Sermon Tone Analysis

Overall tone of the sermon

This automated analysis scores the text on the likely presence of emotional, language, and social tones. There are no right or wrong scores; this is just an indication of tones readers or listeners may pick up from the text.
A score of 0.5 or higher indicates the tone is likely present.
Emotion Tone
Anger
0.17UNLIKELY
Disgust
0.13UNLIKELY
Fear
0.19UNLIKELY
Joy
0.17UNLIKELY
Sadness
0.28UNLIKELY
Language Tone
Analytical
0UNLIKELY
Confident
0.01UNLIKELY
Tentative
0UNLIKELY
Social Tone
Openness
0.04UNLIKELY
Conscientiousness
0.13UNLIKELY
Extraversion
0.45UNLIKELY
Agreeableness
0.61LIKELY
Emotional Range
0.2UNLIKELY

Tone of specific sentences

Tones
Emotion
Anger
Disgust
Fear
Joy
Sadness
Language
Analytical
Confident
Tentative
Social Tendencies
Openness
Conscientiousness
Extraversion
Agreeableness
Emotional Range
Anger
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Quando Adão e Eva ouviram a promessa de que no futuro um de seus descendentes feriria a serpente na cabeça (), vencendo-a para sempre, ficaram cheios de gratidão a Deus.
Essa promessa se tor­nou muito mais vívida diante de seus olhos quando Deus os vestiu com “vestimentas de peles”, obtidas ao sacrificar animais inocentes ().
Pela morte desses animais, o Senhor lhes proveu o que necessitavam para cobrir sua nudez, decorrente do pecado.
Essa morte simbolizava a morte do Filho de Deus, que um dia nasceria como ser humano, viveria sem cometer pecado e morreria em nosso lugar.
Ao sacrificar um cordeiro, a cada manhã e tarde, Adão e Eva ma­nifestavam sua fé no Redentor futuro.
Eles entendiam que o Salvador viria voluntariamente para morrer por eles, movido apenas por Seu in­finito amor por todos nós individualmente.
A Bíblia toda enfatiza o amor de Cristo por nós.
O apóstolo Paulo nos exorta a andar em amor, “e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós” ().
E explica a maravilhosa troca de amor feita pelo Filho de Deus: “pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos” (2 Co 8:9).
No dia 20 de agosto de 2008, às 14h45, decolou do aeroporto de Bara­jas, Madri, o voo 5022 da Spanair.
Ele mal havia decolado quando girou bruscamente para a direita e se chocou contra a pista.
A aeronave se partiu em, pelo menos, dois pedaços que foram destroçados pela explo­são que se seguiu.
Morreram 154 das 172 pessoas que estavam a bordo.
Imediatamente chegaram ao local várias viaturas de bombeiros para tentar resgatar os sobreviventes das chamas.
Um dos bombeiros, Fran­cisco Martínez, se aproximou de uma mulher para resgatá-la dos des­troços do avião em chamas.
“Por favor, salve a minha filha primeiro”, a mulher suplicou.
Não havia tempo para salvar as duas pessoas, apenas uma.
O bom­beiro deixou por conta do rogo da mãe a decisão mais difícil de sua vida.
E assim a pequena Maria, de 11 anos, foi resgatada pelo sacrifício abne­gado de sua mãe, Amalia Filloy, que ficou entre os destroços flamejantes do avião que, de acordo com os peritos, atingiu temperaturas superiores a 500 graus.
Poucas horas depois do acidente, o bombeiro dedicou seu período de descanso para percorrer os hospitais, até que encontrou a menina.
“É que uma coisa assim fica cravada na alma.
Eu precisava saber que a menina estava viva.
E quero lhe dizer, quando puder me ouvir, que sua mãe salvou a sua vida”, disse com a voz entrecortada.1
Admirável amor de mãe! Quanta gratidão e amor essa menina terá pela mãe!
Essa história reflete, palidamente, o amor ainda muito maior de Cris­to ao entregar Sua vida por cada um de nós.
Diante de semelhante de­monstração de amor, qual será nossa resposta?
O apóstolo Paulo, que conhecia por experiência própria o que significa ser resgatado do pecado por Cristo, expressa de forma muito clara qual é o resultado de com­preender o enorme amor de Cristo.
Em 2 Coríntios 5:14, o apóstolo afir­ma que “o amor de Cristo nos constrange”.
Outras traduções dizem: “Por­que somos dominados pelo amor que Cristo” (NTLH); “Porque o amor de Cristo agora nos governa” (BV); “O amor de Cristo me impulsiona” (A Mensagem).
Como age aquele que é motivado pelo amor de Cristo?
Que resultados são vistos na vida daquele que compreendeu e aceitou o amor de Cristo?
O AMOR DE CRISTO NOS IMPULSIONA A VIVER PARA ELE
Se conhecermos e recebermos o infinito amor de Cristo, manifestado ao dar Sua vida por nós, nossa vida não será a mesma que antes.
Vere­mos os seguintes resultados:
a. Morremos para a vida de pecado.
A primeira coisa que vemos diante do amor de Cristo é que precisamos morrer para a vida an­tiga, contrária a Deus.
É isso o que Paulo diz, imediatamente depois de afirmar que “o amor de Cristo nos constrange”.
