192 - Comendo na mesa do rei - 01
O Evangelho de Jesus no AT • Sermon • Submitted • Presented
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· 3 viewsReflexão bíblica textual / temática sobre o jovem Daniel, o profeta, sua dura experiência de vida, sua profunda fé em Deus e como ele pode se tornar um poderoso instrumento nas mãos do Senhor ainda em tenra idade e as lições de vida, fé e piedade que temos da vida deste personagem bíblica em relação ao nosso testemunho de vida diante de um mundo caído
Notes
Transcript
— … Resolveu Daniel, firmemente, não se contaminar… [Daniel 1.8]
— … Resolveu Daniel, firmemente, não se contaminar… [Daniel 1.8]
Daniel 1:8 “Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se.”
I. Introdução - Fé & Tecnologia
I. Introdução - Fé & Tecnologia
Temos ouvido muita coisa a respeito da geração Y, Z, Millenials, Alfa, ou outras rotulações que os acadêmicos e a sociedade ama estabelecer;
Fiz uma pesquisa recente e fiquei meio impressionado:
— (2000 +) São nativos digitais imersos em tecnologia desde o nascimento, com alta familiaridade com inteligência artificial, telas e interação virtual, onde o físico e o digital se fundem;
Qual a marca distintiva das últimas gerações comparadas com as anteriores?
A marca distintiva destas gerações é justamente a hiperconectividade;
Um dos prejuízos mais danosos é o aumento da percepção distorcida que o homem tem de si mesmo,
— o que traz à tona a rebelião do jardim — deixe-me explicar:
Uma ideia, uma aspiração antiga, primeva, enraizada nas profundezas da natureza humana de que o homem é, ou seja, definitivamente o senhor de sua própria história,
o que é uma ilusão com a entrada do pecado, que é de fato o supremo senhor do homem caído - Paulo diz em Rom 7:
Romans 7:14–15 “Porque bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado. Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto.”
Romans 7:18–19 “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço.”
Romans 7:21 “Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim.”
Jeremiah 17.9-10 “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá? 10 Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas ações;
Então nos deparamos com um importante ponto de virada na história da humanidade,
— A ciência, o conhecimento, a capacidade criativa do ser humano, advinda de sua origem à imagem e semelhança de Deus tem levado o homem para mais longe de Deus;
— ao invés de aproximá-lo do Deus que lhe deu graciosamente todas estas habilidades;
E a história se repete:
Há uma verdade inegável que não pode ser negligenciada para aqueles que têm as Escrituras como referência e autoridade em termos de fé e prática;
A natureza humana não mudou, desde a sua origem continua a mesma… desde a Queda…
— O mesmo desejo de ser autosuficiente;
— O mesmo desejo de ser o seu próprio deus;
É muito difícil ser diferente, principalmente quando ser diferente lhe traz o rótulo de ultrapassado, ignorante, fora de moda, sem noção, etc, então…
— Então, vamos falar de um personagem bíblico cuja história de vida tem muito a nos ensinar sobre isso;
— Vamos falar sobre Daniel, o profeta
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Vamos ao Texto Áureo da mensagem:
II. Texto Áureo - Daniel 1.8
II. Texto Áureo - Daniel 1.8
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Daniel 1:8 (ARA) — 8 Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se.
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Vamos ao Desenvolvimento da mensagem:
III. Desenvolvimento - O pleno exercício da salvação
III. Desenvolvimento - O pleno exercício da salvação
1 — Israel e o exílio babilônico
1 — Israel e o exílio babilônico
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Daniel 1:1–2 (ARA) — 1 No ano terceiro do reinado de Jeoaquim, rei de Judá, veio Nabucodonosor, rei da Babilônia, a Jerusalém e a sitiou. 2 O Senhor lhe entregou nas mãos a Jeoaquim, rei de Judá, e alguns dos utensílios da Casa de Deus; a estes, levou-os para a terra de Sinar, para a casa do seu deus, e os pôs na casa do tesouro do seu deus.
