191 - A última Páscoa do Senhor

O Evangelho de Jesus no AT  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
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Reflexão bíblica textual / temática sobre a relação entre a Páscoa dos judeus estabelecida nos tempos do êxodo por ocasião da libertação dos judeus da escravisão no Egito e a Ceia estabelecida por Cristo durante a celebração da páscoa com seus discípulos

Notes
Transcript

— … tenho desejado ansiosamente comer esta páscoa [Luke 22.14-18]

I. Introdução (10 m)

— Há algo que você deseje mais do que tudo na vida?

Prioridades - Como definimos ou decidimos o que é prioritario ou importante pra nós?
Eu venho de uma família bem grande, bem numerosa; meus pais tiveram 11 filhos;
Eu tive o privilégio de ser o caçulinha desta família, a “rapa do tacho” como dizia meu pai;
Então era de se esperar que eu seria um menino mimado, cercado de presentes, brinquedos, etc, mas meu irmão Fábio e eu tivemos uma infância simples;
Eu me lembro de um brinquedo que eu sonhava em ganhá-lo de presente;
— era um “Ferrorama”, uma miniatura de trem de ferro com trilhos, pontes, e eu sonhava em ganhar aquilo;
Mas é engraçado algo tão simples como um brinquedo de criança pode marcar tão profundamente a nossa memória;
Naquele tempo, minhas prioridades eram assim — eu desejava ansiosamente ter aquele brinquedo;

— Nos últimos dias da vida de um homem - definindo prioridades

— É interessante como a definição das minhas prioridades falam muito sobre meus valores, quem eu sou, o que faço, dos meus propósitos na vida, etc;
Jesus fala sobre isso muitas vezes no seu ministério terreno, sobre o que deveria ocupar as atenções do nosso coração, a saber as nossas prioridades;
— e como aquilo que ocupa nossas atenções, olhos, ouvidos, alimentam e retroalimentam o nosso coração e suas respectivas saídas;
— como falamos recentemente em mensagem neste púlpito sobre o coração humano:
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Proverbs 4:20–27 (ARA) — 23 Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida.
24 Desvia de ti a falsidade da boca e afasta de ti a perversidade dos lábios.
25 Os teus olhos olhem direito, e as tuas pálpebras, diretamente diante de ti.
26 Pondera a vereda de teus pés, e todos os teus caminhos sejam retos.
27 Não declines nem para a direita nem para a esquerda; retira o teu pé do mal.
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Baseado nisso, Jesus alerta muitas vezes sobre a importância de amar mais a ele do que o dinheiro, posses, família, reputação, incluindo a própria vida;
Devemos entender como “amar mais” no sentido de direcionar as atenções, prioridades do nosso coração no que é eterno, não no passageiro;
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Mas, num dado momento da história do Cristo, no ápice da consumação de sua obra terrena, Jesus expressa sobre algo que ocupava profundamente o seu próprio coração;
— falamos a pouco que a definição das minhas prioridades falam muito sobre quem eu sou, o que faço, dos meus propósitos na vida, etc;
— Sobre Jesus não seria diferente — ele está vivendo suas últimas horas: __ Em que Jesus vai investir suas últimas gotas de vida???
Sobre este desejo profundo expressado por Jesus, em seus últimos momentos, é que eu gostaria de meditar na mensagem de hoje;
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Vamos ao Texto Áureo da mensagem: [Luke 22.7-18]

II. Texto Áureo (20m):

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Luke 22:7–18 (ARA) — 7 Chegou o dia da Festa dos Pães Asmos, em que importava comemorar a Páscoa. 8 Jesus, pois, enviou Pedro e João, dizendo: Ide preparar-nos a Páscoa para que a comamos.
9 Eles lhe perguntaram: Onde queres que a preparemos? 10 Então, lhes explicou Jesus: Ao entrardes na cidade, encontrareis um homem com um cântaro de água; segui-o até à casa em que ele entrar 11 e dizei ao dono da casa: O Mestre manda perguntar-te: Onde é o aposento no qual hei de comer a Páscoa com os meus discípulos? 12
Ele vos mostrará um espaçoso cenáculo mobilado; ali fazei os preparativos. 13 E, indo, tudo encontraram como Jesus lhes dissera e prepararam a Páscoa.
14 Chegada a hora, pôs-se Jesus à mesa, e com ele os apóstolos. 15 E disse-lhes: Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento. 16 Pois vos digo que nunca mais a comerei, até que ela se cumpra no reino de Deus.
17 E, tomando um cálice, havendo dado graças, disse: Recebei e reparti entre vós; 18 pois vos digo que, de agora em diante, não mais beberei do fruto da videira, até que venha o reino de Deus.
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Luke 22:15 (NA28) — 15 καὶ εἶπεν πρὸς αὐτούς· ἐπιθυμίᾳ ἐπεθύμησα τοῦτο τὸ πάσχα φαγεῖν μεθʼ ὑμῶν πρὸ τοῦ με παθεῖν·
— Literalmente — Gr.: __ e disse para eles: um desejo eu tenho desejado, a pácoa comer com vocês antes do meu sofrer…
— Essa frase é um infinitivo absoluto e serve para enfatizar o entusiasmo de Jesus em realizar essa refeição cerimonial;
-- Traduzindo literalmente:
“Eu desejei com muito desejo”;
“Eu cobicei ansiosamente por este momento”;
“Eu ansiosamente tenho desejado por isto”
— Soaria talvez estranho para ouvidos não-hebreus como um pleonasmo intensivo, quase cacofônico:
— subir para cima, descer para baixo, entrar para dentro, sair para fora,
— frequentemente Jesus usa este tipo de exagero semântico, repetição poética, redundância, dubiedades, hipérboles, sarcasmos, ironias,
— uma hipérbole, é uma figura de linguagem que consiste no aumento intencional da intensidade de uma ideia, emoção ou fato, indo além dos limites do real ou literal.
O objetivo é destacar uma expressão, conferindo-lhe maior expressividade, dramaticidade ou ênfase;
O exagero é feito de propósito pelo falante para causar impacto, não se trata de um erro de informação; Jesus não está errado, mentindo ou encenando;
"Já te expliquei isso um milhão de vezes." (Significa que explicou muitas vezes, não literalmente 1 milhão).
"Estou morrendo de fome." (Significa fome intensa, não morte iminente).
"Demorei um século para chegar." (Significa um longo tempo, não 100 anos).
"Ela chorou rios de lágrimas."
— A fala de Jesus expressa um desejo profundo do seu coração de investir as suas últimas horas de vida participando daquela refeição com seus discípulos;
— Certamente ha algo muito profundo para se aprender acerca do que está prestes a acontecer com o Cristo nas próximas horas — seus discípulos ainda não entenderam;
— Jesus disse:
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Luke 22:14–16 (ARA) — 14 Chegada a hora, pôs-se Jesus à mesa, e com ele os apóstolos. 15 E disse-lhes: Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento. 16 Pois vos digo que nunca mais a comerei, até que ela se cumpra no reino de Deus.
— Que celebração era esta que Jesus ansiava, desejava, “cobiçava” (sim, esta é a palavra) tanto em participar com seus discípulos?
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Vamos à Contextualização da mensagem:

III. Contextualização (30 m)

— Páscoa dos judeus - que celebração era esta?

— Israel no Egito - de Jacó a Moisés;

— Em tempos que a EBD deixou de ser prioridade para muita gente, quando falamos de Páscoa para crentes, a primeira coisa que vem à mente é a fábrica da Garoto!
— Vamos a uma rápida viagem ao AT, entre o final de Genesis e o início do livro do Êxodo onde temos a história do nascimento de uma nação, o povo eleito, Israel;
Gênesis se encerra com a história de José no Egito, inicialmente como escravo e finalmente como Governador, Israel é recebido com honras onde permaneceu por ~400 anos;
Depois deste tempo, o Israel de Jacó, pastores nômades, sem terra ou raízes, ultrapassa as centenas de milhares de hebreus, descendentes de Abraão, vivendo em terra estrangeira;
Longo período após a morte de José, a permanência de Israel no Egito se tornou cara, pesada, um tempo de dura escravidão ao ponto do povo enjeitar seus filhos;
Neste tempo, a população de Israel havia se multiplicado em extremo, razão pela qual a política de boa-vizinhança se converteu em opressão;
A população hebréia havia sido escravizada, se tornara mão de obra abundante e barata, utilizada nos projetos de expansão das cidades egípcias de seu tempo;
Esta escravisão era dura, sem direitos, vitalícia e mortal - fornecia recursos ao mesmo tempo que mitigava riscos de sedição, rebelião, golpe de estado, traição e guerra;
Esta era a estratégia egípcia e era era a situação mortal na qual Israel se encontrava quando Deus convocou um pastor hebreu fugitivo a quem comissionou à grande missão;
Deus envia um libertador, Moisés, o qual falaria ao Rei do Egito, o Faraó, em o Nome do Senhor para que libertasse seu povo e os deixasse ir de volta de onde vieram séculos atrás;

— Moisés no Egito - um longo processo nada diplomático;

Moisés inicia sua missão de ser o porta-voz de Yahweh, o Deus de Israel junto a Faraó, proclamado a encarnação de Hórus, filho de Rá (o deus sol);
Era visto como o "filho de Rá" (deus Sol) e a encarnação viva de Hórus, o deus dos céus e rei do mundo dos vivos,
Para faraó, não seria razoável um “deus estrangeiro de uma linhagem de escravos” fazer exigências aos deus encarnado cujo poder era absoluto;
O Egito do mundo antigo se tratava de uma monarquia teocrática, onde o poder do faraó era absoluto, herdado e de origem divina;
Em faraó se unificava todos os papéis de líder militar, administrativo e religioso, cuja principal função divina era manter a Maat (harmonia e justiça), evitando o caos no Egito.
O Egito possuia deuses e deuses, tendo o Nilo e suas cheias a base de sua estabilidade econômica como celeiro do mundo de seu tempo;
Não seremos capazes de perceber quão profunda era esta “visão de mundo” em todo o Egito que se recusa, por meio de Faraó, a ouvir Moisés como porta-voz de outro “deus”;
Resultado: a diplomacia não funcionava, então o Egito será atingido por nove pragas seguidas, que produziram espanto, dor, morte e caos — Mas foram 10 pragas, não?
Após as nove (9) pragas materializadas perante Faraó e os seus, não houve uma conscientização por parte daquele mundo de que Yahweh realmente deveria ser levado a sério;
Pelo contrário: Exodus 11:10 “Moisés e Arão fizeram todas essas maravilhas perante Faraó; mas o Senhor endureceu o coração de Faraó, que não permitiu saíssem da sua terra os filhos de Israel.”
É claro que foram as famosas dez (10) pragas derramadas sobre o Egito, mas a décima praga é de especial interesse quando nos referimos à Páscoa judaica;
Em Êxodo cap 12 temos o início do fim da escravidão de Israel no Egito — Deus desfere o golpe final, o golpe de misericórdia, a 10ª praga, a morte dos primogênitos;
Exodus 12:12 (ARA) — 12 Porque, naquela noite, passarei pela terra do Egito e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até aos animais; executarei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o SENHOR.

— A morte dos primogênitos - a décima praga;

Principal festa religiosa judaica — Marca o início do calendário;
Instituída por Deus na saída do Egito — Celebrava a noite da libertação;
Páscoa significa “passagem” — “Passagem” do Anjo da Morte;
Um banquete familiar noturno que acontecia a portas fechadas;
depois de todas as pragas que dizimaram as terras, o povo e a economia do Egito:
1 - as aguas se tornam em sangue;
2 - a invasão das rãs;
3 - a proliferação de piolhos;
4 - enxames de moscas pestilentas;
5 - a peste nos animais;
6 - úlceras pustulentas;
7 - grandes saraivas, chuvas de pedras;
8 - a praga dos gafanhotos;
9 - trevas espessas por todo o reino;
10 - A morte de todos os primogênitos do Egito;
A décima praga, diferente das demais, é extremamente elaborada e envolve participação ativa do povo de Israel;
Numa certa noite, um Mensageiro de Yahweh, um Anjo da Morte “passaria” por toda a terra;
este anjo clamaria a vida de todos os primogênitos da terra, sem exceção, sem privilégios, do mais ínfimo ao mais poderoso;
Mas ao povo do Senhor foi oferecido um trunfo, uma saída, em escape da espada deste anjo - a Festa da Páscoa…
Vamos ao Desenvolvimento da mensagem:

IV. Desenvolvimento (40m)

— A Instituição da Páscoa (Exodus 12.1-15);

v1 – o Senhor falou a Moisés e Arão;
v2 – muda-se o calendário civil;
v3 – um cordeiro por família, ou… v4 – um cordeiro por grupo de pessoas;
v5 – cordeiro macho de um ano sem defeito… v6 – ficaria guardado até o 14º dia e então seria imolado;
v7 – sangue nas ombreiras e na verga;
v8 – carne assada, pães asmos e ervas amargas… v9 – animal assado no fogo, nada “in natura”;
v10 – não deve sobrar nada;
v11 – comer apressadamente;
a. lombos cingidos;
b. sandálias nos pés;
c. cajado na mão;
v12 – morte dos primogênitos;
v13 – o sangue como sinal de proteção;
v14 – dia memorial – estatuto perpétuo;
v15 – pães asmos sete dias em diante...
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Era desta celebração a que Jesus se referia quando falou aos discípulos;
Luke 22.14-16 Chegada a hora, pôs-se Jesus à mesa, e com ele os apóstolos.
15 E disse-lhes: Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento.
16 Pois vos digo que nunca mais a comerei, até que ela se cumpra no reino de Deus.

— De volta à celebração da Páscoa no Cenáculo

Luke 22.15-16 E disse-lhes: Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento. 16 Pois vos digo que nunca mais a comerei, até que ela se cumpra no reino de Deus.
Vamos assistir um breve vídeo sobre a Páscoa de Cristo, ou melhor, Cristo como nossa Páscoa;
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Jesus está reunido com seus discípulos naquele amplo cenáculo mobiliado;
Certamente estão seguindo todas as recomendações e descrições de como a festa deveria ser celebrada;
Certamente também incluíram elementos das tradições posteriores do Judaismo do 2ª Templo;
Era um momento solene, íntimo, profundo, com sérias implicações sociais e espirituais para o povo de Israel;
Um cordeiro havia sido separado para esta finalidade, macho, 1 ano, sem defeito, sem manchas, separado propostalmente para o abate;
Organizados à mesa o anfitrião, os elementos, as ervas amargas, cajado na mão, lombos cingidos, preparados para uma viagem encenada de encontor com seu Deus;
O cordeiro assado ao fogo, nada deveria sobrar, comeriam apressadamente, esta era a Páscoa do Senhor;
Mas naquele momento, algo eterno se desenrolava nos anais do Conselho celestial do Deus Altíssimo;
Vamos ao Encerramento da mensagem:

V. Encerramento (50m)

— Da Páscoa judaica à redenção eterna em Cristo

John 1:29 (ARA) — 29 No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!
John 1:36 (ARA) — 36 e, vendo Jesus passar, disse: Eis o Cordeiro de Deus!
Um pai de família, um patriarca, uma vizinhança pequena, escolhia e reservava um cordeiro para si,
Mas o cordeiro não era para si mesmos, a princípio, eles o comeriam, mas a sua morte anunciada tinha um papel substitutivo;
A morte que ronda lá fora, não respeita ninguém, nem idade, riqueza, educação, raça, sexo, ela simplesmente ceifa, porque este é o preço do pecado;
Romans 6:23 “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.”
Os discípulos de Jesus comiam a carne assada do cordeiro, mas não conseguiam se lembrar que o “Cordeiro de Deus” estava ali, ao lado deles;
O Cordeiro de Deus que havia sido reservado deste a fundação do mundo, não apenas 14 dias, mas pela eternidade, para aquele momento;
Alguém tem que morrer, assim o pecado demanda — o anjo da morte passa pelas casas, pelas vidas, e o “sangue nas portas” era o sinal;
Alguém já morreu aqui neste lugar — alguém já morreu em nosso lugar, então a espada do anjo da morte não tem mais poder sobre nós;
Somos perfeitos? Não! Somos dignos? Somos justos? Somos merecedores? Não, não somos!
Mas ele é!
— O sangue será por sinal
— Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo
— Tenho desejado ansiosamente comer esta Páscoa com vocês—

— A Ceia do Senhor

1 Corinthians 11:23–32 (ARA) — 23 Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; 24 e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.
25 Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim.
26 Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. 27 Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor.
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28 Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice; 29 pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si.
30 Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem. 31 Porque, se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. 32 Mas, quando julgados, somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo.
1 Corinthians 5:7 (ARA) — 7 Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado.
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