QUEM É JESUS?
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INTRODUÇÃO:
INTRODUÇÃO:
Quem é Jesus para você? Parece uma pergunta simplista, não é verdade? Porém, ainda hoje muitas pessoas não conhecem Jesus ou julgam conhecê-lo. As opiniões sobre Jesus são divergentes. Hoje em pleno século 21, a pessoa de Jesus ainda causa muito debate. A National Geographic publicou “Em busca do Jesus real”. A edição de dezembro de 2017 traz uma reportagem com esse título, em que arqueólogos investigam os vestígios históricos na Terra Santa para tentar separar “fatos e ficção” sobre Jesus.
Em 2009, a ISTOÉ publicou “A Face Humana de Jesus” — umas “14 perguntas sobre Jesus e a Bíblia” que visam debater os mistérios da vida dele: em que época os Evangelhos foram escritos, quem eram seus supostos irmãos, como seria sua aparência física, se ele trabalhou, se teve relacionamentos.
Em 2024, a ISTOÉ também noticiou a descoberta — por um brasileiro e um húngaro — de um fragmento de papiro de cerca de 1.600 anos, que seria a mais antiga cópia conhecida de um texto chamado “Evangelho da Infância de Jesus”. A publicada em 2016, essa reportagem aborda textos apócrifos (não aceitos oficialmente pelo cânone bíblico) que narram episódios da infância de Jesus — com eventos extraordinários, milagres e situações curiosas.
A pergunta continua: Quem é Jesus para nos? Uma mera personagem da história, o Jesus histórico?
I. CONFUSÃO SOBRE A PESSOA DE JESUS ( 25- 27).
I. CONFUSÃO SOBRE A PESSOA DE JESUS ( 25- 27).
A pergunta continua: Quem é Jesus para nos? Uma mera personagem da história, o Jesus histórico? Um mero homem de Nazaré? Um revolucionário? Um sábio? Um impostor, mais um profeta ? Alguns habitantes de Jerusalém reconhecem Jesus e se surpreendem ao vê-lo ensinando abertamente, já que sabiam que os líderes judeus procuravam matá-lo, sabiam que havia uma trama contra Jesus, porém Jesus continuava na festa dos Tabernáculos como se nada tivesse acontecwnso, que causa admiração. Eles dizem: “Porventura não é este aquele a quem procuram matar?” (v.25) A perplexidade cresce porque Jesus fala publicamente e ninguém O detém. Isso levanta suspeitas: “Será que as autoridades reconheceram que Ele é o Cristo?” (v.26). Eles pensaram o seguinte, se eles os nossos líderes querem mata-lo ( Jo 5. 18), por que não prendem ele? Po que ele prega publicamente? Ai, eles lançam uma dúvida, será que eles, no fundo crem que ele é o Cristo, o prometido? Será que não ficaram realmente confencidos de que ele é o Cristo? A perplexidade cresce porque Jesus fala publicamente e ninguém O detém. Isso levanta suspeitas, e havia uma crise por causa dele ( 40- 44).
Aplicação: Quando o Evangelho não causa transformação, renovação e mudanças, ele pode causar confusão, como os inimigos da igreja disseram em Atos: “Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui” ( At 17.6).
Se os líderes estavam confusos, imagine o povo! O que demostra como a cegueira espiritual pode atingir o povo de Deus e sua liderança. Eram cegos guinado cegos! A multidão revela sua confusão mental: “Nós sabemos de onde Ele é; mas, quando o Cristo vier, ninguém saberá de onde Ele é.” (v.27). A resposta da multidão sobre as origens de Jesus revela mistura de tradição, opinião popular e expectativas erradas sobre a pessoa de Jesus. A opinião da multidão, do senso comum, revela dois equívocos. Eles sabiam apenas das origens humanas de Jesus, mas, não sabiam de sua origem divina ( Jo 1.1-5, 14). Eles apenas conheciam sua origem em Nazaré, sua mãe Maria e seu pai Adotivo José, seus irmãos, mas, não sabiam que ele era
O pão da vida” (João 6:35)
“ A luz do mundo” (João 8:12)
“ A porta” (João 10:9)
“O bom pastor” (João 10:11)
“ A ressurreição e a vida” (João 11:25)
“ O caminho, a verdade e a vida” (João 14:6)
“A videira verdadeira” (João 15:1
A multidão cometeu outro erra grasso, eles disseram que quando o Messias surgisse, ninguém saberia de onde ele é. Havia um mito entre os judeus, de que o Messias surgiria de forma anônima e misteriosa. Ninguém saberia de onde ele apareceria. Entretanto, aqui percebemos, como as pessoas faziam leituras fragmentadas das Escrituras. Outra possibiidade é que eles não queriam acreditar nas escrituras. A Biblia é clara ao afirmar que Jesus, o MEssias, o ungido Prometido viria de Belém ( v. 42). O profeta Miqueis foi claro em sua profecia: “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” ( Mq 5.2) .
A multidão estava cega, estavam diante do Messais e não reconehciam suas credenciais, estavam diante do Deus vivo e preferiram acreditar em suas tradições e lendas.
