TUDO COOPERA PARA NOSSO BEM
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TUDO COOPERA PARA NOSSO BEM
TUDO COOPERA PARA NOSSO BEM
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
28 Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.
Paulo aqui trás uma vasta experiência de ver como Deus o tratou e como tratou seus servos ao longa da história
Tudo coopera para o bem daqueles que amam (porque Ele amou primeiro)
Tudo aqui é que todas em extensão, inicio ao fim, está cooperando para algo maior que nós mesmo
Porém, ao ler PARA O BEM, precisamos discernir que bem estamos tratando. O que achamos que é o bem ou o bem que Deus decretou? Aqui é SEGUNDO O SEU PROPÓSITO
Precisamos pensar neste bem segundo o propósito de Deus
A história de Jó é uma rica lição sobre nossa humildade e a ação de Deus em nossas vidas
1 Então Jó respondeu ao Senhor e disse: 2 “Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado. 3 Tu perguntaste: ‘Quem é este que, sem conhecimento, encobre os meus planos?’ Na verdade, falei do que eu não entendia, coisas que são maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia. 4 Disseste: ‘Escute, porque eu vou falar; farei perguntas, e você me responderá.’ 5 Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem. 6 Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza.”
ORAÇÃO:
Pai revele sua soberania em nossas lutas,
Aprende que nenhum dos seus planos podem ser frustrado, Apesar do nosso conhecimento limitado, possamos receber a resposta correta diante do sofrimento e que isso gere arrependimento humilde e confiança absoluta.
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
A HISTÓRIA DE JÓ FALA DE QUANDO A VIDA DESMORONA, E A VIDA CRISTÃ É TESTADA
A HISTÓRIA DE JÓ FALA DE QUANDO A VIDA DESMORONA, E A VIDA CRISTÃ É TESTADA
Jó é apresentado no início do livro como íntegro, reto, temente ao Senhor.
O diabo o acusa de ser assim porque tudo está bem na vida dele. SERÁ QUE ISSO NÃO NOS LEMBRA - Quantos amam a Deus só quando tudo vai bem?
Ele perde tudo:
– perde os bens (falência);
– perde os filhos (tragédia familiar);
– perde a saúde (sofrimento físico excruciante);
– perde a reputação (suspeita de pecado mortal);
– perde o apoio dos amigos (acusação religiosa cruel).
Seus amigos tentam encaixar o sofrimento numa lógica simples, moralista e mecânica:
“Se sofre, é porque....”
Jó não blasfema — mas questiona. Ele deseja respostas.
Ele chega a desejar a morte.
Ele protesta sua inocência, mas também julga a Deus pela sua dor.
Deus não responde a dor de Jó explicando “o porquê”.
Ele responde revelando Quem Ele é. (caps. 38–41)
Nos caps. 40.3–5, Jó se cala — mas ainda não se arrepende.
Ele está silenciado, mas não transformado.
Jó 40.3-5
Então Jó respondeu ao Senhor e disse:
“Sou indigno. Que te responderia eu?
Ponho a mão sobre a minha boca.
Uma vez falei, e não direi mais nada;
aliás, duas vezes, porém não prosseguirei.”
Deus então apresenta Beemote e Leviatã — imagens daquilo que nenhum ser humano controla: morte, caos, poder destruidor, orgulho, o mal personificado.
Mas Deus governa tudo.
Só então Jó ora (42.1–6).
Essa oração é o resultado de alguem que passa da superficialidade para a profundidade do relacionamento com Deus.
Conexão com Romanos 8.28:
“Todas as coisas cooperam para o bem…” – não o “bem” como conforto, mas o bem definido por Deus, que é nos conformar à imagem de Cristo.
Assim como Jó, muitas vezes vemos o sofrimento sem entender — mas Deus está operando um bem que não enxergamos.
TRANSIÇÃO PARA OS PONTOS
TRANSIÇÃO PARA OS PONTOS
No texto de Jó 42.1–6, vemos três movimentos que mostram a transformação de Jó — e devem transformar a nós.
1. JÓ RECONHECE A SOBERANIA DE DEUS (42.1–2)
1. JÓ RECONHECE A SOBERANIA DE DEUS (42.1–2)
1 Então Jó respondeu ao Senhor e disse: 2 “Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado.
A primeira resposta é BEM SEI, indicando que, ele toma plena consciência sobre a realidade, como se antes, ele fosse cego e agora pudesse ver como uma clareza surpreendente
Ele tem clareza que DEUS TUDO PODE, não ha nada que seja impossível para Deus, nenhuma circunstância em que Deus diga: NÃO POSSO fazer nada quando a isso!
Então ele fecha dizendo: QUE NENHUM PLANO PODE SER FRUSTRADO
A ideia é: nada pode ser bloqueado, interrompido, segurado ou detido.
Ou seja, Jó está dizendo:
“Não existe força no universo que possa interromper o que Deus decidiu fazer.”
A soberania de Deus não é apenas uma doutrina — é um abrigo no sofrimento.
Quando Jó entende que Deus que governa o undo, tem poder sobre Beemote e Leviatã, que governa também cada detalhe de sua vida, ele finalmente descansa.
