Apocalipse 14.14-20
O autor apresenta a duplicidade da ação divina de juízo e salvação, apontando com isso para a soberania do SENHOR a despeito da insurreição do sistema anticristão mundial, que terá, ao final, a devida paga.
Apocalipse 14.14-20: A colheita do fim.
E o lagar foi pisado
Se tudo o que tivéssemos do livro de Apocalipse fossem os capítulos 12 e 13, sentiríamos desespero, pois a falsa trindade parece invencível e está implacavelmente determinada a nos destruir. O capítulo 14 vem como uma lufada de ar fresco, pois vemos que Satanás não está no comando; Deus está. Enquanto o mundo dos incrédulos adora a besta, o povo de Deus adora o Cordeiro no Monte Sião. Enquanto o falso profeta transforma em crime capital a condição de cristão, Deus envia seus anjos de destruição sobre os inimigos de seus santos. Mas ainda há esperança para o mundo, pois junto com os anjos do julgamento Deus envia o anjo com o “evangelho eterno” para oferecer a salvação aos não salvos. Portanto, mais uma vez, trata-se de escolha: a decisão de recorrer à Cristo ou se afastar dele e avançar em direção à destruição.
