Funeral Irmão António Lucio
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1. Palavra de Boas-Vindas
1. Palavra de Boas-Vindas
Queridos familiares e amigos do Irmão António Lúcio, reunimo-nos hoje com sentimentos mistos de tristeza e saudade pela partida de alguém que amamos, de um tio, amigo e para muitos um irmão em Cristo . Ao mesmo tempo, reunimo-nos na presença de Deus, na busca de consolo, esperança e paz para os nossos corações.
2. Leitura Bíblica
2. Leitura Bíblica
Evangelho de João 14:1-3 palavras de Jesus
1 “Não deixem que o vosso coração fique aflito. Creiam em Deus; creiam também em mim.
2 Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fosse assim, eu vos teria dito. Vou preparar lugar para vocês
3 e, quando tudo estiver pronto, virei buscar-vos, para que estejam sempre comigo, onde eu estiver.
3. Oração Inicial
3. Oração Inicial
4. Hino
4. Hino
Finda a lida terreal
Quando já do rio além
Nessa vida tão gloriosa me encontrar
Sei que lá meu redentor
Finalmente eu hei de ver
E com hinos de louvor hei de o saudar
Hei de ver meu Redentor
Redimido, junto dele eu hei de estar
Hei de ver meu Salvador
Os sinais dos cravos hei de contemplar
Oh, que enlevo divinal
O seu rosto a contemplar
Desde a aurora desse dia perenal
Como então meu coração
Haverá de o exaltar
Pela graça e compaixão celestial!
Hei de ver meu Redentor
Redimido, junto dele eu hei de estar
Hei de ver meu Salvador
Os sinais dos cravos hei de contemplar
Nessa pátria de esplendor
Hei de amigos encontrar
Meus irmãos em Cristo lá hei de rever
Mas primeiro que os irmãos
Quando ali no céu chegar
Meu Jesus é quem eu mais anseio ver
Hei de ver meu Redentor
Redimido, junto dele eu hei de estar
Hei de ver meu Salvador
Os sinais dos cravos hei de contemplar
Pelas portas de Sião
Com as vestes a brilhar
Onde a noite e o pranto nunca chegarão
Lá no lindo céu de luz
Há de Cristo me guiar
E mui perto, sim, eu hei de vê-lo então
Hei de ver meu Redentor
Redimido, junto dele eu hei de estar
Hei de ver meu Salvador
Os sinais dos cravos hei de contemplar
5. Reflexão
5. Reflexão
Evangelho de João 11:25-26
25 Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá;
26 e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês isto?
Reflexão:
A morte lembra-nos da fragilidade e a brevidade da vida. Somos recordados de que existe algo mais importante do que as nossas agendas preenchidas. Eclesiastes 12.1
1 Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais dirás: Não tenho neles prazer;
Todos um dia ouviremos a chamada final pelo nosso nome, e na verdade todos nós sabemos que um dia seremos nós de quem os outros se estão a despedir.
O hino que cantámos fala da esperança de estar presente naquele dia diante do Redentor e Salvador.
Essa esperança encontra-se em Jesus Cristo.
Ele venceu a morte e oferece vida eterna a todos os que nele creem.
O irmão António Lúcio tinha uma particularidade, nas caminhadas que fazíamos sempre chegava o momento em que ele dizia, Deus é o criador desta natureza imensa e é o meu criador e salvador.
Em nome da igreja Baptista de Rio Maior o que quero dizer é que além de lembrarmos a história deste nosso irmão, nós lembramos o seu testemunho de uma crença em Jesus o Seu Salvador e isso nos traz consolo, pois sabemos que agora está nos braços daquele que ele muitas vezes chamava de Pai.
Conclusão
Jesus disse
“Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;
e todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá.”
Depois de dizer isto, Jesus fez uma pergunta muito pessoal. Ele perguntou:
“Crês tu nisto?”
Hoje, neste momento de despedida, esta mesma pergunta ecoa também para cada um de nós.
Num dia em que lembramos a fragilidade da vida e sentimos a dor da separação, Deus convida-nos a olhar para Jesus, aquele que venceu a morte e oferece vida eterna.
A grande questão não é apenas compreender estas palavras, mas crer nelas.
Crer que Jesus é a ressurreição e a vida.
Crer que nele há perdão, esperança e salvação.
Crer que, mesmo diante da morte, há promessa de vida eterna.
Por isso, neste momento de reflexão, deixo a mesma pergunta que Jesus fez:
Crês tu nisto?
No ultimo encontro com o Irmão António
Não deixes o trabalho de Jesus Cristo esmorecer, toda a glória ao Seu nome
Que Deus console os corações desta família e que cada um de nós encontre em Cristo a mesma esperança que o irmão António Lúcio encontrou que vence até a morte.
Amém.
NO CEMITÉRIO
Em nome da família agradecemos a presença de cada um.
Despedimo-nos deste nosso querido irmão, confiando não naquilo que vemos, mas na promessa fiel do nosso Senhor Jesus Cristo.
A Palavra de Deus nos lembra: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.” E é nessa verdade que firmamos o nosso consolo. A morte não é o fim para aqueles que estão em Cristo — é apenas a passagem para a presença eterna de Deus.
Enquanto este corpo retorna ao pó, como está escrito, sabemos que a alma já descansa nos braços do Senhor. Não dizemos adeus como quem perdeu tudo, mas como quem tem a bendita esperança de um reencontro glorioso.
Que o Espírito Santo console cada coração aqui presente. Que a paz de Deus, que excede todo entendimento, guarde as vossas vidas. E que possamos viver de tal forma que, quando chegar o nosso dia, também possamos ouvir: “Bem está, servo bom e fiel.”
Entregamos este corpo à terra, na certeza da ressurreição e da vida eterna em Cristo Jesus.
Amém.
