O DEVER DOS FORTES E DOS FRACOS

A JUSTIÇA DE DEUS EM CRISTO JESUS  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
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O sermão ensina, a partir de Romanos 14.1–15.13, que na igreja existem crentes fortes e fracos na fé, cujas diferenças se manifestam em questões que não são pecado, mas de opinião, e que tais diferenças não devem gerar desprezo nem julgamento. Paulo exorta os crentes mais fortes a não desprezarem os mais fracos, e os mais fracos a não julgarem os mais fortes, porque Deus acolheu a ambos, Cristo é Senhor de todos e todos prestarão contas somente a Ele. Ao julgar ou desprezar um irmão por questões secundárias, o crente assume um papel que pertence exclusivamente a Deus e acaba promovendo divisão em vez de edificação. Assim, o ensino central é que, embora cada um deva ter convicções firmes diante do Senhor, o amor, o respeito mútuo e a edificação do corpo de Cristo devem sempre prevalecer sobre opiniões pessoais.

Notes
Transcript

FORTE, NÃO DESPREZE O FRACO; FRACO, NÃO JULGUE O FORTE

Introdução:
Em uma empresa, sempre há pessoas mais capacitadas e outras mais limitadas. De modo semelhante, em uma casa há filhos mais interessados e dedicados e outros menos comprometidos. Na vida, há aqueles que compreendem muito bem determinado assunto, enquanto outros o entendem de maneira completamente diferente.
Na igreja acontece o mesmo. Há questões que não são pecado, mas que são compreendidas de formas distintas. Questões como se o pregador deve usar gravata nos cultos ou não, ou se o crente deve sempre usar calça, entre outras.
Paulo nos mostra, em Romanos 14.1–15.13, que há questões superficiais — por se tratarem de opinião — que não fazem bem ao corpo de Cristo. Ele ensina que, de fato, há na igreja crentes mais fortes na fé, que não se escandalizam nem se apegam a rituais, tradições ou normas antigas insignificantes para a igreja, e que possuem um bom entendimento bíblico da graça. Há também os mais fracos (“débeis”), que têm dificuldade em compreender determinadas passagens e assuntos e que estão profundamente enraizados em certos rituais, tradições e normas.
Em Romanos 12–13, Paulo apresenta prescrições gerais para a conduta cristã. Já em Romanos 14.1–15.13, ele trata de um problema específico da igreja: o julgamento crítico e o desprezo entre irmãos por questões de opinião. Os crentes mais fortes desprezavam os mais fracos, e os mais fracos julgavam os mais fortes.
O crente mais forte na fé é aquele que não vê problema em comer qualquer tipo de alimento e trata todos os dias como iguais. Já o crente mais fraco na fé é aquele que não come de tudo, provavelmente por causa da lei e da carne sacrificada aos ídolos, e por isso come apenas legumes, além de respeitar dias específicos, como o sábado ou festas prescritas na lei do Antigo Testamento.
Uns olhavam para questões pequenas e insignificantes e julgavam os outros contrários ao seu entendimento; outros olhavam para questões maiores, mas desprezavam aqueles que não enxergavam da mesma forma. Paulo apresenta quatro posições diferentes: comer de tudo, comer apenas legumes, considerar todos os dias iguais e considerar apenas alguns dias especiais. Essas opiniões estavam causando divisões na igreja. Um irmão via o outro com maus olhos; outro criticava; outro rejeitava; outro se irava. As opiniões tornaram-se mais importantes do que tudo. Havia um clima de arrogância, superioridade e orgulho intelectual. Essas opiniões estavam dividindo, e não unindo.
Diante disso, Paulo ensina o dever dos fortes e dos fracos: os fortes não devem desprezar os fracos, e os fracos não devem julgar os fortes.
Lição: Os Fortes na Fé não devem desprezar os Fracos, e os Fracos não devem julgar os Fortes.
Texto: Romanos 14.1-12.
Quero destacar três razões pelas quais não deve haver desprezo nem julgamento entre fortes e fracos na fé:
O Senhor acolheu a ambos (1-3).
