A VAIDADE DO SENTIR: PRAZERES, RISADAS E SABORES

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Eclesiastes 2.1-3
INTRODUÇÃO:
# A motivação mais onipresente do mundo: felicidade.
# Contexto: Salomão não encontrou o sentido da vida nos conhecimentos dessa vida, então ele mudou a rota. Saber? Prazer!
# A busca pelo sentido da vida é antiga. O texto que lemos descreve a busca de Salomão por encontrar sentido na vida nas coisas da vida.
# Hendonismo: a regra da vida é ser feliz. O bom é o que te faz feliz. O certo é o que te faz feliz. O melhor é o que te faz feliz.
# evangelho hendonista: o Deus que te faz feliz com prosperidade material, autoesteima
# Ascetismo: a regra da vida é ser infeliz, é negar tudo, virar monge, entrar numa carvena, vendar os olhos e ficar la pensando em nada.
# existe tambem o evangelho ascetista: não pode isso, não pode aquilo, abandone isso ou aquilo, coisas que Deus nunca falou sobre.
# TODO SER HUMANO UMA SEDE NATA DE SER FELIZ.
# Esse desejo é a base de todo progresso de vida: a formatura traz felicidade, a casa nova traz felicidade, o emprego traz felicidade, o casamento traz felicidade, os filhos trazem felicidade, a aposentadoria traz felicidade,
# ESSA SEDE PROVA QUE NÃO SOMOS FELIZES. “A fome é sinal da ausência de comida no estomago”. Estamos incompletos.
# O problema é agravado quando procuramos alegria nas ilusões da vida.
# O problema não é a procura da felicidae, mas sim fazer isso sem Deus.
# A satisfação do aqui e agora priorizada, com drogas, acool, festas, sexo ilicito, relacionamentos, aprovação, etc.
# Ilusão é uma falsa realidade.
# O homem que escreveu esse texto era o homem mais rico, inteligente e poderoso do mundo daquela época. Rosto nas capsa de revistas,
# A vida dele era uma vida dos sonhos de muita gente.
# Um tipo de monólogo, conversa consigo mesmo.
# a despeito da nossa prosperidade material – ou talvez por causa dela – ainda sofremos de pobreza da alma. O gosto do prazer aumentou nosso apetite por este mundo para além de qualquer satisfação. Entrementes, continuamos a procurar desesperadamente pelo sentido da vida.
# Autobiofrafia. Testemunho da vida sem sentido que ele viveu nos seus piores dias longe de Deus.
# Ele mostra sua decisão de testar todas as alegrias da vida.
# A tentativa de aproveitar a vida ao máximo.
# O sentido da vida.
# Ele decidiu fazer de sua felicidade terrena, o principal propósito da sua vida.
# Ele tinha autoridade e meios para fazer tudo que quisesse.
# A busca pela felicidade é um impulso universal.
# Hedonista experimental.
# A caminhada de um ser humano procurando sua alegria sem Deus.
# A felicidade sempre está no nosso horizonte: a felicidade de chegar em casa depois de um dia de trabalho duro, a felicidade de
II. A ILUSÃO DO PRAZER (v. 1)
# Um diálogo interno: decisão racional de buscar prazer. Uma conversa diante do espelho.
# # A outra palavra importante, que é repetida em cada versículo dessa passagem, é a palavra “eu”. Reconheço que, já que o escritor está falando sobre sua própria vida, é inevitável que precise se referir a si mesmo de vez em quando. Mas será que precisa fazê-lo com tanta frequência? Há tanto “eu, meu e eu mesmo” nesses versículos que a passagem transmite um forte senso do egoísmo envolvido na busca do prazer egocêntrico.
# O problema não é falar a si mesmo, mas o que dizer a si mesmo.
# A busca pela felicidade está centrada nele mesmo. É uma felicidade egoista. Ele não está falando com Deus, está falando consigo mesmo e para si mesmo. Ele se coloca em primeiro lugar.
# No entanto, o Pregador decidiu tentar outra abordagem. Ele começou a falar consigo mesmo – não sobre algo revolucionário como a beleza de Deus ou as boas novas de sua graça – mas sobre fazer algo novo para extrair mais da vida
# Mais tarde, Deus resgatou e deu o seu povo uma terra agradavel, que mana leite e mel. Fomos criados para o mundo agradavel e prazeroso.
