EBD - 1º TRIM - 2026 - Lição 3 - O PAI ENVIOU O FILHO -
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18 de janeiro de 2026 (por Ciro Sanches Zibordi)
INTRODUÇÃO
Quando a Bíblia diz que "Deus é amor" (1Jo 4.8), evidencia-se a doutrina da pericorese (mútua interpenetração de Pai, Filho e Espírito Santo), já que o amor é um atributo eterno, compartilhado entre as Pessoas da Trindade: "Por toda a eternidade, o Pai amava o Filho, o Filho amava o Pai, e o Pai e o Filho amavam o Espírito" (MCROBERTS, p. 182). Não por acaso, João 3.16 — o texto áureo da Bíblia — afirma que Deus Pai "amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna". Como vimos na lição anterior, o amor é um dos atributos comunicáveis da Deidade (cf. 1Jo 4.16-19). Na presente lição, a ênfase recai sobre o amor do Pai, ao enviar o Filho, e o amor do Filho, ao consumar a obra que se lhe outorgou (Rm 5.8; Jo 17.1-5; 19.30; Fp 2.5-11).
I. O ENVIO DO FILHO E O AMOR DO PAI
1. O amor incondicional do Pai. Neste primeiro ponto, a ênfase recai sobre João 3.16. De acordo com este versículo, o amor de Deus Pai tem as seguintes características:
a) O amor do Pai é incondicional e ilimitado. O texto áureo da Bíblia começa assim: "Deus amou o mundo"; partiu dEle a iniciativa de amar (1Jo 4.10; cf. Os 14.4). Sem qualquer motivação de méritos humanos, Ele amou "o mundo", isto é, todos os pecadores (Rm 11.32; cf. Gl 3.9; Gl 3.22). Jesus morreu por todos (1Tm 2.4; Hb 2.9; 1 Jo 2.2; 2Pe 3.9; At 17.30,31; Jo 16.8-11). O amor do Pai e o do Filho é incondicional e ilimitado, pois o Verbo se encarnou "não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele" (3.17).
b) O amor do Pai é imensurável e demonstrado. "Deus amou [...] de tal maneira". O termo "tal", aqui, denota "tão grande", impossível de mensurar, pois nos amou quando ainda éramos pecadores (1Jo 4.19; Rm 5.6-8). Nada se compara ao imensurável amor de Deus por nós (Jo 15.13), haja vista ser maior do que o amor dos pais por seus filhos (Is 49.15,16; Sl 27.10). "Deus amou [...], que deu o seu Filho Unigênito" (gr. monogenés; Rm 5.8; 8.32). Deus Pai demonstrou seu amor enviando o Unigênito, o Verbo que, por amor da humanidade, encarnou-se (Jo 1.1,14) para ser o "Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (v. 29; cf. Ap 13.8). Sim, Ele deu sua vida (Fp 2.5-8; Jo 1.1-5,14; 2Co 8.9; Ap 1.5).
c) O amor do Pai é inclusivo. "Deus amou o mundo". Ele amou todo o mundo — todas as pessoas (Hb 2.9) —, e não somente um grupo seleto de eleitos. O amor de Deus não se restringe a uma nação ou grupo cultural, mas é oferecido a todo que nele crê: os pigmeus da África, os homens de negócio da Ásia, os refugiados ucranianos, os soldados russos etc. O amor de Deus ultrapassa as fronteiras culturais, raciais e linguísticas. Ele deseja que todos tenham a oportunidade adequada de seguir a Cristo. A vontade do Pai é que todas as pessoas sejam salvas (1Tm 2.4; 2Pe 3.9), para que nenhuma delas seja condenada ao Inferno (1Jo 3.9; 5.18; Ap 2.11; 20.6,14; 21.8).