O apóstolo racio­cina que “um morreu por todos; logo, todos morreram” (2 Coríntios 5:14).
Se Cristo morreu por nós, simbolicamente, todos morremos porque “o salário do pecado é a morte” (); mas tam­bém morremos para nossa natureza pecaminosa e ressuscitamos para uma nova vida.
No momento em que O aceitamos como nosso Salvador, “nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado” ().
b.
Vivemos para Cristo.
Paulo segue explicando que “para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2 Co 5:15).
O amor de Cristo nos impul­siona a uma mudança total de rumo.
Em vez de centralizarmos no eu, estamos agora centrados em Cristo.
Em vez de buscar satisfa­zer nossos gostos egoístas, buscamos agradar a Cristo.
Renuncia­mos a fazer a nossa vontade e buscamos cumprir a vontade do Senhor a ponto de que “o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo” ().
O nosso deleite é fazer a Sua vontade ().
No dia 8 de dezembro de 1934, alguns criminosos chineses assassi­naram os missionários John e Betty Stam e incendiaram sua casa.
Dias depois da tragédia, alguns amigos do casal encontraram entre as ruínas carbonizadas a Bíblia da senhora Stam.
Na folha que cobria a parte in­terna da capa ela escrevera o seguinte: “Senhor, abandono meu propósi­to e meus planos, todos os meus anelos, esperança e ambições e aceito a Tua vontade para minha vida.
Entrego-Te o que sou e o que tenho: mi­nha vida, meu tudo, completamente a Ti, para que eu seja Tua para sem­pre.
Entrego-Te minhas amizades e meu amor.
A partir de agora, tudo o que eu amo passa para um segundo plano em meu coração.
Enche-me e sela-me com Teu Espírito Santo.
Vive Tua vida em minha vida a qual­quer custo e para sempre.
Para mim, o viver é Cristo e o morrer é lucro”.2
c.
Vivemos com Cristo.
Aquele que aceita a Cristo como Salvador, “está em Cristo” (2 Co 5:17).
Outras versões traduzem: “está unido a Cristo” (NTLH), “unido ao Messias” (A Mensagem).
O amor de
Cristo nos impulsiona a estar mais perto dEle.
Queremos estar com Ele! O Senhor mesmo nos insta: “Estai em mim, e eu, em vós [...] porque sem mim nada podereis fazer” (, ).
No início de cada dia, renovamos nossa entrega a Cristo para viver unidos a Ele.
Então podemos dizer com o apóstolo Paulo: “Já estou cruci­ficado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim” ().
d.
Somos nova criatura.
Todo aquele que “está em Cristo, é nova cria­tura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Co 5:17).
Pelo poder de Deus, somos uma nova pessoa.
Durante a juventude, Agostinho de Hipona viveu uma vida disso­luta.
Depois, graças às orações de sua mãe, ele se converteu ao cristia­nismo e entregou sua vida a Deus para servi-Lo.
Anos depois, certo dia, enquanto caminhava pela rua, viu que vinha na direção contrária uma mulher com a qual pecara quando jovem.
Ele seguiu caminhando como se não a tivesse notado.
Depois de se cruzarem, ela se virou e lhe disse:
– Agostinho, sou eu!
– Sim – ele respondeu.
– Mas eu já não sou o mesmo.
O AMOR DE CRISTO NOS IMPULSIONA A COMPARTILHAR O EVANGELHO
a. Deus toma a iniciativa de nos salvar.
“Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo” (2 Co 5:18).
O amor de Cristo é tão grande que toma a iniciativa de nos redimir.
Nós não nos salvamos porque conseguimos convencer a Deus que nos salve, mas porque Ele nos convence a aceitarmos a Cristo como nosso substituto e Salvador.
Se nós amamos a Deus, é “porque ele nos amou primeiro” (1 ).
b. Compartilhamos o evangelho.
Deus “nos deu o ministério da re­conciliação [...] e nos confiou a palavra da reconciliação” (2 Co 5:18, 19).
O Senhor poderia ter comissionado os anjos para pregar o evangelho, mas escolheu nos dar esse privilégio.
Na verdade, a fe­licidade e a paz que inundam nosso ser quando aceitamos a Cristo como nosso Salvador não podem ficar ocultas.
No dia em que fiquei noivo de minha esposa, eu voltei para casa a pé.
Eu caminhava, mas, na verdade, estava flutuando nas nuvens.
No trajeto, cruzei com minha prima que me olhou surpresa e, sem que eu proferisse
uma palavra, ela me perguntou: “O que está acontecendo?”
A verdade é que eu não conseguia esconder a alegria que estava sentindo.
Da mesma forma, a alegria de ter a Cristo como nosso Salvador e Amigo flui dos nos­sos poros.
“O amor a Jesus será visto, será sentido.
Não se pode ocultar.
Exerce um poder maravilhoso.
Torna ousado o tímido, diligente o preguiçoso, sábio o ignorante.
Torna eloquente a língua gaguejante, e desperta para nova vida e vigor o intelecto inativo.
Torna esperançoso o desanimado, alegre o de rosto sombrio.
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