O ACOLHIMENTO MÚTUO
O sermão ensina, com base em Romanos 14.1–15.13, especialmente 15.7-13, que o acolhimento mútuo é um dever de todos os crentes, tanto dos fortes quanto dos fracos na fé, a fim de preservar a unidade e glorificar a Deus. Paulo exorta que não haja desprezo nem julgamento por questões de opinião, mas que cada irmão receba o outro com espírito amigável, seguindo o exemplo de Cristo, que acolheu tanto judeus quanto gentios, confirmando as promessas de Deus e revelando sua misericórdia. O acolhimento não é mera tolerância, mas aceitação amorosa, marcada por empatia, humildade, respeito e compaixão. A falta dele gera divisão, orgulho e prejuízo à igreja, enquanto sua prática reflete o caráter misericordioso de Deus, produz alegria, paz e esperança pelo Espírito Santo. Assim, acolher não é opção, mas expressão de obediência, gratidão pela salvação e compromisso com a edificação do corpo de Cristo.
