13. Título exegético: As Implicações da Justiça de Deus pela Fé (Rm 3.27-31)

Romanos: O evangelho é o poder de Deus para salvação  •  Sermon  •  Submitted   •  Presented
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Romans 3:27–31 NAA
27 Onde fica, então, o orgulho? Foi totalmente excluído. Por meio de que lei? A lei das obras? Não! Pelo contrário, por meio da lei da fé. 28 Concluímos, pois, que o ser humano é justificado pela fé, independentemente das obras da lei. 29 Ou seria Deus apenas Deus dos judeus? Será que não é também Deus dos gentios? Sim, também dos gentios, 30 visto que Deus é um só, o qual justificará o circunciso a partir da fé e o incircunciso por meio da fé. 31 Anulamos, então, a lei por meio da fé? De modo nenhum! Pelo contrário, confirmamos a lei.

Anotações preliminares

Estudo principalmente os seguintes comentários bíblicos Romanos: Schreiner (2018, 2 ed.) e Moo (2018, 1 ed.).

Estudo exegético da perícope

1. O Contexto

A. Relacione a perícope à unidade literária maior da qual é parte.

Quanto ao esboço de Rm 1.18—4.25, prefiro seguir Schreiner e não Moo. Moo engloba as duas seções abaixo em uma maior, intitulada “O Cerne do Evangelho: a Justificação Pela Fé (1.18—4.25)” — como eu disse, seguiremos o esboço de Schreiner, achei exegeticamente mais fiel do que Moo, apesar de que há diferenças apenas de nuances. Schreiner propõe dividir em duas seções distintas:
II. A Justiça de Deus em Sua Ira contra os Pecadores (1.18—3.20); III. A Justiça Salvadora de Deus (3.21—4.25).
A. A Justiça de Deus na Morte de Jesus (3.21-26); B. Justiça pela Fé para Judeus e Gentios (3.27-31); C. Abraão como o Pai dos Judeus e dos Gentios (4.1-25).

B. Relacione a perícope ao seu contexto imediato.

Em Rm 3.27-31, Paulo mostra várias implicações da justificação pela fé e apresenta argumentos em favor dela. Pontos principais dessa perícope: 1) Vv. 27-28: Como a justificação é pela fé em Cristo (vv. 21-26), e não pelas obras, não há qualquer possibilidade para o orgulho humano; 2) Vv. 29-30: A unicidade de Deus exige que judeus e gentios sejam justificados da mesma forma: pela fé; 3) V. 31: A fé não anula a lei, mas a confirma.

C. Apresente o fluxo argumentativo da perícope (sua estrutura mais ampla).

Parte 1: Fluxograma Textual

Tradução usada: NAA — Nova Almeida Atualizada, conforme texto fornecido.
**PRINCÍPIO** 27 Onde fica, então, o orgulho? └── **SENTENÇA** Foi totalmente excluído. ├── **SUB-PONTO** Por meio de que lei? ├── **SUB-PONTO** A lei das obras? ├── **SENTENÇA** Não! └── **SENTENÇA** Pelo contrário, por meio da lei da fé. **SUPORTE** 28 Concluímos, pois, └── **SUB-PONTO** que o ser humano é justificado pela fé, └── **ELABORAÇÃO** independentemente das obras da lei. **PRINCÍPIO** 29 Ou seria Deus apenas Deus dos judeus? ├── **SUB-PONTO** Será que não é também Deus dos gentios? └── **SENTENÇA** Sim, também dos gentios, **SUPORTE** 30 visto que Deus é um só, └── **SUB-PONTO** o qual justificará o circunciso a partir da fé └── **SUB-PONTO** e o incircunciso por meio da fé. **PRINCÍPIO** 31 Anulamos, então, a lei por meio da fé? ├── **SENTENÇA** De modo nenhum! └── **SENTENÇA** Pelo contrário, confirmamos a lei.

