Revelação de Jesus

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Tema: Revelação de Jesus

Texto: Apocalipse 1:1–3

Introdução

Amados irmãos, o Apocalipse não começa com juízo, começa com revelação. João está exilado em Patmos, a igreja está perseguida, e muitos crentes estão desanimados. É nesse cenário que Deus decide falar. Quando o povo sofre, Deus se revela. Quando a igreja é pressionada, o Senhor mostra que continua no controle da história.

Proposição

Deus revela Jesus Cristo aos seus servos para fortalecer a fé, confirmar a verdade e chamar o seu povo à obediência, porque o tempo está próximo.

Oração de Transição

Diante dessa revelação divina, observemos como o texto nos mostra a origem, a confirmação e o propósito dessa mensagem.

Desenvolvimento

I. Uma revelação dada por Deus aos seus servos (Ap 1:1)

“Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer; e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João.”

a) Uma revelação que tem origem em Deus

“...que Deus lhe deu...”
A revelação não nasce no coração do homem. Ela vem de Deus. O Senhor toma a iniciativa de se revelar ao seu povo.
Aplicação: Em meio às incertezas, a igreja deve se firmar na Palavra que procede de Deus.

b) Uma revelação que mostra o futuro sob o controle de Deus

“...para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer...”
Deus revela o que há de vir para fortalecer a fé dos seus servos. O futuro não é incerto para Deus.
Aplicação: O crente enfrenta o amanhã com confiança, porque Deus governa a história.

c) Uma revelação transmitida de forma ordenada

“...enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João.”
Deus usa meios. O anjo transmite, João registra, a igreja recebe.
Aplicação: Deus ainda usa instrumentos humanos, mas a mensagem deve permanecer fiel à revelação.

II. Uma revelação confirmada por um testemunho fiel (Ap 1:2)

“o qual atestou a palavra de Deus e o testemunho de Jesus Cristo, quanto a tudo o que viu.”

a) Um testemunho fiel à Palavra de Deus

“...atestou a palavra de Deus...”
João não anunciou sua própria mensagem, mas a Palavra de Deus.
Aplicação: A igreja deve pregar a Palavra, e não opiniões.

b) Um testemunho centrado em Jesus Cristo

“...e o testemunho de Jesus Cristo...”
Jesus é o centro da revelação. Tudo aponta para Ele.
Aplicação: Toda pregação bíblica deve exaltar Cristo.

c) Um testemunho completo e verdadeiro

“...quanto a tudo o que viu.”
João não escolheu partes. Ele testemunhou tudo o que viu.
Aplicação: Devemos anunciar todo o conselho de Deus, sem omissões.

III. Uma revelação que exige obediência e produz bênção (Ap 1:3)

“Bem-aventurados aqueles que leem, aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo.”

a) Uma bênção para os que leem a Palavra

“Bem-aventurados aqueles que leem...”
Deus promete bênção àqueles que valorizam a leitura da Escritura.
Aplicação: Uma igreja saudável é uma igreja que lê a Bíblia.

b) Uma bênção para os que ouvem com fé

“...e aqueles que ouvem as palavras da profecia...”
Ouvir envolve atenção, reverência e disposição do coração.
Aplicação: Precisamos ouvir a Palavra com temor e humildade.

c) Uma bênção para os que guardam e obedecem

“...e guardam as coisas nela escritas...”
Guardar é praticar. A revelação exige resposta.
“...pois o tempo está próximo.”
A proximidade do tempo chama à vigilância.
Aplicação: Não é tempo de adiamento espiritual, é tempo de obediência.

Conclusão e Aplicação

Meus irmãos, Deus revelou Jesus Cristo para fortalecer a sua igreja. Essa revelação tem origem divina, foi confirmada por testemunho fiel e produz bênção na vida daqueles que obedecem. Que sejamos uma igreja que lê, ouve e guarda a Palavra, vivendo com os olhos fixos em Cristo, porque o tempo está próximo e Ele reina para sempre.
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