Liturgia 28/06/2026 - Sabedoria em Tempos de Crise - Genesis 47.13-31

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1. Prelúdio

Hinário Novo Cântico Hinário Novo Cântico

1 Doxologia

Justo é o Senhor em seus santos caminhos,

Benigno em todas as suas obras. (bis)

Perto está o Senhor, perto está dos que o invocam,

De todos os que o invocam

Em verdade. Aleluia! Aleluia!

2. Adoração

Salmo 46 ARA
Ao mestre de canto. Dos filhos de Corá. Em voz de soprano. Cântico 1 Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. 2 Portanto, não temeremos ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no seio dos mares; 3 ainda que as águas tumultuem e espumejem e na sua fúria os montes se estremeçam. 4 Há um rio, cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo. 5 Deus está no meio dela; jamais será abalada; Deus a ajudará desde antemanhã. 6 Bramam nações, reinos se abalam; ele faz ouvir a sua voz, e a terra se dissolve. 7 O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. 8 Vinde, contemplai as obras do Senhor, que assolações efetuou na terra. 9 Ele põe termo à guerra até aos confins do mundo, quebra o arco e despedaça a lança; queima os carros no fogo. 10 Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra. 11 O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.
Deus é o nosso refúgio e fortaleza!
Nosso socorro bem presente nas tribulações!
Nós que assim como o Salmista contemplanos as obras do Senhor,
Rendamos a ele Louvor e Exaltação através do hino de número 155
Hinário Novo Cântico Hinário Novo Cântico

155 Castelo Forte

1 Castelo forte é nosso Deus, espada e bom escudo!

Com seu poder defende os seus em todo transe agudo.

Com fúria pertinaz82 persegue Satanás

Com ânimo cruel, mas forte é o Deus fiel,

Igual não há na terra.

2 A força do homem nada faz, sozinho está perdido!

Mas nosso Deus socorro traz em seu Filho escolhido.

Sabeis quem é? Jesus, o que venceu na cruz,

Senhor dos altos céus, e sendo o próprio Deus,

Triunfa na batalha.

3 Se nos quisessem devorar demônios não contados,

Não nos iriam derrotar nem ver-nos assustados.

O príncipe do mal, com seu plano infernal,

Já condenado está: vencido cairá

Por uma só palavra.

4 De Deus o verbo ficará, sabemos com certeza,

E nada nos assustará com Cristo por defesa!

Se temos de perder família, bens, prazer,

Se tudo se acabar e a morte enfim chegar,

Com ele reinaremos!

(M. Lutero — J. E. Von Hafe)

Oração

3. Confissão

Tiago 1.2–8 ARA
2 Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, 3 sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. 4 Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes. 5 Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida. 6 Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; pois o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento. 7 Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma coisa; 8 homem de ânimo dobre, inconstante em todos os seus caminhos.
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Oração de Confissão.

4. Absolvição

Tiago 1.12 ARA
12 Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam.

5. Edificação

Gênesis 47.13–30 ARA
13 Não havia pão em toda a terra, porque a fome era mui severa; de maneira que desfalecia o povo do Egito e o povo de Canaã por causa da fome. 14 Então, José arrecadou todo o dinheiro que se achou na terra do Egito e na terra de Canaã, pelo cereal que compravam, e o recolheu à casa de Faraó. 15 Tendo-se acabado, pois, o dinheiro, na terra do Egito e na terra de Canaã, foram todos os egípcios a José e disseram: Dá-nos pão; por que haveremos de morrer em tua presença? Porquanto o dinheiro nos falta. 16 Respondeu José: Se vos falta o dinheiro, trazei o vosso gado; em troca do vosso gado eu vos suprirei. 17 Então, trouxeram o seu gado a José; e José lhes deu pão em troca de cavalos, de rebanhos, de gado e de jumentos; e os sustentou de pão aquele ano em troca do seu gado. 18 Findo aquele ano, foram a José no ano próximo e lhe disseram: Não ocultaremos a meu senhor que se acabou totalmente o dinheiro; e meu senhor já possui os animais; nada mais nos resta diante de meu senhor, senão o nosso corpo e a nossa terra. 19 Por que haveremos de perecer diante dos teus olhos, tanto nós como a nossa terra? Compra-nos a nós e a nossa terra a troco de pão, e nós e a nossa terra seremos escravos de Faraó; dá-nos semente para que vivamos e não morramos, e a terra não fique deserta. 20 Assim, comprou José toda a terra do Egito para Faraó, porque os egípcios venderam cada um o seu campo, porquanto a fome era extrema sobre eles; e a terra passou a ser de Faraó. 21 Quanto ao povo, ele o escravizou de uma a outra extremidade da terra do Egito. 22 Somente a terra dos sacerdotes não a comprou ele; pois os sacerdotes tinham porção de Faraó e eles comiam a sua porção que Faraó lhes tinha dado; por isso, não venderam a sua terra. 23 Então, disse José ao povo: Eis que hoje vos comprei a vós outros e a vossa terra para Faraó; aí tendes sementes, semeai a terra. 24 Das colheitas dareis o quinto a Faraó, e as quatro partes serão vossas, para semente do campo, e para o vosso mantimento e dos que estão em vossas casas, e para que comam as vossas crianças. 25 Responderam eles: A vida nos tens dado! Achemos mercê perante meu senhor e seremos escravos de Faraó. 26 E José estabeleceu por lei até ao dia de hoje que, na terra do Egito, tirasse Faraó o quinto; só a terra dos sacerdotes não ficou sendo de Faraó. 27 Assim, habitou Israel na terra do Egito, na terra de Gósen; nela tomaram possessão, e foram fecundos, e muito se multiplicaram. 28 Jacó viveu na terra do Egito dezessete anos; de sorte que os dias de Jacó, os anos da sua vida, foram cento e quarenta e sete. 29 Aproximando-se, pois, o tempo da morte de Israel, chamou a José, seu filho, e lhe disse: Se agora achei mercê à tua presença, rogo-te que ponhas a mão debaixo da minha coxa e uses comigo de beneficência e de verdade; rogo-te que me não enterres no Egito, 30 porém que eu jaza com meus pais; por isso, me levarás do Egito e me enterrarás no lugar da sepultura deles. Respondeu José: Farei segundo a tua palavra.

6. Envio

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7. Avisos

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