Pecado para a morte

Pecado para a morte  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
0 ratings
· 6 views
Notes
Transcript
1João 5.16–21 BEARC
Se alguém vir seu irmão cometer pecado que não é para morte, orará, e Deus dará a vida àqueles que não pecarem para morte. Há pecado para morte,e por esse não digo que ore. Toda iniqüidade é pecado, e há pecado que não é para morte. Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca;mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo,e o maligno não lhe toca. Sabemos que somos de Deus e que todo o mundo está no maligno. E sabemos que o Filho de Deus é vindoe nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna. Filhinhos, guardai-vos dos ídolos.Amém!
——————————————————————
Nos Devemos orar por todos os Santos Efésios 6:18-20
Porem o texto diz: Se alguém vir seu irmão cometer pecado que não é para morte, orará, e Deus dará a vida àqueles que não pecarem para morte. Há pecado para morte,e por esse não digo que ore.
A fé Cristã é toda baseada em oração e intercessão , entao; Por que esse versiculo da uma ordem para fazer exatamente o contrario ? R: Nem todo o pecado é tratado da mesma forma
a) Aprendemos que pecado é pecado e não tem tamanho... mas não é bem assim R: O texto diz que a pecado que nem devemos orar.

O Pecado que Leva à Morte: A Oração que Não Devemos Fazer

1 João 5:16-17

Na carta de 1 João, o apóstolo aborda a questão do pecado, destacando que há um pecado que é para a morte, no qual não devemos orar. Isso nos leva a refletir sobre a gravidade do pecado e o nosso papel como intercessores.
Este sermão nos ensina a discernir entre os pecados que podemos levar ao Senhor em oração e aqueles que constituem uma rejeição deliberada de Deus. Ele nos chama a examinar nossas próprias vidas e a oferecer um caminho de arrependimento e restauração para aqueles que estão em pecado, mas que ainda não se afastaram totalmente de Deus.
O ensino central aqui é a necessidade de discernimento espiritual em nossas orações e intercessões. Não devemos permitir que o zelo por interceder nos cegue para a gravidade de alguns pecados que afastam as pessoas de Deus de maneira definitiva.
Cristo é a resposta para todo pecado. Embora haja um pecado que leva à morte, Jesus morreu por todos os nossos pecados e é nosso advogado junto ao Pai. Ele nos dá a capacidade de discernir e nos chama a orar pela restauração, oferecendo a graça necessária para que aqueles que estão em erro possam retornar a Ele.
Devemos ser intencionais em nossas orações, evitando interceder por aqueles que estão em um estado de rebeldia contra Deus e, em vez disso, trabalhar para trazer conscientização e arrependimento a tais pecados.
Ao preparar este sermão, considere investigar sobre a natureza do pecado e suas consequências em 1 João 5:16-17 usando recursos na Logos. Explore as dificuldades exegéticas relacionadas ao conceito de 'pecado para a morte' e analise como este texto se relaciona com outras passagens que falam sobre sinônimo e força da oração intercetora, assim como a relação entre práticas de oração e o estado espiritual dos indivíduos.

1. Direcionamento na Intercessão

1 João 5:16
Você poderia começar destacando a necessidade de Direcionamento, apontando que há momentos em que não devemos orar por certas situações, especialmente quando se trata de rebelde resistência a Deus. É importante discernir quando alguém escolheu deliberadamente se afastar de Deus. Reflita sobre a importância de ser guiado pelo Espírito no que toca às nossas intercessões, permitindo que a sabedoria divina nos oriente sobre quando e como interceder eficazmente por outros a fim de promover seu arrependimento e restauração.

2. Discernimento para Interceder

1 João 5:17
Talvez você possa abordar o tema do Discernimento espiritual necessário ao compreender a diferença entre pecados que não levam à morte e aqueles que reconhecidamente afastam alguém de Deus. Ao realizar essa distinção, refletir sobre como Jesus, em sua obra redentora, nos capacita a reconhecer essas diferenças e a interceder apropriadamente. A tarefa de um intercessor é vital para trazer luz espiritual aos que caminham na sombra do pecado, mas sem cair na condenação.

A Responsabilidade de Nossas Oração: Quando Orar e Quando Não Orar

1 João 5:16-17

A passagem de 1 João nos desafia a compreender a delicada natureza da oração, especialmente quando se refere a pecados que comprometem nossa comunhão com Deus. O apóstolo João faz uma distinção clara entre os pecados que não levam à morte e aqueles que representam uma ruptura intencional e deliberada com a graça divina, sugerindo que nossas orações devem ser guiadas pela compreensão da vontade de Deus.
Este sermão pode nos ajudar a identificar os momentos em que, como cristãos, devemos ser cuidadosos sobre como intercedemos por aqueles que persistem em rebeldia. Aprendemos que a verdadeira intercessão envolve responsabilidade e discernimento, levando-nos a fazer orações mais alinhadas com o coração de Deus, além de confiar que somente Ele pode tocar o coração daquelas pessoas que estão distantes.
Este ensino irá sublinhar a importância da serenidade e da sabedoria divina na prática da intercessão. Não devemos orar superficialmente, mas sim buscar entender a condição espiritual da pessoa e a gravidade de sua situação frente a Deus. A oração deve ser uma ferramenta para a restauração, ou um meio de refletir a seriedade do estado de um coração que rejeita o Senhor.
Cristo é a essência da nossa comunicação com Deus. Ele nos ensina, através de sua própria vida de oração, sobre a importância de um relacionamento genuíno com o Pai. Na intercessão, meio pelo qual Jesus atua, somos lembrados de que ele como nosso Advogado nos leva diante de Deus, mesmo quando pecamos, mas também nos alerta sobre a seriedade de persistir em caminhos de iniquidade.
A oração deve ser uma prática cheia de discernimento, que nos leva a identificar quando devemos orar e quando devemos chamar à responsabilidade aqueles que estão se afastando de Deus. A intercessão não é uma licença para ignorar a sério do pecado, mas sim uma convocação à ação, oração e cuidado espiritual.
Recomendo que você explore a interconexão entre a oração e a responsabilidade moral em 1 João 5:16-17 utilizando a biblioteca Logos. Investigue questões exegéticas que surgem ao tentar definir o que constitui um 'pecado para a morte', e considere um estudo mais profundo sobre a natureza da oração efetiva em Romanos 8:26-27, que pode oferecer uma base bíblica sólida para a intercessão madura.

