Santa Ceia - Jesus, vida e obra (12)

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Transcript
IGREJA PRESBITERIANA DE APIAÍ
PLANEJAMENTO PASTORAL – SERMÕES EXPOSITIVOS
DEZEMBRO/2025
Rev. Mateus Lages
Saudação
Leitura bíblica - Salmos 113.3
Oração inicial
Hino 17 - Deus seja louvado
Leitura bíblica - Salmos 139.23-24
Oração de confissão e preparação para a Mesa do SENHOR
Hino 136 - Rocha eterna
Sermão:
PROPÓSITO TEMÁTICO: Desde 2021 temos tido temas anuais, que nos conduzem como Igreja sede e congregações. Em 2021: Sua vida bem fundamentada; 2022: A Igreja é essencial; 2023: Uma Igreja missionária; 2024: Deus é com seu povo, e, agora um tema que prioriza a Igreja Sede: Jesus, vida e obra - como Deus redime seu povo (2025).
Após quase três anos expondo o Evangelho de Mateus nos Cultos, proponho expor o Evangelho de Marcos nos Cultos de Ceia este ano, com a finalidade de recebermos uma visão panorâmica da vida santa e obra redentora de Jesus, para fortalecer nossa fé e encorajar-nos a viver como discípulos do Senhor
Como fonte criativa, usarei o livro A história de Jesus, de Augustus Nicodemus Lopes, publicado pela nossa Editora em 2023.

Dia 07/12: Santa Ceia - Jesus, vida e obra - exposições no Ev de Marcos: A RESSURREIÇÃO DE CRISTO (Marcos 15.42–16.20)

Introdução/Contexto

O propósito de estudarmos sobre Jesus é recebermos uma visão panorâmica de sua vida e obra redentora, termos a fé fortalecida e coragem para vivermos como seus discípulos.
A autoria do livro é atribuída a João Marcos, mas consolidamente aceito como um registro das memórias do Apóstolo Pedro, pelo objetivo de apresentar Jesus aos gentios romanos.
Seu propósito é que reconheçam o chamado de Jesus ao arrependimento, e, assim, este evangelho sirva tanto para que permaneçam em Cristo quanto para sejam chamados à ele.
Ao fim do livro, narra a ressurreição de Cristo, que é o evento mais importante da história da redenção. Sem ela, a cruz seria apenas o fim triste de um mestre judeu; com ela, porém, temos a confirmação divina de que Jesus é o Filho de Deus, o Messias prometido, aquele que realmente venceu o pecado e a morte. A teologia reformada vê a ressurreição como “o selo de Deus” sobre a obra de Cristo, garantindo nossa justificação, santificação e futura glorificação. Em Marcos 15.42–16.20, vemos o relato vívido do sepultamento, da tumba vazia e do envio da igreja — um testemunho poderoso de que Cristo vive e reina.
Diante disso, imagine uma criança que, após plantar uma semente, acha que tudo acabou porque ela desapareceu na terra. Dias se passam, e nada se vê. Até que, numa certa manhã, surge um broto verde, vivo, crescendo com força. O que parecia fim era início. Assim é a ressurreição: aos olhos humanos, a morte parecia o fim de Cristo; mas para Deus, aquele era apenas o momento em que a vida brotaria com poder eterno.

Tafera para as crianças: Temos a gravura lúdica do anjo com as 3 mulheres citadas. Isso nos lembra que o túmulo está vazio porque Jesus ressuscitou.

Vamos ao tema: A RESSURREIÇÃO DE CRISTO (Marcos 15.42–16.20)

1. A Ressurreição de Cristo confirma a realidade da sua morte (15.42–47)

A narrativa de Marcos faz questão de registrar o sepultamento detalhado: José de Arimateia pede o corpo, Pilatos confirma a morte, e Jesus é realmente colocado no túmulo. Isso derruba qualquer teoria de que Cristo teria apenas “desmaiado”. O Evangelho destaca que a morte foi real para que a ressurreição também fosse real. É necessário compreendermos que Cristo não apenas parecia homem — Ele assumiu verdadeira carne, morreu de verdade e venceu de verdade. Uma ressurreição autêntica exige uma morte autêntica — e Marcos prova ambas.

