O FAVORITISMO E A SUA CONSEQUÊNCIA INTERNA
O sermão expõe, com base em Tiago 2.1-4, que o favoritismo é incompatível com a verdadeira fé em Jesus Cristo, pois leva os crentes a fazer distinção entre pessoas com base na aparência, posição social ou condição econômica. Tiago mostra que a prática da fé deve ser acompanhada de boas obras e de imparcialidade nos relacionamentos, tanto dentro quanto fora da igreja. Ao condenar a preferência dada aos ricos em detrimento dos pobres, o texto revela que o favoritismo nasce de uma compreensão errada sobre nós mesmos, sobre Deus e sobre a graça divina. Diante de Deus, todos são igualmente pecadores e totalmente dependentes da graça para a salvação; portanto, ninguém é superior a ninguém. Assim, tratar pessoas de forma desigual demonstra falta de entendimento da justiça e da graça de Deus. O sermão conclui exortando a igreja a abandonar toda forma de parcialidade e a tratar igualmente todas as pessoas, sem acepção, independentemente de raça, condição social, idade ou qualquer outra diferença externa.