# Deus estraga prazer? Criador o prazer e da alegria.
# O problema é que o pecado desconfigurou o nosso coração, para buscar alegria apenas no mundo, mas não em Deus.
# A palavra “provar” indica que o que segue é um experimento, uma tentativa deliberada de aprender algo por experiência própria. A palavra “alegria” mostra o que ele deseja experimentar – os prazeres da vida
# A felicidade não surge por acaso; ela é planejada e perseguida.
# “Prove” → linguagem de experimento, teste, tentativa.
# Resultado honesto: mesmo quando alcançada, a alegria não permanece.
# Veredito: vaidade — vazia, breve, incapaz de satisfazer plenamente.
# Prazer, por definição, se refere à sensação agradável que provém da satisfação dos desejos pessoais.
# O sentido da vida é ser feliz, independente do que alimenta essa felicidade.
# Uma sequencia de testes que vão servir para ele descobrir o real sentido da vida.
# A palavra “provar” indica que o que segue é um experimento, uma tentativa deliberada de aprender algo por experiência própria. A palavra “alegria” mostra o que ele deseja experimentar – os prazeres da vida.
# O prazer prometia completar ele por dentro, mas era ilusão.
# Vaidade: correr atrás do vento. Ilusão.
# Cinema, televisão e outras mídias comerciais divulgam a mentira de que o ser humano pode construir um céu particular aqui na terra. Entretanto, Salomão descobriu que o mundo só tem cloacas e esgotos a oferecer, ao passo que o Senhor oferece a água da vida.
# ele decide fazer de sua felicidade o propósito principal da vida. É assim que muitas pessoas vivem hoje, e é uma tentação para todos nós – viver para nós mesmos em vez de para Deus.
# A felicidade não é o único nem o principal propósito da vida, nem consiste numa série infindável de acontecimentos alegres com nada mais intervindo
# Vaidade, vapor: não tem como eternizar a felicidade debaixo do sol. Vc pode tirar uma foto daquele momento feliz, relembrar aquele momento feliz, falar daquele momento feliz, mas não tem como congelar aquele momento feliz. A feliciade dessa vida sempre se vai como o vento e o vapor.
PONTE: Seguindo no texto, ele vai detalhar essa experiencia frustada…
III. A ILUSÃO DA COMÉDIA (v. 2)
# Salomão se esforçou para preencher o vazio do coração com o riso. Comediantes? Bobos da corte?
# Primeiro, experimentou a comédia, um tipo de diversão que muitas pessoas usam para passar pela vida. Quando se sentem inseguras, fazem uma piada sobre algo. Quando criticam a si mesmas, riem de outra pessoa. Quando ficam entediadas, procuram algo que as faça rir, como alguma comédia na TV ou algum vídeo engraçado no YouTube – qualquer coisa que as faça rir.
# Riso: divertimento, jogo, algazarra
# Loucura: não é uma deficiencia mental, mas uma perversão moral: piadas sujas, imorais, maldosas.
# O riso como anestesia da alma.
# Uma tentativa de fugir da realidade por meio do riso. Passar horas rolando a tela de um celular atras da proxima risada que vai da sentido ao nosso dia. Enquato isso a biblia fica de lado.
# A diversão não resolve, apenas adia as perguntas mais profundas.
# Que proveito tem?—De que serve para proporcionar um bem sólido? (Ec 7:6; Pv 14:13).
# O problema não é rir, mas esperar do riso aquilo que ele não pode dar.
# A alegria superficial se mostra impotente diante da realidade da vida.
# Conclusão dura: quando absolutizado, o riso se torna tolo.
# Ele descreve como tolice e inutilidade. “Loucura” tem uma conotação moral, não de deficiência mental, mas de perversão moral, porque boa parte da comedia hoje se fundamenta no pecado, um riso pervertido, que se alimenta da desgraça do outro.
# Não todas, é claro, pois existe um tipo de riso alegre que traz glória a Deus (veja, p. ex., Pv 31.25). Mas muitas piadas são frívolas e superficiais, ou então cínicas, sarcásticas e até mesmo cruéis
# Mas todo prazer terreno, quando desvinculado de bênçãos melhores, deixa a mente tão ansiosa e insatisfeita quanto antes. A felicidade não provém da situação em que nos encontramos. É somente por meio de Jesus Cristo que a bem-aventurança final pode ser alcançada.
# As pessoas estão rindo aquilo que Deus odeia.
# A vida não é uma piada. Algumas pessoas riem a vida toda até cair mortas, mas não há nada de engraçado no leito da morte de alguém que morre sem Cristo.
# A comédia é o vicio na risada. Rir sem parar. Resolver os problemas, estresses, inseguranças e tédio através do riso que pode ser encontrado nas conversas engraças, nas piadas, nos memes da internet ou nos stand up da vida.
# Riso: a atitude de quem acredita que o sentido da vida consiste em sorrir sem parar, uma conversa engraça, piadas, memes infinitos, filmes de comédia, zueira e coisas do tipo.