Aplicação:
Aplicação:
Quando a dor, o sofrimento, a ansiedade ou os fracassos chegam, não vemos a mão de Deus — mas ela nunca deixou de agir.
Nossos “projetos e planos” podem ser frustrados, mas os planos de Deus jamais.
A cura do coração começa quando paramos de medir Deus pelo que sentimos e começamos a descansar no que Ele revelou.
2. JÓ RECONHECE SUA NECESSIDADE DE APRENDER (42.3–4)
2. JÓ RECONHECE SUA NECESSIDADE DE APRENDER (42.3–4)
3 Tu perguntaste: ‘Quem é este que, sem conhecimento, encobre os meus planos?’ Na verdade, falei do que eu não entendia, coisas que são maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia. 4 Disseste: ‘Escute, porque eu vou falar; farei perguntas, e você me responderá.’
A primeiro reconhecimento aqui é “Eu falei do que não entendia…
As coisas que eu não entendia são MARAVILHOSAS DEMAIS PARA MIM
Palavra ligada a obras grandiosas de Deus, atos incompreensíveis, grandes feitos do Senhor. Jó admite: “Eu tentei explicar o inexplicável.”
Deus perguntou a Jó: ‘Quem é este que, sem conhecimento, encobre os meus planos? Quem pode dizer a Deus que esse caminho sera o melhor para acontecer?
Isso mostra: ele entendeu que precisa ser instruído por Deus, não questionar Deus na posição de saber mais que Deus
verso 4 diz: Disseste: ‘Escute, porque eu vou falar; farei perguntas, e você me responderá.’” - Algumas traduções trazem E VOCÊ ME ENSINARÁ
A crise de Jó não era apenas emocional — era teológica.
Ele tinha uma visão pequena demais de Deus e grande demais de si mesmo.
Aplicação:
Aplicação:
O sofrimento nos ensina o que o conforto esconde: não sabemos nada sem Deus.
Deus não rejeita quem pergunta — mas confronta quem presume saber mais do que Ele.
A verdadeira sabedoria não é entender tudo, mas se deixar ensinar por Deus em tudo.
3. JÓ RECONHECE SEU PECADO (42.5–6)
3. JÓ RECONHECE SEU PECADO (42.5–6)
5 Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem. 6 Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza.”
A palavra CONHECER aqui, tem a ideia de relacionamento intimo;
E o complemente SÓ DE OUVIR, trás a ideia de apenas um rumor
Minha relação com Deus era apenas um rumor, algo não tão profundo, nem uma intimidade real
Jó, tinha uma vida religiosa, era alguém reto, que cumpria bem sua prática religiosa, mas ainda assim, seu conhecimento ainda não era tão profundo;
mas agora os meus olhos te veem ver aqui é entender é uma revelação clara sobre quem Deus é… Aquilo que foi revelado quando Deus falou...
E ao ter essa visão clara de Deus ele conclui no verso 6: Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza.”
Abominar é rejeitar, renunciar, desprezar.
– Jó está dizendo: “Eu rejeito a versão distorcida de mim mesmo que eu defendia.”
Qual atitude dele diante disso? “Arrependo-me” a palavra aqui é ligado a mudança profunda de mente e coração. Não é “desculpa”, é transformação.
A virada espiritual em Jó:
A virada espiritual em Jó:
✔ Ele não apenas ouve Deus.
✔ Ele vê Deus.
✔ Quando a visão de Deus muda, tudo no coração muda.
A revelação de Deus reorganiza toda a teologia do sofrimento de Jó.
O arrependimento é o fim de sua arrogância involuntária.
Ele para de tentar explicar Deus e passa a adorar Deus.
Aplicação:
Aplicação:
O arrependimento não é apenas trocar de comportamento — é trocar de lente.
Muitas vezes não entendemos o sofrimento porque estamos mais preocupados com nossa justiça do que com a glória de Deus.
A comunhão com Deus só é verdadeira quando reconhecemos: Ele é Deus. Eu sou pó.
CONCLUSÃO
CONCLUSÃO
A RESPOSTA CRISTÃ AO SOFRIMENTO
A RESPOSTA CRISTÃ AO SOFRIMENTO
Assim como Jó, quando Deus se revela:
Reconhecemos sua soberania absoluta — nada pode frustrar seus planos.
Admitimos nossa ignorância — precisamos ser ensinados por Ele.
Somos levados ao arrependimento — que restaura nossa comunhão com Ele.
(Romanos 8.28)
O “bem” que Deus faz todas as coisas cooperarem não é sempre conforto, mas conformidade com Cristo — e isso é infinitamente melhor.
Deus não nos deve explicações — mas nos dá revelação.
E quando Ele se revela, nossa dor encontra sentido, nossos olhos se abrem, e nosso coração descansa em sua soberania infalível.
Testemunho de David Brainerd
Infancia com a morte do Pai (9 anos)e de sua Mãe (14 anos)
A depressão e melancolia que conviveu durante sau vida
A ida a Universidade de Yale com 22 anos (enfermidades e expulsão)
Ministério entre os indios
Conviveu com sua tuberculose crônica
Teve falta de amigos
Morreu aos 29 anos de idade na residência do Jonathan Edwards
Foi usado por Deus na vida dos indios, em inspirar outros homens e na criaçao de faculdade
