Mundial, 2012. p. 221.
Comentário Bíblico de Mateus: Através da Bíblia O Sermão do Monte: As Esmolas, a Oração, e o Jejum Mt 6.1–18 (Mt 6.1–18)

Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome (v. 9). A frase inicial é uma adoração à pessoa de Deus. Destaca o seu caráter amoroso, pois o identifica como um pai. Um pai de muitos filhos. No Antigo Testamento Deus é chamado de Pai somente 11 vezes, mas no Novo Testamento, através de Jesus, isso acontece 115 vezes. Um pai que embora esteja nos céus, num lugar de honra e majestade, é um Deus presente, atento aos seus filhos e cujo nome deve ser adorado, santificado e reverenciado. Pai, faz valer o teu nome entre nós, valoriza o teu nome entre nós!

Mateus, Volumes 1 e 2 A Oração em Geral

Voltando, pois, a este tema (v. 4–15), Jesus diz: 5. Igualmente, quando orardes, não sejais como os hipócritas, porque se deleitam em dizer suas orações em pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas, com o fim de serem vistos pelo povo. A referência aqui é à oração em geral, inclusive ações de graças, louvor, adoração, confissão de pecados, petição pessoal, intercessão pelas necessidades de outros, etc. Entre os judeus, embora suas orações fossem sempre apropriadas, havia tempos estabelecidos para a oração, quando se esperava que os piedosos comparecessem às suas devoções. Assim, havia as orações matutinas, do meio-dia e vespertinas (

Mateus, Volumes 1 e 2 A Oração em Geral

a teu Pai que está em secreto. A ideia não é que deve haver um cômodo separado para a oração. Como foi salientado anteriormente, as casas de muitos da audiência tinham apenas um cômodo. O sentido é o seguinte: se há um cômodo privativo,312 então usa-o para a tua oração particular; se não, escolhe um canto bem discreto. Não procures ser notado. Entretanto, a ênfase principal nem mesmo é o lugar de oração, e, sim, a atitude de mente e coração. O pensamento subjacente real não é o secreto, e, sim, a sinceridade. A razão de mencionar o lugar secreto é que o adorador sincero e humilde, alguém que não está interessado em mostrar-se publicamente com o fim de realçar o seu prestígio, encontrará um recanto isolado como o mais apropriado para suas devoções. Ali é onde ele pode deixar fora o mundo e estar sozinho com o seu Deus.

Mateus, Volumes 1 e 2 A Oração em Geral

Aqui novamente é preciso acrescentar que o propósito de adentrar o lugar secreto e fechar a porta pode ser frustrado se aquele que o faz começa a publicar essa prática, como alguns ministros têm o hábito de fazer, quando, no início do serviço litúrgico – às vezes mesmo na oração pastoral –, declaram à congregação que antes de sentar-se para o preparo do sermão fecharam a porta de seu gabinete pastoral e passaram tantos e tantos minutos em oração fervorosa!

Honestidade produz objetividade no sentido de nossas necessidades; nossa forma também deve: expressar adoração, com ordem e decência; acatar a soberania; ser determinada e, se preciso, intensa.
Mesmo nunca tendo sido católico, eu sei a oração da Ave Maria, tamanha a repetição que se fazia lá no Nordeste.
2Coríntios 8.21 RAStr
21 pois o que nos preocupa é procedermos honestamente, não só perante o Senhor, como também diante dos homens.
1Coríntios 14.40 RAStr
40 Tudo, porém, seja feito com decência e ordem.

εὐσχημόνως (euschēmonōs), ADV. decentemente.

Uso do Advérbio

1. decorosamente† — de uma forma caracterizada pelo decoro em boas maneiras e conduta. Tópico Relacionado: Forma.

τάξις -εως, ἡ; (taxis), SUBS. ordem; disposição fixa. Equivalente hebraico: קֵץ (2), דִּבְרָה (1), מַחֲנֶה (1), פֹּ֫עַל (1).

Uso do Substantivo

2. boa ordem† — uma condição de arranjo regular ou conveniente (sequencial).

1Tessalonicenses 5.17 RAStr
17 Orai sem cessar.

ἀδιαλείπτως (adialeiptōs), ADV. incessantemente.

Uso do Advérbio

1. incessantemente† — com determinação incansável.

