A perfeita concorrência entre soberania, providência e responsabilidade

A fidelidade de Deus na redenção  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
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Recapitulação
Apresentação geral daquilo que foi visto com destaque para os seguintes fatos: a) a família de Elimeleque é parte da aliança mas não parece confiar na soberania e providência de Deus; b) a tentativa de solucionar um problema imediato, a fome, com seus próprios meios, a ida para Moabe, resultou em uma série de novos problemas, que culminam na redução da família à um pequeno grupo de três viúvas; c) Em Moabe, Noemi se encontrava em um estado de profunda amargura e desesperança e decidiu voltar para Judá ao saber que Deus abençoou a terra; d) Rute abandona toda a sua antiga vida em Moabe e segue para Judá com sua sogra, demonstrando fidelidade à ela, mas principalmente, se submetendo em fidelidade ao Deus de Israel.
Doutrina
A segunda cena o livro de Rute foi construída no cap. 2, em uma estrutura que aborda dois conceitos fundamentais, a saber a soberania e a providência de Deus.
A Escritura enfatiza que Deus é soberano, no sentido de que Ele reina universal e invencivelmente. A soberania de Deus é:

santa, sábia, poderosa, graciosa, amorosa e misericordiosa. E contempla o

Da mesma forma a Escritura se dedica constantemente a demonstrar o fato de Deus é aquele que exerce a providência sobre o seu Reino Cósmico. Dessa maneira, a providência se mostra como a realização benevolente da soberania divina pela qual Deus

dirige todos os eventos a fim de serem alcançados os propósitos de glória e de bem para os quais o universo foi criado. Esses eventos incluem a ação de agentes livres, como é o caso de pessoas como Rute e Boaz.

No exercício da soberania e da providência Deus faz com que todas as coisas dependam dEle, sem que Ele dependa de nada. Na prática, embora exista espaço para milagres e Deus os possa realizar, na maior parte do tempo a providência e a soberania são operadas pelo Senhor a partir de leis ou eventos naturais estabelecidos por Ele na Criação, bem como pela concorrência de agentes humanos, como é o caso do texto de Rute 2 em que vemos o Senhor soberano operando sua soberania e providência nas histórias e a partir das ações de Rute e Boaz.
Frase de Transição
Com isso em vista, chamo sua atenção para que nessa noite nos dediquemos a reflexão sobre esse texto lido, a partir, do seguinte tema: A perfeita concorrência entre soberania, providência e responsabilidade. Veremos nessa noite uma única consideração central que nos dirigirá a algumas aplicações importantes.
A providência e a soberania de Deus não anulam a necessidade da responsabilidade diligente
Como já vimos nas primeiras exposições dessa série, estamos diante de um texto que à rigor é uma narrativa histórica, mas que estruturalmente e em termos de desenvolvimento se assemelha muito à outros gêneros textuais mais modernos, sobretudo, o -gênero de romance e de novela. E no cenário em que o drama da história se desenvolve, embora Rute apareça em grande destaque, Deus é o elemento, por assim dizer, que confere coesão e sentido tanto na perspectiva geral quanto na perspectiva particular, restrita à vida das personagens.
É interessante notar que embora Deus seja o grande e principal agente da história, sua presença é na maior parte do tempo inferida e subentendida. Mesmo sem ser constantemente mencionado Ele atua providênciando e organizando os eventos, promovendo e dirigindo os encontros, iluminando e direcionando as tomadas de decisões. Nos bastidores Ele opera a sua soberania e sua providência. E agora, nesse ponto, precisamos de um pouco de atenção.
É muito provável que senão todos, a maior parte dos irmãos concordam que existe, ou mesmo já viveram, um tipo de tensão estabelecida, entre a soberania e a providência de Deus e a responsabilidade humana. E essa tensão não foi estabelecida pela Bíblia, porque na Escritura a soberania e a providência divina estão em perfeita harmonia com a responsabilidade humana.
Veja por exemplo:
Mateus 6.31–33 “31 Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? 32 Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; 33 buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.”
1Tessalonicenses 4.11–12 “11 e a diligenciardes por viver tranqüilamente, cuidar do que é vosso e trabalhar com as próprias mãos, como vos ordenamos; 12 de modo que vos porteis com dignidade para com os de fora e de nada venhais a precisar.”
A perceba que a mesma Escritura que ordena a não nos inquietarmos com o sustento, mas buscar o Reino de Deus, também ordena a que trabalhemos com as próprias mãos. Isso acontence porque a soberania e a providência de Deus não implicam em que deixemos as responsabilidades que são nossas. Pelo contrário, o homem deve assumir suas responsabilidades, e diligentemente as cumprir em esforço e trabalho crendo que, uma vez que o seu trabalho seja consagrado ao Senhor ele será bem sucedido (Pv. 16. 3). Dessa forma A tensão que existe entre a soberania, a providência e a responsabilidade humana é baseada em uma interpretação equivocada da Escritura, que em consequência pavimenta o caminho para o estabelecimento de uma interpretação equivocada da própria vida.
