187 - ...te constituí por Atalaia

O Evangelho de Jesus no AT  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
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Reflexão bíblica textual / temática sobre o papel de Ezequiel, convocado por Deus como Atalia sobre Israel, ou seja um soldado ou um cidadão vigillante que devotaria sua vida à preservação da vida do povo de Deus contra seus principais inimigos, ou seja, o pecado persistente, resiliente e destruidos.

Notes
Transcript

— A ti, pois, ó filho do homem, te constituí por atalia... [Ezekiel 33.1-9]

I. Introdução

— Deus falando na língua dos homens

Temos pregados nos últimos quase 3 meses, mensagens bíblicas a partir dos profetas do AT;
— Até o momento, foram nove mensagens as quais tiveram como foco: — O Evangelho de Jesus revelado no AT;
Isaias e o menino Emanuel como sinal de livramento e esperança (14/12);
Isaias e o povo que veria uma grande luz em meio a densas trevas;
Baruque, secretário de Jeremias, que procurava grandezas em tempos de crise;
Jonas irado por Deus usar de misericórdia com o povo de Nínive;
Jeremias descendo à cada do oleiro para aprender sobre Deus;
Ezequiel e o vale de ossos secos, uma mensagem de esperança;
Jeremias denuncia os dois males que o povo vinha praticando;
Oseias e o povo que perece por falta do conhecimento de Deus;
Lamentações, um mundo sem Deus e sem esperança
Observem que todas as mensagens foram pregadas a partir dos profetas do AT, que por sua vez, apontam para Cristo
Em Luke 24, respondendo aos discípulos que iam embora para Emaús após a sua morte, Jesus os repreendeu dizendo:
Luke 24:25–27 (ARA) — 25 Então, lhes disse Jesus: Ó néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! 26 Porventura, não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua glória? 27 E, começando por Moisés, discorrendo por todos os Profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras.
O que este texto nos diz? O que aprendemos com esta maravilhosa puxada de orelha que Jesus deu em seus discípulos?
Que começando com (1) Moisés, (2) tudo o que os profetas disseram e (3) tudo o que consta em todas as Escrituras revelam o grande plano de redenção de Cristo por meio da cruz;
Seria interessante falarmos sobre o ministério profético do AT, algumas de suas implicações e como isso nos afeta enquanto Igreja do Senhor;
Ezequiel, por exemplo, recebeu de Deus um chamado muito especial, e no exercício deste chamado o profeta se tornou uma voz que atravessaria gerações na história do povo eleito;
Em um dado momento, Deus o chamou de “atalaia” — mas o que isso significaria? Vamos ao texto onde esta chamada aconteceu…
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Vamos ao Texto Áureo da mensagem: [Ezekiel 33.1-9]

II. Texto Áureo:

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Ezekiel 33:1–9 (ARA) — 1 Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:
— 2 Filho do homem, fala aos filhos de teu povo e dize-lhes: Quando eu fizer vir a espada sobre a terra, e o povo da terra tomar um homem dos seus limites, e o constituir por seu atalaia; 3 e, vendo ele que a espada vem sobre a terra, tocar a trombeta e avisar o povo; 4 se aquele que ouvir o som da trombeta não se der por avisado, e vier a espada e o abater, o seu sangue será sobre a sua cabeça. 5 Ele ouviu o som da trombeta e não se deu por avisado; o seu sangue será sobre ele; mas o que se dá por avisado salvará a sua vida.
6 Mas, se o atalaia vir que vem a espada e não tocar a trombeta, e não for avisado o povo; se a espada vier e abater uma vida dentre eles, este foi abatido na sua iniquidade, mas o seu sangue demandarei do atalaia.
7 A ti, pois, ó filho do homem, te constituí por atalaia sobre a casa de Israel; tu, pois, ouvirás a palavra da minha boca e lhe darás aviso da minha parte.
8 Se eu disser ao perverso: Ó perverso, certamente, morrerás; e tu não falares, para avisar o perverso do seu caminho, morrerá esse perverso na sua iniquidade, mas o seu sangue eu o demandarei de ti.
9 Mas, se falares ao perverso, para o avisar do seu caminho, para que dele se converta, e ele não se converter do seu caminho, morrerá ele na sua iniquidade, mas tu livraste a tua alma.
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Vamos ao Desenvolvimento da mensagem:

III. Desenvolvimento

— Quando eu fizer vir a espada sobre a terra...

