PANORAMA - AT #21 - REIS & CRÔNICAS

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CONTEXTO - RECAPITULAÇÃO

Gênesis está dividido em dois grupos maiores:
Deus e o mundo (Gn1-11)
A humanidade a cada dia se distancia mais de Deus
Deus escolhe Noé para que o mundo recomece apenas com o justo e sua família
Deus e um homem (Gn12-50)
Deus escolhe Abraão
Abraão, Isaque e Israel recebem a promessa de uma terra, uma multidão como descendência e o mundo abençoado por meio dessa descendência
Israel e sua família vão ao Egito para não morrerem de fome e se multiplicarem
Um Faraó que nunca conheceu José sobe ao trono e escraviza os hebreus por medo
Moisés é adotado pela filha do Faraó
Moisés mata um egípcio e foge
Moisés faz uma família em Midiã
Moisés tem um encontro com Deus na Sarça
Moisés se encontra com Arão para ir ao Egito
Moisés x Faraó
Nilo em Sangue
Rãs
Piolhos
Escaravelhos
Morte do gado
Úlceras
Chuva de pedras
Gafanhotos
Trevas
Décima Praga - o povo é libertado
Regras sobre a Páscoa;
O Faraó e seu exército perseguem os judeus;
Deus abre o mar
No Deserto
A primeira revolta (águas de Mara)
A segunda revolta (Maná)
desobediência em seguir as regras da colheita do Maná
A terceira revolta (Água da Rocha)
Luta contra os Amalequitas e a Intercessão de Moisés
Monte Sinai
Santificação do Povo
Fala de Deus diretamente ao povo - Dez Mandamentos e a Aliança com o Povo
Uma nova geração se levanta após a morte da antiga geração rebelde
O povo é novamente instruído para tomar posse da terra de Canaã
Moisés Morre e Josué assume seu lugar
Josué é o novo Moisés - Ambos conduzem Israel até a terra, ambos renovam a aliança, ambos apontam para um cumprimento maior.
Josué sabia que a nação não manteria a aliança (Js 24.19–20), ecoando o próprio Moisés (Dt 31.26–29).
Juízes
Se tivéssemos que resumir esse livro em uma imagem, não seria um círculo, mas um ralo. Israel não andou em círculos; eles desceram numa espiral de degradação."
O Problema: "Fizemos o que era reto aos nossos próprios olhos": Vimos que Juízes é a história do que acontece com o coração humano quando ele rejeita a Deus como Rei. O refrão do livro: "Naquele tempo não havia rei em Israel; cada um fazia o que lhe parecia certo." nos prepara para o que vem a seguir.
A Queda dos Líderes (A Espiral): Nós vimos que, conforme o tempo passava, a qualidade dos líderes piorava, refletindo a podridão do povo:
Otoniel, o único juiz sem defeitos registrados.
Passamos pela ambiguidade de Eúde e seu punhal traiçoeiro.
Vimos a covardia masculina no tempo de Débora e Baraque.
Assistimos Gideão começar derrubando altares e terminar construindo um ídolo para si mesmo.
Choramos com a ignorância teológica de Jefté, que sacrificou a filha por não conhecer a bondade de Deus.
E terminamos no fundo do poço com Sansão: um homem ungido, mas dominado pelos seus desejos, que lutava por vingança e não por Deus.
3. O Fim Trágico: o livro termina com um filme de terror (Caps. 17-21):
Caos Religioso: Um levita de aluguel e ídolos roubados.
Caos Moral: O estupro e esquartejamento da concubina em Gibeá (cidade de Saul).
Caos Social: Guerra civil, onde tribos de Israel quase exterminaram a tribo de Benjamim.
Rute a ponte para o reinado
O povo se revolta contra Deus desejando um rei segundo o seu coração.
Esse rei segundo o homem fracassa.
Deus elege um rei segundo o seu coração.
Esse rei é o ápice da monarquia.
Esse rei também é falho.