E se a partir desses textos isso não estiver claro para você, me deixe ilustrar a questão colocando você no centro do dilema. Para que você consiga sustentar sua casa, pagando as contas, as mensalidades da escola dos filhos, para que você possa fazer as compras do mês, fazer o planejamento da viagem e das festas de fim de ano, você deve orar buscando a bênção de Deus ou trabalhar? Alguns podem argumentar que orar e confiar em Deus, buscando a sua bênção é suficiente. Outros vão dizer que é necessário apenas trabalhar, até porque no passado comida já caiu do céu, mas hoje não cai mais. Da mesma forma dinheiro não dá em árvore. E em essência as duas respostas estarão erradas se não forem complementares uma a outra.
Você não deve fazer uma ou outra coisa. Não deve escolher orar e buscar ao Senhor, em detrimento do cumprimento diligente de suas responsabilidades; da mesma forma como não deve cumprir as responsabilidades diligentemente sem as colocar sob a soberania e a providência divina. Na Escritura essas coisas não estão em tensão, porque a soberania e a providência divina não anulam a responsabilidade do homem, e nem tornam o cumprimento dessas responsabilidades em algo obsoleto ou inútil. E o texto nos mostra isso nas vidas e nas ações de Rute e Boaz:
Rute: Rute está em Belém com sua sogra. Ela sabe que é mais jovem e mais forte. Elas, nesse momento eram pobres (Rt. 1. 21) e provavelmente enfrentavam a carestia. Tanto Rute quanto Noemi demonstraram algum tipo de confiança, ainda que imperfeita, na bondade do Senhor, mas, e esse é um mas importante, Rute assumiu a responsabilidade diligente, e se dispôs a fazer o que precisava ser feito. Olhe para o v. 2. A Lei favorecia os pobres e estrangeiros, estabelecendo que na colheita parte da produção do campo, fosse deixada para que pessoas como Rute pudessem de alguma forma serem beneficiadas e obter algum tipo de sustento. Levítico 19.9–10 “9 Quando também segares a messe da tua terra, o canto do teu campo não segarás totalmente, nem as espigas caídas colherás da tua messe. 10 Não rebuscarás a tua vinha, nem colherás os bagos caídos da tua vinha; deixá-los-ás ao pobre e ao estrangeiro. Eu sou o Senhor, vosso Deus.” Rute, já vimos, demonstrou fé no Senhor, quando se submeteu ao seu senhorio e deixou sua terra e seu povo no cap. 1. Agora, para além da fé ela também assumiu suas responsabilidades e fez o que podia ser feito, em outras palavras ela colocou a fé em ação. Ela agiu de acordo com aquilo que Deus havia colocado sob sua responsabilidade. Coisas ruins aconteceram em sua vida, mas perceba que ela não entrou em um looping de autocomiseração como às vezes nós entramos; ao que tudo indica ela não está amargurada, não olha para vida como se Deus e o mundo lhe devessem alguma coisa. Não! Ela assumiu a responsabilidade e o fez de maneira diligente, saindo para trabalhar com vistas a obter o seu sustento. Veja o que diz o v. 7. Uma explicação: Choça aqui é um tipo de abrigo temporário, provavelmente semelhante a um tenda, que fica ao lado da plantação na época da colheira. Rute, segundo o testemunho do servo de Boaz não apenas trabalhou, mas trabalhou com afinco. O autor não fez questão de indicar o lapso temporal entre o início do trabalho de Rute e a hora em que a conversa de Boaz com o servo se estabeleceu. Mas a forma como ela se desenvolve nos permite concluir que Rute havia trabalhado duro e por muito tempo. A soberania e a providência divina foram manifestas nos bastidores de tudo o que está acontecendo. Veja o v. 3. A palavra casualidade, no hebraico miqreh, é traduzida, à depender da versão como “por acaso”, “por sorte”, ou “por felicidade”. Seja qual for a tradução dada a palavra, em todos os casos, o que temos em vista é o fato de que o homem não controla os acontecimentos da vida, mas a mão de Deus está por detrás deles, promovendo seus propósitos. Aquilo que os homens chamam de acaso são as invisíveis ações de Deus, dirigindo e executando seus propósitos. Rute seria bisavó de Davi. Davi seria o principal Rei da linhagem da qual descenderia o Messias. O Messias seria dado como propiciação dos pecados de seu povo. Tudo isso dependia da provisão e da soberania de Deus, e Ele as operou, fazendo com que Rute chegasse em Judá não apenas na época da sega da cevada, mas a conduzindo para que ela fosse exatamente a esse campo, e ali se encontrasse com Boaz que se tornaria o seu resgatador em um casamento que teria como fruto um homem chamado Obede, que seria o pai de um homem chamado Jessé, que geraria o homem chamado Davi. A providência de Deus se manifestaria na e a partir da história de Rute nesses aspectos mais amplos. Mas existiam necessidades mais imediatas. Ela e sua sogra Noemi precisavam de sustento para aqueles dias, e a manifestação da soberania e da providência divina, associadas ao cumprimento diligente das responsabilidades teve o seu bom fruto. Olhe para os v. 15-18. Em sua soberania e providência Deus moveu o coração de Boaz para uma disposição benevolente. Por seu turno Rute, não se acomodou, ela se levantou e assumiu suas responsabilidades de maneira diligente, fazendo aquilo que estava ao seu alcance, aquilo que Deus lhe dera a condição de fazer.