Parte 2: Justificativa, Explicação e Processo de Análise

Romanos 3.27–31 é uma sequência argumentativa em formato de perguntas e respostas. Paulo não está narrando acontecimentos, mas conduzindo o leitor por uma cadeia de inferências. A tese anterior é que a justiça de Deus se manifesta mediante a fé, não como conquista humana baseada nas “obras da lei”. Agora Paulo mostra as consequências discursivas dessa tese.
No versículo 27, a pergunta “Onde fica, então, o orgulho?” foi marcada como PRINCÍPIO porque introduz uma conclusão lógica. O “então” indica que Paulo está extraindo uma implicação do argumento anterior. Se a justificação é recebida pela fé e não obtida por desempenho humano, o orgulho não tem mais lugar.
A resposta “Foi totalmente excluído” foi classificada como SENTENÇA porque é a afirmação principal que resolve a pergunta. O orgulho não é apenas reduzido; ele é removido do sistema de justificação. A expressão “totalmente excluído” intensifica o resultado: não sobra espaço para vanglória religiosa, moral ou étnica.
As perguntas “Por meio de que lei?” e “A lei das obras?” foram marcadas como SUB-PONTO porque especificam o mecanismo pelo qual o orgulho foi excluído. Paulo pergunta qual “lei”, isto é, qual princípio regulador está em operação. A possível resposta “lei das obras” é levantada apenas para ser rejeitada.
A linha “Não!” foi classificada como SENTENÇA por sua força independente e enfática. Ela funciona como rejeição direta da hipótese anterior. Em seguida, “Pelo contrário, por meio da lei da fé” também recebe o rótulo SENTENÇA, pois apresenta a correção positiva. O contraste é importante: Paulo não elimina todo princípio; ele substitui o princípio das obras pelo princípio da fé.
No versículo 28, “Concluímos, pois” foi marcado como SUPORTE porque fundamenta e consolida o raciocínio do versículo 27. A exclusão do orgulho não é uma afirmação isolada; ela se apoia na conclusão doutrinária de que “o ser humano é justificado pela fé”.
A oração “que o ser humano é justificado pela fé” é SUB-PONTO porque completa o conteúdo de “concluímos”. Ela expressa a tese central da perícope. O sujeito “o ser humano” é abrangente: Paulo não fala apenas do judeu nem apenas do gentio, mas da humanidade diante de Deus.
A expressão “independentemente das obras da lei” foi classificada como ELABORAÇÃO porque delimita e esclarece a afirmação anterior. Ela não introduz uma segunda tese separada, mas explica de que modo a justificação pela fé deve ser entendida: a fé é o meio da justificação, e as obras da lei não são a base dessa justificação.
No versículo 29, Paulo passa a uma segunda implicação. A pergunta “Ou seria Deus apenas Deus dos judeus?” foi marcada como PRINCÍPIO porque introduz uma nova consequência lógica. Se a justificação fosse baseada nas obras da lei, os judeus teriam uma vantagem estrutural. Mas, se é pela fé, a identidade de Deus como Deus de todos precisa ser considerada.
“Será que não é também Deus dos gentios?” foi marcada como SUB-PONTO porque desenvolve a pergunta principal. Paulo expande o raciocínio, mostrando que a doutrina da justificação pela fé tem implicações para a inclusão dos gentios. A resposta “Sim, também dos gentios” é SENTENÇA porque resolve a questão de forma direta e afirmativa.
O versículo 30 começa com “visto que”, por isso foi marcado como SUPORTE. Paulo apresenta a razão teológica da inclusão dos gentios: “Deus é um só”. A unidade de Deus sustenta a unidade do modo de justificação. Não há um Deus que justifica judeus por um caminho e gentios por outro.
A oração “o qual justificará o circunciso a partir da fé e o incircunciso por meio da fé” foi dividida em dois SUB-PONTOS porque apresenta dois grupos paralelos. “O circunciso” representa o judeu; “o incircunciso” representa o gentio. A estrutura paralela reforça a igualdade dos dois grupos diante do mesmo Deus e do mesmo princípio: a fé.
No versículo 31, Paulo antecipa uma possível objeção: “Anulamos, então, a lei por meio da fé?” Essa pergunta foi marcada como PRINCÍPIO porque introduz uma inferência que alguém poderia tirar erroneamente do argumento. Se a justificação ocorre independentemente das obras da lei, alguém poderia concluir que a fé torna a lei inútil.
A resposta “De modo nenhum!” foi classificada como SENTENÇA por ser uma negação forte e autônoma. Paulo rejeita a conclusão equivocada. A fé não destrói a lei.
A última afirmação, “Pelo contrário, confirmamos a lei”, também foi marcada como SENTENÇA porque apresenta a correção positiva da objeção. Paulo não apenas nega que a fé anule a lei; ele afirma que a fé confirma a lei. Isso prepara o argumento seguinte de Romanos 4, em que Abraão será apresentado como evidência bíblica de que a justificação pela fé não contradiz as Escrituras, mas está de acordo com elas.
O fluxo argumentativo da perícope pode ser resumido assim: primeiro, a fé exclui o orgulho; segundo, a fé justifica o ser humano independentemente das obras da lei; terceiro, a fé revela que Deus é Deus tanto de judeus quanto de gentios; quarto, a fé não anula a lei, mas a confirma.
A forma de perguntas e respostas tem grande efeito discursivo. Paulo conduz o leitor como em um diálogo. Ele levanta possíveis objeções, responde a elas e controla a interpretação de sua tese. Assim, a estrutura protege o argumento contra dois erros: transformar a lei em fundamento de vanglória ou imaginar que a fé torna a lei sem valor.

