Ame sua igreja - Congregar _Cap2 - Mar26
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Congregar
Congregar
Valorizando o ajuntamento solene
Valorizando o ajuntamento solene
A igreja é mais do que um lugar que visitamos de vez em quando ou um evento que frequentamos. Entretanto, isso não significa que se reunir para cultuar e adorar não seja importante. Congregar é coisa séria, pois, ao se reunir:
(Hebreus 12.22–24 “22 Pelo contrário, vocês chegaram ao monte Sião e à cidade do Deus vivo, a Jerusalém celestial, e a milhares de anjos. Vocês chegaram à assembleia festiva, 23 a igreja dos primogênitos arrolados nos céus. Vocês chegaram a Deus, o Juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados, 24 e a Jesus, o Mediador da nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o sangue de Abel.” , Hebreus 12.28–29 “28 Por isso, recebendo nós um Reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e temor. 29 Porque o nosso Deus é fogo consumidor.” , NVI).
Congregar não é apenas um aspecto essencial do discipulado (Hebreus 10.25 “25 Não deixemos de nos congregar, como é costume de alguns. Pelo contrário, façamos admoestações, ainda mais agora que vocês veem que o Dia se aproxima.” ), mas também uma antecipação do futuro ajuntamento de todo o povo remido por Deus em adoração ao Cordeiro (Ap 15). O que fazemos em nossas reuniões públicas é importante não apenas para nosso crescimento em piedade, mas é também uma boa forma de apresentar o evangelho aos descrentes.
Vamos a Atos, a uma cidade chamada Trôade e um inesquecível ajuntamento solene (At 20.7-12):
No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo, que devia seguir viagem no dia imediato, exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite. Havia muitas lâmpadas no cenáculo onde estávamos reunidos. Um jovem, chamado Êutico, que estava sentado numa janela, adormecendo profundamente durante o prolongado discurso de Paulo, vencido pelo sono, caiu do terceiro andar abaixo e foi levantado morto. Descendo, porém, Paulo inclinou-se sobre ele e, abraçando-o, disse: Não vos perturbeis, que a vida nele está. Subindo de novo, partiu o pão, e comeu, e ainda lhes falou largamente até o romper da alva. E, assim partiu. Então, conduziram vivo o rapaz e sentiram-se grandemente confortados .
A história chega a ser cômica, pois não é difícil nos identificarmos com aquela cochilada. Quem nunca cochilou durante uma aula, filme, ou — sejamos sinceros — um sermão?
Como pregador, sou sempre encorajado pelo fato de um dos maiores pregadores da história já ter feito um ouvinte dormir! Mas o relato de Trôade traz mais do que um alívio cômico: ele revela alguns princípios e prioridades muito importantes e eternos para o ajuntamento solene, ou adoração comunitária.
O primeiro dia da semana
Lucas nos relata que a igreja se reuniu “No primeiro dia da semana” para a adoração comunitária (Atos dos Apóstolos 20.7 “7 No primeiro dia da semana, nós nos reunimos a fim de partir o pão... . O estudioso F. F. Bruce comenta: “A referência ao partir o pão no ‘primeiro dia da semana’ é o texto mais antigo à disposição.
Esse dia foi separado como o Dia do Senhor em virtude da ressurreição (veja Apocalipse 1.10 “10 Achei-me no Espírito, no dia do Senhor, e ouvi atrás de mim uma voz forte, como de trombeta,” ; 1Coríntios 16.1–2 “1 Quanto à coleta para os santos, façam também vocês como ordenei às igrejas da Galácia. 2 No primeiro dia da semana, cada um de vocês separe uma quantia, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que não seja necessário fazer coletas quando eu for.” ). Todo domingo, em certo sentido, é Domingo de Páscoa para os cristãos. Nos reunimos para lembrarmos uns aos outros da gloriosa realidade do túmulo vazio e do trono ocupado. Rememoramos nossa viva esperança em nosso Salvador que vive. Quando presenciamos um batismo, lembramos da nossa gloriosa união com o Cristo ressurreto.