Boaz: Boaz fora trazido à cena, ainda no v.1, mas é a partir do v.4, que ele é introduzido no enredo de maneira ativa. Ele foi descrito como parente de Elimeleque. Então perceba que à rigor, Rute não possui qualquer ligação mais próxima com ele, e Noemi é considerada sua parente em decorrência de seu casamento. O texto o descreve inicialmente como senhor de muitos bens, o que indica o status social de quem gozava de influência e riqueza. A posteriori veremos que há muito mais sobre Boaz a ser revelado, inclusive sobre o seu caráter. Nesse momento é importante, no entanto, que saibamos que assim como vemos com Rute, a perfeita harmonia entre a soberania, providência e responsabilidade humana é demonstrada na vida e a partir das ações de Boaz. Assim como Rute, ele fez o que deveria fazer. Agiu conforme se esperava que ele agisse. Ele cumpriu o que a Lei ordenava. Ou seja, tanto quanto Rute, Boaz se pôs em prática a disposição de cumprir diligentemente suas responsabilidades. Como lemos anteriormente em Levíticos, a Lei favorecia em certa medida os pobres e os estrageiros nos períodos de sega e vindima. Os segadores passavam pelas plantações realizando a colheita, tanto aquilo que fosse deixado para trás, quanto aquilo que caísse dos molhos previamente arrancados pelos segadores, poderia ser recolhido pelos respigadores em geral, que eram justamente pessoas como Rute, pobres e estrangeiros, ou como no caso específico dela, pobre e estrangeira. Perceba que Boaz, no primeiro momento, não sabe quem é Rute. No v. 5 ele faz uma pergunta interessante: De quem é esta moça? E ainda que essa seja uma pergunta simples, ela revela indícios da soberania e da providência de Deus. O mesmo Deus que fez com que Rute fosse especificamente ao campo de Boaz, faz agora que Boaz tenha sua atenção despertada por ela. Veja que a pergunta é simples e direta, e, embora saibamos que posteriormente Boaz se casará com Rute, nesse momento não há qualquer indício de uma inclinação ou interesse de caráter amoroso, sexual, ou qualquer coisa equivalente. Ao vê-la ali, trabalhando em seu campo, ele presume que ela seja uma de suas servas, mas como não a conhece pessoalmente, pergunta ao encarregado de seu campo sobre ela. A história continua a se desenvolver e então, vemos que a soberania e a providência de Deus, se harmonizam perfeitamente com a responsabilidade do homem, quando vemos um Boaz que pronta e diligentemente se dispôs à fazer aquilo que Deus lhe dera à mão para fazer. Ele assumiu a responsabilidade dupla de observar a Lei e demonstrar amor e misericórdia a pessoas que necessitavam de amor e misericórdia. Veja o relato do autor no v.8 e busque entender como vemos aqui, mais uma vez, a imbricada relação entre a soberania, a providência e o cumprimento diligente das responsabilidades. Vamos observar esse versículo à luz do contexto geral do livro, que é o período dos juízes. Segundo Juízes 21.25 “25 Naqueles dias, não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto.” Nesse contexto Deus agiu, operando sua soberania e sua providência, fazendo de Boaz um homem íntegro. Em um período em que cada um fazia o que achava mais reto, certamente não era difícil encontrar homens na situação de Boaz que como senhores de muitos bens não apenas não observavam a lei, como também não demonstravam qualquer tipo de amor, compaixão, misericórdia, zelo ou qualquer outra coisa que se assemelhe a isso e tratasse com rispidez e maldade pessoas desfavorecidas como era Rute nesse tempo. Como um agente livre, concorrente à providência e à soberania de Deus, por seu turno, Boaz fez aquilo que se esperava de um homem em sua posição. Ele tratou Rute com benevolência e lhe concedeu a condição de conseguir não apenas o alimento diário, mas a provisão para um período significativo, permitindo que ela permanecesse em seu campo durante a sega, lhe conferindo proteção permitindo que ela ficasse junto às suas servas.