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— Jeoaquim foi o antepenúltimo rei de Judá, Reino do Sul, antes da destruição da cidade e do Templo em Jerusalém;
— Reinou por onze anos (11) em Jerusalém, mas fez mal aos olhos do Senhor como a maioria de seus antecessores;
— Nabucodonosor sitiou Jerusalém, invadiu a terra e a cidade, levou o rei preso, muitos dos da nobreza e alguns utensílios do Templo;
— Estas pessoas foram retiradas de suas casas, suas vidas, famílias, rotinas, planos, para uma completa nova vida da qual nunca mais voltariam;
— O jovem adolescente Daniel (possivelmente entre seus 14 a 16 anos) estava entre as milhares de pessoas que foram exiladas para a Babilônia neste tempo;
2 — Daniel, um exilado de guerra
2 — Daniel, um exilado de guerra
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Daniel 1:3–4 (ARA) — 3 Disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, tanto da linhagem real como dos nobres, 4 jovens sem nenhum defeito, de boa aparência, instruídos em toda a sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e que fossem competentes para assistirem no palácio do rei e lhes ensinasse a cultura e a língua dos caldeus.
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[EXCURSO] — Sobre o exílio praticado no mundo antigo:
— O exílio de povos conquistados, ou o desterro, era uma prática cruel comum entre as nações do mundo antigo;
— Os moradores da terra eram transportados centenas, às vezes milhares de quilômetros de suas terras e reassentadas lá;
— O propósito era desenraizar as pessoas, quebrar suas identidades, minimizar o risco de levantes e rebeliões;
— Interessante que o livro de Daniel inicia falando sobre o exílio dos tempos de Jeoaquim, a primeira (1ª) deportação ocorrida em 605 aC;
— Daniel estava lá como exilado;
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Daniel é um personagem bíblico bastante curioso, até enigmático, de certa forma:
— tanto pela sua importância teológica / profética / escatológica / messiânica;
— seu nome e seu legado de justiça e sabedoria foram reconhecidos interbiblicamente em Ezekiel 14.14,20; 28.3;
— seu gênero literário inspirou as obras apocalípticas apócrifas (200 aC a 200 dC), bem como à Apocalíptica de João — Revelation 1;
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— bem como pelo pouco que sabemos de suas origens, o que é surpreendente para um personagem bíblico judaico;
— sabemos que Daniel é de Judá e que pertenceu à realeza ou à nobreza Israelita pelos critérios definidos pelo próprio rei da Babilônia;
— sabemos de sua provável idade pelas mesmas fontes, mas não fazemos ideia de quem foram seus pais, nem de onde vieram exatamente;
— Não há uma genealogia de Daniel como temos em outros profetas, não sabemos em que cidade nasceu, se era de fato um judaita, ele é uma incógnita, bem como seus amigos;
— mas à medida que avançamos no livro de Daniel, vamos conhecê-lo pelo seu comportamento, e pelo testemunho do próprio Deus a respeito dele;
— nas palavras do Anjo do Senhor, Daniel era homem “muito amado, pessoa muito querida, homem de altíssima estima” [Daniel 9.23; 10.11, 19];
— Daniel chegou na Babilônia, trazido contra sua própria vontade, um garoto, retirado de sua família, agora duas vezes;
Quem era este jovem que chamaria a atenção de um alto oficial do Rei para que fizesse parte de “Programa Avançado de Capacitação & Doutrinação Babilônica”?
E que programa seria este demandado pelo rei da Babilônia?
— Os quais deveriam ser: __ alguns dos filhos de Israel, tanto da linhagem real como dos nobres, 4 jovens sem nenhum defeito, de boa aparência;
— Com qual propósito? __ para que fossem:
“instruídos em toda a sabedoria,
doutos em ciência…
versados no conhecimento e…
que fossem competentes para assistirem no palácio do rei e…
lhes ensinasse a cultura…
e a língua dos caldeus”;
— como parte da estratégia expansionista do império, ao dominar centenas de povos, Babilônia deveria adestrar jovens destas nações:
— Estes jovens seriam as lideranças locais, interface com as nações, para que a burocracia do Estado funcionasse e a Casa Real permancesse no controle;
— Eles procurariam o bem das suas nações de origem acomodando interesses, legislando, julgando, trabalhando diretamente no governo destas nações;
— Foi exatamente neste lugar que Deus colocou Daniel e seus amigos!
— Diante de tamanha honraria, oportunidade e responsabilidade apresentada a estes jovens, então inicia-se a saga dos servos do Senhor na corte da Babilònia;
— Vejamos…
3 — As finas iguarias da mesa do rei
3 — As finas iguarias da mesa do rei
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Daniel 1.5 (ARA) — Determinou-lhes o rei a ração diária, das finas iguarias da mesa real e do vinho que ele bebia, e que assim fossem mantidos por três anos, ao cabo dos quais assistiriam diante do rei.