A maneira como Lucas descreve esses eventos em Trôade dá a impressão de que congregar no primeiro dia da semana era basicamente a norma nas igrejas daquela época. Essa congregação particular em Trôade se reunia à noite, provavelmente em razão das jornadas de trabalho e dos costumes locais. Mais tarde na história, as manhãs de domingo tornaram-se populares em partes do mundo onde a cultura e os governantes foram cristianizados. Independentemente de qual período do dia o ajuntamento aconteça, não podemos deixar a ideia principal escapar: congregar juntos semanalmente para celebrar a glória do rei ressurreto. Há algo muito especial e significativo em congregarmos, que é celebrar as boas-novas de que Cristo morreu, ressuscitou e há de voltar.
Mais do que isso, quando nos reunimos para cultuar, nunca sabemos o que irá acontecer. Alguém pode cair da janela e ser trazido de volta à vida! Imagine quão decepcionado você ficaria se fosse um cristão de Trôade e tivesse perdido justo aquele culto: Paulo presente e um dos jovens da igreja trazido de volta à vida!
Mas não é necessário ter experiências extraordinárias todos os domingos para fazer o congregar regularmente parte de sua vida. Hábitos nos moldam. Em contraste com a opinião popular, hábitos não são sempre negativos. Muitos hábitos são bons (por exemplo, escovar os dentes!), e congregar semanalmente é um deles. O autor da carta aos Hebreus nos instruiu a não deixarmos de congregar, “como é costume de alguns” (Hb 10.25). Pelo contrário, devemos congregar regularmente, procurando “encorajar-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês veem que se aproxima o Dia” (Hb 10.25, NVI). Vá preparado para estudar as Escrituras, buscar a presença de Deus, confessar pecados e se arrepender, renovar seu compromisso de seguir a Jesus, e preparado para acolher os visitantes.
Na verdade, não congregar semanalmente é arriscado. A reunião comunitária é um dos meios que Deus utiliza para sustentar e abençoar seu povo pela obediência a longo prazo. De vez em quando, vejo um cristão que congrega semanalmente e que não está perseverando na fé, mas ainda não conheci um cristão que não congregue e que ainda assim prospere na fé.
Ouvir a Palavra de Deus
Lucas conta que Paulo prolongou seu discurso até à meia-noite (At 20.7). No versículo 11, ele acrescenta que Paulo “lhes falou” até o amanhecer. Provavelmente, a primeira parte do sermão se parecia mais com um diálogo, talvez incluindo até mesmo um momento de perguntas e respostas, enquanto a última era mais como um monólogo, ainda que mais livre e aberta do que um sermão formal.13 Outro elemento central é o ouvir a Palavra de Deus, especialmente por meio da pregação. A autoridade do pregador deriva exclusivamente das Escrituras, e não de qualidades pessoais.
“Até a minha chegada, dedique-se à leitura pública da Escritura, à exortação e ao ensino” (1Tm 4.13, NVI).
Por que ouvir o sermão? Pois se o pregador está de fato expondo o que Deus anuncia em sua Palavra e declarando o que Deus realizou através de seu Filho, então ele está pregando de forma autoritativa e levando uma mensagem transformadora de boas-novas. A autoridade do pregador não é fruto de sua idade ou experiência, mas do fato de que ele está ensinando a partir da Bíblia! E o poder transformador da mensagem não emana da habilidade ou do carisma do pregador em última instância, mas do Espírito Santo aplicando a Palavra de Deus nos corações: vidas são transformadas através da “palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1Pe 1.23). APONTA pra JESUS
Em Neemias 8, lemos acerca do povo de Deus experimentando, enquanto ouvia Esdras ensinar as Escrituras, o que podemos chamar de avivamento. O autor destaca que “todo o povo” estava “com os ouvidos atentos” (Ne8.3). Eles não estavam distraídos, mas ansiosos por aprender.