Conclusão
Diante de tudo o que vimos podemos concluir, por hoje, que de maneira geral, a tese central do capítulo 2 é que Deus opera sua soberania e sua providência tanto na história geral da humanidade, quanto nas histórias particulares de agentes livres como Rute, Boaz, eu e você. Em alguns momentos ele as opera de maneira misteriosa, em outros de maneira clara. Deus em sua perfeita sabedoria usa diversos meios e instrumentos para exercer seu governo soberano e providente, inclusive a concorrência dos agentes humanos.
Aplicação
1. Entenda que suas responsabilidades são suas responsabilidades e que você as deve cumprir diligentemente.
Perceba que as histórias de Noemi, Rute e Boaz são como as histórias de gente comum, pessoas que vivem a vida real. Gente que enfrenta o luto, gente que passa dificuldade, gente que precisa lidar com a fome, gente que assim como nós precisa levantar cedo todos os dias e trabalhar. Isso lança luz ao fato, já muito bem estabelecido, de que Deus não nos criou para a passividade. Você precisa entender que Ele governa todas as coisas, inclusive suas ações no cumprimento daquilo que você deve fazer, e é precisamente porque Ele é soberano que as responsabilidades da vida têm sentido e significado. Se o mundo estivesse entregue ao acaso, todos os esforços humanos seriam inúteis; mas porque tudo está sob o governo de Deus, até o mais humilde trabalho se torna valoroso. Assim como Rute confiou no Senhor, mas se levantou para colher espigas você também foi chamado para viver a fé de modo diligente — trabalhando, servindo e confiando que Deus dirige os frutos do seu labor.
2. Entenda e encontre conforto no fato de que o Deus que governa o universo também se preocupa com a sua vida, até mesmo com aquelas questões que parecem sem grande importância
É extraordinário estudar o livro de Rute e perceber que o mesmo Deus que trabalhou preparando a linhagem do Messias, também estava preocupado em prover o alimento para duas viúvas, uma das quais procedia de um povo pagão. A soberania e providência divina se manifestam tanto na esfera cósmica quanto na pessoal. O governo e o cuidado de Deus abrangem a história da redenção e, ao mesmo tempo, as necessidades pessoais do dia-a-dia. E o fato ilustrado aqui é que nada é pequeno demais para escapar ao cuidado de Deus. Talvez você tenha vivido até hoje achando que Deus só se ocupa das “grandes coisas” como a salvação ou a eternidade. Mas saiba: Ele também se ocupa em prover sua vida com com os recursos para seu aluguel, ele trabalha o iluminando e dando inteligência para desenvolver o seu trabalho, Ele lhe abençoa com a saúde e assim por diante. O mesmo Deus que governa o universo está cuidando do seu cotidiano. É confiante nisso que você deve fazer aquilo que está ao seu alcance. Trabalhe diligentemente por você, por sua família, descansando na certeza de que Deus faz o trabalho frutificar.
3. Viva com a consciência de que a fé verdadeira sempre se manifesta em ações concretas.
Orar é bom. Mas apenas orar quando o arroz e o feijão estão acabando em casa não é o que geralmente resolve o problema. Orar é bom, mas apenas orar quando em uma consulta o médico lhe passa um remédio, sem comprar e tomar o remédio, também não é o que geralmente resolve a situação. Orar é bom, mas apenas orar quando se está desempregado, sem procurar trabalho, entregar currículos e buscar a recolocação no mercado, também não é o que em geral resolve o problema. Entenda: você deve confiar sim em Deus e buscá-lo primeiro em todas as situações, mas uma vez feito isso, você deve se levantar e colocar a fé em ação, porque a responsabilidade que Deus colocou em suas mãos deve ser cumprida por você. Se você é homem, a responsabilidade de prover o lar é sua. Então se o arroz e o feijão estão acabando, se levante e vá trabalhar, crendo que Deus abençoará o trabalho. Faça a sua parte que Ele fará a dele. Se você está doente e o médico lhe passou o medicamento, sua responsabilidade é tomar o medicamento. Deus abençoará o tratamento, pois, ele usa as coisas ordinárias e naturais para operar sua soberania e sua providência. Se você está sem trabalho, sua responsabilidade é procurar trabalho. Não espere que as oportunidades caiam do céu, mas com diligência faça o que Deus colocou ao seu alcance. Fé que não se traduz em trabalho não é uma fé bíblica, mas ilusão religiosa. Crer em Deus é se colocar de joelhos sob o seu senhorio e em seguida se levantar e e agir, sabendo que Ele dirige nossos passos. Você deve entender isso, confiar na soberania divina e trabalhar. O crente que entende a soberania divina não cruza os braços; ele dobra os joelhos e arregaça as mangas, assumindo suas responsabilidades com fé e diligência.
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