PENSE SENSATAMENTE SOBRE SI MESMO

A JUSTIÇA DE DEUS EM CRISTO JESUS  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
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O sermão ensina que o cristão deve pensar sensatamente sobre si mesmo, evitando extremos de autoexaltação ou autodesvalorização, reconhecendo que Deus distribuiu a cada um uma medida de fé, uma função específica no corpo de Cristo e dons diferentes segundo a Sua graça. Com base em Romanos 12.3–8, Paulo mostra que essa visão equilibrada nasce da mente renovada pelo Espírito e que a compreensão da diversidade e unidade da igreja impede comparações, disputas e orgulho. Assim, ao aceitar quem Deus nos fez ser, exercer com fidelidade a função e o dom recebidos e valorizar igualmente a contribuição de todos os membros, o crente desenvolve uma atitude humilde, lúcida e realista, contribuindo para a saúde, o serviço e a edificação do corpo de Cristo.

Notes
Transcript

PENSE SENSATAMENTE SOBRE SI MESMO

Introdução:
Você já deve ter ouvido a expressão popular: “quando não é oito, é oitenta”. Ela é usada para dizer que uma pessoa, situação ou comportamento vai de um extremo ao outro, sem meio-termo — ou seja, é “tudo ou nada”. Isso pode acontecer por impulsividade, temperamento forte, falta de autocontrole, desleixo, fragilidade ou ausência de um padrão. O padrão é o que fornece a medida certa; é o que indica o lugar, o tamanho e o ponto adequado. Ele nos dá o equilíbrio necessário. Sem um padrão para medir o que vamos fazer, sempre faremos demais ou de menos — como, por exemplo, ao preparar um bolo sem um medidor. Sem um padrão, seremos exagerados ou relaxados, indo de um extremo ao outro.
Nossa visão sobre nós mesmos costuma ser extremista, seja para mais, seja para menos. Por um lado, podemos nos ver como pessoas importantíssimas na igreja, superiores às demais e cheias de méritos; por outro, podemos nos considerar sem nenhuma importância, inferiores aos outros e sem mérito algum. Em um extremo, nos exaltamos; no outro, nos rebaixamos. Ou seja, acabamos tendo uma visão equivocada de nós mesmos e dos demais.
Paulo conhecia esse perigo e, por isso, escreve para combatê-lo em Romanos 12.3–8. Seu desejo é que os cristãos sejam sensatos ao avaliar a si mesmos. Sem sensatez, eles não teriam um pensamento correto sobre si. Portanto, deveriam pensar sobre si mesmos com sensatez.
Lição: O Crente Deve Pensar sobre si mesmo com Sensatez.
Texto: Romanos 12.3-8.
Como mencionei anteriormente, a carta aos Romanos é dividida em duas partes: capítulos 1 a 11 e capítulos 12 a 15; sendo que o capítulo 16 é basicamente composto de recomendações, saudações e uma doxologia ao final. Na segunda parte, Paulo apresenta a aplicação do que ensinou na primeira. Ele passa a exortar os cristãos de Roma a manifestarem a nova vida em Cristo em todas as áreas, pois uma vida transformada é o mínimo esperado de quem já recebeu o evangelho.
As exortações de Paulo aqui podem ser divididas em duas seções: prescrições relacionadas à conduta geral do cristão (Rm 12–13) e diretrizes para um problema específico da comunidade romana (Rm 14.1–15.13). A ideia dele nesses capítulos finais é simples e clara: o crente deve viver, desde já, a nova vida que experimentará plenamente no Reino Celestial.
Paulo inicia o capítulo 12 chamando atenção para o que Deus fez por nós e para as implicações disso em nossa vida, já que a graça d’Ele não se limita ao passado, mas também atua no presente. A salvação realizada por Deus no passado opera eficazmente no presente na vida daquele que crê em Jesus Cristo. O salvo vive a nova vida em Cristo de forma verdadeira e visível.
Em Romanos 1–11, Paulo ensinou sobre o pecado, o evangelho, a salvação, a eleição, a graça de Deus, entre outros temas. Ao compreenderem isso, os cristãos deveriam entregar-se completamente a Deus, como expressão de gratidão pelas suas misericórdias. A compreensão dessas misericórdias divinas os levaria a uma entrega total: do corpo e da mente.
Essa entrega implica mudança de conduta e de mentalidade — mudança que começa na forma de pensar sobre si mesmo. Ao ter a mente renovada pelo Espírito de Deus, o crente não pensará sobre si mais nem menos do que convém. Ele não se exaltará, mas também não se diminuirá.