Aqui estão algumas orientações para ouvir adequadamente o ensino da Palavra de Deus:
• Ouça humildemente. Receba o ensino “com mansidão” (Tg 1.21). Eis aqui a primeira chave para se aprender as Escrituras: humildade. Não encaramos as Escrituras e as criticamos, mas sentamos aos seus pés e deixamos que elas nos confortem, instruam e transformem.
• Ouça atentamente. Lute para permanecer atento. Considere dizer “amém” (Ne 8.6) quando ouvir algo bom. Considere também fazer anotações. Lute contra a tentação de se distrair. Lembre-se de que algo sobrenatural e eterno está acontecendo.
• Ouça biblicamente. Use a cabeça e a Bíblia, como fizeram os bereanos (At 17.10-15).
• Ouça pessoalmente. Ouça para si mesmo, não apenas para os outros. Não vá com a intenção de criticar o sermão do pastor, mas preparado para ser confrontado pela Palavra de Deus.
• Ouça comunitariamente. Ouça pelo bem de seus irmãos e irmãs.
• Ouça obedientemente. Não seja mero receptor da Palavra, mas esteja preparado para ser um praticante dela. Ouça a fim de fazer discípulos de todas as nações.
• Ouça experimentalmente. Pense em como aplicar a mensagem à sua própria vida de maneira específica.
• Ouça agradecidamente. Seja grato por Deus falar ao seu povo, o que inclui você!
O texto enfatiza que ouvir a Palavra exige preparo intencional, incluindo descanso e disposição espiritual.
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Uma refeição em família
Lucas menciona a Ceia do Senhor (“nós reunidos com o fim de partir o pão”) como outro evento comum na vida da igreja (At 20.7,11; veja 1Co 11.17-34: “vos ajuntais”).
Refeições ocupam um lugar de destaque nas Escrituras. No jardim do Éden, Deus alimentava Adão e Eva. No Êxodo, Deus provia maná do céu e água da pedra. E para onde ele levava seu povo? Para uma terra “que mana leite e mel”. Mais adiante, o povo de Deus relembraria sua libertação do Egito através da refeição pascal. Enquanto Cristo ministrava entre nós, muitos diálogos e eventos importantes ocorreram enquanto comia com o povo. Após concluir sua obra redentora, ele deixou para a igreja uma refeição como memorial de seu sacrifício e reino. E chamamos este memorial de Ceia do Senhor, Comunhão, ou Eucaristia. Participamos dessa refeição em antecipação ao banquete que há de acontecer (Apocalipse 19.7 “7 Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque chegou a hora das bodas do Cordeiro, e a noiva dele já se preparou.” ).
Refeições conseguem nos transportar de volta ao nosso lar. Onde quer que eu coma rocambole de carne, lembro da minha mãe, pois ela sempre prepara esse mesmo prato quando a visito. Depois de quarenta dias com a minha esposa na Ucrânia, ficamos muito animados quando vimos os arcos dourados do McDonald’s. Geralmente não nos empolgamos com McDonald’s, mas naquele momento era um gostinho de casa. Quando nos reunimos à mesa do Senhor, temos um gostinho do nosso futuro lar. Podemos vislumbrar o evangelho na Ceia do Senhor, pensar acerca da providência divina, desfrutar do perdão de Jesus e antever aquele dia em que o pecado e a dor deixarão de existir.
Que privilégio deve ter sido para o apóstolo Paulo participar da Ceia do Senhor com esses cristãos em Trôade: ex-incrédulos que passaram a adorar a Jesus, reunidos para desfrutar e vislumbrar a bondade do Senhor.
