179 - ...viu uma grande luz
O Evangelho segundo Jesus • Sermon • Submitted • Presented
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· 3 viewsReflexão bíblica textual / temática sobre a luz do Evangelho sendo proclamada por meio de Cristo nas terras da Galileia, no início do ministério público de Jesus, como cumprimento de uma profecia messiânica proferida por Isaías nos tempos do afamado e idólatra rei de Judá, Acaz
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— ...o povo que jazia em grandes trevas [Matthew 4.12-17; Isaiah 9.1-2]
— ...o povo que jazia em grandes trevas [Matthew 4.12-17; Isaiah 9.1-2]
I. Texto Áureo:
I. Texto Áureo:
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Matthew 4:12–17 (ARA) — 12 Ouvindo, porém, Jesus que João fora preso, retirou-se para a Galileia; 13 e, deixando Nazaré, foi morar em Cafarnaum, situada à beira-mar, nos confins de Zebulom e Naftali; 14 para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías:
15 Terra de Zebulom, terra de Naftali, caminho do mar, além do Jordão, Galileia dos gentios!
16 O povo que jazia em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região e sombra da morte resplandeceu-lhes a luz.
17 Daí por diante, passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus.
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Isaiah 9:1–2 (ARA) — 1 … mas para a terra que estava aflita não continuará a obscuridade. Deus, nos primeiros tempos, tornou desprezível a terra de Zebulom e a terra de Naftali; mas, nos últimos, tornará glorioso o caminho do mar, além do Jordão, Galileia dos gentios.
2 O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz.
…
… Isaiah 9:6–7 (ARA) — 6 Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz; 7 para que se aumente o seu governo, e venha paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, para o estabelecer e o firmar mediante o juízo e a justiça, desde agora e para sempre. O zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto.
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Vamos à Introdução da mensagem:
II. Introdução
II. Introdução
— Jesus Cristo, a Luz do mundo
— Jesus Cristo, a Luz do mundo
— Após quase 30 anos de vida na mais completa obscuridade e anonimato, vivendo uma vida simples e bem comum, Jesus sai de Nazaré, a pequena cidade onde cresceu, e vai para a Judeia, para um lugar à beira do rio Jordão se encontrar com um homem estranho, controvertido que batizava pessoas;
Este homem era João Batista, como todos sabemos, primo em segundo grau de Jesus, e que tinha de Deus um mandato muito especial;
João era aquele que antecederia o Messias, o filho de Deus, aquele que haveria de vir e resolver todas as coisas, equilibrar todas as contas, salvador e o redentor de Israel;
Jesus foi batizado por ele, e depois se delocou para o deserto da Judeia onde seria tentado por Satanás por longos dias;
Enquanto Jesus estava no deserto, jejuando por 40 dias e sendo tentado pelo diabo, João Batista confrontou Herodes Antipas pelo se pecado e foi lançado na prisão;
Sabemos que desta prisão, João Batista não saiu vivo, mas quando Jesus voltou do deserto, sabendo que João fora preso, ele volta para a Galileia, de onde tinha vindo para ser batizado;
Jesus não retorna para Nazaré, onde cresceu, mas vai para Cafarnaum, uma importante cidade fiscal, região pesqueira, um centro comercial ativo e com forte presença romana;
Dali Jesus lançou a pedra fundamental de sua pregação, Cafarnaum foi a cidade onde Jesus habitou e usou como base para o seu ministério público na Galileia;
A Galileia, norte de Israel, separada da Judeia, terra de Jerusalém pelas terras da Samaria, era vista com desconfiança pelos seus irmãos judeus;
Era uma terra produtiva, movimentada, comercial e com uma histórica presença de não-judeus na sua sociedade, os gentios que a tornavam mais helênica, mais tolerante;
Os galileus eram vistos com desconfiança, desprezo, e até o seu modo de falar era notado pelos outros - observar que o sotaque de Pedro o denunciou na casa do Sacerdote;
Quando os Evangelhos citam os “Judeus” em suas narrativas, frequentemente se referem aos judeus de Judá, porque os Galileus seriam visto como um grupo distinto;
Neste lugar considerado de menor importância, com maior presença pagã, um povo que convive com as trevas — este povo viu uma grande luz;
Mas que grande luz seria esta? __ O próprio texto nos diz de que se luz se tratava: — Se tratava da luz do Evangelho proclamada pelo próprio Cristo, o Evangelho redivivo!