A premissa de Romanos 14.1-15.13: Paulo inicia o versículo 1 com a premissa do que será desenvolvido em Romanos 14.1–15.13: “Acolhei ao que é débil na fé”.
Isso não significa que apenas o crente forte na fé deva acolher o fraco. Em Romanos 15.7, fica claro que ambos devem acolher-se mutuamente.
Esse acolhimento não deve ocorrer “para discutir opiniões”.
A diferença de opiniões: Paulo apresenta, então, as opiniões (v. 2):
Um crê que de tudo pode comer, mas o débil come legumes;
Um crê que pode comer de tudo: “Um crê que de tudo pode comer”.
Outro crê que não pode comer de tudo e, por isso, come legumes: “mas o débil come legumes”.
Um entende que nenhum alimento é impuro e que não está mais debaixo das leis do Antigo Testamento; outro, apegado a tradições e rituais, considera correto comer apenas os alimentos especificados pela lei e considera impuras as carnes sacrificadas aos ídolos. Um tem confiança em sua liberdade em Cristo; outro ainda está preso aos rituais do passado.
Observação: As opiniões mencionadas aqui não se referem a práticas pecaminosas.
Os deveres dos fortes e dos fracos: Paulo mostra os deveres de ambos — fortes e fracos.
quem come não despreze o que não come; e o que não come não julgue o que come, porque Deus o acolheu.
Desprezar significa tratar com desdém, rejeitar, desvalorizar, não dar importância. Assim, por ter uma opinião contrária, o forte desprezava totalmente o fraco, rejeitando-o, não lhe dando a mínima importância e tratando-o como inútil.
O desprezo do forte é muito mais do que simplesmente se afastar do fraco, ser indiferente a ele ou deixar de ouvi-lo. Trata-se de não se importar com sua vida espiritual e de agir sem considerar sua consciência.
Julgar, aqui, significa formar uma opinião crítica a respeito de alguém. Essa crítica levava a uma visão distorcida do irmão e era alimentada por um sentimento de superioridade intelectual ou espiritual, o que resultava em indiferença.
O julgamento do fraco parte de um coração que busca a perfeição, mas é limitado em entendimento. Trata-se de um coração preocupado com coisas insignificantes, que acaba se esquecendo das mais importantes.
A razão para não haver desprezo nem julgamento: O acolhimento do Senhor a todos.
porque Deus o acolheu.
O verbo acolher, nesse contexto, transmite a ideia de aceitar a presença de alguém com espírito amigável. Essa mesma palavra aparece no versículo 1 deste capítulo e no versículo 7 do capítulo 15.
Se Deus acolheu tanto os fortes quanto os fracos, eles também devem acolher-se uns aos outros: os fortes não desprezando os fracos, e os fracos não julgando os fortes.
Lição:
Deus nos acolheu quando ainda éramos pecadores; agora, temos o dever de acolher-nos uns aos outros, independentemente de opiniões.
Uma repreensão ao fraco (v. 4).
Quem és tu que julgas o servo alheio? Para o seu próprio senhor está em pé ou cai; mas estará em pé, porque o Senhor é poderoso para o suster.
O julgamento ao qual Paulo se refere é o juízo de valor, isto é, julgar que um irmão está errado com base em opiniões ou convicções pessoais. Esse não é o papel do crente, pois o crente é servo, não senhor.
Lição:
Não é nosso papel julgar a aprovação ou a desaprovação de um irmão.
A ideia de Paulo é clara: quem somos nós para julgar os servos de Deus? O que cada um faz — não se tratando de pecado — faz para o Senhor e, diante do Senhor, está em pé (aprovado) ou cai (desaprovado). É o Senhor quem aprova ou desaprova o Seu servo.
Paulo não está dizendo que o forte está certo ou errado, embora ele mesmo tenha sua convicção a respeito do assunto (Romanos 14.14). O que ele afirma é que nem o fraco, nem mesmo o forte, tem o direito de julgar o outro.