Lucas 11.8–9 RAStr
8 digo-vos que, se não se levantar para dar-lhos por ser seu amigo, todavia, o fará por causa da importunação e lhe dará tudo o de que tiver necessidade. 9 Por isso, vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á.
Daniel 6.10 RAStr
10 Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas do lado de Jerusalém, três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer.
1Tessalonicenses 1.2 RAStr
2 Damos, sempre, graças a Deus por todos vós, mencionando-vos em nossas orações e, sem cessar,
1Tessalonicenses 2.13 RAStr
13 Outra razão ainda temos nós para, incessantemente, dar graças a Deus: é que, tendo vós recebido a palavra que de nós ouvistes, que é de Deus, acolhestes não como palavra de homens, e sim como, em verdade é, a palavra de Deus, a qual, com efeito, está operando eficazmente em vós, os que credes.
2Timóteo 1.3 RAStr
3 Dou graças a Deus, a quem, desde os meus antepassados, sirvo com consciência pura, porque, sem cessar, me lembro de ti nas minhas orações, noite e dia.
Romanos 1.9 RAStr
9 Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, é minha testemunha de como incessantemente faço menção de vós
Hebreus 5.7 RAStr
7 Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade,

ἱκετηρία -ας, ἡ; (hiketēria), SUBS. súplica.

Uso do Substantivo

1. súplica† — um humilde pedido de ajuda ou misericórdia de alguém com autoridade. Tópico Relacionado: Fundamento.

1Pedro 3.12 RAStr
12 Porque os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos às suas súplicas, mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males.

δέησις -εως, ἡ; (deēsis), SUBS. oração; petição. Equivalente hebraico: תַּחֲנוּן (12), תְּחִנָּה 1 (11), רִנָּה 1 (9), תְּפִלָּה (6).

Uso do Substantivo

1. divina súplica — um pedido severo ou urgente (a Deus).

1Timóteo 5.5 RAStr
5 Aquela, porém, que é verdadeiramente viúva e não tem amparo espera em Deus e persevera em súplicas e orações, noite e dia;
Filipenses 1.4 RAStr
4 fazendo sempre, com alegria, súplicas por todos vós, em todas as minhas orações,
Mateus: Jesus, o Rei dos Reis A Verdadeira Espiritualidade em Relação a Deus – a Vida de Oração em Secreto (6.5–8)

Destacamos a seguir algumas lições oportunas.

Em primeiro lugar, um cristão é alguém que ora (6.5). Jesus não diz “se orardes…”, mas: quando orardes. Não há cristianismo verdadeiro sem oração. Quem nasce de novo, clama: “Aba, Pai”.

Em segundo lugar, um cristão não ora para chamar a atenção para si (6.5). A oração ostentatória não é endereçada a Deus, mas é feita diante dos homens, para chamar a atenção dos homens, para receber recompensa apenas dos homens.

Em terceiro lugar, um cristão não é um ator no palco, mas um pecador quebrantado longe dos holofotes (6.6). O quarto aqui mencionado era o lugar onde se guardavam as provisões da casa, um cômodo sem janelas, absolutamente fechado aos olhos dos expectadores. Nessa mesma toada, Robert Mounce diz que a palavra grega tameion pode referir-se a uma “despensa”, o único quarto da casa que não tem porta e, por isso mesmo, passível de privacidade.9 O Pai vê em secreto e recompensa em secreto. Oração não é um discurso de ostentação diante dos homens, mas um derramar do coração diante de Deus. Tasker tem razão ao dizer que o contraste aqui não é entre o caráter secreto da visão do Pai e o caráter público da sua recompensa, mas entre a maravilhosa recompensa que o Pai dá e a recompensa relativamente miserável da aprovação humana.10

Em quarto lugar, um cristão não imita os hipócritas fazendo cócegas em sua vaidade espiritual, mas ele se deleita em Deus, seu Pai (6.6). A oração é uma conversa íntima com o Pai. Orar é deleitar-se em Deus, mais do que rogar as bênçãos de Deus. A dádiva, por mais excelente, não serve como substituto do doador. Deus é melhor do que suas bênçãos.