Filho do Homem, fala aos filhos do teu povo e dize-lhes:
Já falamos sobre o filho do homem, mas o tema é tão relevante que vale a pena revisitar:
— Filho do Homem - expressão utilizada na Bíblia 182 vezes;
— 86 vezes no NT apontando para Cristo, a imensa maioria nos Evangelhos;
— 96 vezes a expressão foi citada no AT, sendo:
— 93 vezes no Livro de Ezequiel, 97% das citações do AT;
— 1 vez nos Salmos [Psalm 144.3]
— 2 vezes em Daniel [Daniel 7.13; 8.17]
— No AT, somente em Daniel 7.13 a expressão aponta para o Cristo glorificado sentado no trono;
Em Ezequiel, a expressão “filho do homem” aponta para a sua humanidade, finitude, falibilidade, pequenez…
… neste sentido, “filho do homem” significa “filho do pó”…
O texto lido diz — Filho do Homem, fala aos filhos do teu povo e dize-lhes:
Ezequiel, um profeta do Deus Altíssimo que reconhece sua pequenez, mas acima de tudo reconhece a grandeza do Deus Todo-Poderoso de quem ele é porta-voz;
… curiosamente Deus convoca a Ezequiel para falar para os filhos do povo dele (de Ezequiel);
… uma forma profética, que relembra Moisés, de afirmar que “o povo de Deus” não apresenta nenhuma expressão do caráter de seu Deus;
— Filho do Homem, fala aos filhos do teu povo e dize-lhes: Quando EU fizer vir a espada (a guerra) sobre a terra (terra habitada, agricultável, o mundo que os olhos veem);
O discurso profético segue o formato da tribuna, contendo:
denúncia — Deus lança diante de seu povo seus desvios, transgressões, pecados, ou comportamentos inadequados ao povo de Deus;
juízo — Deus informa seu povo das consequências que lhes caberão com o derramamento de sua justiça sobre seu povo, caso eles não se arrependam;
restauração — Deus declara como a restauração de seu povo será promovida por Deus à medida que seu povo retorna ao caminho da obediência e da justiça;
— 2 Filho do homem, fala aos filhos de teu povo e dize-lhes: Quando eu fizer vir a espada sobre a terra — Isso é um fato, não se trata de “se” virá espada sobre a terra, mas quando…
Quando a guerra se fizer próxima, quando conflitos armados se tornarem uma realidade na vida do povo de Deus…
Lembremos que Ezequiel está no exílio com o povo, Jerusalém está sitiada, boa parte de sua liderança e riquezas trazidas para solo inimigo, então a guerra já é uma realidade;
Jerusalém ainda não caiu, pois o exílio de Judá aconteceu em três etapas:
1ª deportação — 2 Chronicles 36.5-8 — rei Jeoaquim, reinou 11 anos, Nabucodonosor o levou preso para Babilônia e levou alguns utensílios do Templo;
2ª deportação — 2 Chronicles 36.9-10 — rei Joaquim, reinou 3 meses, Nabucodonosor o levou preso para Babilônia e levou os mais preciosos utensílios do Templo;
3ª e última deportação — 2 Chronicles 36.11-21 — rei Zedequias, reinou onze anos, fez o que era mau perante o Senhor, não ouviram seus profetas:
Nabucodonosor não teve piedade;
executou a todos;
queimaram a casa de Deus;
derrubaram os muros de Jerusalém;
levaram todos os utensílios do Templo para a Babilônia;
destruiram seus palácios,
bem como todos os seus preciosos objetos;
Na prática, a guerra já estava ás portas daquele povo, porém até aquele momento o povo não se arrependera de seus pecados;
Daniel fora levado para a Babilônia em 605 a.C. durante a primeira deportação, após a queda do Egito sob a espada de Babilônia;
Ele estava entre os jovens deportados selecionados para servirem como funcionários públicos de interface entre a Alta Corte e os inúmeros povos desterrados;
Ezequiel fora levado para a Babilônia em 597 a.C., como parte da segunda onda de exilados de Jerusalém, a segunda deportação;
Ele foi para o exílio junto com aproximadamente oito mil membros da nobreza, artesãos, sacerdotes e religiosos que foram deportados com o rei Joaquim.
Embora Ezequiel tenha chegado à Babilônia em 597 a.C., seu ministério profético registrado se estendeu de 593 a 571 a.C., um período durante o qual ele transmitiu mensagens à comunidade exilada.
Ele profetizou aos exilados babilônicos no Canal de Quebar durante os últimos anos da existência de Jerusalém e no período imediatamente posterior à sua destruição.
No décimo segundo ano de seu exílio, ele soube da queda de Jerusalém por meio de um fugitivo. O momento da deportação de Ezequiel reflete uma estratégia babilônica mais ampla.
Ele foi alvo das políticas de deportação seletiva praticadas tanto pelos assírios quanto pelos babilônios, que visavam a liderança política, espiritual e econômica para suprimir a resistência nacional e prevenir futuras revoltas.

— quando o povo da terra tomar um homem dos seus limites...

