A Prisão de Jesus
Evangelho de Lucas • Sermon • Submitted • Presented
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Lucas 22.47-53
O sermão de domingo passado se concentrou nas provações e tentações que os discípulos de Jesus enfrentaram, especialmente Pedro, que seria "peneirado" por Satanás. O texto central foi Lucas 22.31-46, e o sermão destacou a importância de entender as astúcias de Satanás, sem subestimá-lo, mas sem também exagerar no temor, como C.S. Lewis escreveu em Cartas de um Diabo ao seu Aprendiz.
O sermão começou com a exortação para que os cristãos reconheçam os ardis do diabo, como ensina a Bíblia em Efésios 6.10-12 e 1 Pedro 5.8-9. Jesus, ao falar com Simão Pedro, lembrou-lhe que sua fé seria testada, mas que Ele, Jesus, intercederia por ele. O foco recaiu sobre a autoconfiança de Pedro, que se viu imune ao fracasso, dizendo estar pronto até para a morte, mas não compreendendo que a verdadeira grandeza no Reino dos Céus está no serviço e humildade, não na autossuficiência.
Em seguida, Jesus enfatizou a mudança no momento crítico, instruindo os discípulos a se prepararem para tempos difíceis. O sermão abordou a polêmica passagem sobre a espada, destacando que, embora alguns comentadores vejam uma interpretação figurada, o próprio ato de Pedro sacar a espada indica que há um nível de literalidade a ser considerado.
Finalmente, Jesus no Jardim, no Getsêmani!
A agonia de Jesus no jardim, sua oração a ponto de transpirar sangue contém elementos que os mais sábios expositores tiveram dificuldade de explicar. Ninguém jamais passou pelo que Jesus experimentou no Getsêmani.
Tiremos lições do tipo: temos que orar, em meio as dores e sofrimentos, em meios aos imensos desafios, temos que orar. Mas, uma das mais grandiosas lições está na obediência de Jesus, pois ele conhece o começo o meio e o fim de tudo o que está para enfrentar, e obedeceu até o fim.
O Getsêmani carrega os primeiros elementos do sacrifício perfeito, e o jardim da aflição nos dá compreensão do tamanho do sofrimento que está para vir.
Depois da luta espiritual travada no Getsêmani, Jesus é traído por Judas Iscariotes, preso pela turba e levado à casa do sumo sacerdote pelos capitães do templo. Ali, no pátio da casa do sumo sacerdote, Pedro nega Jesus três vezes. Lucas inverte o relato das agressões físicas e morais sofridas por Jesus, colocando-as antes do interrogatório, e não depois, como fazem os outros evangelistas. No outro dia, ao amanhecer, Jesus é levado ao sinédrio pleno, onde é interrogado e sentenciado à morte e imediatamente levado a Pilatos.
- David Neale é oportuno quando diz que os eventos da ocasião da prisão de Jesus são uma jornada do mundo particular para o mundo público.
- A narrativa começa na intimidade do cenáculo, onde ele prediz sua traição (22.14–23).
- A cena avança para a sua captura no monte das Oliveiras com uma multidão (22.47).
- O cenário faz a transição para a casa do sumo sacerdote (22.54), onde há uma reunião particular de Jesus com os anciãos, os principais sacerdotes e escribas (22.66).
- Dali conduzem Jesus ao sinédrio, onde ele foi interrogado (22.66) e considerado culpado de blasfêmia (22.71).
- Depois, virá a audiência pública com Pilatos (23.4) e Herodes (22.8).
- A ação contra Jesus torna-se completamente pública na assembleia de Pilatos com os principais sacerdotes e as autoridades do povo (23.13).
