O Nascimento do Rei dos reis, a vinda do Senhor dos senhores...

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Transcript

Introdução

Contexto Histórico

O contexto histórico de Isaías 9:6 está profundamente enraizado na turbulenta realidade política e espiritual de Israel no século 8 a.C. Após a divisão do reino e o colapso do reino do norte, surgiu uma esperança de restauração – um retorno às glórias do reino unido com um novo “Davi” no trono. No reino do sul, as falhas espirituais dos reis davídicos intensificaram essa expectativa nas profecias de Isaías.

Livro

Julgamento x Esperança
Julgamento
Advertia os lideres corruptos que sua rebeldia com a aliança deles com Deus teria um custo:
Reinos da Assíria e Babilônia julgariam Jerusalém se persistissem na IDOLATRIA e humilhação dos POBRES;
Esperança
Acreditava no cumprimento das promessas da aliança de Deus = Cria na promessa Messiânica;
O rei que viria para governar todos em obediência de Israel à obediência;
DIVISÃO DAS SEÇÕES
1-12: JULGAMENTO E ESPERANÇA PARA JERUSALÉM
C6 - Visão do templo de Isaias
13-27: JULGAMENTO E ESPERANÇA PARA AS NAÇÕES
28-39: A ASCENÇÃO E QUEDA DE JERUSALÉM
40-66: ESPERANÇA PÓS EXILIO

Tema

A Esperança messiânica:
Durante o primeiro século, muitos judeus, aguardavam ansiosamente a vinda do Messias, o libertador que derrotaria os inimigos de Israel e daria início a uma era de paz e prosperidade para o povo de Deus. Messias em hebraico (língua que foi escrito o A.T) é o mesmo de Cristo em Grego (Língua do N.T), que significa o ungido, que é a prática de Israel de ungir reis com óleo em sua entronização, ou seja, quando se tornassem reis, faziam isso para confirmar que tinham sido nomeados para governar a nação como representatnes de Deus.
Havia um esperança que vinha de antes, em 2Samuel, Deus prometeu ao rei Davi que levantaria descententes depois dele e estabeleceria seu reino para sempre. Porém com o declínio dos reinados Davidicos (ou dos descendentes de Davi) e o possível fim do reino de Israel os profetas foram guiados por Deus a proclamar a vinda do Ungido (Is. 9,11; Jr. 23,33; Ez 37.)

Autor

Isaías foi profeta em Judá durante os reindados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias. Teve um ministério longo, 55 anos, em seu tempo, morava em Jerusalém, era um homem altamente instruído e tinha uma profunda percepção da natureza humana, era alguém que teve estudo e alguém que entendia as pessoas. Em seu trabalho tinha acesso aos reis, e de acordo com Crônicas, era um dos historiadores da corte.
Isaías se opôs, como um profeta deve ser, à maldade que os reis e lideres praticavam em todas as camadas da nação. Diversas vezes era visto condenando adivinhadores e encorajava as pessoas a obedecerem à aliança de Deus. Repreendeu reis por sua obstinação e indiferença e consurou os ricos e influentes que não cumpriam suas responsabilidades. Era contra a idolatria cananeia e as práticas religiosas fingidas e anunciou, por mando de Deus o futuro Messias. De todos os livros do A.T, o livro do profeta Isaías é o que mais tem presença de falas do N.T.

Público

Israel e Judá eram o público principal, a corte dos reis Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias.
Por consequência, os povos de Judá, que seriam os que passariam pelo Exilio, caso os reis não se arrependessem de seus caminhos e voltassem a Deus sua aliança.

Leitura

Isaías 9.6 “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz;”

