Orações ineficientes.
Senhor, ensina-nos a orar • Sermon • Submitted • Presented
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Saudação a igreja
Saudação a igreja
Introdução:
Introdução:
Comentar sobre a serie de mensagens - “Senhor, ensina-nos a orar.”
Semana passada observamos o pedido feito a Jesus - Senhor, ensina-nos a orar. Observamos que esta pergunta faz muito sentido, pois, devido ao pecado não sabemos orar de forma efetiva. A comunhão e comunicação com Deus foram afetadas na queda. Também conseguimos observar que podemos aprender a orar com três professores:
Irmãos em Cristo
Palavra de Deus
Espírito Santo.
Hoje, dando sequencia a nossa serie gostaria de observar o texto que se encontra em Mt.6.5-8.
Diferente de Lucas, o texto em Mateus, antes de nos mostrar o Pai nosso, nos apresenta isntruções de Jesus. Estas por sua vez são muito importantes, pois nos revelam que existem orações que não fazem efeito, que não são aceitas por Deus.
O contexto em que Jesus ensina isso é:
Contexto amplo da passagem é o sermão do monte - Lei que regem o reino de Deus.
Contexto imediato - O cuidado contra arrogância, altivez, contra o orgulho - vem falando sobre as esmolas e boas atitudes e continua na mesma instrução acerca da oração e logo após fala sobre o jejum. Nestas 3 atitudes, contribuir, orar e jejuar é preciso ter atenção para não fazer a pratica certa da forma ou com a intenção errada.
É fundamental lembrar que no reino de Deus o coração vem primeiro que as mãos, a intenção é clara a Deus, mas não aos homens, estes por sua vez podem fazer a pratica da religião com a intenção equivocada.
Vejamos o que diz o texto:
Leitura do texto bíblico:
Leitura do texto bíblico:
⁵ "E quando vocês orarem, não sejam como os hipócritas. Eles gostam de ficar orando em pé nas sinagogas e nas esquinas, a fim de serem vistos pelos outros. Eu lhes asseguro que eles já receberam sua plena recompensa.
⁶ Mas quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que está no secreto. Então seu Pai, que vê no secreto, o recompensará.
⁷ E quando orarem, não fiquem sempre repetindo a mesma coisa, como fazem os pagãos. Eles pensam que por muito falarem serão ouvidos.
⁸ Não sejam iguais a eles, porque o seu Pai sabe do que vocês precisam, antes mesmo de o pedirem. Mateus 6:1-34
Baseado neste texto o tema que gostaria de trabalhar nesta noite é:
Orações ineficientes
Por mais que possa nos parecer estranho existem orações que não funcionam, não são efetivas, não produzem resultado, isso porque espíritualmente não são verdadeiras.
I.E.P - Há um exemplo calro disso em Lc.11.9-14 -
⁹ A alguns que confiavam em sua própria justiça e desprezavam os outros, Jesus contou esta parábola:
¹⁰ "Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro, publicano.
¹¹ O fariseu, em pé, orava no íntimo: ‘Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens: ladrões, corruptos, adúlteros; nem mesmo como este publicano.
¹² Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho’.
¹³ "Mas o publicano ficou à distância. Ele nem ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, dizia: ‘Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador’.
¹⁴ "Eu lhes digo que este homem, e não o outro, foi para casa justificado diante de Deus. Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado".
Lucas 18:9-14
Perceba que os dois foram ao templo com a intenção de orar,
Os dois oraram - comunicaram a Deus
Perceba que Jesus não diz que as palavras do fariseu eram mentira.
Mas apenas uma oração foi efetiva.
Bem, no tocante a oração Jesus nos adverte sobre dois equivocos, eles estão presentes no verso 5 e 7, em contra partida nos mostra o que fazer nos versos 6 e 8, ou seja, podemos diviver este texto em dois blocos, aonde em cada um deles o Senhor nos mostrará o que é errado e o que é acertivo.
Sentença de transição:
Sentença de transição:
Vejamos então o que pode tornar uma oração ineficaz. Jesus aqui, neste texto, nos apresenta duas boas razões.
1- Ponto - A motivação errada.
1- Ponto - A motivação errada.
Vejamos os verso 5 e 6 de Mateus;
⁵ "E quando vocês orarem, não sejam como os hipócritas. Eles gostam de ficar orando em pé nas sinagogas e nas esquinas, a fim de serem vistos pelos outros. Eu lhes asseguro que eles já receberam sua plena recompensa.
⁶ Mas quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que está no secreto. Então seu Pai, que vê no secreto, o recompensará.
Estes dois versos se complementam, um nos mostra o que não esta correto, o outro revela o caminho mais excelente. Vejamos em primeiro lugar o que não está correto.
Segundo Jesus existiam pessoas em seu tempo, as quais ele intitula como - Hipocritas - Esta palavra no grego é a mesma que da origem a ideia de ator, aquele que representa o que não é. Ou seja, hipocrita é aquele que estava fingindo algo que não era verdadeiro, representava visulamente o que não era real no interno, no coração.
Jesus demosntra que essas pessoas usavam a oração e a forma tradicional judaica de faze-la para se alto promoverem, o desejo não era ir a Deus, ou ser ouvido por Deus, mas sim, ser admirado pelos homens. Alguns pontos são importantes destacarmos aqui.
1- Jesus não é contrario a forma fisica de orar - de pé, ou sentado, falando alto ou baixo, o problema não é a forma, mas sim, a intenção do porque se está fazendo.