- Ali, a cena passa para as deliberações mais judiciais das sessões privadas paras as cenas dominadas pelas multidões enfurecidas, que pressionaram até que Jesus fosse sentenciado à morte, e morte de cruz (23.13–25).[1]
Observação sobre o texto que lemos: O relato que Lucas dá a respeito da detenção de Jesus é mais curto que o dos demais evangelistas; mesmo assim, inclui matéria exclusiva, como a pergunta dos discípulos (22.49), a cura da orelha de Malco (22.51) e a referência ao poder das trevas (22.53). Várias pessoas fizeram parte da trágica cena da prisão de Jesus no Getsêmani. Buscaremos neste sermão analisar a participação de cada uma delas para o nosso ensino.[2]
v.47 – “Falava ele ainda, quando chegou uma multidão; e um dos doze, o chamado Judas, que vinha à frente deles, aproximou-se de Jesus para o beijar”.[3]
- O texto diz que “falava ele ainda...” o que ele falava? Ele estava repreendendo os discípulos que não conseguiam orar, não conseguiam se conversar em vigília com ele. O texto anterior diz: “45 Levantando-se da oração, foi ter com os discípulos, e os achou dormindo de tristeza, 46 e disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação”. [4]
- Há nessa repreensão de Jesus aos discípulos o sinal de sua solidão, ele foi deixado sozinho, o Getsêmani retrata o início da estrada da solidão profunda, que culminará em “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste...”.
- Lembra das palavras de Pedro? “Eu estou pronto, eu vou com o Senhor, te seguirei para a prisão ou para a morte”.
- No jardim ele dorme!
- Mas neste versículo 47 temos ainda outras questões.
Lucas diz que enquanto ele falava “chegou uma multidão; e um dos doze, o chamado Judas, que vinha à frente deles”.
- O que há de especial aqui, haja visto que em diversos momentos as multidões se aproximam de Jesus? Aqui não temos uma multidão normal, faminta por pão, desejosa de milagres. Essa multidão vem sedenta de sangue!
- O Evangelista Mateus registra o terror dessa multidão, ele diz: “47 Falava ele ainda, e eis que chegou Judas, um dos doze, e, com ele, grande turba com espadas e porretes, vinda da parte dos principais sacerdotes e dos anciãos do povo”.[5]
- Uma multidão armada com espadas e porretes.
- Os Evangelistas apresentam Judas como um dos doze, isso dá dramaticidade ao evento. Quem vem conduzindo a multidão, enviada pelos líderes religiosos, é um dos discípulos pessoais de Jesus.
- Aqueles homens sobem ao Jardim com a violência estampada em suas faces. Isso deveria ter despertado Judas! Quando eles tomam espadas e porretes, caminhando até o monte, deviam falar diversas blasfêmias contra Jesus, cheias de ódio e violência. Isso também deveria ter despertado Judas, o que não aconteceu.
- Sabemos que Judas foi um réprobo! Mas, isso não encerra a nossa discussão sobre sua atitude, pois ele foi totalmente responsável pelo que fez. Não foi Deus Pai que traiu seu próprio Filho. Foi Judas que, deliberadamente, o vendeu por trinta moedas.
- Como ele chegou nesse estágio? O que o levou a caminhar até esse ponto?
- Essa questão é relevante, pois não se presume que Judas tenha saído ao encontro dos líderes religiosos naquele exato momento.
- A Escritura nos afirma que após a ceia, Judas desaparece, ele se ausenta repentinamente. Enquanto os discípulos subiam o monte das Oliveiras com Jesus.
- Há diversas especulações sobre o caminho trilhado por Judas. Embora não possamos afirmar categoricamente, a corrupção de Judas seguiu um processo de definhamento gradativo.
- Como isso aconteceu? Entre as alternativas apresentadas a que apresentaria maior força (lógica), é de que Judas em algum momento começou a simpatizar-se com os líderes religiosos de Israel. Talvez eles, os líderes, tenham identificado alguma fraqueza, algum desvio moral e com isso se aproximado de Judas, que gradativamente se afasta do grupo dos discípulos.
- Talvez ele tenha começado a dar ouvido aos demais líderes, acolhendo gradativamente suas críticas, em alguma medida concordado com seus apontamentos. Inveja, corrupção, cobiça.
- Tudo isso começa a anestesiar a consciência, o desvanecer da graça, da beleza, da justiça, tudo isso vai se perdendo dentro de um coração corrompido pelo engano.
