Defesa da fé
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1 Pedro 3. 14
1 Pedro 3. 14
Hoje dia 31 de outubro, nós reformados celebramos 508 anos da reforma protestante.
E a reforma foi um movimento marcado pela defesa da fé. Onde um monge agostiniano, ao meditar nas Sagradas Escrituras e iluminado pelo Espírito Santo, foi levado a interpelar a igreja (Romana), e chamar a um debate pregando 95 teses! Lutero, foi um homem corajoso, mas a sua motivação era voltar às Sagradas Escrituras… A defesa da fé, é uma busca profunda a levar a incredulidade cativa as reivindicações das Sagradas Escrituras.
Falar sobre a defesa da fé aquece profundamente meu coração, pois logo após minha conversão experimentei momentos onde fui desafiado a apresentar a razão da minha esperança… Recordo-me como se fosse hoje. Meu professor me chamou para apresentar uma palestra a favor do criacionismo, pois eu o questionei porque só apresentam uma visão evolucionista naturalista.
Creio que não precisarei fazer esforços para te convencer que este mundo nos dá um profundo desafio para apresentarmos a defesa da nossa fé…
Hoje não como uma exposição Bíblica, mas como uma palestra, gostaria de dar algumas motivações, ferramentas e formas de defender a fé.
O texto base será 1Pedro 3. 14-16…
I- Lagrimas nos olhos, mas um sorriso no coração
Uma das marcas, uma das realidades da defesa da fé – São as profundas dores pelos sofrimentos pela cruz de Cristo. É sentir na própria pele as dores de servir ao Senhor Jesus.
Na adolescência, a juventude é uma época maravilhosa, onde temos mais tempo para jogar bola, estudar, e outras coisas. Mas este período está tornando-se um dos piores períodos para a igreja. Este momento está sendo marcado quando os jovens abandonam a fé… Este momento é marcado por desprezo pelas coisas do Senhor.
Sofrer por Cristo irmãos, é um privilégio. Ser ridicularizado por adorar ao Criador de todas as coisas, não a coisa melhor. Pois adoramos o verdadeiro Senhor. Hoje celebramos a reforma, e vocês sabiam que homens morreram para levar a incredulidade, para levar a idolatria a obediência de Cristo. Mesmo lágrimas venha ao seu rosto, pelo bullying, pelas injustiças, tenha um sorriso profundo no coração, pois a graça lhe alcançou, para você testemunhá-la com fidelidade.
II- Santificação, Cristo nosso Senhor
É quando nós somos dominados pelo senhorio de Cristo. Quando separamos todo nosso ser para ser de Cristo. E isso acontece quando nos preparamos para defender nossa fé.
O preparo é importantíssimo. 1 Bíblia de estudo. 2. A luta pertence ao Senhor 3. Francis Schaeffer 3. Van Til
Conheça profundamente a Escritura e a cultura.
Antes de todas as coisas precisamos confrontar nossa incredulidade. Confrontar nossos pecados, apresentar a nossa miséria a Cruz de Cristo. Nosso primeiro confronto apologético é conosco.
III- Verdade em Amor
Diante do preparo não podemos nos tornar arrogantes. Mas apresentar o evangelho, defender nossa fé em amor. Expressando, um falar dócil (às vezes gritamos ao ponto de não nos ouvirmos), com reverência ao Senhor Jesus, devemos respeitar até os inimigos da fé… e precisamos ter integridade em nossos pensamentos.
Mansidão e temor — A palavra descreve doçura, humildade, serenidade diante da provocação
Boa consciência —O discípulo fala e age na consciência de que está diante do olhar divino, não apenas dos homens. É o sentimento de quem vive sob a presença de Deus (coram Deo), guiado pelo respeito sagrado e pela humildade.
Naquilo que nos difamam, naquilo que nos desprezem, que sintam vergonha pelo nosso testeminho!