Desenvolvimento

6a - A humanidade de Cristo

"Pois um menino nos nasceu...”
A expressão “Menino nos nasceu” em Isaías 9:6 é uma profecia messiânica profundamente significativa que aponta para a vinda de Cristo, ou para fazer referência ao trabalho que estamos fazendo as noites, faz referência ao advento, a frase “um menino nos nasceu” refere-se à sua humanidade, mas por qual motivo isso?
Por que a frase “Um menino nos nasceu”, refere a humanidade de Cristo:
Se pensarmos em um salvador, quantos de nós, imaginiarimos uma criança, na realidade, menor que uma criança, um bebê, que por sua natureza, é: Frágil, dependente, incapaz, caracteristicas que não são associadas a quem salva.
Uma leve queda, condena a vida de um bebê;
A ausência de leite, condena a vida de um bebê;
A falta de um cuidado, condena a vida de um bebê;
Novamente pergunto, ao nosso olhar humano, se escutassemos, um menino nos nasceu, estariamos satisfeitos? Estariamos contentes? Estariamos certos que tudo ficaria bem? Ou veriamos só como mais UMA, entre milhões de responsabilidades.
Mas independente do que achamos, UM MENINO NOS NASCEU. Isaías fala isso para Judá, antes de todas as nações, Judá recebeu o nascimento de um menino, a tribo que tinha descendência de Davi, recebeu um menino. E como qualquer outro, teve que crescer. E novamente, nos perguntamos, como um libertador pode crescer, como a resolução dos meus problemas pode ser de alguém que terá que aprender a amarrar as sandalias, que será alimentado por outros, que fara perguntas óbvias, que ajudara pai e mãe em seu vida diaria, que caíra enquanto caminha. Como us salvador poderia passar por isso? Qual o sentido de passar por isso?
Um pouco antes fala da promessa de Emmanuel, Deus Convosco, a promessa de Emmanuel, o filho da virgem, a promessa de Emmanuel, novamente, é reinterado, o salvador ira nascer. Deus estará entre vocês.
Escutar isso é ter uma certeza de todos os problemas resolvidos, de todas as dificuldades inexistentes, de todos os pedidos atendidos, porém foi assim?
O Filho veio como um menino, a 2ª pessoa da trindade, se submeteu ao que não era merecedor, se colocou em condição de pobreza, mesmo se nascesse rico, para caminhar entre nós. Passou por todas as dificuldades que um homem passa. Passou por todas as dores que um homem passa. Passou por todas os pensamentos que um homem passa. Passou, sendo homem. Passou, sendo Deus.
Não mais um menino, mas um jovem, não mais um jovem, mas um adulto, um adulto se deu por nós, Jesus, homem Deus, caminhou entre nós, Jesus, perfeição entre os imperfeitos, Jesus, luz para a escuridão, Jesus resposta para nossas perguntas.
Jesus como homem chega a nós, e nos preenche como Deus. Jesus é aquele que responde a todos: “Eu sou a resposta para...”, se dores tem, a sua dor, se dúvidas tem, para sua dúvida, se infermidades passa, para sua infermidade, se ansiedades tem, para sua ansiedade, so solidão passa, para sua solidão, se dificuldades permeiam seu redos, és o sustento das pernas.
Jesus como homem, diferente de todos e quaiquer pensamentos humanos, diferente de qualquer deus criado pela boca humana, diz a nós, “Eu sei”, nenhum outro seria capaz de dizer, pois estaria mentindo, Jesus, diz, eu sei, pois realmente sabe, Deus não é homem para mentir, e andou entre os homens como a verdade. Ele responde nossas dúvidas humanas pois foi feito Homem Deus.
Novamente pergunto, um menino seria a salvação se não fosse Deus? Seria possível para o nosso coração, seguir a Deus se não fosse nascido como um menino.
Mas não só humano foi esse menino, também era 100% Deus.

6b - A divindade de Cristo

“Um filho nos foi dado...”