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— O verso 5 diz que o próprio rei determinou qual seria a ração diária daqueles jovens selecionados para serem instruídos nas ciências e leis da Babilônia;
— Isso denota algo de extrema relevância por se tratar de algo advindo do próprio rei ao definir a dieta a que eles estariam expostas — finas iguarias e o vinho real;
— A Babilônia não considerava seus reis como deuses encarnados (como os egípcios), mas eles seriam “reis-divinos”, ou seja, seres humanos conectados aos seus deuses;
— Os reis-divinos seriam uma casta especialíssima de seres humanos cuja semente deveria ser resguardada, protegida e multiplicada para que houvesse paz e fertilidade na terra;
— Então tais homens, apesar de não serem deuses, eram tratados como se fossem, pois eram seus representantes exclusivos, a manifestação de sua vontade;
— A dieta destes homens, suas mulheres, suas roupas, suas casas, suas festas e rituais, tudo refletia a majestade e o poder dos deuses da terra a quem ele representava;
— Ao determinar a ração diária (dieta completa) destes jovens com as iguarias e bebidas da mesa do rei, a mensagem era clara;
— estes jovens seriam preparados para servir ao rei como oficiais, conselheiros, intérpretes, legisladores, juízes interfaceando o centro do poder com suas nações de origem;
— Daniel 1.5 (ARA) — Determinou-lhes o rei a ração diária, das finas iguarias da mesa real e do vinho que ele bebia, e que assim fossem mantidos por três anos, ao cabo dos quais assistiriam diante do rei.
Seriam três anos de treinamento intensivo preparatório para que eles “assistissem diante do rei” — [heb. estarem em pé diante do rei]
Então Daniel entra em cena — a partir de sua seleção para uma “capacitação babilônica”, surgem quatro jovens, com destaque para Daniel;
4 — Um testemunho de fé e coragem
4 — Um testemunho de fé e coragem
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Daniel 1.6-8 (ARA) Entre eles, se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias. 7 O chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes, a saber: a Daniel, o de Beltessazar; a Hananias, o de Sadraque; a Misael, o de Mesaque; e a Azarias, o de Abede-Nego.
— 9 Ora, Deus concedeu a Daniel misericórdia e compreensão da parte do chefe dos eunucos. 10 Disse o chefe dos eunucos a Daniel: Tenho medo do meu senhor, o rei, que determinou a vossa comida e a vossa bebida; por que, pois, veria ele o vosso rosto mais abatido do que o dos outros jovens da vossa idade? Assim, poríeis em perigo a minha cabeça para com o rei.
11 Então, disse Daniel ao cozinheiro-chefe, a quem o chefe dos eunucos havia encarregado de cuidar de Daniel, Hananias, Misael e Azarias: 12 Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias; e que se nos deem legumes a comer e água a beber. 13 Então, se veja diante de ti a nossa aparência e a dos jovens que comem das finas iguarias do rei; e, segundo vires, age com os teus servos.
14 Ele atendeu e os experimentou dez dias. 15 No fim dos dez dias, a sua aparência era melhor; estavam eles mais robustos do que todos os jovens que comiam das finas iguarias do rei.
16 Com isto, o cozinheiro-chefe tirou deles as finas iguarias e o vinho que deviam beber e lhes dava legumes.
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— Lá estavam os quatro jovens (pré-adolescentes) que tiveram seus nomes trocados — sinal claro de perda de identidade e subserviência;
Os nomes refletem uma herança judaica.
Daniel —> "Deus é meu juiz" ==> Beltessazar —> Bel “proteja o rei” ou Bel “proteja sua vida” (Bel é Marduk, o principal deus do panteão);
Hananias —> "o Senhor é misericordioso" ==> Sadraque —> Sob o “comando de Aku” (o deus-lua dos caldeus);
Misael —>"Quem é como Deus é?" ==> Mesaque —> significado incerto, talvez o nome de algum deus caldeu;
Azarias —> "O Senhor ajudou" ==> Abede-Nego (ou Nebo) —> “Servo de Nego” (Nebo ou Nabu, a segunda divindade mais importante do panteão);
Atribuir nomes babilônicos aos jovens hebreus seria uma tentativa de apagar de sua memória a sua herança israelita.