Em quinto lugar, um cristão não imita os pagãos multiplicando palavras em vãs repetições (6.7,8). Charles Spurgeon diz que as orações cristãs são medidas pela sinceridade, e não pela duração.11 Os pagãos repetiam palavras e mais palavras, com o fim de serem ouvidos por seus deuses, mas o cristão é alguém que está na presença daquele que sonda os corações e conhece as necessidades do cristão antes mesmo que este faça algum pedido. A expressão grega me battalogesete, traduzida por “vãs repetições”, traz a ideia de mero palavrório ou tagarelice, palavreado oco, conversa tola, repetição vazia. Traduz a expressão popular “blá-blá-blá”. Podemos ilustrar isso com a prática dos adoradores de Baal (

Mateus, Volumes 1 e 2 A Oração em Geral

Não significa que fazer uma oração extensa é sempre errado. Uma posição assim condenaria de imediato as orações encontradas em

Mateus, Volumes 1 e 2 A Oração em Geral

O que Cristo condena é o espírito de medo e desconfiança que faz com que os pagãos, que não reconhecem o Pai celestial, balbuciem mais e mais, na crença de que de outro modo seus deuses não estariam completamente informados nem suficientemente aplacados, e assim pudessem conceder o que seus adoradores lhes pediam.

Mateus, Volumes 1 e 2 A Oração Modelo O “Pai Nosso”

Certamente que não é errôneo fazer frequente uso dessa oração se o adorador, ao proceder assim, é capaz de fazê-lo com o coração e a mente. Por outro lado, o uso por demais frequente poderia conduzir facilmente ao pecado do formalismo, o qual o Senhor tem estado a condenar. Além disso, é preciso ter em mente que Jesus disse: “Assim” ou “desta forma” ou “isto é como”. Ele não diz: “Usa exatamente estas palavras, e não outras”. Assim chamada “Oração do Senhor”, ela é realmente a oração modelo; significando: ela deve servir como parâmetro para as nossas devoções. Suas características devem também marcar as nossas orações. Algumas dessas qualidades serão agora mencionadas:

b. Sua concisão

A oração consiste de duas partes: uma invocação (“Pai nosso que estás no céu”) e seis petições; ou, três partes, caso a conclusão (“Porque teu é o reino, etc.”) seja considerada parte dela, com um total de aproximadamente setenta palavras.

c. Sua prioridade

Em harmonia com o fato de que, segundo o Antigo e o Novo Testamentos, a glória de Deus é importante acima de todas as demais coisas, as primeiras três petições têm referência ao nome, ao reino e à vontade do Pai. As necessidades humanas – pão, perdão dos pecados e vitória sobre o mal – assumem o segundo lugar.

Mateus, Volumes 1 e 2 A Oração Modelo O “Pai Nosso”

A natureza universal ou abrangente dessas petições se depreende do fato de que elas têm referência não só à glória de Deus, etc. (primeiras três petições), mas também às nossas necessidades (as últimas três); não só às nossas necessidades atuais (quarta petição), mas também à nossa necessidade com referência ao passado (quinta), e ainda à nossa necessidade futura (sexta). Finalmente, nessa oração o adorador leva ao trono da graça as cargas que são não somente suas, mas também de seus irmãos (“nosso”, “nós”). Tudo está incluído nessas seis breves petições. Não há dúvida de que esse é o padrão perfeito para as nossas orações!

Sabendo que esse conteúdo e essa forma de orar nunca devem mudar, que circunstância nunca muda, sabendo que, aparentemente, elas sempre estão mudando, nos trazendo novas necessidades?

Independente de Circunstâncias Vísiveis, o Mestre nos Mostra o Invisível: Estamos num Reino em que Somos Filhos do Rei que Tem Todo Poder