1. Discernimento Delicado

1 João 5:16
Talvez você comece reconhecendo a diferença entre pecados para a morte e aqueles que não o são. A passagem evidencia que devemos estar atentos à situação espiritual das pessoas ao nosso redor e aprender a usar nossa intercessão com sabedoria. Orar por aqueles que não cometeram pecado para a morte pode ser um meio de restauração. Você poderia encorajar a congregação a refletir sobre a condição espiritual dos outros antes de interceder por eles.

2. Seriedade do Pecado

1 João 5:17
Você poderia explorar a seriedade do pecado no contexto da comunidade cristã. Apesar de todos os pecados serem uma iniquidade, nem todos conduzem à morte. Isso nos leva a uma compreensão mais profunda da gravidade de viver separado de Deus. Este ponto sugere que a oração não substitui a responsabilidade moral e deve sempre buscar o arrependimento e retorno a Deus daqueles que se afastaram.

Intercessão e a Compreensão do Pecado

1 João 5:16-17

A passagem de 1 João nos alerta sobre a natureza do pecado e a influência que ele tem em nossas vidas. O autor enfatiza que nem todos os pecados têm as mesmas consequências; alguns podem nos levar a um estado de morte espiritual, enquanto outros não. Isso é crucial para entendermos a nossa abordagem à oração e intercessão por aqueles que estão em pecado.
Este sermão permitirá que os cristãos avaliem suas práticas de oração, desafiando-os a se perguntar: estou intercedendo de maneira eficaz e apropriada? É um convite para refletir sobre aqueles que estão em situações de pecado profundo e a necessidade de orações específicas que busquem a restauração, ao invés de tratar a oração como uma abordagem genérica e descomprometida.
Ensinar sobre a importância de compreender as variáveis em jogo quando se trata de pecado e oração. Não devemos ignorar a gravidade do pecado deliberado, e isso nos leva a ser mais estratégicos e sábios em nossas orações por aqueles que estão distantes. A intercessão requer discernimento e uma percepção clara do que significa estar em comunhão com Deus.
Cristo, como o mediador entre Deus e o homem, nos exemplo o que significa interceder. Ele nos mostra que a verdadeira intercessão não ignora gravidade e nuance, mas busca sempre a restauração de coração. Sua obra na cruz efetivamente lida com o pecado, possibilitando que nós e outros tenhamos acesso ao arrependimento e à reconciliação.
A intercessão deve ser intencional e informada, buscando a genuína restauração daquelas vidas que estão afastadas de Deus, ao invés de uma abordagem simplista que não leva em conta a seriedade do estado espiritual em que se encontram.
Investigue a consciência bíblica sobre o pecado em 1 João 5:16-17, destacando os diferentes tipos de pecado e suas consequências. Use a biblioteca Logos para explorar comentários que tragam uma visão mais profunda sobre a diferença entre intercessão e oração comum, e como isso se aplica à dinâmica entre fé e santidade na vida cristã. Considere também a linguagem grega em relação a 'morte', que pode enriquecer sua compreensão contextual e exegética.

1. Discernimento na Intercessão

1 João 5:16
Você poderia começar reconhecendo a chamada para discernimento ao orar pelos outros. Esta passagem aponta para a necessidade de entender que nem todo pecado resulta em morte espiritual definitiva. É importante considerar a intercessão como um compromisso sério e direcionado, onde o foco é a restauração e não apenas uma repetição mecânica de súplicas. Reflexão e empatia são essenciais ao interceder por alguém, assim como Cristo intercede estrategicamente por nós diante do Pai. Medite sobre como seu foco nas orações pode ser mais profundo e eficaz.

2. Dependência na Redenção

1 João 5:17
Talvez reflita sobre a realidade de que, embora todo pecado seja injustiça, Deus oferece graça. Não devemos temer interceder por aqueles em pecado, mas devemos também compreender a seriedade de nossa abordagem. O ensinamento é que, através de Cristo, mesmo aqueles em uma situação de pecado 'não para a morte' têm a esperança de redenção. Enquanto oramos, devemos estar cientes de nossa dependência de Cristo e Sua obra redentora, garantindo que nossas intercessões nunca negligenciem a profundidade do que está em jogo espiritualmente.
Related Media
See more
Related Sermons
See more
Earn an accredited degree from Redemption Seminary with Logos.