2- Jesus demosntra o perigo da regiliosidade - A descrição de Jesus era a dos lideres religiosos de seu tempo. A religião quando executado com amor, e direção do Espírito é uma benção, mas quando abandonada essa realidade, se torna apenas religiosidade, as praticas se tornam vazias ou usadas para beneficio prorpio.
3- A resposta de orações assim não são divinas, mas sim apenas humanas. Jesus diz que pessoas que oram por motivos errados já receberam a recompensa, esta não vem de Deus, mas da realidade humana. No caso dos hipocritas o reconhecimento de outros homens era a respsota.
Agora, no verso 6, o mestre faz um contra ponto, demosntrando o valor da verdadeira intenção. Agora, é necessário destacar um ponto:
Aparentemente numa primeira leitura ficamos com a impressão de que Jesus esta proibindo orações comunitárias ou em publico. Não é essa a ideia do texto. A ideia de orar no secreto demosntra a intimidade e a intenção do coração para com Deus. Jesus não esta dizendo que a verdadeira oração é aquela feita na solidão ou escondido, ele mesmo ia ao templo, orou com seus disicpulos, a ideia aqui é a intimidade, o foco não em homens, mas em Deus. Perceba que não se trata de algo para os outros, mas para si e para Deus.
Jesus está nos motrando que a oração que chega a Deus é aquela que:
É motivada em estar com Deus
É intima, sem mascara, sem floreio, sem o desejo de imprecionar ninguém
É pessoal, de meu coração para o coração do Pai.
Pergunta: Quando foi a ultima vez que você orou assim, desta forma?
Qual foi a ultima vez que você sondou a motivação de seu coração para a oração?
Ouso afirmar que a motivação é o principal razão de nossa orações falharem em seus propóritos. Tiago já nos alerta sobre isso, quando diz:
Texto paralelo:
³ Quando pedem, não recebem, pois pedem por motivos errados, para gastar em seus prazeres. Tiago 4:3
I.E.P -
2- Ponto - A forma errada
2- Ponto - A forma errada
Antes o problema era a motivação, agora o problema é a forma. Vejamos o texto:
⁷ E quando orarem, não fiquem sempre repetindo a mesma coisa, como fazem os pagãos. Eles pensam que por muito falarem serão ouvidos.
⁸ Não sejam iguais a eles, porque o seu Pai sabe do que vocês precisam, antes mesmo de o pedirem.
Jesus está aqui descrevendo uma prática comum entre os pagãos de seu tempo, repetições incansaives para deuses falsos. A ideia era que essa repetições cansariam estes deuses e por se cansarem eles então responderiam, vemos um exemplo disso no texto de 1Reis 18.26
“Tomaram o novilho que lhes fora dado, prepararam-no e invocaram o nome de Baal, desde a manhã até ao meio-dia, dizendo: Ah! Baal, responde-nos! Porém não havia uma voz que respondesse; e, manquejando, se movimentavam ao redor do altar que tinham feito.”
Os judeus por estarem envolto a povos pagãos, acabaram de certa forma influenciados por esta pratica, a mesma não é diferente da reza de hoje, onde pessoas repetem palavras que não são suas, nesta repetição esperasse que Deus aja, ou mova-se.
I.E.P - O terço catolico por exemplo - A cada dezena deve-se repetir 1 pai nosso, 10 ave-maria e 1 glória ao pai. Ao final do terço a pessoa tera repetido 5 pais nosso, 50 ave-maria e 5 glória o pai.
É improtante destacarmos aqui que Jesus não está proibindo que se ore pelo mesmo assunto mais de uma vez, ele mesmo o fez no Getsemani, Paulo também é outro exemplo quando intercesse por livramento quanto a seu espinho na carne, por mais de uma vez.
O que Jesus está condenando é a falta de vida, de intimidade de sincerridade, poderiamos dizer que Jesus está condenando a religiosidade. Não podemos esquecer nunca que oração é comunhão com o Pai. Não posso ter comunhão se não ouver vida verdadeira. Repetir palavras como se elas fossem magicas não é oração.
Não podemos separar a palavra oração da palabra comunhão. Orar é estar com Deus. Não apenas repetir palavraz porque são bonitas, ou porque alguém me ensinou, a comunhão requer vida diaria, prática, sincerra, envonlve sentimento.
I.E.P - As orações cristãs são medidas pela sinceridade, e não pela duração. Charles Spurgeon
Falar com Deus não é como falar com um maquina ou com um estranho, antes é uma conversa com o Pai, é prazeroso, é intimo, é verdadeiro, autentico, esta realidade muda tudo, faz da oração um dos maiores prazeres da vida.
I.E.P - Minha vida de oração - por muito tempo fui religiosamente insistente em orar de maneira fechada - lugar, hora, hoje a oração para mim é uma alegria do dia, no carro, na caminhada, na caam, de joelhos, é uma alegria estar com Deus.
O rei Davi no Salmo 16 diz:
Texto paralelo:
Salmo 16.11 “Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente.”
A presença de Deus é alegria, delicia, satisfação, e nada nos leva mais a presença de Deus do que a oração.
Conclusão
Conclusão
Talvez você não tenha conseguido acompanhar este sermão, ou nem lebre dos topicos, mas por favor, ao menos lembre desta frase que vou lhe diser agora:
“Oração é vida com Deus, não compromisso religioso.
É entrega — não apresentação.
É altar, não palco.”