Parte 3: Legenda dos Dispositivos Usados

Dispositivo Explicação Didática **SENTENÇA** Função: Apresenta a ideia principal ou o próximo passo na narrativa/argumento. Pense nisso como: A espinha dorsal do texto. É a afirmação central à qual as outras ideias se conectam.
**PRINCÍPIO** Função: Apresenta uma conclusão ou resultado lógico. Pense nisso como: A "moral da história" ou a aplicação prática, frequentemente introduzida por "portanto" ou "por isso".
**SUPORTE** Função: Fornece a razão ou a base lógica para a declaração anterior. Pense nisso como: A resposta à pergunta "Por quê?", geralmente introduzida por "pois" ou "porque".
**COMPLEXO** Função: Sinaliza que uma circunstância ou condição será apresentada antes da ideia principal. Pense nisso como: Uma placa de "Atenção: contexto à frente", avisando que a SENTENÇA principal vem depois.
**SUB-PONTO** Função: Detalha ou especifica a ideia da linha anterior. Pense nisso como: Um subtópico que aprofunda ou esclarece a ideia principal, respondendo a perguntas como "De que forma?".
**ELABORAÇÃO** Função: Adiciona detalhes descritivos, explicando como uma ação acontece ou enriquecendo uma cena. Pense nisso como: Um "zoom" na cena, pintando um quadro mais vívido sem necessariamente avançar a história.
**CIRCUNSTÂNCIA** Função: Apresenta o cenário ou a situação que envolve a ação principal. Pense nisso como: Uma informação de fundo que prepara o terreno para a SENTENÇA principal.
**PONTO** Função: Destaca itens em uma lista ou ideias gramaticalmente paralelas. Pense nisso como: Os marcadores (•) de uma apresentação, dividindo uma ideia maior em partes claras.