A Ceia do Senhor é poderosa quando recebida. Muitos cristãos cresceram ouvindo apenas o que ela não é. Por ouvir apenas um lado da verdade, eles tendem a dar pouco valor à Ceia, e presumem que nada especial acontece quando tomamos parte nela. Nós deveríamos, pelo contrário, experimentar um deleite profundo e uma grande alegria quando nos achegamos à Mesa.
A Ceia do Senhor também é poderosa na proclamação. Na comunhão da mesa, o evangelho é proclamado: “Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado” em prol dos pecadores (1Co 5.7, 11.26).
Por fim, a Ceia do Senhor também é poderosa na unificação.
(1Co 11.17-34). Sentados à Mesa, confessamos nossa unidade em Cristo. Somos um no Senhor. Somos uma família. Não há distinções. Essa unidade é também um poderoso sinal do que está por vir. A Ceia do Senhor é o sinal do reino messiânico e um vislumbre do futuro, pois, à Mesa, anunciamos a morte do Senhor “até que ele venha” (v. 26). Em breve cearemos com o rei e ao lado de todos os remidos (veja Mt 8.11).
Um outro ponto importante é o batismo como ordenança distintiva da igreja, simbolizando a união com Cristo em sua morte e ressurreição. Alguns dos domingos mais marcantes na vida de nossa igreja foram aqueles em que crentes leram seus testemunhos e declararam que “Jesus é Senhor”, antes de serem imergidos nas águas e trazidos de volta, como uma ilustração da união do crente com Jesus. “Sepultados com Cristo no batismo e ressuscitados para viver em novidade de vida” (veja Rm 6.1-11).
Cantando e falando a Deus
No culto, há também uma dinâmica de comunicação dupla: ao ouvir a Palavra e participar dos sacramentos, os crentes recebem de Deus; ao cantar e orar, respondem a Ele. O canto congregacional é destacado como expressão essencial de louvor, edificação mútua e centralidade em Cristo. Deve ser fundamentado na Palavra, coletivo (não individualista) e carregado de significado teológico. Mesmo aqueles que não se sentem confortáveis devem participar, pois o canto também expressa fé, unidade e solidariedade espiritual.
O canto sempre foi um importante aspecto do culto a Deus. É o que o povo liberto de Deus faz: canta, e canta com alegria e gratidão! Opressão e culpa não despertam o canto, mas a graça, sim.
Paulo nos dá as seguintes importantes instruções acerca do canto:
Enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo (Ef 5.18b-20).
Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração (Cl 3.16).
O canto no culto público é dirigido a Deus e também aos nossos irmãos e irmãs. Nosso canto deve ser centrado na Palavra, focado na comunidade e tem de exaltar a Cristo.
Uma igreja saudável é uma igreja que canta. Os períodos mais marcantes da história do cristianismo foram também grandes períodos de composição de hinos. Alegria exuberante no evangelho que leva ao louvor sincero é um dos sinais de avivamento na igreja.
Mas e se você não se sente tão confortável ao cantar? Às vezes você precisa parar um pouco e escutar a voz de seus irmãos e irmãs. De vez em quando, você terá de se esforçar um pouco e oferecer a Deus “sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome” (Hb 13.15). Você tem de louvar a Deus em espírito de oração, pedindo a ele que renove suas afeições. É preciso cantar pela fé, crer na verdade que está sendo pronunciada e ansiar em seu coração pelo vislumbre da maravilha dessa realidade. É necessário cantar pelo bem de nossa família da fé, ou pelo bem daquele amigo incrédulo que o acompanhou até a igreja.
Você também precisa cantar a fim de expressar solidariedade na fé para com sua família da igreja. Essa é uma das prerrogativas do canto: ele nos une. Os torcedores Eles cantam alto e em uníssono. A igreja tem um motivo maior para cantar, e uma união ainda mais profunda a ser desfrutada. Então, deixe-me encorajá-lo: quando congregar, extravase! Certa vez, um pastor disse: “Se alguém entrasse em sua igreja durante o culto de adoração e visse você cantando, esse alguém julgaria, ao observar sua maneira de cantar e de se expressar, que você de fato acredita no que está declarando?”. Que a resposta seja sim!
