Sem título Sermão (2)
1 Tessalonicenses • Sermon • Submitted • Presented
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Saudação a igreja
Saudação a igreja
Comentar sobre a série de mensagens — 1 Tessalonicenses: Firmes na esperança, vivendo o presente de olho no futuro.
Na semana passada, observamos o capítulo 1 sob a perspectiva: Uma vida marcada pela presença de Deus. Percebemos, por meio das palavras de Paulo, as marcas da presença de Deus na vida dos discípulos em tessalonica.
Hoje, convido você a observar os primeiros 12 versículos do capítulo 2.
Leitura do texto bíblico:
Leitura do texto bíblico:
¹ Irmãos, vocês sabem muito bem que a nossa chegada no meio de vocês não foi em vão.
² Pelo contrário, apesar de maltratados e insultados em Filipos, como vocês sabem, tivemos ousada confiança em nosso Deus para anunciar a vocês o evangelho de Deus, em meio a muita luta.
³ Pois a nossa exortação não procede de erro ou de intenções impuras, nem se baseia no engano.
⁴ Pelo contrário, visto que fomos aprovados por Deus, a ponto de ele nos confiar o evangelho, assim falamos, não para agradar as pessoas, e sim para agradar a Deus, que prova o nosso coração.
⁵ A verdade, como vocês sabem, é que nunca usamos de linguagem de bajulação, nem de pretextos gananciosos. Deus é testemunha disso.
⁶ Também jamais andamos buscando elogios das pessoas, nem de vocês, nem de outros.
⁷ Embora, como apóstolos de Cristo, pudéssemos ter feito exigências, preferimos ser carinhosos quando estivemos aí com vocês, assim como uma mãe que acaricia os próprios filhos.
⁸ Assim, com muito afeto, estávamos prontos a lhes oferecer não somente o evangelho de Deus, mas até mesmo a própria vida, porque vocês se tornaram muito amados por nós.
⁹ Pois vocês com certeza se lembram, irmãos, do nosso esforço e fadiga, e de como, trabalhando de noite e de dia para não vivermos à custa de nenhum de vocês, proclamamos a vocês o evangelho de Deus.
¹⁰ Vocês e Deus são testemunhas de como nos portamos de maneira piedosa, justa e irrepreensível em relação a vocês, os que creem.
¹¹ E vocês sabem muito bem que tratamos cada um de vocês como um pai trata os seus filhos,
¹² exortando, consolando e admoestando vocês a viverem de uma maneira digna de Deus, que os chama para o seu Reino e a sua glória.
1 Tessalonicenses 2:1-12
Introdução:
Introdução:
Na semana passada, comentei que há indícios dentro da carta de que existiam alguns problemas em Tessalônica. Um deles parece ser uma difamação contra Paulo e sua pregação. Não sabemos se isso vinha de dentro da igreja — por parte de alguns irmãos — ou se era um ataque externo, acusando o apóstolo de falsas intenções e de engano em seu ensino.
O fato é que, diante de nós, está uma defesa. Algo semelhante ao que o apóstolo utilizou também em outras cartas. Os pontos levantados têm a ver com a conduta dos discípulos, seus ensinos e suas motivações.
O fato é que, através deste versículo, podemos observar a vida de um discípulo de Jesus ao cumprir o mandamento de anunciar o evangelho. Lembremos duas verdades muito importantes:
Todo aquele que é salvo por Cristo torna-se seu discípulo. Jo.8.31
Todo discípulo possui uma missão que o acompanha por toda a vida: espalhar o evangelho em todos os lugares. Mt.28.19-20
Tendo essas duas verdades guardadas em nossos corações, sabemos que este texto tem tudo a ver conosco, pois também somos discípulos e também fomos chamados a proclamar.
Sentença de transição:
Sentença de transição:
Assim como Paulo compreendeu sua identidade e missão, nós também somos convidados a viver e anunciar essa mesma verdade em nosso tempo. Mas, para isso, precisamos entender melhor a vida do discípulo.
Permita-me, nesta manhã, com base neste texto, destacar cinco entendimentos vitais sobre a vida do discípulo.
1- Entendimento - Na vida do disicpulo não existe acaso.