É isso que Paulo nos mostra em Romanos 12.3–8. O ponto central desses versículos está nos versículos 3 e 5: não pensem sobre si mesmos além do que convém, pois vocês são membros do mesmo corpo — o corpo de Cristo. Ninguém é melhor do que ninguém por si mesmo. Ninguém deve se exaltar acima dos outros, nem se sentir inferior aos demais. Os dons que se destacam são tão importantes quanto os dons que não se destacam. Todos têm uma contribuição a oferecer.
Paulo deseja que o crente pense corretamente sobre si dentro do corpo de Cristo. Ele está tratando da diversidade na unidade: diversos membros em um só corpo; diversos dons em uma só igreja. A ideia é que a transformação individual afeta a transformação coletiva; e o crescimento individual contribui para o crescimento coletivo. O crescimento espiritual nunca é solitário, mas sempre comunitário.
Em Romanos 11.17–24, Paulo já havia tratado do perigo de orgulho dos gentios em relação aos judeus. Agora, ele aborda o orgulho dentro da própria igreja, especialmente em relação aos dons. Assim como no capítulo 11, eles precisam entender que tudo o que são e possuem é fruto da graça de Deus. Deus os salvou e os colocou em funções dentro da igreja como quis. Deus nos deu funções e dons para serem exercidos na igreja conforme Lhe agradou. Diante disso, devemos pensar sobre nós mesmos com sensatez.
Dito isso, quero apresentar três elementos importantes para pensarmos sobre nós mesmos com sensatez.
A medida da fé (3).
3 Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um. 
Paulo vai falar sobre os dons que Deus concedeu graciosamente à Igreja. Para isso, ele começa deixando claro que a autoridade pela qual fala vem da dádiva que recebeu de Deus. Ele está exercendo o dom que o próprio Deus lhe deu: o dom de apóstolo (Romanos 1.1). Assim, as palavras de Paulo aqui ganham peso sobre a comunidade cristã por causa do seu apostolado.
Essa mudança na forma de pensar, que Paulo diz que eles devem ter, vem da renovação da mente causada pelo Espírito Santo no versículo 2. A partir disso, Paulo mostra como não devemos pensar e como devemos pensar.
A orientação é: “não pense de si mesmo além do que convém”.
A ideia aqui é evitar uma visão distorcida da realidade, que leva a pessoa tanto a se exaltar quanto a se rebaixar. Por um lado, essa visão leva o crente ao extremo da autoexaltação, atribuindo a si mesmo méritos, importância, capacidades ou até autoridade que não correspondem à realidade. Por outro lado, conduz ao extremo da autodesvalorização, fazendo a pessoa considerar-se imprestável, insignificante, irrelevante ou incapaz — o que também não condiz com a realidade.
Pensar além do que convém significa achar-se superior ou inferior aos demais.
Pensar além do que convém significa atribuir a si dons ou capacidades que não possui.
Quem pensa desse modo está totalmente fora da realidade. Não podemos pensar de nós mesmos além do que convém.
O pensamento do crente sobre si deve ser lúcido, equilibrado e realista.
“...antes, pense com moderação...
A palavra moderação significa ser racional e criterioso. Ela pode transmitir a ideia de alguém capaz de raciocinar e pensar de forma adequada e saudável (Marcos 5.15; Lucas 8.35) ou de alguém que possui entendimento sobre questões práticas e, assim, pode pensar e viver com discernimento, exercendo autocontrole sobre suas paixões e desejos (Tito 2.6). Este é o sentido aqui.
Precisamos pensar sobre nós mesmos com lucidez, equilíbrio e realismo. A razão disso é a medida da fé que Deus nos deu.
A razão de pensarmos sensatamente sobre nós mesmos é a medida da fé que Deus nos deu.
“...segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um.
A ideia dessa parte do versículo é: “com base no fato de que Deus repartiu a medida da fé a cada um”.
O verbo repartir significa basicamente dividir (1Coríntios 1.13), mas também pode ter o sentido de dar, separar (Hebreus 7.2), distribuir (Marcos 6.41) ou atribuir uma função ou responsabilidade (1Coríntios 7.17) — que é o sentido aqui. Deus atribuiu funções a cada crente conforme a Sua vontade.
A palavra medida se refere ao padrão pelo qual algo é avaliado; aqui, esse padrão é a fé. , nesse contexto, significa confiança — a confiança necessária para realizar a função que Deus concedeu. Deus deu a cada um uma medida de fé.
Exemplo:
Dois crentes podem ter a mesma função na igreja, como ensinar, mas isso não significa que ambos tenham a mesma medida de fé.
O que Paulo está dizendo é: com base na medida de fé de que Deus deu a cada um, pensem com sensatez sobre si mesmos. A razão de pensarmos sensatamente sobre nós é a medida da fé que Deus nos concedeu.
