5- Nascido para Reconciliação

Deus Entre Nós | A Intervenção Divina  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
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Nascido para Reconciliação | Deus entre nós

Colossenses 1.19-20
19. Pois foi do agrado do Pai que toda a plenitude habitasse no Filho,
20. e, por meio dele, o Pai reconciliou consigo todas as coisas. Por meio do sangue do Filho na cruz, o Pai fez as pazes com todas as coisas, tanto nos céus como na terra.

Introdução — A frustração do “quase completo”

Coisas quase completas são frustrantes.
Disputar uma final de campeonato e perder.
Fazer aquele macarrão, mas faltar um parmesão.
Vai na orla, é linda, mas venta demais.
Vai ao restaurante, comida boa cara demais, comida barata, ingredientes de segunda.

Há algo de errado no mundo e é por isso que Jesus veio a ele. Falta ao mundo Plenitude.

O nascimento de Jesus é um ato radical de Deus, que inaugura algo muito maior do que um momento histórico: o início da reconciliação e restauração de toda a criação.

O Nascimento de Jesus é o ponto de partida da nova criação.

1- O Nascimento de Jesus é Deus entrando na criação para restaurá-la

O Natal é Deus assumindo a matéria, a história e a condição humana para curá-las por dentro.
Somente aquele que criou poderia renovar a criação corrompida.

Deus não restaura à distância; Ele se aproxima, se envolve e entra na nossa realidade.

Ninguém pode ser restaurado mantendo certa distância de Deus.

2- O alcance da reconciliação é cósmico: “todas as coisas”

Isso inclui:
A humanidade alienada,
A criação afetada pelo pecado,
A ordem espiritual desajustada pela rebelião.
Romanos 8.19–23
19. A ardente expectativa da criação aguarda a revelação dos filhos de Deus.
20. Pois a criação está sujeita à vaidade, não por sua própria vontade, mas por causa daquele que a sujeitou,
21. na esperança de que a própria criação será libertada do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.
22. Porque sabemos que toda a criação a um só tempo geme e suporta angústias até agora.
23. E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo.
A existência humana é agonizante, decadente e frustrante.

O evangelho não serve apenas para “salvar minha alma”, mas para apontar para um mundo totalmente restaurado sob Cristo.

Quem reduz o evangelho ao seu conforto pessoal perdeu a dimensão do Reino que Deus está restaurando.

3- A Reconciliação tem custo: “pelo sangue da cruz”

A reconciliação não ignora o conflito; ela o enfrenta.
O Natal aponta inevitavelmente para a cruz.
A cruz reconcilia porque:
remove a culpa que nos separava de Deus,
desarma poderes espirituais rebeldes,
e estabelece Cristo como Senhor sobre tudo.

Não existe Natal verdadeiro sem cruz, nem reconciliação sem arrependimento.

4- O Natal inaugura a nova criação que a Igreja já deve sinalizar

O nascimento de Jesus é o início do “novo”.
A Igreja vive entre o “já” e o “ainda não” da restauração.
Somos chamados a ser sinais vivos da reconciliação no mundo.

Se fomos reconciliados em Cristo, não podemos viver como agentes de divisão.

CONCLUSÃO

Sua vida está com essa sensação frustrante de quase completa?

O Natal não é apenas Deus conosco — é Deus reconciliando, restaurando e reordenando todas as coisas em Cristo.

1- Deus entrou na história em Cristo para que Cristo entre e restauure a sua história.
2- Não limite sua fé ao que te beneficia; viva como alguém que coopera com a restauração de Deus
3- Não busque a paz que evita a cruz; abrace o caminho da entrega, pois é nele que a reconciliação acontece.
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