🛬 A Grande Introdução: O Gancho para Hoje

Para entender esses livros complexos, precisamos de uma analogia simples:
1 e 2 Reis é a Caixa-Preta: Imagine um avião que caiu. A caixa-preta registra cada erro técnico e humano, cada aviso ignorado, para que entendamos por que o acidente (o Exílio Babilônico) aconteceu. É um livro de diagnóstico de falha.
1 e 2 Crônicas é o Manual de Reconstrução: Imagine que os engenheiros pegam as peças que sobraram nos destroços para montar o avião novamente. Mas agora, eles olham para o desenho original do engenheiro-chefe (Davi e o Templo), garantindo que ele poderá voar novamente rumo à vinda do Messias.

🏗️ PARTE 1: O Choque de Lentes (Teologia da Culpa vs. Esperança)

A principal diferença entre os livros não é apenas cronológica, mas de propósito exegético. É o mesmo Deus, mas falando em momentos diferentes da história do povo.

1. Reis (A Lente do Exílio/Culpa)

Contexto: Escrito provavelmente durante o cativeiro babilônico (c. 560 a.C.). Originalmente um único livro, na Septuaginta (LXX) são chamados de 3 e 4 Reinados.
Propósito: Funciona como um "tribunal teológico". O autor atua como um promotor de justiça que quer explicar por que o desastre aconteceu.
O Critério: Cada rei é julgado por sua fidelidade ao Templo e à Aliança. O foco é na quebra da Aliança e no julgamento divino, servindo como uma justificativa para o exílio ("Nós merecemos isso").

2. Crônicas (A Lente da Restauração/Esperança)

Contexto: Escrito após o retorno do exílio (c. século IV a.C.), pelo "Cronista" (possivelmente Esdras).
Propósito: Uma releitura teológica de Samuel e Reis. O objetivo não é apenas registrar o passado, mas fornecer um modelo para a restauração futura de Israel ("Quem somos nós agora?").
A "Edição" Teológica: Ele ignora as falhas morais de Davi (como o caso de Bate-Seba) e a apostasia final de Salomão.
Detalhe "Mind Blowing": Essa omissão não é para "esconder" o pecado (pois Samuel e Reis já haviam revelado), mas para apresentar Davi como o protótipo do Messias ideal e focar na restauração do culto. A narrativa visa preservar o ensino da promessa do Messias que pisaria a cabeça da serpente para um povo que havia perdido sua identidade.

📉 PARTE 2: 1 e 2 Reis — O Exame da Infidelidade

A. Salomão e a "Era de Ouro" Falsa

O reinado de Salomão parece o auge, mas as sementes da destruição foram plantadas aqui. O autor de Reis faz um contraste chocante entre a Lei de Moisés e a vida de Salomão.

A Lei vs. O Rei

Deuteronomy 17:14–20 NAA
14 — Quando vocês entrarem na terra que o Senhor, seu Deus, está dando a vocês para que dela tomem posse, e estiverem morando nela, e disserem: “Poremos sobre nós um rei, tal como todas as nações que estão ao nosso redor”, 15 vocês certamente porão como rei sobre vocês aquele que o Senhor, seu Deus, escolher. Homem estranho, que não seja do meio dos seus compatriotas, vocês não devem pôr como rei sobre vocês, e sim um do meio dos seus compatriotas. 16 Porém esse rei não deve multiplicar para si cavalos, nem fazer o povo voltar ao Egito, para multiplicar cavalos, pois o Senhor já lhes disse: “Nunca mais vocês devem voltar por este caminho.” 17 Esse rei também não deve tomar para si muitas mulheres, para que o seu coração não se desvie; nem deve acumular muita prata e muito ouro. 18 — Também, quando se assentar no trono do seu reino, mandará escrever num livro uma cópia desta lei, feita a partir do livro que está com os sacerdotes levitas. 19 O rei terá esse livro consigo e nele lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer o Senhor, seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei e estes estatutos, para os cumprir. 20 Ele fará isso para que o seu coração não se exalte sobre os seus irmãos e não se desvie do mandamento, nem para a direita nem para a esquerda. Assim prolongará os dias no seu reino, ele e os filhos dele no meio de Israel.