Lição:
Deus deu a cada um de nós uma função ou responsabilidade dentro do corpo de Cristo e, juntamente com isso, uma determinada medida de fé para realizá-la. Diante disso, não podemos pensar nem além nem aquém daquilo que Ele nos concedeu.
A realidade do que somos dentro do corpo de Cristo é exatamente aquela que Deus determinou.
Precisamos usar sensatez, equilíbrio e moderação e, de forma racional, reconhecer essa realidade.
A medida da fé que Deus nos deu no corpo de Cristo é um elemento importantíssimo para pensarmos sobre nós mesmos com sensatez. No entanto, há outro elemento igualmente importante: a função na igreja.
O função na igreja (4-5).
4 Porque assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, 5 assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros, 
Para ajudá-los a pensar com sensatez sobre si mesmos, Paulo mostra que a igreja de Cristo é como um corpo humano que, embora seja um só, possui muitos membros, e cada um deles tem a sua função. Ou seja, cada crente tem um papel dentro do corpo de Cristo. Saber disso os ajudaria a pensar sensatamente sobre si.
O corpo humano é uma boa ilustração para o corpo de Cristo — a igreja.
Essa ilustração já foi usada por Paulo em outros momentos (1Coríntios 12.12–27; Efésios 4.15–16).
Ela é muito apropriada porque mostra a diversidade na unidade, como também apresenta a igreja como um organismo vivo e, ao mesmo tempo, uma organização.
Isso é visto nas expressões: “num só corpo”, “muitos membros”, “nem todos os membros têm a mesma função”, “somos um só corpo em Cristo”, “membros uns dos outros”.
No corpo de Cristo, nem todos têm a mesma função.
Porque assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros,
Cada crente tem sua função dentro da igreja. Isso significa que ninguém deve querer ou buscar exercer uma função que não seja a sua. Lembre-se: essa função foi dada por Deus; não somos nós que a escolhemos.
Lição:
Não devemos querer exercer uma função que não é nossa — salvo se não houver quem a exerça.
No corpo de Cristo, há unidade e diversidade.
Essa unidade e diversidade existem por causa do Deus Triúno (1Coríntios 12.4–6). Elas são causadas pelo Espírito Santo (1Coríntios 12.13).
Cada um de nós tem uma função dentro do corpo de Cristo, e essa função evidencia nossa dependência do corpo e nossa necessidade de cooperação. Tendo isso em mente, seremos ajudados a pensar sobre nós mesmos com sensatez.
Para pensarmos sobre nós mesmos com sensatez, precisamos entender a medida da fé que Deus nos deu e saber qual é a função que exercemos dentro do corpo de Cristo. Por fim, há um terceiro elemento importantíssimo: o dom de Deus.
O dom de Deus (6-8).
6 tendo, porém, diferentes dons segundo a graça que nos foi dada: se profecia, seja segundo a proporção da fé; 7 se ministério, dediquemo-nos ao ministério; ou o que ensina esmere-se no fazê-lo; 8 ou o que exorta faça-o com dedicação; o que contribui, com liberalidade; o que preside, com diligência; quem exerce misericórdia, com alegria.
Paulo, agora, leva-os a compreender a diversidade de dons que Deus deu aos crentes e procura mostrar-lhes que cada um deve exercer o seu dom. A compreensão disso seria de suma importância para que pensassem sensatamente sobre si mesmos.
Ele lista esses dons com o propósito de exortar cada crente a usar o próprio dom de forma diligente e fiel, para fortalecer a unidade do corpo e contribuir para seu crescimento. Isso nos mostra como Deus, em Sua graça, distribuiu diferentes dons ao Seu povo a fim de edificar a unidade por meio da diversidade.
Os dons são diferentes.
tendo, porém, diferentes dons
Essa variedade de dons é concedida pelo Espírito Santo a cada crente (1Coríntios 12.7–11).
Se os dons são diferentes, então cada crente tem um dom e, por isso, não devemos buscar exercer o dom de outra pessoa.
Os dons são conforme a graça de Deus.
dons segundo a graça que nos foi dada:
Deus concede o dom conforme Lhe agrada — isso é feito pelo Espírito Santo:
Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as, como lhe apraz, a cada um, individualmente.” (1Coríntios 12.11)
Lição:
Não estar satisfeito com o próprio dom é praticamente dizer que Deus errou ao concedê-lo, além de desprezar aquilo que Ele nos deu.
Cada um deve exercer o seu dom.
tendo, porém, diferentes dons segundo a graça que nos foi dada: se profecia, seja segundo a proporção da fé; se ministério, dediquemo-nos ao ministério; ou o que ensina esmere-se no fazê-lo; ou o que exorta faça-o com dedicação; o que contribui, com liberalidade; o que preside, com diligência; quem exerce misericórdia, com alegria.