# “O que ele realiza?” O prazer é considerado inútil porque não proporciona nenhum lucro real (v. 11).’
# Aquela risada de fachada: como assistir aquelas series onde eles reprudzem aquelas risadas gravadas para incentivar as pessoas a irem juntos numa determinada cena. Mas é só de fachada.
# Salomão descreve as risadas que ele buscou no palácio com piadas e bebidas, durante as festas que fazia. Ele procurou felicidade nas folias.
# Veja a paráfrase do versículo 2 de T. M. Moore: “Concluí que riso e diversão como fim em si mesmos eram loucura. O que eles fizeram para me ajudar a encontrar um sentido e um propósito duradouros na vida.
# Aquelas risadas não duravam para sempre. Não traziam satisfação duradoura.
# Em sua obra O segredo da felicidade, Billy Graham menciona um paciente com forte depressão que procurou ajuda psiquiátrica. Comentou que acordava cada vez mais triste e desanimado e nos últimos tempos se sentia desesperado. Disse que não era possível continuar vivendo daquela forma. Antes de o paciente sair do consultório, o psiquiatra indicou um espetáculo em cartaz na cidade no qual um palhaço italiano levava os espectadores às gargalhadas todas as noites e recomendou que visse o espetáculo, afirmando que rir por algumas horas seria uma terapia fabulosa para esquecer os problemas. Mas o paciente, com expressão de tristeza, comentou: “Aquele palhaço sou eu”. Sem dúvida, também concordava que o riso […] é loucura, e a alegria: de que serve?
# Depressão de Jim Carrey.
# O palhaço bozo nas drogas
# O retrato de ricos e comediantes afundados em alcool, drogas, depressão e suicidio é enome.
# O prazer parecia oferecer a promessa do propósito da vida, mas ela não durou. No fim, revelou-se como vazia, fugaz e efêmera. Quando seus prazeres dissiparam, o Pregador se viu de mãos vazias. Seu hedonismo provou ser sem sentido.
# A vida não é uma piada.
# Se eu passar o dia vendo esses videos engraçados na internet, eu vou ser feliz de verdade. vou esquecer meus problemas.
IV. A ILUSÃO DA DEGUSTAÇÃO (v. 3)
# Outra decisão pessoal. Ele resolve entregar o coração dele para alguma coisa que não é Deus. É assim. As felicidades do mundo sempre exigem uma entrega. Muitas vezes as pessoas se estram para qualquer coisa, menos para Deus.
# Duas formas de idolatrar a bebida: primeira sendo um beberrão, e enchendo a cara para esquecer os problemas, Muitos fazem isso. Segundo, sendo um degustador profissional, pulando de sabor em sabor em busca de um alivio para a vida. Esse é o caso de Salomão.
# Isso representa aquelas pessoas que procuram o sentido da vida na gastronomia. Vivem para comer e provar. O que está em alta em nosso tempo é o paladar. Vivemos numa cidade que tem uma lanchoente em cada esquida. Cada uma do seu carpadio gourmet, carne especial, com seu prato especial ou o café goumet. E muitos entram e depressão se ficarem sem esses pratos na semana, se endividam para comprar o que não podem pagar, sofrem na saude por causa disso, mas não conseguem viver sem isso.
# Rodapé: Nenhuma problema com gastronomia. Deus criou os sabores dessa vida para isso. Ele podia ter feito só ração. Mas fez essa variedade pra gente aproveitar. O problema é tratar isso com Deus.
# Não importa se é uma cerveijinha no buteco da esquita ou uma desgustação profissional de Paris, Salomão diz que nada consegiu preencher ele por dentro.
# O próximo prazer que o homem experimentou foi o álcool, e este também é um método popular para encontrar alegria na vida ou para fugir dos seus problemas
# Se entregar ao álcool pode parecer um beberrão, mas ao dizer que se mantinha no controle, Salomão indica sua moderação. A ideia é que ele sempre estava provando dos melhores vinhos do planeta. Se procurar algum sabor que pudesse trazer alegria verdadeira e
# Em seguida, Salomão, o filho pródigo do AT, voltou-se para o vinho e decidiu se tornar um enólogo e conhecedor das melhores safras. Pensou que fosse possível extrair do vinho as mais extraordinárias sensações. Quem sabe nisso sua alma encontraria satisfação e descanso!
# Entreguei-me ao vinho — literalmente, “para atrair a minha carne”, ou “o meu corpo para o vinho” (incluindo todos os banquetes). Imagem de um cativo arrastado por uma carruagem triunfal (Rm 6:16, 19; 1Co 12:2); ou, alguém “seduzido” (2Pe 2:18, 19).