Paulo continua: “mas estará em pé, porque o Senhor é poderoso para o suster.” Aqui, ele apresenta um contraste que pode ser entendido da seguinte forma: “e será sustentado de pé, porque o Senhor é capaz de sustentá-lo.” O Senhor não apenas é capaz de sustentar, como de fato o sustentará.
Irmãos, não sabemos com certeza se alguém está em pé ou se caiu. Aos olhos humanos, pode parecer que está firme ou que caiu; contudo, sabemos que, no fim, o Senhor o sustentará em pé, pois é poderoso para fazê-lo.
Lição:
Estejamos em pé ou não, podemos ter certeza de que Deus nos sustentará. Nossa aprovação não depende de nós, mas da sustentação do Senhor.
Irmãos, independentemente de opiniões, o Senhor nos sustentará até o fim, porque Ele nos acolheu. No Salmo 37.23-24, Davi diz: “O SENHOR firma os passos do homem bom e no seu caminho se compraz; se cair, não ficará prostrado, porque o SENHOR o segura pela mão.”
Essa sustentação que o Senhor nos dá é evidente nas palavras de Jesus em João 10.28-30 e nas de Judas 20.
O que vemos aqui é que todos nós fomos acolhidos pelo Senhor, independentemente da opinião de cada um, e, por isso, devemos acolher-nos uns aos outros.
Os crentes mais fortes na fé não devem desprezar os mais fracos, e os mais fracos não devem julgar os mais fortes, pois o Senhor acolheu a todos.
O Senhor é Senhor de ambos (4-9).
Outras opiniões e a convicção que cada um deve ter (v. 5).
Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente.”
Paulo apresenta outra questão que causava discussão:
Um julgava certos dias mais importantes do que outros;
Outro julgava todos os dias iguais.
Alguns tratavam o sábado e os dias festivos prescritos na lei como mais importantes; outros tratavam todos os dias como igualmente importantes.
Paulo não trata da questão em termos de quem está certo ou errado. Ele apresenta as diferenças de opinião existentes entre eles e orienta como devem pensar: “Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente.”
Não há uma ordem para que mudem a forma de pensar, mas para que cada um esteja plenamente convicto, em sua mente, daquilo em que crê. A razão é simples: seja o que come de tudo, seja o que come apenas legumes, ambos fazem isso para o Senhor (ver v. 6).
A convicção que cada um tem é para o Senhor (v. 6).
Quem distingue entre dia e dia para o Senhor o faz; e quem come para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come para o Senhor não come e dá graças a Deus.”
Por três vezes, Paulo usa a expressão “para o Senhor”: – o que respeita ou guarda certo dia, o faz para o Senhor; – o que come de tudo, come para o Senhor; – o que não come de tudo, não come para o Senhor.
Ou seja, tudo o que fazem, fazem para o Senhor. Isso é comprovado pelo agradecimento: tanto os que comem quanto os que não comem dão graças a Deus.
A forma como vivem é para o Senhor. Quem está certo? O Senhor sabe. Contudo, cada um está plenamente convicto de que o que faz é correto e o faz para o Senhor. Uma coisa é certa: ambos pertencem ao Senhor.
A explicação da vivência de cada um: o Senhor, porque todos são do Senhor (vv. 7-8).
Porque nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si. Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor.”
A vida do crente não é para si mesmo, e a sua morte também não. Se vive, vive para o Senhor; se morre, morre para o Senhor. Todos são do Senhor.
Assim, todos, independentemente de suas opiniões, pertencem ao Senhor, pois vivem para Ele segundo suas convicções.
A morte e a ressurreição de Cristo como fundamento do Seu senhorio sobre todos (v. 9).
Foi precisamente para esse fim que Cristo morreu e ressurgiu: para ser Senhor tanto de mortos como de vivos.”
Jesus Cristo morreu e ressuscitou para ser Senhor tanto dos que estão vivos fisicamente quanto dos que já morreram fisicamente. Essa é a base para entendermos que Ele é Senhor tanto dos fortes quanto dos fracos.
Reflexão:
Quem somos nós para desprezar um irmão fraco, se somente o nosso Senhor sabe se estamos certos em nossa convicção?