Esses versículos poderiam ser traduzidos assim: “E, tendo diferentes dons, segundo a dádiva que nos foi dada: se é profecia, que [profetize] segundo a proporção da fé; se é serviço, que [sirva] no serviço; o que ensina, com ensino; o que encoraja, com encorajamento; o que compartilha, que [faça isso] com generosidade; o que lidera, que [lidere] com máximo esforço; o que mostra misericórdia, que [o faça] com alegria.”
Paulo não apresenta uma lista extensa de dons, mas cita alguns para mostrar como Deus age por meio da diversidade em favor da unidade.
Basicamente, ele está dizendo que, se o dom de alguém é X, essa pessoa deve exercê-lo na forma e no contexto adequados ao seu dom — isto é, agir de acordo com aquilo que recebeu de Deus.
Exemplo:
Se o seu dom é cantar, use-o com e no louvor.
Lição:
Eu devo usar o meu dom, não o dos outros.
Saber e aceitar o dom que Deus nos deu é extremamente importante para pensarmos sensatamente sobre nós mesmos. É essencial entendermos a medida da fé que Ele nos concedeu, sabermos que cada um de nós tem uma função no corpo de Cristo e aceitarmos o dom que nos foi dado graciosamente pelo Espírito de Deus.
Conclusão:
Ter essas verdades em mente é de suma importância quando formos pensar a respeito de nós mesmos. Isso nos ajudará a não termos uma visão elevada nem rebaixada de nós mesmos e nem em relação aos outros, bem como a não desejarmos a função ou os dons alheios. Assim, teremos uma visão lúcida, equilibrada e realista de nós mesmos. Reconheceremos a importância de cada membro dentro do corpo de Cristo e valorizaremos todos os dons.
Aplicação:
Nunca teremos uma visão correta sobre nós mesmos se não for à luz da graça de Deus. Saiba qual é a medida de fé que Deus lhe deu. Exerça a função que o Senhor lhe confiou. Aceite e use fielmente o dom que o Espírito de Deus lhe concedeu. Não queira ser aquilo que você não é no corpo de Cristo; deseje ser aquilo que Deus o conduziu a ser.
Se não soubermos a medida da fé que Deus nos deu, a função que o Senhor nos entregou e o dom que o Espírito Santo nos concedeu, não pensaremos sobre nós mesmos com sensatez. Só pensaremos com sensatez sobre nós quando entendermos a medida da fé que Deus nos deu, a função que o Senhor nos deu e o dom que o Espírito Santo nos concedeu. É por falta desse entendimento que há crentes nas igrejas que são um problema sem fazer nada ou que causam problemas querendo fazer o que não é para fazer. Alguém que tem uma visão errada sobre si causará problemas dentro da igreja e fora dela.
É por isso que precisamos pensar sensatamente sobre nós mesmos.
3 Porque, por meio da dádiva que me foi dada, digo a cada um dentre vós: não pense de si mesmo além do que é necessário pensar, pelo contrário, pense cada um com sensatez, segundo a medida da fé que Deus repartiu. 4 Pois, assim como, em um corpo, têm muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, 5 assim também somos muitos [membros] em um só corpo em Cristo, e, desse corpo, [somos] membros uns dos outros. 6 E tendo diferentes dons segundo a dádiva que nos foi dada: se é profecia, [que faça] segundo a proporção da fé; 7 se é serviço, [que faça] com o serviço; ou o que é ensinar, [que faça] com o ensino; 8 ou o que é encorajar, [que faça] com o encorajamento; o que é compartilhar, [que faça] com generosidade; o que é liderar, [que faça] com máximo esforço; o que é mostrar misericórdia, [que faça] com alegria.
3 Porque, por meio da dádiva que me foi dada, digo a cada um dentre vós: não pense de si mesmo além do que é necessário pensar; pelo contrário, pense com sensatez, com base no fato que Deus repartiu a medida da fé a cada um. 4 Pois, assim como, em um corpo, há muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, 5 assim também nós, embora muitos, somos um só corpo em Cristo e, desse corpo, somos membros uns dos outros. 6 E, tendo diferentes dons, segundo a dádiva que nos foi dada: se é profecia, que [profetize] segundo a proporção da fé; 7 se é serviço, que [sirva] no serviço; o que ensina, com ensino; 8 o que encoraja, com encorajamento; o que compartilha, que [faça isso] com generosidade; o que lidera, que [lidere] com máximo esforço; o que mostra misericórdia, que [o faça] com alegria.
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