- Portanto, temos Judas tramando o plano junto aos principais inimigos de Jesus. O plano está orquestrado, e agora, ele parte para a consumação.
- Judas é acompanhado por uma multidão de homens raivosos, cheios de ódio, com sede de sangue inocente. E isso não o choca, ele não apresenta qualquer inquietação.
- Os homens que lhe acompanham são completamente diferentes daquele que ele seguiu por 3 anos, são o completo oposto do Mestre.
- Mas, mesmo assim, ele não apresenta nenhuma crise de consciência, não há qualquer hesitação no cumprimento do plano.
- Ao contrário, perante àqueles homens terríveis, como diz o texto, Judas se dirige a Jesus para o beijar.
- Irmãos, Judas retrata com precisão o nível de maldade em que o ser humano, criado à imagem de Deus pode chegar.
v.48 – “Jesus, porém, lhe disse: Judas, com um beijo trais o Filho do Homem?” [6]
- O texto é chocante! Jesus confronta a atitude de Judas, que, por mais uma vez, não hesita, não recua, não se arrepende abortando a missão.
Judas, o ingrato, o traidor, o dissimulado!
- Judas recebeu deferência especial entre os doze a ponto de cuidar da bolsa como tesoureiro do grupo. Ouviu os ensinos de Jesus e viu seus milagres.
- Foi amado por Cristo e desfrutou do subido privilégio de ter comunhão com ele. Jesus lavou seus pés e advertiu-o na mesa da comunhão. Mas Judas, dominado pelo pecado da avareza, abriu brecha para o diabo entrar em sua vida e, agora, associa-se aos inimigos de Cristo para prendê-lo.
- O que impressiona neste texto, é o fato deJesus desafiar abertamente o ato de Judas e o chama de traição, mas não o impede de prosseguir.
- A traição é uma das atitudes mais abomináveis e repugnantes. O traidor é alguém que aparenta ser inofensivo. É um lobo com pele de ovelha. Ele traz nos lábios palavras aveludadas, mas no coração carrega setas venenosas.
- Ainda sobre Judas, destaco a dissimulação do traidor. Por exemplo, em João 13.30 e 18.2–11 registram as atividades de Judas na noite em que ele entregou Jesus. A senha de Judas para entregar Jesus era um beijo (22.47,48).
-Sobre o beijo, era costume saudar um rabi com um beijo. Era um sinal de afeto e respeito para um superior amado.
- Contudo, destaca-se no texto que, quando Judas disse: Aquele a quem eu beijar, é esse; prendei-o, e levai-o em segurança(Mc 14.44), usou a palavra filein, que é o termo comum.
- Mas, quando o texto diz que Judas, aproximando-se, o beijou (Mc 14.45), a palavra empregada é katafilein. A palavra kata está na forma intensiva, e katafilein é o termo com o significado de beijar como um amante beija a sua amada.
- Assim, Judas não apenas beija Jesus, mas o beija efusiva e demoradamente.7 A palavra katafilein significa não apenas beijar fervorosamente, mas também prolongadamente.
- O beijo prolongado de Judas tinha a intenção de dar à multidão uma oportunidade de ver a pessoa que devia ser presa. Judas usa o símbolo da amizade e do amor para trair o Filho de Deus, e Jesus mais uma vez tirou sua máscara, dizendo-lhe: Judas, com um beijo trais o Filho do homem?(22.48).
- Esta frase deve ter ressoado nos ouvidos de Judas como uma marcha fúnebre durante o breve período de estéril remorso que precedeu sua vergonhosa morte.
- É digno de nota que, na mesa da comunhão, todos os discípulos chamaram Jesus de Senhor, apenas Judas o chamou de Mestre. Agora, Judas não ousa novamente chamá-lo de Senhor.
