O Deus que vai além da nossa Urgência (Marcos 2.1-12)
INTRUDUÇÃO
CONTEXTO DA PASSAGEM
1 - A soberania de Cristo nos mostra que nossa fé precisa ser aprofundada (v. 1-5)
Tendo em vista a admiração causada pelas palavras e obras de Cristo (1.21–34,38–45), podemos entender por que a sua casa estava cheia.
Em relação a esse paralítico, tudo o que sabemos é que ele estava profundamente preocupado com seu pecado
Ele está também exercendo seu direito de cancelar a dívida do paralítico. Ele apaga os seus pecados completamente e para sempre. Cf. salmo 103.12;
2 - Há um confronto entre a lógica humana e e a autoridade Divina de Jesus (v. 6-10)
Pode-se pensar, então, que todos ali, ao ouvirem Jesus dizer ao paralítico “filho, os seus pecados estão perdoados”, regozijariam-se com ele. Mas não. No coração dos escribas, que foram lá para ver se achavam alguma falta em Jesus, não havia espaço para se alegrarem com esse homem gravemente aflito que, nesse momento, ouviu palavras de encorajamento e alegria. De um modo depreciativo, esses inimigos estão dizendo algo definitivamente desfavorável. Todavia, não estão falando isso alto, mas somente dentro do seu coração. Mas, o coração é muito importante. Ele não é a fonte das disposições, bem como dos sentimentos e pensamentos? Não mostra o coração do homem que tipo de pessoa ele é realmente? Veja
Aqui, pela primeira vez em Marcos, o termo “Filho do homem” é achado. Em todo o evangelho, ele ocorre 14 vezes: duas vezes no início (2.10,28), sete vezes no meio (8.31,38; 9.9, 12,31; 10.33,45), e cinco vezes perto do fim (13.26; 14.21; 14.41 duas vezes; 14.61). Esta é a autodesignação de Cristo, revelando algo com referência a ele mesmo, escondendo ainda mais, especialmente para aqueles que não estão familiarizados com o Antigo Testamento. O uso do termo leva à questão: “Quem, então, é o Filho do homem?” (
