TODA GLÓRIA AO QUE LIBERTOU
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João 8.36 Versão NTLH - NVI
Portanto, se o Filho os libertar, vocês de fato serão livres.
Nova Almeida Atualizada Capítulo 8
36-Se, pois, o Filho os libertar, vocês serão verdadeiramente livres.
INTRODUÇÃO
Quem é verdadeiramente livre?
Quem é que de fato desfruta de plena e absoluta liberdade. Afinal de contas, o que é verdadeira liberdade? A palavra “liberdade” é uma das mais desejadas e, ao mesmo tempo, uma das mais distorcidas em nossa sociedade.
Muitos associam liberdade à ausência de limites, regras ou autoridade. No entanto, a experiência humana demonstra que, mesmo em contextos de aparente liberdade, muitas pessoas continuam presas interiormente, dominadas por culpas, vícios, medos e pecados.
Somente o Espírito pode mortificar o pecado; ele tem a promessa de fazê-lo, e todos os outros meios sem ele são vazios e vãos.
Como o homem, então, mortificará o pecado se não tiver o Espírito?
Um homem pode mais facilmente ver sem olhos, falar sem língua, do que mortificar um pecado sem o Espírito.
Jesus, ao tratar do tema da liberdade, desloca completamente o eixo da discussão. Ele não fala de liberdade política, social ou econômica, mas de uma liberdade mais profunda e essencial: a liberdade espiritual.
Em João 8:36,
Nova Almeida Atualizada Capítulo 8
Se, pois, o Filho os libertar, vocês serão verdadeiramente livres.
Cristo declara que somente o Filho pode libertar verdadeiramente, revelando que a maior prisão do ser humano não é externa, mas espiritual.
E à luz de Romanos 11:36, compreendemos que a libertação não termina no indivíduo. Somos libertos por Deus, mediante a obra do Filho, para viver para a glória de Deus.
A verdadeira liberdade encontra seu sentido quando retorna ao seu propósito eterno.
Nenhuma liberdade é verdadeira, nenhuma alegria é genuína, a menos que seja fundada no temor do Senhor.
Nova Almeida Atualizada Capítulo 11
36 - Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre. Amém!
As montanhas, quando estão escondidas na escuridão, são tão reais como de dia, e o amor de Deus é tão verdadeiro para você agora quanto foi em seus momentos mais brilhantes.
Charles Spurgeon
A MAIOR ESCRAVIDÃO DO SER HUMANO É ESPIRITUAL
No contexto de João 8, Jesus afirma;
Todo aquele que comete pecado é escravo do pecado.
Essa declaração confronta a falsa segurança dos que se julgavam livres por sua posição religiosa ou herança espiritual.
A escravidão espiritual não depende de correntes visíveis, mas do domínio invisível do pecado sobre o coração humano.
O ser humano pode desfrutar de liberdade civil e, ainda assim, estar espiritualmente cativo.
Pecados não confessados, hábitos destrutivos e uma vida distante de Deus mantêm o coração aprisionado.
Essa condição revela a necessidade de uma libertação que vai além das circunstâncias e alcança a essência do ser.
Reconhecer essa escravidão é o primeiro passo para compreender a profundidade da obra libertadora de Cristo.
A LIBERTAÇÃO VERDADEIRA É OBRA EXCLUSIVA DO FILHO
Jesus afirma de forma categórica:
“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”.
Essa declaração elimina qualquer possibilidade de auto salvação.
Como está escrito; Todas as coisas foram feitas por ele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez.
Nenhuma disciplina religiosa, esforço moral ou tradição espiritual é capaz de libertar o ser humano do poder do pecado.
A libertação verdadeira é resultado direto da obra redentora de Cristo.
Como no versículo 6 - para nós, porém, há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem existimos, e um só Senhor, Jesus Cristo, por meio de quem todas as coisas existem e por meio de quem também nós existimos.
Ele liberta não apenas do pecado passado, mas do domínio contínuo do pecado sobre as nós.
Essa libertação estabelece um novo senhorio: saímos da escravidão do pecado para viver sob o governo gracioso de Deus.
Em Romanos 11:36, se cumpre, pois a libertação procede de Deus, acontece por meio de Cristo e tem como finalidade a glória de Deus.
Nova Almeida Atualizada Capítulo 11
36 - Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre. Amém!
FOMOS LIBERTOS PARA VIVER PARA A GLÓRIA DE DEUS
A liberdade cristã não é uma autonomia absoluta, mas submissão consciente ao Senhor.
Ao contrário do que muitos pensam, quanto mais o crente se rende a Deus, mais livre ele se torna.
Nenhuma liberdade é verdadeira e nenhuma alegria é genuína, a menos que tenha como base o temor ao Senhor e uma boa consciência.
A verdadeira liberdade não consiste em fazer tudo o que se deseja, mas em viver de acordo com o propósito para o qual fomos criados.
Quando a libertação é compreendida corretamente, ela produz transformação de vida, santidade e compromisso com o Reino de Deus.
A liberdade que não resulta em glorificação a Deus perde seu sentido espiritual e se torna apenas mais uma forma de escravidão disfarçada.
Somos libertos para adorar, servir e refletir a glória do Senhor em todas as áreas da vida.
Precisamos morrer com Cristo — essa é a maneira de sermos libertos do velho homem e do eu.
Devemos receber a vida celestial como uma pequena criança e, assim, entrar no Reino celestial.
A fraqueza de Belém e da manjedoura, do Calvário e do túmulo, foi a maneira de Cristo entrar em nossa realidade e para nós não há outra maneira para chegarmos em sua presença.
CONCLUSÃO
O homem se tornou real quando Cristo se tornou humano.
O homem foi exaltado quando Cristo foi humilhado.
O homem pode ir até Deus agora que Deus desceu até o homem.
A verdadeira liberdade não é definida pela ausência de problemas, mas pela presença do Filho governando o coração.
Quando Cristo liberta, a liberdade é real, profunda e transformadora.
A verdadeira razão pela qual alguém despreza o novo nascimento é, porque odeiam uma nova vida.
Fomos libertos, não para viver para nós mesmos, mas para viver para Deus.
Aquele que não consegue suportar viver para Deus, Não suportará, ouvir falar que é necessário nascer de Deus
Fomos libertos, não para exaltar nossa história, mas para glorificar o Senhor.
Porque, na libertação, assim como em todas as coisas, d’Ele, por Ele e para Ele são todas as coisas.
A Ele seja toda a glória para sempre. Amém.