Quando nossas ideias sobre Deus não vêm da Palavra, mas de suposições culturais. Muitas vezes a dúvida sobre Cristo nasce não por falta de evidências, mas por excesso de vozes contrárias à verdade. “Aliás, frequentemente faz parte da astúcia de Satanás o surgimento de escândalos, os quais levam muitos a virar as costas para Cristo, mas ainda que a estrada fosse plana e lisa, cada pessoa inventaria um escândalo para si” (Calvino). é comum rejeitarmos aquilo que não queremos crer. Portanto, muitos crentes tem ideias e conceitos errados sobre verdades espirituais. Irmãos, podemos ter crenças fundamentais que norteiam nossas decisões, porém equivocadas, pressupostos comprometidos que fazerm que a gente enxerge a realdiade turva. Eu sou prifessor de cosmovisão e ao nos debaar com esse assunto, percebemos que nossas ideias e crenças fundamentais são como ocupos que nos ajudam a enxerar a realidade. E o que Deus espera que façamos, nós precisamos trocar a lentes para que nossa cosmovisão seja biblica e direcionada por Deus.
II. A REVELAÇÃO SOBRE A PESSOA DE JESUS ( 28- 29).
II. A REVELAÇÃO SOBRE A PESSOA DE JESUS ( 28- 29).
Jesus percebe a ignorância dos homens sobre sua pessoa. Ele sente isso no coração. é o que sentimos quando nos deparamos com a ignorancia das pessoas. É o que sinto, quando alguns de vocês não aceitam as verdades da Palvra. É o que eu senti quando parece que voc alguns de vocês são resistentes as verdades da Palavra de Deus. Os pastores da IPCA tem comentado que parece que o sermão não surte efeito em alguns. Jesus estava pregando no templo e senti isso e clama, usando uma ironia “Vós não somente me conheceis, mas também sabeis donde eu sou” ( Jo 7.28). Em outras palavras: “ vocês não sabem de onde eu vim , quem eu sou”.
Eles também não conheciam a Jesus, não conheciam sua missão, e não coneciam quem o enviou: e não vim porque eu, de mim mesmo, o quisesse, mas aquele que me enviou é verdadeiro, aquele a quem vós não conheceis (Jo 7.28) .
Jesus havia sido comissionado divinamente. Era o enviado do Pai, como é ensinado em diversas passagens do quarto Evangelho (Jo 5.30; 8.28; 12.49; 14.10). Além disso, as pessoas não deviam imaginar que aquele que o enviou é apenas um produto da imaginação, uma noção subjetiva; pelo contrário, ele é o Real, ele é o Verdadeiro, (ἀληθινός). Mas ele é aquele a quem as pessoas não conhecem (Jo 8.19,55), embora imaginem conhecê-lo muito bem.
A revelação de quem Jesus é é sobrenatural. Foi no caminho de Cessaria de Felipe, que Pedro teve uma revelação de quem é Jesus: “Indo Jesus para os lados de Cesareia de Filipe, perguntou a seus discípulos: Quem diz o povo ser o Filho do Homem? E eles responderam: Uns dizem: João Batista; outros: Elias; e outros: Jeremias ou algum dos profetas. 15 Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou? Respondendo Simão Pedro, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Então, Jesus lhe afirmou: Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai, que está nos céus” ( Mt 16.13–17). Por isso, Jesus orou dizendo: “Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar” Mt 11.27).
Eles sabiam de onde Jesus vinha geograficamente, mas não sabiam de onde Ele vinha espiritualmente.
Jesus revela:
Ele veio do Pai
Ele foi enviado
Ele conhece o Pai plenamente
Ou seja, Jesus afirma claramente sua origem divina.
A fé verdadeira não surge apenas do conhecimento sobre Jesus, mas do reconhecimento de que Ele é o Enviado do Pai. Cristo não é apenas um mestre moral, um profeta ou alguém iluminado — Ele é o Filho enviado por Deus para revelar o Pai. “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez”. ( Jo 1.1–4). Então se você sabe quem ele é, você é previlegiado, você é abençoado, voc/~e é feliz e realizado. Deus abençõu você com um conhecimento maravilhoo de quem é seu filho.
III. OS RESULTADOS DA REVELAÇÃO DA PESSOA DE JESUS ( 30, 31).
III. OS RESULTADOS DA REVELAÇÃO DA PESSOA DE JESUS ( 30, 31).
Aqui temos 2 reações à revelação a pessoa de Cristo. Uma negativa e outra positiva. Após o discurso de JEsus no templo, as pessoas reagiram negativamente. Invés de abraçar a mensagem do salvaode, as pessoas querem prende-lo, invz de adora-lo, querem matalo ( v.19), invez de ouvi-lo, querem calar-lhe. Deus então livra a Cristo das mãos de ímpios porque não é chagado a hora dele ir á cruz. A pergunta “de onde Jesus é?” parte de um pressuposto equivocado, porque as pessoas estão querendo sujeitar Jesus ao tempo, ao espaço e à matéria. Sabemos que espaço, tempo e matéria não podem existir separadamente. Porém, a Bíblia afirma que Jesus existia antes do tempo, da matéria e do espaço.