D. Examine os detalhes da perícope.

V. 27
“Onde fica, então, o orgulho? Foi totalmente excluído.”
A parte acima faz uma inferência dos vv. 21-26.
“Orgulho” aqui refere-se particularmente aos judeus, o que é sugerido pela elaboração da perspectiva da “lei” nos vv. 27b-28.
A razão para Paulo excluir o orgulho está relacionada ao contraste entre fé e obras - ou, em outras palavras, os dois tipos de resposta humana a Deus. Essa interpretação é reforçada pelo cap. 4, passagem seguinte, em que Paulo elabora sua tese da justificação pela fé através do exemplo de Abraão. Abraão, muitos séculos antes de Cristo, também não tinha nada do que se orgulhar.
O orgulho que Paulo trata aqui não é histórico-salvífico, como alguns comentaristas insistem, mas antropológico. Em outras palavras, Paulo rejeita não somente o orgulho judeu do relacionamento da aliança com Deus (eles se orgulhavam especialmente por causa do recebimento da Lei e da circuncisão), mas sim o orgulho das suas próprias realizações: a tendência de achar que a obediência à Lei constituía algum tipo de direito diante de Deus. O orgulho é errado porque a justificação pode vir apenas pela fé - não somente agora, no presente, mas era assim no passado também (Abraão em Rm 4).
Todas as pessoas, por sua natureza decaída, possuem a mesma tendência de se orgulhar: os gregos, por sua sabedoria; os judeus, pela Lei e pela circuncisão; muitos cristãos orgulham-se de suas “boas obras” em vez de orgulhar-se na graça de Deus.
É a nossa fé, à parte das obras da Lei, que exclui completamente qualquer possibilidade de orgulho — não um novo modo de interpretar a Lei.
Sobre “lei das obras” e “lei da fé”: Paulo não está apresentando interpretações diferentes para a Lei de Moisés (como alguns eruditos sugerem), mas sim contraponto duas “leis” diferentes. É como se ele estivesse dizendo: “Não, não é por meio da Torá, a Lei que exige obras, que o orgulho está excluído, mas sim por meio da ‘regra’ da fé, a ‘ordenança’ ou ‘exigência’ de Deus da fé como a base para a justificação (v. 28). Portanto, o uso paulino de nomos apresenta, na verdade, um jogo de palavras em que a exigência da aliança mosaica —as obras — é contraposta à exigência básica da nova aliança (e do AT, entendido de modo amplo: veja Rm 4) — a fé. A NVI ajuda a esclarecer esse jogo de palavras feito com nomos:
Romans 3:27 NVI
27 Onde está, então, o motivo de vanglória? É excluído. Baseado em que princípio? No da obediência à Lei? Não, mas no princípio da fé.
Paulo está afirmando que o foco da maioria dos judeus na Lei Mosaica como o sistema no qual seu relacionamento com Deus era estabelecido dá origem a um orgulho implícito na realização humana; no entanto, como a justiça de Deus alcança as pessoas “à parte da Lei”, não é possível haver mais motivos para qualquer orgulho na realização humana.
V. 28
Paulo explica o nomos da fé. É uma “regra” ou “princípio” que diz respeito à fé e afirma que “uma pessoa é justificada pela fé à parte das obras da Lei”.
“Concluímos”
A primeira pessoa do plural indica que seus leitores também concordariam com ele.
Lembrando o conceito de justificação que foi apresentado na perícope anterior (Rm 3.21-26): “é declarar (e não tornar) o pecador justo diante de Deus”.
“obras da lei”
Como em Rm 3.20, a expressão denota qualquer coisa que uma pessoa faz em obediência à Lei. Embora o foco específico de Paulo com a expressão esteja em tentativas judaicas de usar a Lei como um meio para ser aceito por Deus, ela também mostra que “Paulo se opunha a qualquer tipo de ‘obras’ ou ‘feitos’”.
O contraste nesse versículo apoia uma antítese paulina fundamental: entre crer, por um lado, e todas as formas de fazer humano, por outro. Nenhuma obra, independentemente de sua natureza ou motivação, pode desempenhar qualquer papel em tornar um pecador correto diante de Deus.