1- Entendimento - Na vida do disicpulo não existe acaso.
Observe comigo os primeiros dois verisuclo do texto:
¹ Irmãos, vocês sabem muito bem que a nossa chegada no meio de vocês não foi em vão.
² Pelo contrário, apesar de maltratados e insultados em Filipos, como vocês sabem, tivemos ousada confiança em nosso Deus para anunciar a vocês o evangelho de Deus, em meio a muita luta.
Paulo fala das dificuldades e muitias lutas que ele e seus companheiros enfrentaram para chegar e pregar em Tessalônica. Se observarmos Atos 16 e 17, perceberemos que essas dificuldades envolveram:
Em Filipos:
Embates com opositores
Humilhação e Castigos físicos — apanharam com varas
Prisão
Um terremoto
Em Beréia:
Oposição dos judeus de Tessalônica que foram até lá para atrapalhar a obra
Em Tessalônica:
Oposição
Perseguição
Humanamente falando, tudo isso me parece um grande fracasso. Onde está a paz, a prosperidade e os sinais de “sucesso” que tantas vezes associamos à vida com Deus? Não os encontramos aqui.
Mas há algo ainda mais surpreendente: para Paulo, tudo isso fazia parte da providência de Deus, uma ação divina que contribuiu para o avanço do evangelho. Em suas palavra “nossa chegada entre vocês não foi em vão.”
Paulo considera cada acontecimento como parte de um plano bem arquitetado para que ele pudesse cumprir os propósitos que recebeu de Deus para sua vida. Essa é uma visão extraordinária — e imagino que deveríamos cultivá-la também.
Gastamos muito tempo reclamando dos acontecimentos, quando poderíamos olhar para eles como oportunidades concedidas por Deus para cumprirmos nossa missão como discípulos.
Precisamos pregra, falar e anucniar o evangelho, não devemos nos distrair, mutio mesmo no deixar levar pelas circusntancia aparentemente adversas, mas sim percebermos que sempre em todos os locais em todo tempo é momento de falarmos de Jesus.
Texto paralelo:
Permita-me ilustrar lembrando você de três funções básicas para a nossa vida: respirar, comer e beber. Não vivemos sem elas. Mas, entre as três, qual é a mais vital? Respirar.
Respiramos o tempo todo, em todos os lugares, inclusive enquanto realizamos outras funções importantes. Ninguém para de respirar para comer.
Como discípulos, a dinâmica precisa ser a mesma. Anunciamos o evangelho sempre, em todos os lugares, em todas as circunstâncias. Essa é a função principal. Mesmo enquanto fazemos outras coisas, essa missão deve estar sempre presente.
2- Entendimento - O discipulo acredita na mesnagem a qual foi comicionado a anunciar, ele sabe que ela é real.
2- Entendimento - O discipulo acredita na mesnagem a qual foi comicionado a anunciar, ele sabe que ela é real.
Obeservemos os versos 3 e 4:
³ Pois a nossa exortação não procede de erro ou de intenções impuras, nem se baseia no engano.
⁴ Pelo contrário, visto que fomos aprovados por Deus, a ponto de ele nos confiar o evangelho, assim falamos, não para agradar as pessoas, e sim para agradar a Deus, que prova o nosso coração.
Paulo afirma que suas palavras não procedem de erro; ele revela que seu ministério não nasce de um desejo próprio, mas de um comissionamento divino, e que tudo isso tem como objetivo final glorificar a Deus.
O tom de Paulo aqui é de alguém que não defende apenas a si mesmo, mas também a mensagem que anuncia. Fico impressionado com este homem. Ao ler suas cartas e o relato de suas viagens em Atos, torna-se perceptível alguém sem dúvidas quanto à verdade do evangelho — um homem que sabia, com plena convicção, que aquilo que viveu com Cristo era absolutamente real.
Essa convicção o impulsionava a falar. Um homem convicto do evangelho torna-se um missionário onde quer que esteja. Quando não possuímos uma forte convicção do evangelho, ficamos hesitantes e preferimos deixar para depois. O problema é que esse “depois” nunca chega — e as pessoas continuam sem ouvir a verdade de Cristo.