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— Mas, “Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia” — agora temos um grande problema;
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— Falamos da importância e da tamanha honraria que qualquer pessoa na corte real da Babilônia se alimentar, usufruir dos mesmos manjares do rei-divino;
— Não se trata de culinária (somente), ou de gostos, ou forma de preparo;
— É uma honra espiritual, um subir de patamar na existência, abertura de portas de oportunidades, riqueza, poder, respeito e influência, legado, vida abundante, etc;
— E é uma condição oferecida pelo próprio rei aos filhos de nações vencidas, como um ato de graça do rei da Babilônia em favor de jovens com um futuro incerto;
— O texto bíblico torna o assunto constrangedor, pois aquilo que seria a maior honraria (do ponto de vista babilònico) é visto como “contaminação” por Daniel — inversão total;
— Tentemos imaginar o risco que esses jovens correram ao propor uma dieta alternativa ao oficial — e muito pior, ao explicar a justificativa de tal alternativa;
— O que aconteceu? — “Deus concedeu a Daniel misericórdia e compreensão da parte do chefe dos eunucos” — ou seja, Deus interviu abrindo o coração daquele oficial em favor de Daniel;
— Somos ocidentais e provavelmente não entendemos o tamanho dos milagres que aconteceram ali:
— normalmente pensamos no milagre de quatro pré-adolescentes (de 14 a 17 anos - ou menos) comendo legumes e água por três anos (pensem no metabolismo de um adolescente);
— mas pensemos no milagre de um oficial babilônico, completamente aculturado, adestrado, admitir que aqueles garotos não “se contaminem” com a comida e a bebida do rei;
— pensemos no milagre de quatro pré-adolescentes expostos a toda aquela riqueza e sofisticação mantendo a sua fé intacta;
— pensemos no milagre que antecedeu tudo isso — porque Israel foi para o exílio? Por causa do pecado — mas estas crianças tiveram suas mentes e corações preservadas lá atrás;
— pensemos no milagre subsequente a toda esta narrativa de paradoxos e contraculturas:
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Daniel 1.17-20 (ARA) 17 Ora, a estes quatro jovens Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria; mas a Daniel deu inteligência de todas as visões e sonhos.
18 Vencido o tempo determinado pelo rei para que os trouxessem, o chefe dos eunucos os trouxe à presença de Nabucodonosor. 19 Então, o rei falou com eles; e, entre todos, não foram achados outros como Daniel, Hananias, Misael e Azarias; por isso, passaram a assistir diante do rei.
20 Em toda matéria de sabedoria e de inteligência sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino.
21 Daniel continuou até ao primeiro ano do rei Ciro.
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Vamos ao Encerramento da mensagem:
V. Encerramento - Vós sois minhas testemunhas
V. Encerramento - Vós sois minhas testemunhas
— Vós sois o sal da terra, vós sois a luz do mundo
— Vós sois o sal da terra, vós sois a luz do mundo
— A história de Daniel nos chama a uma grande responsabilidade;
— Responsabilidade que ultrapassa barreiras de idade, épocas, culturas, etc;
— Quatro pré-adolescentes / jovens se veem diante de um mundo novo, cheio de novidades, sofisticação, oportunidades;
— A eles é dada a oportunidade de brilhar naquela sociedade rica e poderosa;
— Mas há uma piedade, um temor, uma fé plantada no coração daqueles meninos que nos desafia, que nos constrage;
— É quase impossível que ainda estivessem com seus pais, até porque o exílio desestabilizava todas as estruturas sociais e familiares;
— E mesmo que não tivessem sido separados de seus pais, o que é pouco provável, quando foram selecionados, foram separados de todos os demais;
— Estes adolescentes tinham seus corações totalmente tomados pelos amor e temor a Yahweh — e isso certamente teve um berço!
— Suas famílias viveram em um Israel apostatado, ímpio, idólatra, mas seus filhos eram crentes — podemos supor que suas famílias eram igualmente piedosas e tementes ao Senhor;
— Estamos aqui para sermos sal e luz — brilharmos a luz de Cristo em um mundo de trevas — estamos em uma situação diferente da de Daniel?
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1 Timothy 4:12 (ARA) — 12 Ninguém despreze a tua mocidade; pelo contrário, torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza.
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2 Timothy 2:22 (ARA) — 22 Foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor.
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