Quem somos nós para julgar um irmão forte, se apenas o nosso Senhor sabe se o nosso pensamento está correto?
Lição:
Quando julgamos ou desprezamos um irmão por questão de opinião, fazemos de nós mesmos deuses, tomando um senhorio que pertence somente a Deus.
Sabe por que desprezamos ou julgamos os irmãos? Porque queremos estar acima dos outros, queremos sempre estar certos e nos considerar superiores em sabedoria. Muitas vezes, não queremos reconhecer que o outro pode estar certo. Preferimos brigar ou discutir por algo insignificante, em vez de respeitar e aceitar o irmão.
Não somos senhores de ninguém, nem perfeitos em nossas convicções; somos apenas servos, falhos em nossos entendimentos. Todos nós, com nossas falhas e acertos, somos servos do Senhor Jesus Cristo. Por isso, se somos fortes, não desprezemos os irmãos mais fracos; se somos fracos, não julguemos os mais fortes, pois Jesus Cristo é Senhor de todos.
O forte não deve desprezar o fraco, e o fraco não deve julgar o forte, porque o Senhor acolheu a ambos, é o Senhor de ambos e, por último, julgará a ambos.
O Senhor julgará a ambos (10-12).
Paulo se dirige a ambos os personagens fictícios e os repreende (v. 10a): “Tu, porém, por que julgas teu irmão? E tu, por que desprezas o teu?
Paulo indica que ambos estão errados: ambos são irmãos, ambos são servos; nenhum é juiz, nenhum é senhor.
Ao contrário de julgar, nós é que seremos julgados no tribunal de Deus: “Pois todos compareceremos perante o tribunal de Deus.”
Com “todos”, Paulo está se referindo aos crentes. Já “tribunal” refere-se ao lugar do julgamento de Deus. Esse tribunal é chamado de “tribunal de Cristo” em 2Coríntios 5.10. Esse tribunal não é condenador, mas galardoador.
Algo semelhante estava acontecendo em Corinto quanto ao julgamento crítico entre crentes, e a orientação de Paulo foi que não fizessem isso até que o Senhor viesse (1Coríntios 4.5). Jesus Cristo é quem julgará as motivações, os pensamentos e as atitudes interiores de cada um.
Paulo confirma que somente Deus julgará todas as pessoas e suas ações, citando Isaías 45.23; 49.18 (v. 11):
Como está escrito: Por minha vida, diz o Senhor, diante de mim se dobrará todo joelho, e toda língua dará louvores a Deus.”
Todas as pessoas, crentes ou descrentes, prestarão contas de suas vidas a Deus. A diferença é que os julgamentos ocorrerão em momentos e com propósitos diferentes.
Essa é a conclusão de Paulo a respeito dos crentes (v. 12): “Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus.
Tanto o que come de tudo quanto o que come apenas legumes darão contas de si mesmos a Deus. Cada um deve estar convicto daquilo que tem em mente, porque cada um dará conta de si mesmo a Deus.
O prestador de contas não somos nós; o juiz não somos nós; é Deus. Cada um, com a sua convicção, se apresentará diante d’Ele, e o Senhor é quem julgará e dirá quem foi “aprovado” ou “reprovado” na convicção que teve.
Todos, sejam crentes fortes na fé ou fracos, serão julgados pelo Senhor; portanto, não deve haver julgamento crítico nem desprezo por parte de ninguém.
Reflexão:
O que Paulo apresenta em Romanos 14.1–12 reflete o que vemos hoje entre os crentes: uma disputa de opiniões.
Algumas questões a se fazer são: o que é mais importante, a minha opinião ou o corpo de Cristo (a Igreja)? A minha forma de entender determinados assuntos tem edificado ou prejudicado os irmãos? Tenho respeitado a opinião dos irmãos? O que tem sido mais importante para mim: a minha opinião ou o bem do corpo de Cristo?
Nossa opiniões não são cem por cento corretas, e podem nem ser corretas, mas brigamos por elas como se fossem. Aquilo que pensamos ser o correto acaba se tornando um mal por causa da nossa dureza de coração.