d) O amor do Pai é justo. "Deus amou o mundo [...], para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna". Ele ama o pecador, mas não o obriga a nada (Lc 9.23; Jo 10.9; 6.35; 8.12; Rm 10.9,10; Ap 3.20; Jo 14.23; Tg 4.8; Jo 6.37; 7.37,38). É preciso crer, pois Deus criou seres livres (Dt 30.19; Js 24.15; 1Rs 18.21; Sl 119.30,173; Is 1.18-20; Ap 22.17). O pecador precisa corresponder ao amor divino para não perecer (Jo 10.27,28), para ter a vida eterna (Rm 6.23; Jo 10.10,11). Como o Deus soberano não fez autômatos, e sim seres humanos morais e livres, pela sua vontade permissiva Ele não impõe a salvação, mas a propõe (Jo 3.3,16; cf. Lc 7.30; 9.23; At 7.51; Rm 10.9,10).
2. A iniciativa soberana de Deus. Engana-se quem pensa que a vinda de Jesus ao mundo foi um acidente, pois está escrito: "Ele foi escolhido antes da criação do mundo, mas agora, nestes últimos tempos, foi revelado por causa de vocês" (1Pe 1.20, NVT; cf. Rm 3.23-26). Ao criar seres morais, livres, tanto no mundo angelical como no planeta Terra, o Deus presciente sabia que caberia a eles a escolha de o adorarem, já que a adoração — a principal maneira de expressarmos nosso amor a Deus — não é automática, robotizada, e sim voluntária. É evidente que, mais cedo ou mais tarde, alguém escolheria desobedecer ao Criador. Por isso, Jesus é o Cordeiro de Deus "desde fundação do mundo" (Ap 13.8). Embora Ele tenha sido morto, de fato, na plenitude dos tempos (Gl 4.4,5; Jo 1.14,29), os cordeiros mortos de modo sacrificial, nos tempos do Antigo Testamento, apontavam para o sacrifício perfeito e único do Salvador (1Pe 1.18-20; cf. Ef 1.1-10).
3. O envio do Filho e a Trindade. Não há qualquer desavença entre as Primeira, Segunda e Terceira Pessoas da Trindade. Elas trabalham de modo harmonioso, e esses títulos teológicos tão-somente visam a explicar a doutrina da pericorese, mediante a qual Pai, Filho e Espírito Santo trabalham em perfeita harmonia, visto que todas detêm a mesma natureza divina (cf. Jo 1.1; 10.10; 14.26). O Pai enviou o Filho ao mundo com uma missão. E este, de modo voluntário (Jo 10.18), "veio buscar e salvar o que se havia perdido" (Lc 19.10). Ele quis se esvaziar da glória que tinha junto ao Pai e dar a sua preciosa vida pela humanidade (Fp 2.6-8). O Pai não precisou convencer o Filho a vir ao mundo, tampouco o obrigou a fazer isso. A obediência de Jesus não o torna inferior (Hb 5.8,9; 13.8). A hierarquia na Trindade, por assim dizer — já que o Filho se submete ao Pai —, é apenas funcional (Jo 6.38; Hb 10.9; 1Co 15.24-28).
II. O FILHO E A PLENITUDE DOS TEMPOS
Este tópico gira em torno de Gálatas 4.4-6, passagem que menciona a encarnação do Filho de Deus, a fim de morrer em nosso lugar e morrer para a nossa justificação, cumprindo, assim, a vontade do Pai.
1. A preparação histórica e religiosa. A vinda do Filho de Deus já estava planejada antes da Queda, mas Ele só se manifestou na "plenitude dos tempos" (Gl 4.4).
a) O Filho de Deus veio ao mundo na plenitude dos tempos. Quando Ele veio, tudo estava preparado para a disseminação da sua mensagem: havia estradas pavimentadas, ciência de navegação avançada, globalização do comércio, especialmente por causa do mesmo idioma falado em todo o Império Romano (grego koiné) e da paz entre as nações (pax romana) imposta pelo imperador. Além disso, entre judeus e samaritanos, havia expectativa messiânica (Lc 2.25-38; Jo 4.25). "A vinda de Jesus Cristo não foi nenhuma surpresa. Deus havia determinado no Antigo Testamento quando Messias viria, onde nasceria, qual seria a sua identidade e muitos outros detalhes a seu respeito" (KALISHER, p. 164; cf. Gn 3.15; Is 7.14; 9.6,7; Mq 5.2; Zc 9.9; Dn 9.24-27 etc.).
b) O Filho de Deus nasceu de uma mulher. O judaísmo não crê no Messias como Deus Filho, a despeito das profecias (cf. Sl 2; Os 11.1). Para os judeus, estas dizem respeito a Israel. Entretanto, Mateus 2.15 diz o seguinte: "E esteve lá, até à morte de Herodes, para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz: Do Egito chamei o meu Filho". Gálatas 4.4 refuta a heresia de que Ele só se tornou Filho de Deus quando se encarnou: "Deus enviou seu Filho". Ou seja, Ele já era o Filho de Deus antes de se tornar o Filho do Homem (Jo 3.16 c/ 1.1,14). Por isso, o Pai declarou que Jesus é seu Filho, por ocasião do seu batismo e da Transfiguração (Mt 3.17; 17.5). Ele, que sempre foi o Filho de Deus, tornou-se o Filho do Homem, "nascido de mulher" (Gl 4.4), termo pelo qual o apóstolo Paulo enfatiza que ho Logos assumiu a natureza humana (cf. Jo 1.14; Hb 2.14; 4.15; Fp 2.7,8). A partir daí, Ele, que jamais deixou de ser Deus — Deus é! —, tornou-se o Deus-Homem, isto é, plenamente Deus e plenamente Homem.
2. O Filho nascido sob a Lei. Ele também nasceu "sob a lei" (Gl 4.4), a fim de cumprir todas as exigências da Lei (Mt 5.17; 1 Pe 2.22; Hb 7.26,27). "Jesus foi o único judeu [...] na História capaz de reivindicar a observância completa e impecável de toda a Lei (Jo 8.46; 2 Co 5.21; Hb 4.15; 7.26; 1 Pe 2.22; 1 Jo 3.5). A Lei exige que a oferta sacrificial seja pura e sem mácula para que seja aceita por Deus, Jesus foi, de fato, perfeito, de acordo com as exigências da Lei, perfeito e puro no sentido físico e puro quanto ao pecado, espiritualmente falando. Portanto, era aceitável como um sacrifício digno e perfeito pelos pecados. Sua justiça e santidade são imputadas a nós a partir do momento em que somos salvos (Is 53; Jo 1.29; Rm 5.1-5; 2 Co 5.21)" (KALISHER, p. 166).
3. A adoção de filhos:
a) Somos filhos de Deus por adoção. O título "filho de Deus", na Bíblia, aplica-se a Adão, aos anjos e aos servos de Deus, embora o Senhor Jesus seja o Filho de Deus "Unigênito" (gr. monogenés; cf. Jo 1.14,18; 3.16,18; 1 Jo 4.9). Ele é o único Filho da mesma natureza do Pai celestial. O primeiro filho de Deus entre os homens, Adão (gr. Adán tou Theou), e os anjos são filhos (criaturas) de Deus por criação (Lc 3.38; Jó 1.6; 2.1; 38.7). Já os salvos em Cristo são filhos de Deus por adoção (Gl 4.5; Jo 1.11-13; 3.3-8; Ef 2.19; 1 Pe 1.23). Isso graças à obra redentora do Unigênito, que se encarnou na "plenitude dos tempos" para nascer sem pecado, viver sem pecado, morrer por nossos pecados e ressuscitar para a nossa justificação (Hb 4.15; 1 Co 15.3; Rm 4.25).
b) A adoção de filhos e a obra do Espírito Santo. A expressão "adoção de filhos" — que só aparece em Gálatas 4.5 e textos correlatos (gr. huiothesia; cf. Rm 8.15,16; Ef 1.5) — exclui qualquer mérito humano e revela a graça infinita de Deus ao adotar como filho todo aquele que recebe Jesus Cristo como Senhor e Salvador (Jo 1.11,12; 3.16-18; Rm 10.9,10). Paulo acrescenta que, por meio da Terceira Pessoa da Trindade, temos, como filhos de Deus, intimidade com o Pai celestial: "E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai" (Gl 4.6; cf. Mc 14.36; Rm 8.15). Deus Pai enviou Deus Filho para nos dar a vida eterna (Jo 3.16), e o Espírito Santo para cuidar da nossa vida interna (14.17). Portanto, todas as Pessoas da Trindade estão envolvidas na obra da salvação!