Salomão:

Tinha 1.400 carros e 12.000 cavaleiros; comercializava cavalos do Egito.
1 Kings 10:26–28 NAA
26 Salomão ajuntou carros de guerra e cavaleiros. Tinha mil e quatrocentos carros de guerra e doze mil cavaleiros, que espalhou pelas cidades onde mantinha os carros, deixando uma parte junto ao rei, em Jerusalém. 28 Os cavalos de Salomão vinham do Egito e da Cilícia, e comerciantes do rei os importavam da Cilícia por certo preço.
Fez aliança com o Faraó e casou-se com sua filha.
1 Kings 3:1 NAA
1 Salomão aliou-se com Faraó, rei do Egito, pois tomou por mulher a filha de Faraó. Ele a trouxe à Cidade de Davi, até que acabasse a construção do seu palácio, da Casa do Senhor e da muralha em volta de Jerusalém.
Teve 700 esposas e 300 concubinas, incluindo estrangeiras que trouxeram idolatria.
1 Kings 11:3–4 NAA
3 Tinha setecentas mulheres que eram princesas e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração. 4 Sendo já velho, suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses, e o coração dele não era fiel ao Senhor, seu Deus, como havia sido fiel o coração de Davi, seu pai.
O peso do ouro que vinha a ele num ano era de 666 talentos
1 Kings 10:14 NAA
14 O peso do ouro que se trazia a Salomão a cada ano era de cerca de vinte e três toneladas,
💡 Insight Extra sobre o 666: O número 666 em 1 Reis 10:14 é fascinante. Muitos estudiosos acreditam que João, ao escrever o Apocalipse, usou este número para a Besta justamente para evocar a imagem de Salomão: um rei que atinge o ápice da glória humana, poder e riqueza, mas sem a fidelidade pactual a Deus. Salomão é o "tipo" do anticristo nesse aspecto específico: o homem dourado que se corrompeu.

B. O Cisma e o Pecado Original do Norte

Após Salomão, o reino divide. Jeroboão I cria os bezerros de ouro em Dã e Betel.
A Fórmula da Condenação: Em Reis, quase todos os reis do Norte são avaliados com a frase: "Ele andou nos caminhos de Jeroboão e no pecado que ele fez Israel cometer".
A Política do Medo: Por que Bezerros?
Muitos acham que Jeroboão criou os ídolos apenas porque gostava de idolatria, mas o texto de 1Reis 12.26-27 revela uma manobra de Engenharia Social e Política.
O Problema de Jeroboão: Jerusalém (Capital do Sul) detinha o monopólio da presença de Deus (o Templo). A Lei exigia que todo homem israelita fosse a Jerusalém três vezes ao ano para as festas.
O Medo: Jeroboão pensou: "Se este povo subir para oferecer sacrifícios na Casa do Senhor, em Jerusalém, o coração deles se voltará para o seu senhor, a Roboão... e me matarão."
A Solução Pragmática: Ele criou uma Religião de Estado para fechar as fronteiras.
Conveniência Geográfica: "Vocês já subiram muito a Jerusalém; eis aqui os teus deuses" (1Rs 12.28). Ele coloca um bezerro em Betel (no extremo sul de Israel, interceptando quem descia para Judá) e outro em Dã (no extremo norte). Ele facilitou o pecado para evitar a peregrinação.
Sacerdócio de Aluguel: Como os levitas fiéis não aceitariam isso, ele criou um sacerdócio ilegítimo, permitindo que "qualquer um do povo" fosse sacerdote, garantindo lealdade política em troca de cargos religiosos.
Calendário Falso: Ele mudou a data da Festa dos Tabernáculos (do 7º para o 8º mês) para desvincular culturalmente o Norte do Sul.
A Aplicação Teológica (O "Pulo do Gato"):O "Pecado de Jeroboão" não foi apenas adorar uma estátua; foi a submissão da Fé à Política. Ele usou a religião para segurança nacional. Sempre que adaptamos o culto para "segurar as pessoas" ou por conveniência política, repetimos o pecado de Jeroboão.