Diz a Bíblia: “No princípio”, ou seja, no tempo, Deus criou os céus — isto é, o espaço — e a terra — isto é, a matéria. Mas foi Cristo, a Palavra criadora do Pai, quem fez todas essas coisas:
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio com Deus.
Todas as coisas foram feitas por intermédio dele e, sem ele, nada do que foi feito se fez.”
(Jo 1.1–3)
“Reconhecendo o Cristo em Meio à Confusão”
“Reconhecendo o Cristo em Meio à Confusão”
João 7.25–31
O evangelho de João nos conduz ao cenário da Festa dos Tabernáculos, em Jerusalém. A cidade está cheia, o ambiente é religioso, mas também carregado de tensões. As autoridades querem prender Jesus, o povo está dividido e rumores se espalham por todos os lados. É nesse contexto que muitos começam a se perguntar: “Quem é, de fato, este homem?”
O texto nos apresenta três movimentos importantes para entender como as pessoas reagiram à revelação de Cristo — e como nós também podemos nos posicionar diante dele.
1. A Confusão Sobre Jesus (vv. 25–27)
1. A Confusão Sobre Jesus (vv. 25–27)
Alguns habitantes de Jerusalém reconhecem Jesus e se surpreendem ao vê-lo ensinando abertamente, já que sabiam que os líderes judeus procuravam matá-lo.
Eles dizem:
“Porventura não é este aquele a quem procuram matar?” (v.25)
A perplexidade cresce porque Jesus fala publicamente e ninguém O detém. Isso levanta suspeitas:
“Será que as autoridades reconheceram que Ele é o Cristo?” (v.26)
Mas logo surge a dúvida típica da religiosidade humana:
“Nós sabemos de onde Ele é; mas, quando o Cristo vier, ninguém saberá de onde Ele é.” (v.27)
A confusão surge porque o povo mistura tradição, opinião popular e expectativas erradas.
Perigo atual: quando nossas ideias sobre Deus não vêm da Palavra, mas de suposições culturais.
Lição: Muitas vezes a dúvida sobre Cristo nasce não por falta de evidências, mas por excesso de vozes contrárias à verdade.
2. A Revelação de Jesus (vv. 28–29)
2. A Revelação de Jesus (vv. 28–29)
Jesus então clama em alta voz no templo. Ele expõe a raiz do erro deles:
“Vocês pensam que me conhecem… mas não conhecem Aquele que me enviou.”
Eles sabiam de onde Jesus vinha geograficamente, mas não sabiam de onde Ele vinha espiritualmente.
Jesus revela:
Ele veio do Pai
Ele foi enviado
Ele conhece o Pai plenamente
Ou seja, Jesus afirma claramente sua origem divina.
A fé verdadeira não surge apenas do conhecimento sobre Jesus, mas do reconhecimento de que Ele é o Enviado do Pai.
Lição: Cristo não é apenas um mestre moral, um profeta ou alguém iluminado — Ele é o Filho enviado por Deus para revelar o Pai.
2. O RESULTADO DA REVELAÇÃO DE CRISTO.
Após Jesus revelar quem ele era, os líderes religiosos e as pessoas reagem de 2 formas: negativamente e aparentemente positivamente. Invez de abraçar a mensagem de Cristo, eles desejam prende-lo , invez de aceitar o evangelho, querem matar o salvador ( v. 19). A ideia do texto ( v. 19) é que estavam ansiosos para prender a Cristo. Então Deus faz um milagre. razão mais profunda para o fracasso em capturar Jesus neste momento, porém, é declarada em palavras com um tom familiar ao quarto Evangelho: mas ninguém lhe pôs a mão porque sua hora ainda não tinha chegado. Embora cercado de perigos – a ira dos moradores de Jerusalém, o poder e o desejo hostis dos líderes, na verdade Jesus estava livre de todo perigo, pois não era a vontade de Deus que ele morresse naquele momento.
O Segundo grupo havia aparentemente se convertido, entretanto, criam nele. Isso não indica necessariamente uma fé viva e verdadeira, contudo. Eles provavelmente estavam dispostos a aceitar Jesus como o Messias político de seus sonhos. Baseavam sua atitude nos milagres que tinham visto ou sobre os quais tinham ouvido relatos entusiasmados ( Jo 2. 31). Já vimos que muitos seguiram aCristo por milagres e pões e não porque ele era o Salvador deles. À luz do que Jesus tinha feito durante todo esse tempo, estavam dispostos a aceitá-lo como este tipo de Messias. E diziam: “Quando o Cristo vier, ele certamente não fará mais sinais do que este homem tem feito, fará?” ( v. 31).
Aplicação: Nós também corremos o risco de irmos a Jesus simplismente interessados no que ele pode fazer por nós, nas crises, oramos mais em busca de um milagre e de uma cura, até cremos que ele pode nos curar, como de fato cremos que pode. Mas, não é o suficiente! a maioria das pessoas que conehcemos, querem um Jesus curador, amigão, um salvador dos problemas, algém que expulsa o mal de suas vidas, alguém para abençoar a empresa e os negócios e não um salvodor pessoa e um Senhor para suas almas.
Conclusão:
