Homens mais parecidos com Jesus
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Preparados e Dispostos
Preparados e Dispostos
Os improváveis da genealogia de Jesus.
Os improváveis da genealogia de Jesus.
Deus fez questão de registrar 4 mulheres improváveis na genealogia do Rei Jesus. Tamar, Raabe, Rute e Bate-Seba. A inclusão de mulheres nas genealogias judaicas não era uma prática comum. Quando ocorria, se escolhiam mulheres matriarcas de grandes famílias. Rebeca, Lia, Sara e Raquel seriam as escolhas mais prováveis. Mas Deus, por meio de Mateus, escolheu 4 mulheres improváveis. Estas 4 mulheres prefiguram as pessoas excluídas, pobres, humildes e gentias ou estrangeiros. São as pessoas que responderiam ao Evangelho de Deus.
A inclusão dessas 4 mulheres nos diz 2 coisas importantes: 1. A Graça divina é transformadora e não há nada que o pecado passado possa fazer que a Graça de Deus não possa desfazer. A Graça de Deus tem muito mais poder para fazer o bem do que o pecado tem para fazer o mal. 2.Que Deus usa o homem que toma a iniciativa, que anda na direção de Deus. Que se dispõe para fazer a obra de Deus avançar. Todas elas tomaram uma decisão que envolveu risco, fé e coragem.
Como Homens de Deus, envolvidos na Sua grande obra, temos que nos apropriar do perdão divino em relação ao nosso passado, às nossas transgressões e limitações. Temos que andar na direção de Deus, tomando decisões corajosas, assumindo nosso papel de Homens responsáveis pela mudança em nossa cultura. Somos os responsáveis por propagar os valores do Reino de Deus na sociedade, dentro de nossas casas, em nossos empregos, no meio de nossa congregação.
Não há nada em nossa vida passada que limite a nossa missão no presente e no futuro.
A Força Sob Controle
A Força Sob Controle
A autoridade não se toma, se recebe pela submissão à soberania de Deus.
A autoridade não se toma, se recebe pela submissão à soberania de Deus.
Quando nos dispomos e caminhamos na direção de Deus, nos submetendo à sua soberania, ao Senhorio de Jesus, quando reconhecemos nossa falência espiritual, que é o reconhecimento de que sem Cristo não somos nada, nem podemos nada, recebemos Dele perdão, favor e força. Esta força não é uma força ditatorial, que nos torna superiores para subjugar os outros, sem controle, para nossos próprios deleites. A força que recebemos de Jesus é uma força de grandes proporções, mas que deve estar totalmente submissa a autoridade máxima, que é Jesus.
A submissão ao controle de Jesus não é uma forma de fraqueza, pelo contrário, é o método divino que possibilita direcionar a força do Homem de Deus para o propósito certo. Um homem sem controle de suas forças é como um cavalo selvagem, destinado à domesticação forçada, à destruição dos outros e até de si mesmo. Ter nossa força masculina colocada sob a autoridade de Jesus é o que nos protege, é o que nos guia, que nos capacita a enfrentar as dificuldades do mundo sem perder a nossa identidade em Cristo.
Portanto, como Homens de Deus, temos a responsabilidade não só de propagar os valores do Reino no mundo, mas também de fazermos um inventário de nossas forças, de nossos talentos, de nossas capacidades, e usar toda a nossa força em benefício do Reino. Precisamos compreender que há muito mais em nós e que Deus deseja que nós reconheçamos nossas forças e que possamos usá-las. Seja no trabalho, em nossas casas, na igreja, o que nós podemos fazer para que a mensagem de Deus possa chegar à quem precisa? O que podemos fazer para sermos exemplos de pessoas no mundo e que nosso exemplo possa apontar para Deus, e não para nós mesmos? Quais talentos e forças existem em nós, que nos faça realmente úteis à obra de Deus?
A Resistência do Homem de Deus
A Resistência do Homem de Deus
O teste que segue a aprovação para a missão
O teste que segue a aprovação para a missão
Quando nos dispomos a caminhar na direção de Deus, buscando e utilizando nossas forças para o serviço do Evangelho, o mundo, como sistema satânico, inicia grandes ataques sobre nossas vidas. Assim como Cristo foi levado ao deserto para ser provado, nós também somos levados, diariamente, ao deserto do mundo, onde tudo pode ser usado pelo inimigo para nos fazer cair e desistir da nossa responsabilidade como Homens de Deus.
No exemplo de Jesus no deserto, podemos ver o ataque do inimigo em três frentes comuns à quase todos nós: 1. A necessidade (pão); 2. A presunção (saltar do Pináculo do Templo); 3. A ambição (Reinos).
A necessidade - Usar o poder de Deus para fins egoístas. Satisfazer os próprios desejos contornando a vontade de Deus ou colocando seus interesses pessoais acima da obediência à Palavra de Deus.
A presunção - O ataque ao ego e à visibilidade. Para o homem moderno, essa dinâmica é ubíqua. A indústria publicitária funciona precisamente apelando ao desejo de ser visto — mostrando imagens tentadoras que despertam cobiça no observador. Mas a tentação vai além do consumismo: ela permeia carreiras, redes sociais, relacionamentos e até ministério cristão. A pressão para “provar” nossa importância através de realizações visíveis, para ganhar validação através de números (seguidores, salário, status), para começar nossos projetos com “espetáculos” que nos destaquem — tudo isso é a segunda tentação em roupagem contemporânea.
A Ambição - O ataque ao poder e ao atalho. Possuir o destino, sem passar pelo caráter. O que torna essa tentação tão relevante para o homem moderno é sua ubiquidade, ou seja, a capacidade de estar presente em todos os meios, em todos os círculos e sociedades - família, trabalho, igreja, sociedade. Vemos pessoas em todos os lugares optando por atalhos em vez do caminho de Deus — o empresário que recorre à fraude, o trabalhador que se volta para o jogo, o estudante que trapaceia. Cada um busca alcançar seu destino sem passar pela integridade que deveria defini-lo.
3. Para o Homem de Deus, a única medida de proteção contra os ataques é a Palavra de Deus. É por meio dela que aprendemos a identificar tais ataques, é por meio dela que aprendemos as estratégias do inimigo, é por meio dela que aprendemos a contra-atacar. Jesus venceu o inimigo com a Palavra do Pai, com resistência, com confiânça no poder da Palavra. Conhecermos a Palavra de Deus, memorizá-la, estudá-la, meditar sobre ela, praticar seus “exercícios de fortalecimento” é fundamental para que, assim como Cristo, também nós possamos vencer.
Treinamento e Preparação - O Rei e o código do Reino
Treinamento e Preparação - O Rei e o código do Reino
O grande manual de instruções do Homem de Deus
O grande manual de instruções do Homem de Deus
No Sermão do Monte, Jesus dá as instruções para que nós possamos ser fortalecidos de dentro para fora. Jesus nos ensina a ética do Reino. Nosso coração é posto na direção certa pela iniciativa de Deus e recebemos de Cristo toda a orientação de que precisamos para o tempo de exercício prático.
No Sermão do Monte, Jesus nos fala sobre a obra interior que Ele faz em nós. Ele implanta em nós o código do Reino, nos faz entender que todas as nossas ações devem ser produto da transformação que Ele operou em nós e que já não vivemos mais de aparências nem de ações vâs e vazias, mas sim de obras que nascem de dentro, que são expressões da presença do Espírito Santo de Deus em nós.
Devemos abandonar nossa hipocrisia, nossa altivez, nosso orgulho e nos submeter ao senhorio de Cristo. Assim, Ele fará a sua obra em nós e seremos capazes de viver em harmonia com Ele, com palavras e ações verdadeiras, sem máscaras, sem falsidade.
O treinamento teórico só poderá ser posto em prática se recebido por um coração transformado pela obra de Deus.
Como Homens de Deus, devemos declarar nossa submissão ao Senhor, para que possamos receber e compreender toda a instrução que Ele nos dá.
Autoridade sob Pressão
Autoridade sob Pressão
O Homem de Deus não vive só de palavras, mas de ação
O Homem de Deus não vive só de palavras, mas de ação
Uma vez recebida a instrução dada pelo Mestre no Sermão do Monte, chega a hora de por em prática tudo o que Ele nos ensina.
A masculinidade divina é enviada ao mundo para pôr ondem no caos, para proteger e restaurar os que necessitam.
O mundo irá nos pressionar, irá nos tentar e buscar interromper nossa missão, mas, como Homens de Deus, comprometidos com o Mestre Jesus, temos o dever de seguir à diante.
A Grande Comissão
A Grande Comissão
O Homem de Deus pronto para ensinar e fazer discípulos
O Homem de Deus pronto para ensinar e fazer discípulos
Nossa missão e propósito é levar a mensagem de Jesus à todos, não só com palavras mas com ações, atitudes e exemplo.
O Homem de Deus deve ser um arauto do seu Senhor, seja em casa, no seio familiar, no trabalho, na igreja, na sociedade e em todos os lugeres por onde Deus o enviar.
Vamos assumir nosso compromisso. Nos apropriar do perdão de Deus, assumir nossa responsabilidade, aprender a usar a Palavra de Deus como arma contra o inimigo. Vamos nos dispor a nos submeter ao treinamento do Mestre e sair à campo, fazendo a obra de Deus. Esse é nosso propósito, nossa missão.
Em Cristo, somos fortes, mas precisamos caminhar na sua direção. Precisamos nos alistar voluntariamente no exército de Cristo para sermos transformados, treinados com seus ensinamentos e armados com sua Palavra. O mundo precisa de nós, precisa de Homens fortes, dispostos, preparados, treinados e armados com o Evangelho da Salvação. Vamos em frente!