# Ele estabeleceu limites.
# Alguns estudiosos interpretam esse versículo de outra forma. Quando Kohelet diz que seu coração ainda o regia pela sabedoria, ele pretende dizer que seu consumo de vinho era um experimento controlado. Ele não estava se entregando à zombaria bêbada, mas bebendo com moderação e então avaliando sóbria e ponderadamente a sua experiência. O homem não era alcoólatra, mas um apreciador de vinho fazendo uso com cautela, “de forma que o apetite é aumentado, o prazer intensificado e o buquê mais fino apreciado
# Usar o paladar para escapar das tristezas desse mundo.
# Não importa se as taxas estão aumentando, se o corpo está aguetando ou se a fatura do mes já está estourando, é como se a gente se sentisse obrigado a se recompensar ou se aliviar com o sabor daquela comida gourmet. “Eu mereco, tabalhei o dia todo ou a semana toda, ou então já que tudo tá ruim, vou pelo provar uma comida boa”. E assim procumos num prato aquilo que só Deus pode dar.
# 1 co 15.32
# # Viniculturas, produtor de vinho da melhor qualidade, Cat 8.11
# Procurando alegria no fundo de uma garrafa.
# Não era o consumo exagerado do vinho e sim um consumo sofisticado.
# Tentar encontrar alegria da vida através do paladar
# O prazer do álcool. Um método popular de muitos para encontrarem alegria e fugirem dos problemas.
# A quantidade de comidas eu Salomão usava nas suas festas era o suficiente para alimentar cerca de quarenta mil pessoas, por diferentes dias.
# Observe-se, entretanto, a hilaridade e o riso com que os salões do palácio devem ter ecoado enquanto Salomão, seus cortesãos e seus convidados trocavam piadas, bebiam vinho, ouviam os chistosos foliões de toda a região e festejavam abundantemente cada dia (como 1Reis 4.20–23 nos informará) com “trinta coros de flor de farinha e sessenta coros de farinha; dez bois cevados, vinte bois de pasto e cem carneiros, afora os veados, as gazelas, os corços e aves cevadas” (1Reis 4.22–23)!
# Algumas vezes não conseguem fazer isso, recorrem a bebida.
# O desejo de descobrir qual o melhor jeito de aproveitar a vida curta que temos nessa terra (v. 3b).
# O final do versículo 3 introduz um tema que se tornará cada vez mais importante no decorrer do restante do livro: a brevidade da vida. Uma das razões principais pelas quais as pessoas buscam o prazer é o fato de a vida ser tão curta.
#Talvez, já que a vida é tão curta, festa e folia fossem o sentido de tudo isso! Mas não”.
# Uma entrega calculada aos prazeres: não é descontrole, é método.
# Em sua busca pela felicidade, a ideia não era cair no vício do álcool. Além disso, nenhuma passagem sugere que Salomão se viciou em drogas.
# Salomão também investigou a loucura, isto é, tolices inofensivas e agradáveis. Uma vez que a sabedoria não foi capaz de o satisfazer, decidiu explorar o oposto. Às vezes, temos a impressão de que os estúpidos são mais felizes que os inteligentes
# Ele bebia seus vinhos finos em copos de ouro. A prata não valia nada naquele tempo.
# Insensatez — ou seja, os prazeres da carne, chamados de “loucura”, Ec 2:2.
# “Guiar-se pela sabedoria” → prazer com limites, consciência e critério.
# Busca pelo “bom” debaixo do céu, dentro da realidade caída.
# Mesmo o prazer sofisticado e moderado não responde ao sentido da vida.
# O experimento confirma: o sentir não é suficiente para preencher a existência.
# Eu poderia descobrir o que é bom A intenção do autor é descobrir o que é verdadeiramente “bom” ou valioso.
# durante os dias de suas vidas A brevidade da vida é novamente enfatizada.
# “… na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente” (Sl 16:11)
# Cinema, televisão e outras mídias comerciais divulgam a mentira de que o ser humano pode construir um céu particular aqui na terra
# # Fomos criados para ser feliz: Gn 2.8 descreve como Deus criou um jardim agradavel e saboroso para Adão desfrutar.
# É tão impregnado na nossa natureza que quando provamos um alimento e ele esta com gosto ruim, a gente ja se toca que aquilo esta estragado. a gente nao foi criado para cusumir o estrago, mas sim o agradavel.
# O final do versículo 3 introduz um tema que se tornará cada vez mais importante no decorrer do restante do livro: a brevidade da vida. Uma das razões principais pelas quais as pessoas buscam o prazer é o fato de a vida ser tão curta
# Todo o plano consistia em provar a alegria e o prazer da vida até que ele pudesse determinar o que era “bom” para os filhos do homem (mais uma vez, aparece como filhos de Adão).
# Quando o centro da vida é o prazer o resultado é deceção e vazio.
# Os poucos dias da vida? Salomão não procurou a felicidae que pode ser encontrada depois dessa vida. Vida Eterna! (Evangelismo)
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