C. Arqueologia no Mundo Real: A Ironia de Tel Dan

Jeroboão escolheu a cidade de para colocar um dos seus bezerros de ouro e "proteger" o Norte. A ironia divina é implacável: foi exatamente em que os arqueólogos encontraram a "Estela de Tel Dan".
O que ela é: Uma pedra de vitória erguida por um rei inimigo (provavelmente Hazael da Síria) se gabando de ter derrotado os reis de Israel e Judá.
A Conexão Teológica: A estela prova que a "segurança política" de Jeroboão falhou. Ele pôs um ídolo em Dã para fortalecer o reino, mas Dã foi invadida e humilhada pelos sírios, conforme Deus avisou que aconteceria se houvesse idolatria.
O Detalhe "House of David": A estela cita explicitamente que o rei inimigo derrotou um rei da "Casa de Davi".
Isso cala os críticos modernos que diziam que Davi era um mito.
Mas também mostra uma ironia para o Reino do Norte: eles tentaram se separar da "Casa de Davi", mas até os seus inimigos reconheciam que a verdadeira dinastia legítima e poderosa a ser batida era a de Davi. A arqueologia aqui confirma tanto a historicidade bíblica quanto o julgamento teológico de Reis.

D. O Ciclo de Profetas: Fogo e Graça

Em meio à apostasia, Deus levanta profetas, não reis.
Elias (O Novo Moisés): Confronta Baal no Carmelo. Sua jornada ao Horebe e jejum de 40 dias espelham Moisés. Ele representa a Lei e o Juízo.
Eliseu (Um Tipo de Cristo): Recebe a "porção dobrada" (direito de primogênito). Seus milagres são semelhantes ao que Jesus fará séculos depois: multiplica pães, cura leprosos, ressuscita mortos.
Conexão NT: No Monte da Transfiguração, Elias e Moisés aparecem com Jesus, testemunhando que Ele é o cumprimento da Lei e dos Profetas.

🧩 PARTE 3: O Enigma da Cronologia (Resolvendo a Matemática Bíblica)

Professor, aqui entra a parte técnica para fortalecer a confiança na inerrância da Bíblia.
Muitos céticos apontam "erros" nos números de Reis. Vamos resolver um caso famoso: O Paradoxo dos Dois Jorões.
O Problema:
Texto A (2Reis 1:17): Jeorão (Israel) começou a reinar no 2º ano de Jeorão filho de Josafá (Judá).
Texto B (2Reis 3:1): Jeorão (Israel) começou a reinar no 18º ano de Josafá (Judá).
Como pode ser no ano 18 do Pai (Josafá) e no ano 2 do Filho (Jeorão) ao mesmo tempo?
A Solução de Thiele (A Co-regência):Edwin Thiele provou que era comum um rei colocar seu filho no trono enquanto ainda estava vivo para garantir a sucessão antes de guerras.
O Fato: Josafá ia para uma guerra perigosa com Acabe. Ele eleva seu filho Jeorão a co-regente.
A Conta Harmonizada:
Ano 16 de Josafá(Pai): Jeorão (filho) vira co-regente.
Ano 17 de Josafá = Ano 1 de Jeorão.
Ano 18 de Josafá = Ano 2 de Jeorão.
Conclusão: Os versículos falam do mesmo ano, mas usam referenciais diferentes (reinado do pai vs. reinado do filho). A Bíblia é exata historicamente.
💡 Bônus de Calendário: Israel (Norte) usava calendário começando na Primavera (Nisã). Judá (Sul) começava no Outono (Tishrei). Isso explica pequenas diferenças de contagem de "mais ou menos um ano".

🏛️ PARTE 4: 1 e 2 Crônicas — Focando no Templo

Agora que entendemos a falha (Reis), Crônicas nos mostra a esperança.

1. Genealogias com Propósito (1Cr 1-9)

Não pule esses nomes! O Cronista foca em Judá (Reis), Levi (Sacerdotes) e Benjamim. Por quê? Porque essas eram as tribos que formavam o núcleo do Israel que retornou do exílio. Ele está dizendo: "Vocês são os herdeiros legítimos".
Samuel como Levita: O Cronista insere Samuel na genealogia levítica para legitimar suas funções sacerdotais.