E aqui chegamos a segunda frase desse versículo, “um filho nos foi dado”, existe aqui duas partes. A primeira fala sobre alguém (um filho), a segundo sobre como (nos foi dado).
Não só um menino, mas um filho, de quem? De José? De Maria? De Davi? De Abraão? De qual aliança faz parte esse filho? O filho está diretamente relacionado a uma genealogia, em sua árvore não está Pai: Ausente. Está um Pai misericordioso.
Em Salmo 2.7 “Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei.”
Irmãos, não vamos nos confundir, jamais, em nenhum momento, jamais, o que está dito aqui, cada mãe aqui, gerou um filho, isso significa que gerou é fazer um semelhante. Homem gere homem, leão gera leão, passáro gera passáro, Deus gera Deus, Deus cria Homem, o texto do salmista está diretamente relacionado ao filho do Homem. Aquele menino que nos nasceu, é filho do Homem, se é filho do Homem, foi gerado como o Homem, como Deus.
João 3.16 “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Gerado entre nós, Deus nasceu, como mensageiro, não, como filho que tem direito de tudo aqui. E és o único, O filho unigênito nos foi dado. O único que foi gerado por Deus, não criado a partir do barro, não vindo de uma relação humana, mas a vida que foi gerada da vida. Tudo isso, por amor a nós, por misericórdia a nós, por redenção nossa.
Em outas culturas, mensageiros são enviados, e muitos morrem, em outras religiões, mensageiros são entregues ao mundo, no Cristianismo, Deus se entrega, Deus se dá, Deus se dispõe de quem é, para sermos o que não merecemos ser, Filhos também de Deus.
Em que história, um filho abre mão do que é, um filho abre mão do reinado e vem como servo, para servir os que se condenaram, para servir os que o maltratariam, que humilhariam.
E não termina só no filho, mas um filho que foi dado.
Não um filho que foi conquistado pelas nossas mãos, não um filho que retirado de seu reino pelas nossas forças, não um filho que alcançado pelas nossas pernas, não um filho que recebemos como pagamento de nossa conquista, mas um filho que nos foi dado pela nossa miséria, um filho que nos foi entregue pela nossa fraqueza, um filho que nos alcançou com suas mãos e pés pelo Seu amor, um filho que pagou o sálario da morte que era nosso.
A graça é algo que continuamente temos dor em entender, nossa mente busca merecermos algo, nossa mente vai atrás de motivos para sermos glorificados, mas um filho nos foi dado, não conquistado, e a graça, Romanos 6.23 “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.”, recebemos, recebemos essa Vida Etena em Cristo Jesus.
Se formos olhar nossas ações nesse ano, não só conosco, não só com aqueles que amamos, mas também com aqueles que não praticamos o amor, quem aqui seria capaz de levantar a mão e falar que não fez nada errado, que amou como Jesus amou…, que é merecedor de algo? A cada leitura, a cada oração, vamos vendo nossa condenação, mas em Ti Ó Deus, vemos a salvação que recebemos.
A profecia de Isaías que começa falando da vinda do menino, do advento da salvação, é também um testamento da natureza dívina e única de Deus. Ao mesmo tempo que o menino era totalmente humano, o filho é totalmente Deus.
E como filho, na cruz, de braços abertos, falou: “Deus meu Deus meu”, ali pela primeira vez ele se refere ao Pai como Deus, para nós hoje que não tinhamos o Pai, podermos chamar de Pai.
E a molde do filho perfeito devemos andar, a sua santidade devemos imitar. Não para rebermos algo, mas por ter recebido tudo. Nosso andar não nos da nada, mas testifica ao mundo quem somos. Agora também, filhos de Deus.
Esse menino que nasceu, esse filho que nos foi dado, é quem carrega todo o mundo.