NT Wright expressa a ideia paulina muito bem: “A fé que faz alguém se declarado justo consiste simplesmente na confiança, de mãos totalmente vazias, no que o único Deus fez em Jesus. Tudo o que ocorre depois tem uma natureza muito diferente dessa confissão inicial de que o Jesus crucificado e ressurreto é Senhor.
Vv. 29, 30
“Ou”
Essa expressão introduz uma alternativa ao princípio do v. 28. Paulo dá uma resposta implícita em uma pergunta retórica: “Sim, Deus também é Deus dos gentios”.
Reforçando, “obras da Lei” não pode ser limitar somente a sinais de identificação judaicos, como os proponentes da Nova Perspectiva de Paulo defendem. A Lei não é o caminho para a justificação, por dois motivos: a) Ela é exclusivamente judaica; b) ela exige um nível de obediência impossível de ser alcançado pelos seres humanos.
“visto que Deus é um só”
A tradução dessa expressão não é clara, mas é uma referência a Dt 6.4, a Shemá:
Deuteronomy 6:4 NAA
4 — Escute, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor.
E a Zc 14.9, em que percebemos a inclusão dos gentios nos propósitos salvadores de Deus: Zc14.9
Zechariah 14:9 NAA
9 O Senhor será Rei sobre toda a terra. Naquele dia, um só será o Senhor, e um só será o seu nome.
Paulo toma para si uma das convicções judaicas mais básicas — o monoteísmo — e a coloca contra o judaísmo: Deus precisa ser Deus dos gentios; do contrário, eles não teriam um deus. No judaísmo, Deus é o Deus dos gentios apenas em virtude de Sua obra da Criação.
Paulo deixa claro que a Torá não funciona mais como um divisor entre aqueles que estão fora e aqueles que estão dentro da esfera do povo de Deus. Em Cristo, o monoteísmo significa que não pode haver nenhuma barreira exclusivista, como os judeus entendiam na Velha Aliança: todos precisam de acesso igual a Deus, e isso somente pode ser garantido se a fé, e não as obras em obediência à Lei judaica, tornar-se a exigência de entrada a esse acesso.
“justificará”
O futuro seria lógico, e por isso, simplesmente estaria indicando uma verdade atemporal, e não um futuro escatológico.
“a partir”, “por meio de”
O uso de preposições diferentes indica apenas uma variação estilística.
V. 31
A função desse versículo pode ser determinada somente após se decidir qual é o significado da afirmação de Paulo de que “a fé confirma a Lei”.
“Anulamos, então, a lei por meio da fé?”
Como a fé anularia a lei? Por meio da ênfase de Paulo em fé “somente”, com a exclusão das “obras da Lei” na justificação.
“De modo nenhum!”
Paulo responde com uma negação direta e enfática. Em seguida, faz uma contra-afirmação.
“Pelo contrário, confirmamos a lei”.
Paulo, aqui, afirma que a Lei tem um papel contínuo, embora não tenha nenhuma participação na justificação. O papel que Paulo tem em mente é debatido entre os acadêmicos. Há três possibilidades principais: a) confirmar; b) condenar; ou c) ordenar.
Quanto se considera o significado de “Lei” no parágrafo anterior, fica claro que se trata do aspecto de ordenar da Lei. Paulo normalmente usa “Lei” para denotar o conjunto de ordens dadas por Deus através de Moisés. Em outros contextos em que a alidade contínua da Lei é analisada, esse também é o significado de “Lei” (como em 7.7-12; 8.2-4; 13.8-10), o que torna provável que Paulo aqui defende a confirmação da Lei Mosaica no aspecto relacionado às ordens dela.
A brevidade da última afirmação de Paulo e a falta de qualquer explicação imediata tornam a compreensão difícil. Mas a ênfase na fé como confirmação da Lei sugere que o foco de Paulo pode estar na Lei conforme ela se cumpre tanto em nossa fé em Cristo quanto por meio de nossa fé em Cristo (Confira Rm 8.4).
A fé cristã, longe de pôr de lado as exigências da Lei, proporciona (e o faz pela primeira vez!) o cumprimento completo das exigências de Deus em Sua Lei.
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