A Graça pedagógica de Deus
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A Graça pedagógica de Deus
A Graça pedagógica de Deus
Tito 2:11-15
A graça de Deus concede o maior dom aos que merecem o maior castigo.
A graça de Deus concede o maior dom aos que merecem o maior castigo.
1. A Graça de Deus se manifestou - Jesus é a manifestação visível
1. A Graça de Deus se manifestou - Jesus é a manifestação visível
“Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos” (v.11)
“Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos” (v.11)
Em Jesus, o ensino de Deus se tornou prático. Foi manifesto pelo exemplo.
O substantivo epifaneia significa a visível aparição de alguma coisa ou de alguém que estava invisível.
O substantivo epifaneia significa a visível aparição de alguma coisa ou de alguém que estava invisível.
Tudo em Jesus comunica algo: seu humilde nascimento, suas graciosas palavras e em seus atos movidos de compaixão; mas, sobretudo, em sua morte expiatória.
O poder do Ensino pelo Exemplo
O poder do Ensino pelo Exemplo
Aristóteles já dizia que aprendemos virtudes imitando pessoas virtuosas.
Aristóteles já dizia que aprendemos virtudes imitando pessoas virtuosas.
Caráter se forma por hábito, e o hábito nasce da repetição de ações que vemos e copiamos.
Ditos populares reconhecem o poder pedagógico do exemplo
Ditos populares reconhecem o poder pedagógico do exemplo
Ditados como “exemplo arrasta”, “as ações falam mais alto que as palavras”
Comportamento influencia mais do que instrução verbal.
A manifestação de Jesus é céu nos influenciando pelo exemplo.
A manifestação de Jesus é céu nos influenciando pelo exemplo.
A influência pelo exemplo de Jesus é providência salvadora.
A influência pelo exemplo de Jesus é providência salvadora.
Vamo conectar esse texto aos ensinos práticos de Jesus.
Vamo conectar esse texto aos ensinos práticos de Jesus.
2. A Graça educa renegar o mal
2. A Graça educa renegar o mal
“Ela nos educa para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas” (v.12)
“Ela nos educa para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas” (v.12)
Renegar significa renunciar, abdicar, ser capaz de dizer não.
Em Mateus 4 vemos a Tentação de Jesus
Em Mateus 4 vemos a Tentação de Jesus
40 dias e noites de jejum: preparação espiritual para adquirir:
DEPENDÊNCIA: A Palavra de Deus é alimento suficiente para nossas necessidades.
CONFIANÇA: Não coloque Deus à prova, confie.
FIDELIDADE: Nossa vida só pode adorar a um Deus.
3. A Graça nos educa a praticar o bem
3. A Graça nos educa a praticar o bem
“vivamos neste mundo de forma sensata, justa e piedosa” (v.12)
“vivamos neste mundo de forma sensata, justa e piedosa” (v.12)
A salvação é também uma mudança de atitude.
A Graça nos educa em nosso relacionamento conosco, com o próximo e com Deus.
Na prisão de Jesus, em Mateus 26, vemos expressa a SENSATEZ, a JUSTIÇA e a PIEDADE
Na prisão de Jesus, em Mateus 26, vemos expressa a SENSATEZ, a JUSTIÇA e a PIEDADE
Relacionamento conosco mesmo SENSATA (sábia)
Relacionamento conosco mesmo SENSATA (sábia)
O correto relacionamento com nós mesmos.
Viver com prudência, autocontrole e moderação.
A sensatez tem a ver com o domínio próprio.
Sensatez é ter seus impulsos, instintos, ações e reações sob controle.
É a maneira correta de lidar consigo mesmo.
Em sua prisão, Jesus:
Em sua prisão, Jesus:
Chama Judas de amigo, que o traiu com um beijo.
Jesus ensina a Pedro a não reagir violentamente.
Relacionamento com o próximo JUSTA
Relacionamento com o próximo JUSTA
A justiça fala do nosso correto relacionamento com o próximo.
Uma pessoa justa é aquela que não se coloca acima dos outros nem tenta diminuí-los.
Em sua prisão, Jesus:
Em sua prisão, Jesus:
Jesus cura a orelha de um dos soldados.
Jesus diz: “Os que usam a espada morrerão pela espada.”
Relacionamento com Deus PIEDOSA
Relacionamento com Deus PIEDOSA
A graça nos ensina o correto relacionamento com Deus .
A piedade está ligada ao nosso correto relacionamento com Deus.
Em sua prisão, Jesus:
Em sua prisão, Jesus:
Foi submisso a Deus, aceitando a prisão e morte.
Obediência irrestrita à vontade de Deus. Sensível à voz de Deus.
Conclusão
Conclusão
A Graça educa a aguardar a gloria de Deus
A Graça educa a aguardar a gloria de Deus
A esperança e expectativa da volta de Jesus.
O que Jesus nos ensina é aguardar em prontidão.
Atos dos Apóstolos 1.6–8 “Então os que estavam com Jesus lhe perguntaram: “Senhor, será esse o momento em que restaurará o reino a Israel?”. Ele respondeu: “O Pai já determinou o tempo e a ocasião para que isso aconteça, e não cabe a vocês saber. Vocês receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em toda parte: em Jerusalém, em toda a Judeia, em Samaria e nos lugares mais distantes da terra”.”
Atos dos Apóstolos 1.6–8 “Então os que estavam com Jesus lhe perguntaram: “Senhor, será esse o momento em que restaurará o reino a Israel?”. Ele respondeu: “O Pai já determinou o tempo e a ocasião para que isso aconteça, e não cabe a vocês saber. Vocês receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em toda parte: em Jerusalém, em toda a Judeia, em Samaria e nos lugares mais distantes da terra”.”
A Graça nos ensina a esperar trabalhando. É a esperança ativa que nos salva da apostasia.
A Graça nos ensina a esperar trabalhando. É a esperança ativa que nos salva da apostasia.