Deus é nosso Pai, e seu Reino foi dado ao Filho com todo poder agora manifesto em nós pelo Espírito. De toda necessidade física e espiritual ele nos suprirá pela oração obediente e confiante. Privilégio!
Mateus 6.9–13 “9 Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; 10 venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; 11 o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; 12 e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; 13 e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!”
1Coríntios 15.27–28 RAStr
27 Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés. E, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, certamente, exclui aquele que tudo lhe subordinou.28 Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos.
Hebreus 1.2 RAStr
2 nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo.
Hebreus 2.8 RAStr
8 Todas as coisas sujeitaste debaixo dos seus pés. Ora, desde que lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou fora do seu domínio. Agora, porém, ainda não vemos todas as coisas a ele sujeitas;
Hebreus 2.17 RAStr
17 Por isso mesmo, convinha que, em todas as coisas, se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação pelos pecados do povo.
Lucas 11.13 RAStr
13 Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?
Romanos 8.28 RAStr
28 Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.
Romanos 8.32 RAStr
32 Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?
Lucas 11.1 RAStr
1 De uma feita, estava Jesus orando em certo lugar; quando terminou, um dos seus discípulos lhe pediu: Senhor, ensina-nos a orar como também João ensinou aos seus discípulos.
Por exemplo, quando enfrentamos uma crise financeira ou uma doença, nossa resposta não deve ser apenas pedir socorro, mas declarar em oração: “Pai, eu confio que o Senhor é bom e continua sendo meu provedor e meu cuidador”. BATISTA DO POVO. Lições das células: minhas respostas para Deus. p. 16.
Comentário Bíblico Popular: Novo Testamento L. Jesus Ensina a Oração Modelo (6:9–15)

6:13 E não nos deixes cair em tentação. Essa petição pode aparentemente entrar em contradição com

Mateus, Volumes 1 e 2 Invocação ou Palavras Introdutórias

9b. Pai nosso que estás no céu. Salta imediatamente aos olhos que nem todos têm o privilégio de dirigir-se a Deus dessa maneira. Essa é a prerrogativa exclusiva daqueles que estão “em Cristo” (

Mateus, Volumes 1 e 2 Invocação ou Palavras Introdutórias

O fato notável que jamais devemos perder de vista é que aquele que é o Rei do reino do céu é ao mesmo tempo o Pai de seus cidadãos. Os cidadãos são seus filhos. O reino é a família do Pai. Ver CNT sobre

Mateus, Volumes 1 e 2 Quarta Petição

Os discípulos de Cristo devem pedir pão, não luxos. “[…] não me dês nem a pobreza nem a riqueza: dá-me o pão que me for necessário; para não suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o SENHOR? ou que, empobrecido, não venha a furtar, e profane o nome de Deus” (

Mateus, Volumes 1 e 2 Quarta Petição

Ainda exige-se d. humildade; daí, “Dá-nos […]”. Embora o suplicante esteja ganhando a vida com o suor de seu rosto e pagando os alimentos, ele deve aceitar o que está na mesa como uma dádiva de Deus, um produto da graça; isso não só pelo fato de Deus ser a fonte última de toda bênção (

Mateus 6:13

Dentre necessidades espirituais, algumas parecem difíceis de suprir. Isso ocorre para nos mostrar como, pela oração, somos dirigidos e mudados pela graça e poder do Espírito; e manifestar ao próximo.
Mateus 6.12 “12 e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores;”

ἀφίημι (aphiēmi), VB. deixar; perdoar. fut.ati. ἀφήσω; aor.ati. ἀφήκαμεν; perf.ati. ἀφεῖκα; aor.pass. ἀφέθην; perf.méd. ἄπειμʼ. Equivalente hebraico: נוח 1 (10), נשׂא (8), נתן (7), סלח (5). Equivalente aramaico: שׁבק (2).

Uso do Verbo

4. perdoar — parar de culpar ou ter em conta uma ofensa. Tópicos Relacionados: Perdão; Misericórdia; Perdão; Lançamento.

C. O uso no NT

1. aphiénai significa “desistir”, “partir” (

ὀφείλημα (opheilēma), SUBS. dívida. Equivalente hebraico: מַשָּׁאָה (1), נשׁא 1 (1).

Uso do Substantivo

2. pecado ⇔ dívida† — pecado que tenha incorrido dívida com ou injúria contra Deus. Tópico Relacionado: Dívida.

opheílēma

1. Essa palavra significa “dívida” e, num sentido mais amplo, “obrigação”. Ela ocorre na LXX para “dívida” em

Comentário Bíblico Popular: Novo Testamento K. Ore com Sinceridade (6:5–8)

6:8 Já que o Pai sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais, é razoável perguntarmos: “Por que então oramos?”. A razão é que, em oração, reconhecemos nossa necessidade e a nossa dependência dele. É a base da nossa comunicação com Deus. Além disso, Deus faz coisas em resposta às orações que, sem elas, ele não faria (

