A SUBMISSÃO ÀS AUTORIDADES
O sermão ensina, com base em Romanos 13.1–7, que todos — crentes e descrentes — devem se submeter às autoridades governantes, pois toda autoridade foi instituída por Deus e exerce um papel ordenado por Ele para a manutenção da justiça e da ordem. A submissão não depende da qualidade moral do governante, mas do reconhecimento da soberania divina, já que opor-se à autoridade é opor-se à ordenação de Deus, o que resulta em punição. As autoridades são apresentadas como servas de Deus, responsáveis por recompensar o bem e punir o mal, razão pela qual o cristão não deve temê-las quando pratica o bem. A obediência se fundamenta em dois motivos principais: o temor da punição e, sobretudo, a consciência diante de Deus. Isso inclui o dever de pagar impostos, mesmo diante do mau uso deles, pois a responsabilidade final recai sobre as autoridades perante Deus. Contudo, o sermão reconhece uma exceção clara: quando a autoridade exige desobediência à Palavra de Deus, o cristão deve obedecer a Deus antes dos homens, pois Ele é a autoridade suprema.