As razões para a existência de várias opiniões são muitas, mas podemos destacar algumas delas, como: achismo, legalismo, tradicionalismo, preferencialismo etc. Outra razão é a dificuldade de interpretar alguns textos bíblicos e de compreender certos assuntos à luz das Escrituras.
questões que não são pecado; são questões de opinião, mas que tratamos como se fossem pecado. O que é pecado deve ser tratado como pecado e, sendo pecado, deve ser julgado; porém, se é questão de opinião, deve ser respeitado. Observação: Questões de doutrinas importantes, por exemplo, a doutrina da salvação pela fé, não são questão de opinião.
Aplicações:
Não somos perfeitos em nossas opiniões. Isso deve nos levar a ser maleáveis em nosso entendimento e respeitosos em nossas convicções. Você tem plena convicção do que pensa sobre determinado assunto? Então escute a opinião do irmão, pois a sua não é perfeita; e mude, se entender que está errado. Caso contrário, respeite e conviva amigavelmente com esse irmão. Tenhamos convicções firmes, porém maleáveis e respeitáveis.
Busquemos o bem maior: a edificação dos irmãos. Para isso, muitas vezes será necessário abrir mão das nossas convicções, a fim de não escandalizar a igreja de Cristo. Nossa convicção não é o bem maior; muitas vezes trata-se apenas de opinião, vontade própria, gosto, interesse, orgulho ou até ignorância (às vezes). Estamos unidos a Cristo e vivemos para Cristo; aquilo que nos une é muito mais forte do que o que nos separa.
Conclusão:
Tenhamos plena convicção daquilo que cremos, como Paulo afirma em Romanos 14.22-23: “A fé que tens, tem-na para ti mesmo perante Deus. Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova. Mas aquele que tem dúvidas é condenado se comer, porque o que faz não provém de fé; e tudo o que não provém de fé é pecado.”
Além disso, respeitemos os que têm opiniões diferentes. Portanto, quem é maduro sabe que determinadas questões não são pecado e, estando plenamente convicto de que não há nada de errado, não despreze aquele que tem uma opinião contrária; da mesma forma, quem pensa diferente não deve julgue o outro
Se você é forte, não despreze o fraco; se você é fraco, não julgue o forte. Porque todos fomos acolhidos por Deus, pertencemos ao mesmo Senhor e compareceremos diante do mesmo Juiz.
1 E acolhei o que é fraco na fé, não para fazer discursões de opiniões. 2 Um, de fato, crê que pode comer de tudo, mas o que é fraco come legumes. 3 Quem come, não despreze o que não come; e, quem não come, não julgue o que come, porque Deus o acolheu. 4 Quem és tu que julgas o servo alheio? É para o seu próprio senhor que ele está em pé ou cai; e será sustentado de pé, porque o Senhor é capaz de o sustentar. 5 Um julga um dia mais importante do que outro dia; outro julga todos dias iguais. Cada um, esteja plenamente convicto em sua própria mente. 6 Aquele que está respeitando certo dia respeita para o Senhor; e aquele que está comendo de tudo come para o Senhor, porque agradece a Deus; e aquele que não está comento de tudo não come para o Senhor, e agradece a Deus. 7 Porque nenhum de nós vive para si mesmo e nenhum morre para si mesmo, 8 porque se, de um lado, vivemos, para o Senhor vivemos; se, do outro, morremos, para o Senhor morremos. Portanto, se, de um lado, vivemos ou se, do outro, morremos, somos do Senhor. 9 Pois, para isso Cristo morreu e ressuscitou, a fim de ser Senhor tanto de mortos quanto de vivos. 10 Tu, porém, por que julgas o teu irmão? E tu, porque desprezas o teu irmão? Porque todos nos apresentaremos diante do tribunal de Deus. 11 Pois está escrito: “Por minha vida, diz o Senhor, que todo joelho dobrará diante de mim e toda língua louvará a Deus.” 12 Assim, pois, cada um dará conta de si mesmo a Deus.
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