— 2 Filho do homem, fala aos filhos de teu povo e dize-lhes: Quando eu fizer vir a espada sobre a terra, e o povo da terra tomar um homem dos seus limites, e o constituir por seu atalaia;
Quando Deus quis falar com seu povo acerca de sua soberania no trato com seu povo, ele leva Jeremias á casa do oleiro;
Quando Deus quer falar acerca da esperança de restauração da nação a partir da completa falência estatal e espiritual, Deus mostra a Ezequiel um vale de ossos sequíssimos;
Agora para falar acerca do trabalho e da comissão do ministério profético como instrumento de didática e de juízo, Deus fala com Ezequiel sobre o papel de um “atalaia”!
Como era a dinâmica de uma “atalaia”? O que era um atalaia?
Qual era o trabalho de um atalaia?
Um atalaia era um vigilante, um vigia, um soldado ou um civil treinado em visualização, análise e avaliação de riscos à sobrevivência;
Este homem bem treinado, capacitado, era colocado em uma posição física elevada com ampla visão da terra ocupada pela população;
Ele poderia ver qualquer situação adversa ou perigosa se aproximandoa uma longa distância enquanto o povo vivia sua vida despreocupadamente;
Isso significa que o “atalaia” tinha credibilidade popular, tinha um grande poder (de ver além do alcance) e uma grande responsabilidade;
O que não retirava do povo a responsabilidade de reagir em conformidade com o alerta enviado pelo atalaia;
Vamos ao texto novamente:
Ezekiel 33:1–9 (ARA) — 1 Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: — 2 Filho do homem, fala aos filhos de teu povo e dize-lhes: Quando eu fizer vir a espada sobre a terra, e o povo da terra tomar um homem dos seus limites, e o constituir por seu atalaia; 3 e, vendo ele que a espada vem sobre a terra, tocar a trombeta e avisar o povo; 4 se aquele que ouvir o som da trombeta não se der por avisado, e vier a espada e o abater, o seu sangue será sobre a sua cabeça. 5 Ele ouviu o som da trombeta e não se deu por avisado; o seu sangue será sobre ele; mas o que se dá por avisado salvará a sua vida.
Vendo aquele homem a espada vindo sobre a terra, ele tocaria a trombeta, avisaria o povo, e o povo deveria tomar as devidas providências quando ouvisse a trombeta;
Se ele não o fizesse, ao ouvir o som da trombeta, não se der por avisado e a espada vier, o seu sangue será sobre sua cabeça;
Esta seria a condição literal de uma cidade do mundo antigo vigiada por atalaias para garantir a segurança de sua população de perigos distantes;
Mas então Deus muda a direção do seu discurso apontando para Ezequiel chamando-o de “atalaia sobre a casa de Israel”…

— O que se espera o ministério profético nas Escrituras?...

7 A ti, pois, ó filho do homem, te constituí por atalaia sobre a casa de Israel; tu, pois, ouvirás a palavra da minha boca e lhe darás aviso da minha parte.
A ti [Ezequiel] te constituí por atalaia sorbe a casa de Israel;
Importante lembrar que Ezequiel foi para o exílio na segunda deportação, um jovem sacerdote que servia como profecia divina em sua própria experiência;
Podemos ter a ideia equivocada de que o trabalho do profeta é de X9, dedo-duro, algué, que tem como propósito apontar o dedo para o erro alheio, um portador de más notícias;
Na sua carta aos Coríntios, Paulo faz uma descrição muito sucinta e precisa acerca do ministério profético bíblico, talvez a única vez me toda a Bíblia em que a profecia é caracterizada;
1 Corinthians 14:3 (ARA) — 3 Mas o que profetiza fala aos homens, edificando, exortando e consolando.
1 Corinthians 14:3 (NA28) — 3 ὁ δὲ προφητεύων ἀνθρώποις λαλεῖ οἰκοδομὴν καὶ παράκλησιν καὶ παραμυθίαν.
οἰκοδομὴν - construir, edificar. erigir algo de forma estruturada;
παράκλησιν - exortar, encorajar, fortalecer, confortar, consolar;
παραμυθίαν - “um falar perto de alguém”, denotando portanto, “consolação, conforto”, com um altíssimo grau de ternura;
O ministério profético é um trabalho árduo, de andar na contramão do mundo, com o propósito de salvar este mundo de sua própria ignorância e cegueira;
Um profeta é uma porta-voz, alguém que fala em nome de outro, alguém que porta uma mensagem que faz a diferença entre a vida e a morte, então ele não pode se calar;
Porque isso é relevante para a Igreja do Senhor?
Olhem para fora — o que vemos quando olhamos para a vida das incontáveis pessoas que conhecemos que andam sem Deus e sem esperança neste mundo?
Porque Jesus disse aos seus disípulos que eles são “sal da terra e luz do mundo”?
Porque Jesus diz que ninguém põe uma lanterna acesa (consumindo recursos preciosos) embaixo de um alqueire, uma cesta vedada, ou como se esconde uma cidade constrída sobre uma montanha?
Hoje celebramos a Ceia do Senhor, e eu gostaria de fazer uma afirmação bíblica miuto importante;
Vamos ao Encerramento da mensagem:

V. Encerramento

— A Celebração da Ceia do Senhor

A celebração da Ceia do Senhor é uma celebração profética, já pensou nisso?
Sempre afirmamos que a Ceia do Senhor trata-se de um memorial, uma celebração simbólica, uma declaração lúdica de uma realidade espiritual profunda;
Há o risco de tornarmos a Ceia do Senhor em nossos corações em uma mera peça litúrgica da nossa tradição religiosa;
Por um lado, não estamos reencenando espiritualmente o ato da redenção do calvário afim de tornar visível ou material os efeitos sacramentais da cerimônia;
Por outro lado não estamos apenas acrescentando elementos materiais à nossa liturgia religiosa;
A Ceia do Senhor se torna em um “ato profético” a partir do momento que fazemos o que Jesus ordenou que fizéssemos, ou seja:
em memória de Cristo, comemos coletivamente o pão que simboliza sua carne, o seu corpo partido e quebrado na cruz, pelo qual agradecemos por ter sido dado pos nós;
em memória de Cristo, bebemos coletivamente o suco de uva que simboliza o seu sangue, completamente derramado na cruz, pelo qual celebramos a Nova Aliança;
em memória de Cristo, todas as vezes que comemos e bebemos, “anunciamos profeticamente ao mundo a morte do Senhor, até que Ele venha”;
1 Corinthians 11:23–32 (ARA) — 23 Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; 24 e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. 25 Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. 26 Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. 27 Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. 28 Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice; 29 pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si. 30 Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem.
[29 ὁ γὰρ ἐσθίων καὶ πίνων κρίμα ἑαυτῷ ἐσθίει καὶ πίνει μὴ διακρίνων τὸ σῶμα.]
31 Porque, se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. 32 Mas, quando julgados, somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo.
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Amados, já pararam para pensar acerca da possibilidade de “comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente”?
O que significa: indignamente? Literalmente falando: de modo indígno!
A indignidade se estabelece por causa do pecado, e isso é um fato! Mas Paulo tem em mente quaisquer pecados?
O que nos torna indígnos perante o Senhor, se temos sido nós lavados e remidos no sangue do Cordeiro? A dignidade d’Ele, é a dignidade que d’Ele recebemos, não é?
Paulo orienta que o “homem” deveria examinar-se a si mesmo, e assim comesse do pão, e bebesse do cálice, pois… quem come e bebe “sem discernir o corpo”, come e bebe juízo para si.
Então, o que Paulo está realmente falando? Contextualmente falando: — Neste contexto, qual era o problema mais profundo na prática de fé da Igreja de Corinto?
Do ponto de vista de 1 Cor 11.27-29, o que pode nos tornar indígnos é a incapacidade de discernir o Corpo de Cristo!
Como assim, discernir? Discernir é julgar corretamente, compreender.
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Fiquem de pé, por favor, e olhem ao redor - sem constrangimentos, tente ver cada um dos irmãos presentes neste salão e que está prestes a participar da mesma celebração;
Examine-se a si mesmo e responda somente para seu coração - me permitam fazer um exercício com a Igreja:
— Tem alguém aqui, neste momento, que faz parte do mesmo corpo, mas você se recusa a amá-lo, aceitá-lo como irmão em Cristo? Prefere falar mal desta pessoa para outros?
— Há alguém aqui que lhe ofendeu e você se recusa a perdoá-lo, a serví-lo, orar por ele ou por ela, respeitá-lo como membro do mesmo corpo?
— Há alguém aqui, que você se sentiria muito melhor se ele fosse arrebatado, que você não concorda com nada do que ele pensa ou faz, então prefere ignorá-lo?
— Sinceramente, do mais profundo do seu coração, você não consegue se considerar parte do mesmo Corpo que este irmão ou irmã?
28 Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice
— se você se sentiu constrangido, por Deus, agora, então derrote o diabo, em o Nome de Jesus,
— se arrependa, peça perdão, não faça como o credor impenitente, e coma do pão, e beba do cálice,
— não deixe que o orgulho do seu coração arruine sua comunhão com Deus,
— porque se você acredita que pode manter a comunhão com Deus, odiando os seus irmãos, está muito enganado,
— Não é possível amar a Deus, que você não vê, sem amar ao próximo, que você vê
— e ninguém é mais proximo do que aquele que faz parte do mesmo corpo que você!
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