6c - As caracteristicas de Cristo

“o governo estara sobre seus ombros, e ele será chamado de Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderosos, Pai Eterno e Príncipe da Paz.”
É aquele que todo o governo estara sobre Ele, é aquele que terá diversos títulos que remetem sua divindade.
Começamos falando do menino, que passaria pelos estágios da vida de um homem, e falamos de um filho que veio a nós como um presente. E as caracteristícas desse homem, as características de Cristo são, Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderosos, Pai Eterno e Príncipe da Paz, e todas elas revelam as principais características do reino messiânico introduzido por Jesus.
MARAVILHOSO CONSELHEIRO
O título “Maravilhoso Conselheiro” é dado a alguém que esta apto a fazer planos sábios, Isaías 11.2Repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor.”, Cristo é o governante que sabedoria ultrapassa as capacidades humanas, pois não vem do homem. Jesus Cristo e o Espirito Santo são os únicos que com o Pai são conhecidos por serem conselheiros, são os únicos que são chamados ao nosso lado para ajudar, os únicos que podem nos ajudar.
O menino seria conselheiro e isso só Deus pode ser. E o Filho é Deus. Quem mais senão Deus seria capaz de nos apresentar sermões que explicam a vida, quem mais poderia no monte, nas planicies, no cemitério, na cruz, poderia nos aconselhar.
DEUS PODEROSO
A expressão “Deus Poderoso” em Isaías 9:6 possui profundos ensinamentos sobre quem é Cristo, revelando a natureza divina e o poder incomparável de Cristo. Isaías profetiza que Cristo é o “poderoso El”, um título que faz parte de uma série de nomes significativos, incluindo “Deus Forte” no contexto de um governo que “não terá fim”.
Interpretado como o “Rei supremo onipotente”, este título claramente ultrapassa as designações anteriormente atribuídas aos reis davídicos. 700 anos antes do nascimento de Jesus, Isaías antecipou a chegada de alguém cujo poder é incomparável, e quem é esse, é “aquele menino enfaixado” naquela manjedoura que, na verdade, “criou o universo e tem o leme da história em Suas mãos”.
Este “Deus Poderoso” de forma que nos confunde “nasce como uma criança”, onde “o eterno de dias torna-se um bebê”, revelando mais um título como uma manifestação do caráter divino que pertence à segunda pessoa da Trindade, a Jesus.
Isaías declarou o que o Pai falou sobre o Filho, que Ele seria chamado de Deus Poderoso, algo que é atribuído somente a Deus, como vemos em:
Deuteronômio 10.17 “Pois o Senhor, vosso Deus, é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores, o Deus grande, poderoso e temível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita suborno;”
Neemias 9.32 “Agora, pois, ó Deus nosso, ó Deus grande, poderoso e temível, que guardas a aliança e a misericórdia, não menosprezes toda a aflição que nos sobreveio, a nós, aos nossos reis, aos nossos príncipes, aos nossos sacerdotes, aos nossos profetas, aos nossos pais e a todo o teu povo, desde os dias dos reis da Assíria até ao dia de hoje.”
Jeremias 32.18 “Tu usas de misericórdia para com milhares e retribuis a iniquidade dos pais nos filhos; tu és o grande, o poderoso Deus, cujo nome é o Senhor dos Exércitos,”
PAI ETERNO
Pai eterno, ou, pai da eternidade, o termo pai pode ser traduzido como “fonte”, indicando que Cristo, sendo eterno, tem o poder de dar vida eterna, não há outro senão Deus que dá vida eterna, se o filho, se Cristo concede, se Cristo é o Pai da eternidade és quem pode dar vida eterna.
Como Cristo é o pai eterno, também é a fonte eterna, nele todo o tempo habita, não Ele habita no tempo. O que é antes do tempo existir, nasceu entre nós, para nos entregar vida eterna.
PRINCIPE DA PAZ
Enfim chegamos a príncipe da paz, Jesus não apenas promete paz, mas a concretiza através do “derramamento de sua própria vida e amor”. Sua morte e ressurreição destruiu todo domínio da morte.
Esta característica de paz é uma das principais qualidades do reino messiânico, claramente identificável nos quatro nomes proféticos atribuídos ao “rei menino”.
Em contraste, reis anteriores como Acaz haviam “falhado completamente” no requisito fundamental de assegurar e governar em paz, e não só Acaz, mas o próprio Davi também, falhou em entregar paz. Mas Jesus, “Ele estenderá o seu governo, e haverá paz sem fim”, pelo seu sangue, pela sua vontade, haverá paz sem fim.
Hoje vivemos um tempo de espera a seu retorno, e testemunhamos essa paz em nossas vidas, mas haverá de chegar o dia em que a paz será plena em tudo e em todos.
Os títulos que Jesus recebeu trata-se de um rei davídico ideal cujo reinado inaugurará uma era eterna de paz, justiça e retidão, com títulos que claramente excedem as designações anteriores de reis. E nenhum homem poderia receber esses títulos, jamais.
Os profetas sonhavam com um reino ideal que superasse as falhas dos reis humanos, caracterizado por justiça, paz, estabilidade e universalidade – qualidades que seriam introduzidas por Jesus não só a Judá, ou Israel, mas ao mundo, a todos nós. Nossos desejos e sonhos, em Jesus encontramos, com Jesus nos foi entregue.
O que é maravilhoso dessa passagem não é só a quantidade de títulos que Jesus recebe antes de nascer, se olharmos em pessoas, em histórias ao nosso redor, teremos diversos exemplos de pessoas que declaram títulos para seus filhos, um pai falara que seu filho sera forte e bom, que servirá a Deus, mas a verdade dessa declaração vai até certo ponto. Nesse caso, não é Isaías declarando sobre um de seus filhos, ou sobrinhos, ou conhecido, mas Isaías declara ao povo, o que o próprio Deus disse sobre si mesmo, o que Deus disse sobre Jesus, e como Deus não mente, como Deus é verdadeiro, o Pai ali só podia declarar o que é verdade.

Conclusão

Um menino nos nasceu, um filho nos foi dado. O governo estará sobre seus ombros, e ele será chamado de Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno e Príncipe da Paz.
Existia uma promessa de um rei que viria, Davi e seus descendentes tinham caído, de diversas formas diferente. Essa promessa era baseada em um reino ideal que sonhavam (não sonhos deles, mas de Deus), os profetas. E esse rei, não seria mais um da linhagem davidica, por mais que fizesse parte da linhagem de Davi, seria o homem que iniciaria a nova aliança a Messiânica.
Não há mais lider depois do Deus menino, não há mais falha depois do Filho Perfeito, Ele veio e estabeleceu o reino, o Seu reino.

O apelo da mensagem

E Ele nos convida nessa manhã a entender esse reino dEle, a declarar e viver esse reino. Não somos salvos por ideias e pessoas que fazem sentido para nós, mas por um menino que é a salvação. Não é nosso mérito que nos dara nada, mas a graça do Filho. Não somos sujeitos a liderança falsa de homens, mas submissos ao Cristo, Ungido, perfeito.

O advento

Durante essas semanas que ainda antecedem o natal, possamos, ter isso em mente, o menino nasceu, podemos ter isso no nosso coração. Se estivessemos vivos a 2025 anos atrás, toda a história do mundo estaria prestes a mudar para sempre, e desde sempre todo o caminho apontava para o nascimento, humilde, simples, perfeito de um menino em Belém.
Talvez um casal tenha passado por nós nesse meio tempo, e no ventre dela, despercebido, imerecido, estava o eterno, que quis estar entre nós, para redimir nossas vidas.

Oração

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