A VOLTA DE JESUS PODE SER AGORA
A Repreensão à Jerusalém
Consequencias para a geração da época
Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre a presente geração (v. 36). E isso de fato ocorreu, quando em 70 d.C. Jerusalém foi invadida e destruída pelo general Tito. A palavra de Deus não volta vazia!
Consequencias para as gerações futuras
E com o verso 39, Declaro-vos, pois, que, desde agora, já não me vereis, até que venhais a dizer: Bendito o que vem em nome do Senhor!, Mateus encerra o capítulo trazendo um significado muito objetivo para essas palavras: porque Jesus estava sendo rejeitado como o Messias de Deus, a sua presença salvadora seria retirada da Cidade Santa.
Final da conversa
Pergunta dos Discípulos
O Sinal e os Sinais mencionados
📖 SINAIS MENCIONADOS EM MATEUS 24
1. Falsos Cristos e Engano Religioso
2. Guerras e Rumores de Guerras
3. Conflitos Entre Nações e Reinos
4. Fomes
5. Pestes / Epidemias
6. Terremotos em Vários Lugares
7. Perseguição ao Povo de Deus
8. Apostasia (Abandono da Fé)
9. Traição e Ódio Entre Pessoas
10. Falsos Profetas
11. Multiplicação da Iniquidade
12. Esfriamento do Amor
13. Perseverança dos Fiéis Até o Fim
14. Pregação Mundial do Evangelho (sinal final)
15. A Abominação da Desolação
16. Grande Tribulação
17. Sinais Cósmicos (na natureza)
18. O Sinal do Filho do Homem
19. A Volta Visível de Cristo
1. A Parabola da Figueira
Como nos dias de noé
2. Parábola do Servo Fiel e do Servo Mau
3. Parábola das Dez Virgens
As dez são iguais em muitos aspectos. Todas tencionavam encontrar o noivo e escoltá-lo ao lugar onde as festividades deveriam se realizar. Todas possuem lâmpadas. Todas estão esperando o noivo chegar antes que chegue um novo dia, mas nenhuma delas sabe a que hora ele chegará. Todas esperam tomar parte na festa nupcial. Quando o noivo tarda, todas as dez virgens adormecem, de cujo sono todas despertam (v. 5 e 6).
A. Edersheim: “Portanto, a insensatez das cinco virgens consistia […] na inteira ausência de preparo pessoal
4. Parábola dos Talentos
Na parábola, o homem que viaja para longe confia seus bens a três servos: ao primeiro cinco talentos, ao segundo dois e ao terceiro um talento. Um talento é uma unidade de peso de aproximadamente 35 kg, em moedas ou barras de ouro ou prata. O senhor da parábola fica ausente por longo tempo. Faz com que esperem por ele. Não sabem quando ele retornará. Com ênfase especial é dito: Depois de muito tempo o senhor voltou (v. 19). Então o senhor julga o trabalho de seus servos. O primeiro servo duplicou os seus talentos, o segundo da mesma forma. O terceiro servo nada perdeu, mas tampouco conquistou algo. Logo, não trabalhou. Para os dois servos que trabalharam, a sentença do senhor é a mesma. Eles entram para a alegria do senhor. A sentença do senhor sobre o terceiro servo é arrasadora.
O Senhor não exige o mesmo de todos. A um confiou mais, a outro menos! Não seria isso injusto por parte do doador? Não! Porque nesta parábola não se destacam propriamente os dons como primordiais e essenciais, mas o uso e a valorização destes dons
Uns poucos pontos subsidiários podem ser observados:
a. Tudo o que temos, sejam oportunidades, seja a capacidade para usá-las com proveito, pertencem a Deus. Nós somos os depositários. Deus é o dono. O que temos continua sendo “propriedade sua”. Somos administradores. Ver
5. Parábola dos Bodes e dos Cabritos
As ovelhas, isto é, os verdadeiros discípulos de Cristo, passarão no exame não porque estão tentando ser aprovadas, mas porque amando e servindo os seus pequeninos irmãos, na verdade estão amando e servindo a Jesus. Os cabritos, isto é, os falsos discípulos de Cristo, fracassarão porque são indiferentes, não têm compaixão dos pequeninos irmãos.