2. Teologia da Retribuição Imediata

Diferente de Reis (onde o castigo demora gerações), em Crônicas a consequência é rápida. O Cronista quer ensinar que a obediência traz vida agora.
O Modelo do Rei-Sacerdote (O Contraste Uzias vs. Davi)
Aqui Crônicas nos dá um contraste fascinante:
O Rei que Falhou (Uzias): Como vimos, Uzias tentou assumir uma função sacerdotal (queimar incenso) com orgulho e foi punido com lepra imediata (2Cr 26). Ele tentou tomar a santidade para si.
O Rei Ideal (Davi): Em contraste, 1Crônicas 15.27 nos mostra Davi trazendo a Arca. Ele despe suas vestes reais e veste uma estola de linho (éfode).
A Conexão: A estola é uma roupa exclusiva de sacerdotes. Ao usá-lo, Davi não estava usurpando o cargo (como Uzias), mas se humilhando para liderar a adoração.
O Significado Messiânico: O Cronista destaca isso para mostrar que a verdadeira Monarquia Davídica é mediadora. Ela prefigura Jesus, que não é apenas Rei (da tribo de Judá), mas também nosso Sumo Sacerdote (segundo a ordem de Melquisedeque), unindo perfeitamente o Trono e o Altar, algo que Uzias tentou fazer na força do braço e falhou.

3. A Esperança de Manassés

Este é o maior contraste de esperança.
Em Reis: Manassés é o vilão irrecuperável que causa o exílio.
Em Crônicas (2Cr 33): Ele é levado cativo com ganchos no nariz, se arrepende, clama a Deus, é restaurado ao trono e faz reformas.
Mensagem: Para os exilados (e para nós), isso mostra que o arrependimento genuíno pode reverter até o pior juízo.

🔗 PARTE 5: Conexão com o Novo Testamento e o Messias

1. O Fio da Esperança: Atalia e Joás

A rainha Atalia (filha de Jezabel) tentou exterminar a linhagem de Davi. Ela matou quase todos.
O Milagre: O bebê Joás foi escondido no Templo por 6 anos.
A Importância: Se Joás morresse, a promessa de Gênesis 3.15 e 2Samuel 7 falharia. Jesus não nasceria da linhagem Davídica. A preservação de Joás é o que liga Davi a Cristo. Deus preservou Sua promessa por um fio.

2. O Ramo (Tsemach)

Zacarias e Isaías falam do "Ramo" ou "Renovo" que brotará do tronco de Jessé. Reis mostra a árvore sendo cortada até virar um toco. Crônicas e os Profetas mostram que, desse toco seco, um broto (Jesus) surgiria.

🎯 Aplicações Práticas para a Vida

Para encerrar a aula, aplique essas verdades ao dia a dia dos alunos:
Sobre Sucesso e Fracasso (Lição de Salomão): Não confunda prosperidade com bênção. Salomão tinha dinheiro, poder e fama, mas ele estava quebrando todas as regras dadas por Deus ao rei do povo.
Aplicação: Você pode ter sucesso na carreira e estar falido espiritualmente. Volte para Deuteronômio 17: a Lei de Deus deve estar diante dos seus olhos diariamente.
Sobre o Passado e o Futuro: Como você olha para sua história?
Às vezes precisamos da lente de Reis: assumir a culpa, entender nossos erros e confessar.
Mas não podemos viver na culpa. Precisamos da lente de Crônicas: aceitar o perdão, focar na reconstrução e olhar para o futuro com esperança.
Dica: Se você caiu, não fique apenas analisando a queda. Levante-se e reconstrua seu "templo" pessoal.
Sobre a Lição de Manassés: Talvez você ache que foi longe demais, como Manassés. Crônicas nos ensina que, mesmo no cativeiro do pecado, um clamor sincero traz restauração instantânea. Nunca é tarde para começar a reforma.
Sobre a Lição de Joás: Mesmo quando o mal parece vencer (Atalia no trono), Deus preserva "Joás" escondido no Templo. Deus sempre preserva Seu remanescente e Suas promessas. Confie que Ele está agindo nos bastidores, mesmo quando você não vê.
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