Matthew–Mark (2) Prayer (6:5–15)

Então, por que orar? O propósito da oração não é informar a Deus ou mudar a sua vontade, mas, como diz Georgia Harkness, apropriar-se da sua disposição. Não é que Deus precise ser solicitado, mas que nós precisamos pedir. A oração é comunhão com Deus, na qual somos trazidos a novos relacionamentos e novas atitudes, abrindo assim o caminho para bênçãos que Deus já se propôs a conceder. A palavra portuguesa "oração" significa pedir, e reflete nossa infeliz tendência de reduzir a oração ao ato de pedir. A oração inclui o pedir, mas é muito mais. É mais como abrir-se a Deus em confiança e louvor, para que possamos receber livremente os seus dons e render-nos às suas exigências.

Mateus 6.14–15 “14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará;15 se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas.”
Marcos 11.25–26 RAStr
25 E, quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas.26 [Mas, se não perdoardes, também vosso Pai celestial não vos perdoará as vossas ofensas.]

παράπτωμα -ατος, τό; (paraptōma), SUBS. pecado; transgressão. Equivalente hebraico: מַ֫עַל 1 (3), עָ֫וֶל (3), פֶּ֫שַׁע (3).

Uso do Substantivo

1. transgressão — a ação de ir além ou ultrapassar um limite moral ou limite. Tópicos Relacionados: Transgressão; Pecado.

Dicionário Teológico do Novo Testamento, Volumes I & II B. O Grupo no NT > parapíptō, paráptōma

2. O substantivo ocorre em

Orar é mudar. A oraçaõ é a avenida central que Deus usa para trasnformar-nos. Se não estivermos dispostos a mudar, abandonaremos a oração como características perceptível de nossas vidas. FOSTER, Richard J. Celebração da disciplina: o caminho do crescimento espiritual. 1 ed. Editora Vida: São Paulo-SP, 1983. p. 47.
Comentário Bíblico de Mateus: Através da Bíblia O Sermão do Monte: As Esmolas, a Oração, e o Jejum Mt 6.1–18 (Mt 6.1–18)

Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores (v. 12). É um pedido pela pureza pessoal, pois uma vez que fomos agraciados com o perdão de Deus, também devemos perdoar aqueles que nos ofendem. O súdito real está sempre em débito diante do seu Rei, pois continuamente necessita realizar toda a sua vontade. Mas diante do perdão e da graça divina, ele deve tratar dessa mesma maneira aqueles que discordam e até o hostilizam. O tempo do verbo é o perfeito, isto é, assim como temos perdoado, e implica que quem ainda não perdoou os outros não pode fazer essa oração.

Mateus, Volumes 1 e 2 Quinta Petição

Resposta: É verdade que a base de nosso perdão diário foi estabelecida uma vez por todas por meio da expiação de Cristo. Não é necessário e nem se pode acrescentar nada a isso. Porém, essa purificação total e objetiva precisa de aplicação diária pela simples razão que pecamos todo dia.

Mateus, Volumes 1 e 2 Quinta Petição

Não obstante, a nossa própria disposição em perdoar é muito importante. Realmente, sem ela nós mesmos não podemos ser perdoados. Porque ela é a condição indispensável para recebermos o perdão dos pecados. Esse fato é expresso de forma clara nos v. 14 e 15, que, juntamente com 18.21–35, é a melhor e mais simples explicação que alguém pode ter de 6.12. Assim é com o perdão e também com a salvação de forma geral. Não somos salvos sobre a base de nossa fé, como se a fé tivesse poder inerente de alcançar a salvação. Somos salvos pela graça (

Indepedente de Objetivo Menor, que é Nossa Necessidade, o Mestre nos Ordena: Objetivo Maior de Nossas Orações é Sempre Glorificar a Deus