- Na verdade, nenhum homem pode dizer que Jesus é o Senhor, senão pelo Espírito Santo (1Co 12.3). Enquanto Judas trai Jesus com um beijo, este o chama de amigo (Mt 26.50). De fato, Jesus era amigo dos pecadores. O amor divino estava abrindo a porta da última oportunidade de arrependimento e salvação para Judas. Mas ele estava completamente obcecado pelo diabo, ao qual havia voluntariamente permitido entrar em seu coração.[7]
v.49-51 “49 Os que estavam ao redor dele, vendo o que ia suceder, perguntaram: Senhor, feriremos à espada? 50 Um deles feriu o servo do sumo sacerdote e cortou-lhe a orelha direita. 51 Mas Jesus acudiu, dizendo: Deixai, basta. E, tocando-lhe a orelha, o curou”.[8]
- Os discípulos definitivamente não haviam interpretado corretamente o que Jesus havia lhes dito sobre a espada (22.36). Como sempre, são imediatistas, e interpretam o “ainda não” como o “agora já”.
- Então, no fervor da batalha, no Getsêmani, quando a turba chega armada com espadas e porretes para prenderem Jesus (22.52), eles tentam a resistência armada e perguntam: Senhor, feriremos à espada? (22.49).
- Pedro, sempre ele, nem esperou a resposta, sacou sua espada e cortou a orelha de Malco (Jo 18.10,11).
- O Pedro dorminhoco é agora o Pedro valente. Porque não orou nem vigiou, está travando a batalha errada, com as armas erradas. (Esse é uma importante lição)
- Pedro fez uma coisa tola ao atacar Malco (Jo 18.10), pois não lutamos batalhas espirituais com armas físicas (2Co 10.3–5). Ele usou a arma errada, no tempo errado, para o propósito errado, com a motivação errada.
- Não tivesse Jesus curado Malco, Pedro poderia ter sido preso também; e, em vez de três, poderia haver quatro cruzes no Calvário.
- Ele ainda não havia compreendido que Jesus tinha vindo exatamente para aquela hora e estava decidido a beber o cálice que o Pai o havia dado (Jo 18.11).
- Jesus impede seus discípulos de pagar o mal com o mal, e ainda cura Malco, o homem ferido por Pedro.
- Precisamos considerar que quando ele diz que a cura de Malco demonstrou o amor de Jesus pelos seus inimigos, a aceitação voluntária de sua missão e sua política de não violência.[9]
Aplicação destes versículos:
Em primeiro lugar, esses versículos nos ensinam que é mais fácil contender por Cristo do que suportar dificuldades, ser preso e morto por amor a ele.
Em segundo lugar, aprendemos que: Sofrer com paciência por Cristo é mais difícil do que trabalhar ativamente por ele.Permanecer quieto e suportar com tranquilidade a aflição é muito mais difícil do que sentir-se estimulado e envolver-se na batalha.
- J. C. Ryle nos ensina que: Os soldados sempre serão em maior número do que os mártires. As virtudes passivas do cristianismo são mais raras e preciosas do que as ativas.
Trabalharpara Cristo pode acontecer por motivos espúrios, tais como empolgação, entusiasmo, partidarismo ou desejo por louvor. Sofrer por Cristo raramente será suportado, exceto por um motivo: a graça de Deus.
v.52-53 “52 Então, dirigindo-se Jesus aos principais sacerdotes, capitães do templo e anciãos que vieram prendê-lo, disse: Saístes com espadas e porretes como para deter um salteador? 53 Diariamente, estando eu convosco no templo, não pusestes as mãos sobre mim. Esta, porém, é a vossa hora e o poder das trevas.”[10]
- Por último, esses versículos nos ensinam que Deus limita e estabelece o tempo em que permite o mal triunfar.
- Nosso Senhor disse aos seus inimigos quando o prenderam: “Esta […] é a vossa hora e o poder das trevas”.
- A soberania de Deus sobre tudo que será realizado na terra é absoluta e completa.
- As mãos dos ímpios estão impedidas de agir até que ele o permita. Os ímpios nada podem fazer sem a permissão divina.