III. A TRINDADE NO PLANO DA SALVAÇÃO
1. A vontade do Pai realizada pelo Filho. A obediência do Filho não é similar à de um subalterno que cumpre ordens de seu superior. A submissão de Jesus é, de fato, voluntária, por amor ao Pai e à humanidade, em conformidade com a sua função na Trindade (cf. Jo 6.38; 8.29; 17.3-5; Fp 2.6-11; Rm 3.24-26). Note o que Ele disse, em João 10.15-17: "Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o Pai, e dou a minha vida pelas ovelhas. [...] Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la". O Verbo se encarnou para morrer por toda a humanidade (vv. 7-14; cf. 1.29; Hb 2.9) e preservar salvos todos os que o Pai lhe deu (Jo 6.39), isto é, aqueles que nEle creem (v. 40; cf. 3.16-18). Jesus é o Bom Pastor, e ninguém pode tirar as ovelhas (salvos) da sua mão (10.27,28). Entretanto, como Deus não criou autômatos, se alguém sair, livremente, da mão do Senhor, perderá a segurança da salvação. Por isso, Jesus disse, em sua oração sumo-sacerdotal: "Estando eu com eles no mundo, guardava-os em teu nome. Tenho guardado aqueles que tu me deste, e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que a Escritura se cumprisse" (17.12; cf. At 1.25).
2. A mediação exclusiva do Filho. Conforme a doutrina da pericorese, as Pessoas da Trindade se interpenetram, mas também têm funções exclusivas. A do Deus Filho, na obra da salvação, é a de Mediador. Quando Paulo afirma que "há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem" (1 Tm 2.5; cf. At 4.10-12), não quer dizer que Jesus não é Deus (cf. 3.16, ACF; Hb 1.8; 1 Jo 5.20), e sim que o Deus Filho tem o papel específico de, mediante sua obra expiatória, propiciar o acesso dos pecadores ao Pai: "ninguém vem ao Pai, senão por mim" (Jo 14.6). Ao se encarnar para revelar a glória do Pai, morrer pelos pecados da humanidade e ressuscitar para a justificação dos que creem, o Filho cumpriu a missão que o Pai lhe outorgou, satisfazendo a justiça divina (Hb 9.15; 1 Pe 1.18,19).
3. A aplicação da salvação pelo Espírito. Deus, o Pai, tem a função exclusiva de enviar seu Filho ao mundo para salvar os pecadores, embora Ele também tenha enviado o Espírito Santo (Gl 4.4-6; Jo 3.16; cf. Jo 14.26; Lc 24.49). Deus, o Filho, tem a função de Mediador, conquanto tenha, igualmente, enviado o Paráclito (1 Tm 2.5; Hb 8.6; 12.24; cf. Jo 15.26; 16.7; Lc 3.16; At 2.33). Qual é o papel exclusivo do Espírito Santo? Sua função é multifacetada, pois Ele é o "outro Paráclito" (gr. állon Parákleton; cf. Jo 14.16), um termo polissêmico que destaca seu papel como Consolador, Confortador, Ajudador, Ensinador, Conselheiro etc., sempre impulsionando os salvos a exaltar ao Deus triúno (15.26; 16.13,14). Quanto à salvação, de modo especial, Ele é quem convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo (vv. 8-11), bem como regenera o pecador, levando-o a experimentar todas as bênçãos que acompanham a salvação (3.3-8; Tt 3.5; 2 Co 4.4-6; Jo 14.26; Ef 1.13,14; Gl 5.22; 1 Ts 5.23; 2 Ts 2.13; Fp 1.6)
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