Gálatas 1. 1-5
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Introdução
Introdução
Os fariseus eram constantes em sua adoração, mas algo faltava. Embora Deus estivesse em suas mentes e em suas ações, ele não estava em seus corações.
Há uma saída para farisaísmo. A saída chama-se evangelho.
Todavia a maior dos ex-fariseus tem um problema. É difícil para eles deixar o seu legalismo para trás. Eles tentam basear sua justificação em sua sua santificação.
Isso significa que a maioria dos ex-fariseus ainda está em recuperação.
A Carta da Liberdade
A Carta da Liberdade
Gálatas 2.16 “sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim mediante a fé em Cristo Jesus, também temos crido em Cristo Jesus, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo e não por obras da lei, pois, por obras da lei, ninguém será justificado.”
A relação de Gálatas e Martinho LUtero.
Por que essa carta tem uma influência tão libertadora? Porque a igreja está sempre cheia de fariseus em recuperação que precisam receber o evangelho novamente, como se fosse a primeira vez.
Quem foi Paulo
Quem foi Paulo
Gálatas 1.1 “Paulo, apóstolo, não da parte de homens, nem por intermédio de homem algum, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos,”
Paulo se identifica como um apóstolo enviado por Deus em vez de homens. Isso significa duas coisas:
Primeiro, Paulo estava aborrecido.
Segundo, rejeitar o ensinamento apostólico era rejeitar o verdadeiro evangelho de Cristo.
Quem eram os Gálatas
Quem eram os Gálatas
Igrejas no sul da Ásia menor
Romanos chamavam todos de gálatas, assim como eram chamados de russos todos os que pertenciam a extinta União Soviética.
Evidência 1: Paulo plantou igrejas lá.
Evidência 2: a forma como os Gálatas reagiram ao evangelho corresponde a descrição de Lucas dessas cidades em sua história da igreja primitiva.
Gálatas 4.12–15 “Sede qual eu sou; pois também eu sou como vós. Irmãos, assim vos suplico. Em nada me ofendestes.E vós sabeis que vos preguei o evangelho a primeira vez por causa de uma enfermidade física.E, posto que a minha enfermidade na carne vos foi uma tentação, contudo, não me revelastes desprezo nem desgosto; antes, me recebestes como anjo de Deus, como o próprio Cristo Jesus.Que é feito, pois, da vossa exultação? Pois vos dou testemunho de que, se possível fora, teríeis arrancado os próprios olhos para mos dar.”
Atos dos Apóstolos 13.38–39 “Tomai, pois, irmãos, conhecimento de que se vos anuncia remissão de pecados por intermédio deste;e, por meio dele, todo o que crê é justificado de todas as coisas das quais vós não pudestes ser justificados pela lei de Moisés.”
O problema dos judaizantes e relação com Atos 15.
O Cristo ressucitado
O Cristo ressucitado
O evangelho é composto por dois grandes eventos - a crucificação e a ressurreição de Jesus Cristo.
Paulo começa com a ressurreição. Por quê?
Porque Paulo teve um encontro com o Cristo ressucitado:
Atos dos Apóstolos 9.3–5 “Seguindo ele estrada fora, ao aproximar-se de Damasco, subitamente uma luz do céu brilhou ao seu redor,e, caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?Ele perguntou: Quem és tu, Senhor? E a resposta foi: Eu sou Jesus, a quem tu persegues;”
Ao falar de ressurreição, automaticamente temos que relaciona-la a cruficicação.
Cristo Crucificado
Cristo Crucificado
Gálatas 1.4 “o qual se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai,”
Quatro coisas importantes a respeito da cruz:
Primeiro, a disposição de Jesus de ir para a Cruz.
Segundo, o propósito da cruz (pelos nossos pecados - morte substitutiva).
Terceiro, o efeito da cruz (para nos dessarraigar deste mundo perverso).
Quarto, a origem da cruz (a vontade do Pai).
A Deus seja a glória
A Deus seja a glória
O evangelho não é sobre o que fazemos para Deus; é sobre o que Deus fez por nós.
Se a salvação é obra de Deus do começo ao fim, então toda a honra e majestade pertencem a ele para sempre. Literalmente, sua glória é “pelos séculos dos séculos”, que, ao contrário, do presente ´seculo perverso, nunca passará.” (v.5).