- Mas isso não é tudo. As mãos dos ímpios não podem mover-se enquanto Deus não permitir, e agirão somente até quando ele ordenar que parem. Os piores instrumentos de Satanás estão agindo com as mãos algemadas.
- Ele não pôde tocar nas propriedades e nos parentes de Jó até que Deus lhe permitiu. Não foi capaz de impedir o retorno da prosperidade de Jó, quando Deus planejou que isso acontecesse. Os inimigos de nosso Senhor não puderam prender e matá-lo enquanto não chegou a “hora” de seu sofrimento, determinada pelo Pai.
- Tampouco eles puderam impedi-lo de ressuscitar, quando chegou a hora em que foi declarado Filho de Deus com poder, por meio de sua ressurreição dentre os mortos (Rm 1.4). Quando ele foi conduzido ao Calvário, aquela foi a “hora” de seus inimigos; mas sua vitoriosa ressurreição foi a sua “hora”.
Conclusão
Esses versículos esclarecem a história dos crentes, desde os dias dos apóstolos até o presente.
- Com frequência, eles foram severamente oprimidos e perseguidos; contudo, a mão de seus inimigos nunca teve permissão de prevalecer por completo.
- Em geral, a “hora” de suas provações foi seguida por um tempo de expansão do evangelho. O triunfo de seus inimigos jamais foi completo. Os inimigos dos crentes têm sua “hora”, porém um dia nunca mais a terão.
- Após a perseguição de Estêvão, ocorreu a conversão de Paulo. Após o martírio de John Huss, aconteceu a Reforma na Alemanha. Após as perseguições da rainha Maria, na Inglaterra, veio o estabelecimento do protestantismo inglês.
- Lembre-se que: “Os invernos mais intensos foram seguidos pela primavera. As tempestades mais severas foram sucedidas pelo céu azul”.
- Encontremos conforto nas palavras de nosso Senhor, ao pensarmos no futuro de nossa própria vida.
- Se seguimos Cristo, teremos a nossa “hora” de provações; e talvez ela seja demorada.
- Mas podemos descansar seguros de que a escuridão não prevalecerá um momento sequer além do que Deus achar conveniente para nós. No seu devido e bom tempo, ela se desvanecerá.
Confortemo-nos com as palavras de nosso Senhor, ao anteciparmos a história futura da Igreja e do mundo.
- Nuvens e trevas poderão assediar a arca de Deus. Perseguições e aflições talvez assaltem seu povo.
- Os últimos dias da Igreja e do mundo provavelmente serão os piores dias. Mas a “hora” da provação, embora seja bastante severa, terá um fim. Mesmo nos piores momentos, podemos dizer com ousadia: “Vai alta a noite, e vem chegando o dia” (Rm 13.12).[11]
[1] Hernandes Dias Lopes, Lucas: Jesus, o Homem Perfeito, org. Juan Carlos Martinez, 1aedição, Comentários Expositivos Hagnos (São Paulo: Hagnos, 2017), 637–638.
[2] Hernandes Dias Lopes, Lucas: Jesus, o Homem Perfeito, org. Juan Carlos Martinez, 1aedição, Comentários Expositivos Hagnos (São Paulo: Hagnos, 2017), 638.
[3] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 22.47.
[4] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 22.45–46.
[5]Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Mt 26.47.
[6] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 22.47–48.
[7] Hernandes Dias Lopes, Lucas: Jesus, o Homem Perfeito, org. Juan Carlos Martinez, 1aedição, Comentários Expositivos Hagnos (São Paulo: Hagnos, 2017), 640–641.
[8] Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 22.49–51.
[9]Hernandes Dias Lopes, Lucas: Jesus, o Homem Perfeito, org. Juan Carlos Martinez, 1aedição, Comentários Expositivos Hagnos (São Paulo: Hagnos, 2017), 641–642.
[10]Almeida Revista e Atualizada (Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993), Lc 22.52–53.
[11] J. C. Ryle, Meditações no Evangelho de Lucas, org. Tiago J. Santos Filho, 2aEdição (São José dos Campos, SP: Editora FIEL, 2018), 518–520.