Texto paralelo:
I.E.P -
3- Entendimento - O discipulo não usa o evangelho para gloria propria, seu objetivo não é ser visto, mas ser fiel.
3- Entendimento - O discipulo não usa o evangelho para gloria propria, seu objetivo não é ser visto, mas ser fiel.
Observe comigo os versos 5 e 6
⁵ A verdade, como vocês sabem, é que nunca usamos de linguagem de bajulação, nem de pretextos gananciosos. Deus é testemunha disso.
⁶ Também jamais andamos buscando elogios das pessoas, nem de vocês, nem de outros.
Num mundo em que todos desejam ser famosos, reconhecidos e influenciadores, o apóstolo nos ensina que o caminho do discípulo é a glória de Deus, jamais a glória pessoal.
Paulo não estava interessado em enganar os tessalonicenses — ele queria pregar o evangelho.
Não estava interessado em ganhar algo para si — ele desejava ser fiel a Deus. Não buscava prestígio — queria que toda a glória fosse do Senhor.
Essa é uma postura de vida que vai na contramão da natureza humana. Naturalmente, desejamos estar no centro, ganhar, receber e ser admirados. Mas essa realidade não deve caracterizar aqueles que servem a Cristo. Para nós, o caminho sempre será, nas palavras de João Batista: “É necessário que Ele cresça, e que eu diminua.”
Texto paralelo:
I.E.P -
4- Entendimento- O discipulo vive uma vida de entrega para que outros conheçam e glorifiquem ao Senhor.
4- Entendimento- O discipulo vive uma vida de entrega para que outros conheçam e glorifiquem ao Senhor.
Observe comigo os versos 7 à 9
⁷ Embora, como apóstolos de Cristo, pudéssemos ter feito exigências, preferimos ser carinhosos quando estivemos aí com vocês, assim como uma mãe que acaricia os próprios filhos.
⁸ Assim, com muito afeto, estávamos prontos a lhes oferecer não somente o evangelho de Deus, mas até mesmo a própria vida, porque vocês se tornaram muito amados por nós.
⁹ Pois vocês com certeza se lembram, irmãos, do nosso esforço e fadiga, e de como, trabalhando de noite e de dia para não vivermos à custa de nenhum de vocês, proclamamos a vocês o evangelho de Deus.
O mundo nos ensina a viver para ganhar; Jesus nos mostra que o caminho é entregar. É interessante notar que Paulo reconhece que tinha direitos (v. 7), mas preferiu abrir mão deles. Ele escolheu uma entrega completa. E o motivo disso se resume no final do verso 8: “vocês se tornaram muito amados por nós.”
Em apenas 21 dias, como pode ser construído um amor verdadeiro? Simples: ação divina. O amor sempre será o maior combustível para o discípulo. Amamos a Cristo e, consequentemente, amamos as pessoas. Por isso, nos entregamos como oferta para que outros conheçam Aquele que é o amor de nossa vida.
A vida do discípulo não é de ganhos para si, mas de entregas de si para Deus e para os outros , sempre com um único objetivo: a glória de Cristo.
5- Entendimento - A vida do discipulo é imitar a vida de seu mestre.
5- Entendimento - A vida do discipulo é imitar a vida de seu mestre.
Observe comigo os veros 10 à 12
¹⁰ Vocês e Deus são testemunhas de como nos portamos de maneira piedosa, justa e irrepreensível em relação a vocês, os que creem.
¹¹ E vocês sabem muito bem que tratamos cada um de vocês como um pai trata os seus filhos,
¹² exortando, consolando e admoestando vocês a viverem de uma maneira digna de Deus, que os chama para o seu Reino e a sua glória.
Quando leio estes versciulo, logo me vem am mente a vida de Jesus resgistrada nos evangelho, me parece que a postura de Paulo e seus companheiros entre o Tessalonicensses foi muito semelhando a do Senhor.
Permita-me aqui destacar a coragem de Paulo quando no verso 10 chama Deus como testemunha do comportamento dele e de seus companheiros. Assim deveriamos ser todos nós, confiantes que estamos dando cada passo na direção certa segundo a vontade do Pai.
Conclusão
Conclusão
X