Em segundo lugar, oração. As Escrituras também estão repletas de orações. Nosso Senhor nos ensinou a orar e demonstrou uma vida de oração (por exemplo, Mt 6.9-15; Mc 1.35; Lc 22.31-32, 39-46). Por todo o livro de Atos, vemos a igreja orando (veja At 4.31, 12.5, 13.1-3). Os apóstolos também eram profundamente aplicados à oração (At 6.4). Nossas orações mostram que somos dependentes do Senhor e glorificam a Deus, que é a fonte de todas as bênçãos. A oração comunitária é igualmente uma expressão de dependência de Deus e meio de intercessão tanto por necessidades locais quanto globais. Tenhamos cuidados quanto uma visão limitada (“bairrista”) da oração, incentivando uma perspectiva missionária e abrangente.
Uma boa prioridade
A experiência da pandemia é um exemplo prático que mostrou o real valor da adoração comunitária, mostrando que sua ausência gerou forte anseio em muitos cristãos. Ainda assim, alguns não perceberam essa perda, o que levanta questionamentos sobre sua sensibilidade espiritual. A prioridade do congregar é reafirmada não apenas como obrigação, mas como privilégio e fonte de alegria.
Ou seja meus irmãos teremos domingos melhores e domingos não tão. Mas estejamos certos de nosso compromisso em priorizar a união congregacional, e que a pergunta que fazemos a nós mesmos não seja “Precisamos congregar?”, mas “Como podemos aproveitar ao máximo o tempo que passamos juntos na igreja?”.
Passos de ação - conclusão
Inspirado por um excelente artigo de Gavin Ortlund,17 permita-me encorajá-lo a “tornar doces os domingos” ao seguir os seguintes passos de ação.
1. Reconheça que você precisa de sua igreja e sua igreja precisa de você. Se você é inconstante aos domingos, isso afetará sua saúde espiritual. Se você chega atrasado ou não se engaja no culto, sua experiência será impactada. E não levar o ajuntamento solene a sério não ajuda seus irmãos e irmãs, que precisam da sua voz, do seu encorajamento, da sua solidariedade, das suas orações e da sua alegria.
2. Santifique as noites de sábado. Se você tem um grande compromisso à frente, sabe que precisa descansar na noite anterior. Atletas sabem que precisam se preparar no dia anterior ao grande evento. O mesmo vale para os domingos. Descanse na noite de sábado, ore com sua família, e considere ler o texto do sermão de domingo à mesa de jantar. Amanhã é um grande dia!
3. Prepare-se para o drama familiar que pode acontecer em sua casa na manhã de domingo! Dramas podem ocorrer na noite de domingo, mas com frequência os problemas de casa ocorrem nas manhãs dominicais. O diabo adoraria deixar você mal-humorado ou distraído no domingo de manhã e impedir que a Palavra surta efeito em você. Gavin Ortlund diz: “Então, quando você subir em sua minivan, diga a si mesmo, em antecipação, que provavelmente alguém vai derramar leite, puxar o cabelo da irmã, ou arremessar a Bíblia pela janela. Então, quando alguma dessas coisas acontecer, ore em vez de gritar”.
4. Desenvolva algumas tradições especiais nos dias de culto público. Após o ajuntamento solene, considere fazer algo que você reservou para esse dia especial. Pode ser uma refeição especial, uma soneca longa, almoçar com os outros, ou passar a tarde tomando chá e lendo. Procure algo belo ou desfrute da criação de Deus numa caminhada, ou dirigindo, ou indo ao parque. Seja o que for, faça do seu dia de adoração comunitária um dia único. Que esses momentos sejam tão especiais que seus filhos, quando crescerem, relembrem essas experiências com prazer. Desenvolva hábitos santos e divertidos no Dia do Senhor.
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