O Evangelho é a luz, pois seu conteúdo proclamado é o Cristo, que é a própria luz dos homens;
Jesus Cristo é a luz do mundo;
Bem como o Evangelho que proclama a Cristo como a luz;
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Vamos ao Desenvolvimento da mensagem: [Matthew 4.12-16]
III. Desenvolvimento
III. Desenvolvimento
— A terra que jazia em grandes trevas
— A terra que jazia em grandes trevas
Matthew 4:12–16 (ARA) — 12 Ouvindo, porém, Jesus que João fora preso, retirou-se para a Galileia; 13 e, deixando Nazaré, foi morar em Cafarnaum, situada à beira-mar, nos confins de Zebulom e Naftali; 14 para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías:
15 Terra de Zebulom, terra de Naftali, caminho do mar, além do Jordão, Galileia dos gentios!
16 O povo que jazia em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região e sombra da morte resplandeceu-lhes a luz.
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Mateus faz referência a uma profecia de Isaias informando seu cumprimento no alvorecer do ministério público de Jesus na Galileia;
Mas a referência de Mateus é muito específica, pois ele cita Isaías em um tempo extremamente con turbado da história de Israel;
Eram os tempos do rei Acaz, o pior dos reis de Judá até aquele momento na história de Israel;
O povo de Israel se perdeu completamente na prática da idolatria e do paganismo politeista de seu tempo;
Eles não levaram a sério os inúmeros alertas de Deus sobre manterem distância dos povos de seu entorno e de suas práticas;
Israel foi seduzido desde muito cedo em sua história pelos rituais, pelas festas, tradições, comidas, práticas libidinosas;
Israel não conseguia se libertar do fascício das práticas de feitiçaria, adivinhações, cultos de mistério, práticas místicas que compunham o ideário mítico das nações;
Para tanto, o povo de Israel, seus reis, príncipes, autoridades, abraçaram de coração a idolatria reinante de seu tempo, porque era assim que o mundo funcionava;
Era bom, era místico, dava bom retorno, satisfazia o coração religioso, ao mesmo tempo que não confrontava o pecado, o orgulho, o egoísmo, a cobiça
O ato religioso é uma benção para o homem caído que deseja anestesiar sua alma das suas inquietações sem ter que abandonar seu modo de vida;
E nesse sentido, Acaz superou todas as expectativas, pois era um rei completamente mundano, idólatra, hipócrita;
Eram tempos de densas trevas, idolatria reinante, injustiça social, abandono do vulnerável, escravização de irmãos, apropriação indevida de terras,
E será que todos concordavam com aquele modo de vida do rei e da imensa maioria do povo? É lógico que não! Deus sempre reservou para sim um remanescente justo;
E se havia um grupo de fiéis, uns sete mil que não se dobravam perante toda aquele podridão espiritual, — Como estas pessoas entenderiam o seu tempo?
Como as pessoas fiéis de Jesus olham para este mundo hoje e se sentem em relação a este mundo?
Estamos confortáveis com este mundo que nos cerca? Se sim, tem algo de muito errado conosco!
Nos tempos de Acaz, trevas, densa escuridão, Deus prometeu uma luz - o Emanuel - o Deus Conoosco;
É bem possível que estivesse se referindo inicialmente a Ezequias, seu filho, que viria lavar a alma dos fiéis de seu tempo restaurando completamente o culto ao Senhor,
Mas certamente ele aponta para um futuro, onde a verdadeira luz do mundo traria luz para um mundo completamente imerso em trevas em morte;
Na Bíblia, as trevas apontam para a escuridão da sepultura, a falta de esperança, de vida, de saída
A luz, por outro lado, aponta para a vida, os olhos que se abrem para aquele que, de fato, tem algo muito precioso para nos oferecer;
A saber, a vida eterna;
Esta era a PROMESSA, a garantia de que temos vida n’Ele
Vamos ao Encerramento da mensagem:
