JOGUEM FORA O VELHO FERMENTO
1 Coríntios • Sermon • Submitted • Presented
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LEITURA DO TEXTO
LEITURA DO TEXTO
Ouve-se por aí que entre vocês existe imoralidade, e imoralidade tal como não existe nem mesmo entre os gentios, isto é, que alguém se atreva a possuir a mulher de seu próprio pai. E vocês andam cheios de orgulho, quando deveriam ter lamentado e tirado do meio de vocês quem fez uma coisa dessas. Eu, na verdade, ainda que fisicamente ausente, mas presente em espírito, já sentenciei, como se estivesse presente, o autor de tal infâmia. Em nome de nosso Senhor Jesus, reunidos vocês e o meu espírito, com o poder de Jesus, nosso Senhor, que esse tal seja entregue a Satanás para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no Dia do Senhor.
Não é bom esse orgulho que vocês têm. Por acaso vocês não sabem que um pouco de fermento leveda a massa toda? Joguem fora o velho fermento, para que vocês sejam nova massa, como, de fato, já são, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado. Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento do mal e da maldade, mas com o pão sem fermento, o pão da sinceridade e da verdade.
Na outra carta, já escrevi a vocês que não se associassem com os impuros. Refiro-me, com isto, não propriamente aos impuros deste mundo, aos avarentos, ladrões ou idólatras, pois, neste caso, vocês teriam de sair do mundo. Mas, agora, escrevo a vocês que não se associem com alguém que, dizendo-se irmão, for devasso, avarento, idólatra, maldizente, bêbado ou ladrão; nem mesmo comam com alguém assim. Pois com que direito haveria eu de julgar os de fora? Mas será que vocês não devem julgar os de dentro? Os de fora, esses Deus julgará. Expulsem o malfeitor do meio de vocês.
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
Há textos na Bíblia que assustam e com certeza esse é um deles. Ainda mais quando a palavra “Satanás” é mencionada. As pessoas que não assumiram um compromisso de pertencimento ao Corpo de Cristo — as que dizemos estarem no mundo — costumam acusar os evangélicos de serem extremamente moralistas e muitas vezes hipócritas porque se ocupam demais de acusar, julgar e condenar os pecados de outras pessoas — de dentro e de fora da igreja.
Agora, muitas vezes a leitura superficial de um texto nos leva a uma interpretação equivocada. Ler esse texto isolando do contexto da carta e de tudo o que o apóstolo Paulo escreveu no Novo Testamento é um grande perigo de se concluir coisas que o apóstolo nunca pensou em comunicar. O meu trabalho nessa noite, considerando a sequência da nossa série expositiva no livro de 1Coríntios, é mostrar a todos que Paulo segue o ensino de Jesus e o ensino de Jesus é buscar sempre a libertação (redenção) dos pecadores de sua maior escravidão que é o pecado.
EXPOSIÇÃO DO TEXTO
EXPOSIÇÃO DO TEXTO
1Coríntios 5.1–5 “Ouve-se por aí que entre vocês existe imoralidade, e imoralidade tal como não existe nem mesmo entre os gentios, isto é, que alguém se atreva a possuir a mulher de seu próprio pai. E vocês andam cheios de orgulho, quando deveriam ter lamentado e tirado do meio de vocês quem fez uma coisa dessas. Eu, na verdade, ainda que fisicamente ausente, mas presente em espírito, já sentenciei, como se estivesse presente, o autor de tal infâmia. Em nome de nosso Senhor Jesus, reunidos vocês e o meu espírito, com o poder de Jesus, nosso Senhor, que esse tal seja entregue a Satanás para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no Dia do Senhor.”
Algumas lições que podemos aprender com esse trecho:
1- O evangelho que salva os pecadores prova o seu valor quando estes pecadores crescem em santidade, e não na prática consciente de pecados graves como alguns pecados sexuais.
Imoralidade (porneia) aqui é toda prática sexual fora do contexto do casamento, incluindo a prática homossexual. O caso aqui é claro de incesto, prática condenada tanto na cultura judaico-cristã quanto na cultura greco-romana (em que pese que os romanos relativizavam muitas práticas sexuais fora do casamento, o incesto e a zoofilia eram algumas das práticas que eles consideravam imoral). Paulo está mostrando que os gentios (todo o que não era judeu, como os gregos, romanos, bárbaros, persas, citas, egípcios e outros) não praticavam o que um homem da igreja de Corinto fez e o contexto deixa claro que toda a igreja sabia e nada fez em relação a isso.
As implicações éticas da fé cristã possivelmente foram reduzidas a nada pela igreja de Corinto, que abraçou a sabedoria do mundo greco-romano e procurou normalizar práticas que sujavam o nome de Cristo e os tornavam iguais ou até moralmente piores que os incrédulos. Talvez este seja o orgulho que Paulo condena nessa igreja.
2- A disciplina na igreja é importante para proteger o nome de Jesus e demonstrar aos demais membros da igreja o quão maligno e grave é o pecado consciente e sem arrependimento.
Se alguém que disse crer no evangelho e ter abandonado os pecados (arrependimento), que são as evidências bíblicas de conversão a Cristo, mas que, no caminho, decidiu voltar ao pecado de forma tão escancarada e sem demonstrar que continua buscando viver como um convertido, o que cabe a igreja até por amor a essa pessoa que está claramente imersa num estado de autoengano? Remover da membresia e da Ceia do Senhor que celebra exatamente a nossa realidade de salvo (que se arrepende e crê em Jesus). Quando a disciplina eclesiástica não acontece em casos assim, quem sofre é Cristo e a Igreja, pois Cristo é mal representado por pessoas que não dão testemunho público fidedigno de fé e a Igreja é exposta por não corrigir pessoas que não desejam viver como quem segue a Jesus.
3- Entregar a Satanás não é para a morte física do pecador, mas para a sua redenção espiritual completa no Dia do Senhor.
Paulo em 1Timóteo 1.20 “Entre esses estão Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a Satanás para serem castigados, a fim de que aprendam a não blasfemar.”. Pregamos sobre esse capítulo hoje pela manhã. São curiosamente as duas vezes na Bíblia que essa expressão paulina aparece. E nas duas, Paulo tem objetivos muito claros: aos coríntios, “que o espírito seja salvo” e para Timóteo, “que Himeneu e Alexandre aprendam...”. Salvação e aprendizado. São linguagens negativas para você? Pois é. Paulo, assim como Jesus, tem uma esperança ao remover pessoas da membresia da igreja: que elas possam voltar a se arrepender e retornarem à verdadeira comunhão e, logo, demonstrarem que aprenderam e que são de fato pessoas salvas.
Não corrigir quem está no erro não é uma expressão de amor, mas de indiferença. Quem ama não passa a mão na cabeça de quem erra. Quem ama, confronta o pecado movido por um profundo senso de misericórdia, com lágrimas nos olhos e com um desejo ardente de que essa pessoa se convença por meio da ação do Espírito Santo, deixe o mal que está praticando e volte a seguir Jesus.
1Coríntios 5.6–8 “Não é bom esse orgulho que vocês têm. Por acaso vocês não sabem que um pouco de fermento leveda a massa toda? Joguem fora o velho fermento, para que vocês sejam nova massa, como, de fato, já são, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado. Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento do mal e da maldade, mas com o pão sem fermento, o pão da sinceridade e da verdade.”
Gordon Fee comenta da seguinte forma esse trecho:
“Com essa impressionante série de imagens, Paulo agora apresenta a base teológica para a providência exigida na salva de abertura (v. 1-5). Ele começa com o problema básico: a vanglória deles, que é totalmente inadequada à luz da atual condição nada boa dos crentes de Corinto. O que eles não conseguem perceber é que o pecado desse homem já infectou a comunidade inteira, que, como uma comunidade, tem a obrigação de ser o templo de Deus em Corinto.”
Algumas lições:
1- Há pecados e pecados. Alguns pecados só trazem danos ao sujeito que pratica, mas há pecados que causam danos à igreja toda e até expõe ao ridículo o nome de Cristo.
O orgulho dos coríntios possivelmente era tolerar uma cultura de pecados graves sem arrependimento na vida da igreja. Quando uma igreja tem um púlpito que não confronta o pecado através da pregação fiel do evangelho, a tendência é que os membros se tornem frouxos na luta contra o pecado e na busca pelas bem-aventuranças “fome e sede de justiça” e “ser limpo de coração”.
Quando o profeta Isaías viu o Senhor, viu também o tamanho da sua pecaminosidade e clamou por redenção (libertação). Ele foi perdoado pela graça de Deus. Assim é todo cristão: um pecador. Repito: todos nós aqui. SOMOS PECADORES! Mas há uma diferença entre pecadores que confessam e deixam pecados e pecadores que não confessam e não querem deixar pecados e quando isso acontece, o remédio do evangelho para a saúde da igreja chama-se DISCIPLINA BÍBLICA DA IGREJA.
2- Paulo sentencia de sua parte e o faz em nome do Senhor Jesus Cristo (v.4), mas agora no versículo 7 ele compartilha a responsabilidade da disciplina com a membresia da igreja. Isso encontra respaldo no próprio ensino do Senhor Jesus em Mateus 16 e Mateus 18. Explique brevemente a “autoridade das chaves” dos apóstolos e da igreja e visão batista congregacionalista acerca da disciplina de membros que pecam gravemente e não demonstram estar arrependidos.
Acho interessante que Paulo chama a igreja de imatura (1Coríntios 3.1 “Eu, porém, irmãos, não pude falar a vocês como a pessoas espirituais, e sim como a pessoas carnais, como a crianças em Cristo.”), mas é para essa igreja que ela chama à responsabilidade de corrigir um grave problema de indisciplina, algo não recomendável para crianças na fé. A disciplina na igreja tem que acontecer até como forma da própria igreja amadurecer no evangelho.
1Coríntios 5.7 “Joguem fora o velho fermento, para que vocês sejam nova massa, como, de fato, já são, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado.”
Considerando a primeira oração nessa frase, o velho fermento é o homem que pratica incesto e não se arrepende disso e a igreja é chamada aqui de outra figura metafórica: nova massa. A igreja é um pão sem fermento e por uma razão que Paulo vai apresentar na segunda oração da frase.
Mas ainda olhando para essa primeira parte do versículo 7, quando alguém se arrepende do pecado e demonstra querer ajuda para não continuar pecando deliberada e conscientemente contra Cristo Jesus, a disciplina acaba. Mas quando a pessoa pratica continuamente um pecado grave (não estamos falando de pecados de menor potencial ofensivo na vida da pessoa ou da comunidade, mas de coisas escandalosas como incesto, adultério, roubo, assassinato) e não demonstra querer mudar esse quadro (antes até afirma querer continuar vivendo assim) é dever da IGREJA amar essa pessoa ao ponto de não deixa-la pensando que é convertida ou salva por Jesus — e esse amor deve estar no coração de cada um em forma de um profundo desejo de que essa pessoa consiga chegar ao arrependimento e volte à comunhão com Jesus e a igreja o quanto antes.
3- Não disciplinamos PARA nos tornarmos nova massa. Disciplinamos PORQUE JESUS JÁ NOS FEZ NOVA MASSA!
O que move uma igreja fiel a disciplinar pecadores que não se arrependem de pecados graves que cometem é o evangelho. Paulo nos lembra isso em seu argumento central: não devemos ter fermento velho (vida de pecado) porque Cristo, o nosso Cordeiro Pascal, foi sacrificado justamente pelos pecados passados, presentes e futuros de nossas vidas! Se ele for morto pelos meus pecados, então eu preciso odiar esses pecados que levaram o meu Cristo para ser tão humilhado, sofrer tanto e morrer de forma tão cruel e sem misericórdia!
A Páscoa entra em cena nesse momento do sermão. Deus sabe de tudo, gente amada!
Na décima praga no Egito, o povo judeu no primeiro dia da Festa dos Pães Sem Fermento sacrificou cordeiros pascais. A morte do cordeiro é o que levou os judeus a estarem “sem fermento”. Algo que aconteceu na realidade histórica e material que refletia o que aconteceria no futuro e se daria na realidade histórica também, mas espiritual, ainda que a matéria do corpo de Cristo fosse literalmente e fisicamente destruída no Monte do Calvário. Os cordeiros mortos no Egito apontavam para o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1.29). Assim é também com a gente — diz Paulo. Nosso Cordeiro foi sacrificado; por meio de sua morte, somos perdoados do passado e libertados para a nova vida em Cristo (presente e futuro). Essa ênfase no sacrifício de Cristo como fundamento para passarem do velho para o novo é a ideia principal que Paulo desenvolve em seguida, na aplicação final da metáfora no versículo 8. 1Coríntios 5.8 “Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento, nem com o fermento do mal e da maldade, mas com o pão sem fermento, o pão da sinceridade e da verdade.”
O comentário de Fee nos ajuda muito a entender essa aplicação final:
“Eles [os crentes coríntios] devem retirar o homem incestuoso, o que é como deixar a casa limpa de fermento, para que possam se tornar aquilo que são, o “novo pão” de Deus em Corinto. O que faz deles o novo povo de Deus é o sacrifício de “nosso Cordeiro Pascal”, o próprio Cristo. Ainda mantendo a imagem da Festa (“celebremos a festa”), Paulo amplia a aplicação da morte de Cristo para a vida cristã como um todo.
Mas qual é o equivalente cristão da celebração judaica? Em primeiro lugar, ele reflete a longa festa de sete dias, durante os quais os judeus eram proibidos de comer qualquer coisa com fermento. Da mesma maneira, com base na crucificação de Cristo e mediante um viver santo, o povo de Deus deve manter uma festa ininterrupta da celebração do perdão de Deus. Isso é ainda confirmado pela aplicação específica e exclusivamente ética da imagem no restante da frase. O mais provável é que a intenção do próprio Paulo fosse, portanto, simplesmente estender a metáfora por meio de um imperativo, ampliando suas implicações o máximo possível.”
1Coríntios 5.9–13 “Na outra carta, já escrevi a vocês que não se associassem com os impuros. Refiro-me, com isto, não propriamente aos impuros deste mundo, aos avarentos, ladrões ou idólatras, pois, neste caso, vocês teriam de sair do mundo. Mas, agora, escrevo a vocês que não se associem com alguém que, dizendo-se irmão, for devasso, avarento, idólatra, maldizente, bêbado ou ladrão; nem mesmo comam com alguém assim. Pois com que direito haveria eu de julgar os de fora? Mas será que vocês não devem julgar os de dentro? Os de fora, esses Deus julgará. Expulsem o malfeitor do meio de vocês.”
Para encerrar, precisamos deixar claro três coisas nesse trecho:
1- Quando a disciplina acontece, o que se restringe especialmente é a comunhão maior da Igreja, a Ceia do Senhor, mas também se estende à vida comum da igreja. Não podemos deixar de lidar com pessoas impuras, a não ser que saíssemos deste mundo, mas não devemos manter proximidade com quem não deseja viver o evangelho com a gente.
Paulo é enfático: nem mesmo comam com alguém assim. Assim como? Se dizendo irmão, mas sendo devasso, avarento, idólatra, maldizente, bêbado ou ladrão (a lista pode ser estendida). Quando ouvimos e sentamos à mesa com quem nega a eficácia do evangelho com a própria vida pecaminosa e ímpia que vive, estamos comprometendo o nosso compromisso com o próprio Jesus, o seu evangelho e sua santa Igreja.
2- Não julgamos sem amor e misericórdia, e o amor e a misericórdia, no evangelho, não são desculpas para não julgarmos os de dentro.
Os de fora, esses Deus julgará — diz Paulo. E os de dentro? Os que vivem pelo rancor, em prática de imoralidade, buscando reter dinheiro por idolatria ao conforto pessoal e tudo isso e muito mais sem que haja arrependimento, todos esses precisam do remédio da disciplina formal para que possam ser o que foram chamados por Jesus em sua cruz para serem: nova massa, novo pão sem o fermento do pecado, porém com os elementos espirituais da verdade e da sinceridade.
Paulo não está defendendo que apenas gente sem pecado deve pertencer à comunidade cristã, pois isso seria algo absurdo por ser algo impossível de acontecer. Somos todos aqui pecadores; antes, ele está preocupado com aquelas pessoas que persistem nas próprias atividades das quais foram libertadas por meio do sacrifício do Cordeiro Pascal (v. 7). Os seguidores do Messias, do Rei crucificado (1Coríntios 1.18 “Certamente a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, ela é poder de Deus.”), pertencem à nova era: a vida deles foi invadida pelo Espírito Santo. Devem, portanto, “celebrar a Festa”, isto é, vivenciar continuamente a ética do novo povo de Deus. Devem se parecer com seu Senhor no comportamento; para isso, o exemplo do apóstolo lhes foi dado (1Co 4.16, 1Coríntios 4.17 “Por esta causa, eu enviei até vocês Timóteo, que é meu filho amado e fiel no Senhor, o qual fará com que vocês se lembrem dos meus caminhos em Cristo Jesus, como, por toda parte, ensino em cada igreja.”). Uma vez que em Cristo todas as coisas são novas pelo Espírito (2Co 5.14-17), os que pertencem a Cristo devem se livrar de seu antigo modo de vida (Cl 3.5-11). Os que persistem nesse antigo modo de vida — e com isso Paulo não quer dizer aqueles que simplesmente lutam com seus antigos pecados — na verdade não pertencem a essa nova comunidade. Com suas próprias ações, eles escolheram sair; para seu próprio bem, a comunidade precisa se distanciar de tais pessoas.
A comunidade do Espírito Santo deve ser diferente do mundo em que ela vive.
APLICAÇÕES E CONCLUSÃO
APLICAÇÕES E CONCLUSÃO
1- Você não pode pertencer à comunidade cristã sem deixar para trás seu antigo comportamento.
2- Não se julga todo e qualquer pecado, nem se faz da igreja um tribunal, mas se trata de pecados graves sem arrependimento e busca-se sempre com isso a restauração do pecador.
3- 1Coríntios 5 Paulo ordena a igreja que aplique a disciplina porque o caso já era de conhecimento público e manchava a reputação de Cristo e da própria igreja. Em Mateus 18 temos uma orientação clara de como devemos tratar de casos que não chegaram ainda ao conhecimento público.
4- Jesus veio para criar um povo através da sua morte e ressurreição e este povo é santo. Você é chamado para viver nessa comunidade nova de pecadores salvos pela graça de Deus que decidiram celebrar todos os dias a graça que perdoa os pecados e dá nova vida a todo aquele que crê.
1Coríntios 5 não é sobre condenação, mas sobre restauração. A cruz de Cristo mostra que o amor vence o pecado. A ressurreição de Cristo mostra que a vida vence a morte. Você pode abandonar os pecados hoje e vir a Cristo com fé. Ele te salva não porque você é merecedor, mas porque Ele te ama.
Vamos orar.