Tanto circunstâncias quanto poder do Espírito nos transformam para que sejamos filhos à semelhança de Deus, seu Reino seja estabelecido, e seu nome, reconhecido. Tal desejo deve estar implícito.
Mateus 6.9–10 “9 Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; 10 venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;” ]
Mateus 6.13 “13 e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal [pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém]!”
Na sequência, a oração nos convida a alinhar nossa vida com a vontade de Deus: “Venha o teu reino; seja feita a tua vontade”. Aqui aprendemos a crescer na maturidade espiritual, deixando que a vontade de Deus molde nossos sonhos, decisões e reações. (Pv 3.5-6) Isso significa, por exemplo, aceitar quando Deus fecha uma porta que parecia boa, mas que Ele sabia que nos afastaria do propósito. Crescemos quando conseguimos responder: “Senhor, eu queria muito, mas confio que a tua vontade é melhor que a minha”. Essa postura não elimina a dor, mas nos fortalece para prosseguir com esperança (Fp 4.6-7). Em que áreas da sua vida você tem dificuldade de alinhar a sua vontade com a de Deus? BATISTA DO POVO. Lições das células: minhas respostas para Deus. p. 16.
Tiago e Epístolas de João 1. Questionando com a Motivação Errada (4.1–3)

Tiago ensina uma lição sobre a oração. Afirma que, mesmo quando oramos, não recebemos uma resposta. A causa disso não está em Deus, mas no ser humano. Quando o crente pede a Jesus qualquer coisa em seu nome, Jesus honra esse pedido (

Comentário Bíblico de Mateus: Através da Bíblia O Sermão do Monte: As Esmolas, a Oração, e o Jejum Mt 6.1–18 (Mt 6.1–18)

Venha o teu reino (v. 10). É uma expressão de profundo desejo pela presença de Deus e do seu reino, isto é, o reinado divino sobre a vida dos seus filhos, dos seus súditos. Deve declarar nossa submissão ao senhorio do rei Jesus. O desejo é que o Pai traga até nós o seu reinado, que governe sobre nós!

Comentário Bíblico Popular: Novo Testamento L. Jesus Ensina a Oração Modelo (6:9–15)

Assim na terra como no céu. Essa frase modifica todas as três petições anteriores. Adorar a Deus, saber da regência soberana de Deus e do desempenho da sua vontade são, no todo, uma realidade do céu. A oração é que essas condições existam na terra como existem no céu.

Mateus, Volumes 1 e 2 Primeira Petição

‘El-Shaddai é Deus Todopoderoso, a fonte de salvação de seu povo (

Mateus, Volumes 1 e 2 Primeira Petição

Santificar o nome de Deus significa ter reverência por ele, por isso, reverenciar a Deus, honrá-lo, glorificá-lo e exaltá-lo. Para fazer isso, exige-se muito mais que um conhecimento meramente intelectual do significado dos nomes divinos. Certamente que implica humildade de espírito, gratidão de coração, ardoroso estudo das obras de Deus até que a observação se converta num transporte de assombro e adoração.

Mateus, Volumes 1 e 2 Segunda Petição

1. Somente quando o Pai celestial, sobre a base da expiação do Filho e da operação do Espírito Santo, reina no coração dos homens, é que se pode esperar um verdadeiro e permanente melhoramento no indivíduo, na família e nas condições sociais, nacionais e internacionais (

Mateus, Volumes 1 e 2 Segunda Petição

3. Até ao momento da segunda vinda [de Cristo] há necessidade dessa oração, porque, embora o reino já esteja aqui (

Mateus, Volumes 1 e 2 Segunda Petição

5. A oração pelo estabelecimento do reinado de Cristo nos corações humanos não exclui a necessidade de esforço. Tem de haver pregação, visitas aos lares, tradução e distribuição da Bíblia, obra de continuação persistente, etc. Cf.

Mateus, Volumes 1 e 2 Terceira Petição

10b. Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. A vontade de Deus, à qual se faz referência aqui, certamente é sua vontade “revelada”, expressa em sua lei. É a mesma vontade que é feita no céu, porém que ainda não é feita na terra de forma completa. Por outro lado, a vontade do “decreto de Deus” ou “plano eterno” está sempre sendo feita tanto no céu como na terra (

Que nunca mais deixemos de praticar bem uma oração, sabendo seu conteúdo sincero, sua forma bíblica, a circunstância permanentemente favorável e o objetivo maior dela. Nada nos faltará!

PERGUNTA PARA REFLEXÃO E INTERAÇÃO NO GRUPO

A) Que experiência de súplica (intensa) você gostaria de compartilhar que enriqueça o que foi falado hoje (no conteúdo, na forma, na circunstância e no objetivo)?
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