2. A Ressurreição de Cristo é vitória sobre o pecado e a morte (16.1–8)

O clímax do Evangelho está na tumba vazia. O anjo anuncia: “Ele ressuscitou”. O poder divino quebrou a força da morte. Aqui se cumpre 1Co 15: “A morte foi tragada pela vitória”. Este é o ponto em que a obra de Cristo atinge sua plenitude:
a culpa é removida,
a justiça de Cristo é aplicada aos crentes,
uma nova criação começa.
As mulheres encontram o túmulo vazio não para gerar dúvida, mas para gerar fé — a fé de que Deus cumpriu o que prometera.

3. A Ressurreição de Cristo envia a igreja ao mundo (16.9–20)

O Cristo ressuscitado não fica em silêncio: Ele envia. A ressurreição não é apenas uma verdade para ser celebrada; é uma verdade que nos coloca em movimento. Assim como os discípulos foram comissionados a proclamar o evangelho com autoridade, a igreja hoje é enviada à missão. A ressurreição não apenas muda nosso destino eterno — ela muda nossa vocação nestes dias de peregrinação. A igreja existe porque Cristo ressuscitou e nos envia no poder do Espírito Santo: Atos dos Apóstolos 1.8 “Mas vocês receberão poder, ao descer sobre vocês o Espírito Santo, e serão minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até os confins da terra.”.
CONCLUSÃO/APLICAÇÃO Irmãos, para concluirmos, reconhecemos neste ano que os Evangelhos são os livros mais importantes de toda a Bíblia porque narram o cumprimento da promessa de Deus na pessoa de Jesus, o Deus-homem, nosso Salvador e Senhor.
Hoje, sobre A RESSURREIÇÃO DE CRISTO (Marcos 15.42–16.20), aprendemos que a ressurreição de Cristo ecoa como o maior anúncio da graça de Deus: a morte foi vencidao pecado foi tratadoe o Reino foi inaugurado. Ele vive, reina e voltará. Por isso, nossa fé não se apoia em emoções, tradições ou construções humanas, mas na obra objetiva e histórica de Jesus, confirmada por Deus ao tirá-lo da tumba. Este é o fundamento da esperança cristã.
Creia com segurança: Se Cristo ressuscitou, nossa salvação é segura. Não depende de méritos, mas da obra completa do Senhor.
Viva com santidade: A ressurreição inaugura nova vida; quem foi unido a Cristo deve viver como nova criatura.
Sirva com missão: O Cristo vivo envia sua igreja. Testemunhe, compartilhe, discipule — porque Ele ainda age.
Enfrente a morte sem medo: A tumba de Cristo é a garantia da nossa vitória. A morte é porta, não parede.

RECEPÇÃO DE NOVOS MEMBROS E BATISMO INFANTIL

PÚBLICA PROFISSÃO DE FÉ E BATISMO
Manual, p.22
Tailah Lopes dos Santos
BATISMO
Manual, p. 10
Tadeu e Rutineia consagram a Deus pelo batismo:
Samuel de Lima Ferreira
Luiz Fernando e Luana consagram a Deus pelo batismo:
Lidia Louise Batista Miranda
Nathan Batista Miranda
SANTA CEIA (1Co 11.23-32)
HIno 336 - TRANSFORMAÇÃO
Irmãos, reconhecemos que Cristo está realmente presente na Santa Ceia, não corporalmente, mas espiritualmente, de modo que o crente participa verdadeiramente de seu corpo e sangue pela fé, mediante a ação do Espírito Santo, que nos eleva até Cristo e nos une à sua vida. Embora o corpo de Cristo permaneça no céu, sua graça é comunicada de forma eficaz aos que comem e bebem dignamente, tornando a Ceia um meio de graça e um banquete espiritual no qual Deus confirma suas promessas e fortalece o nosso coração.
ORAÇÃO FINAL E BÊNÇÃO
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