OS SENTIMENTOS DE JESUS
Notes
Transcript
Filipenses 2.5 “De sorte que haja em vós o mesmo sentimentoque houve também em Cristo Jesus,”
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
Contexto da Carta:
A carta é chamada de a carta das prisões. Paulo está preso quando a escreve.
Contexto do versículo:
O versículo 5 é uma ponte que Paulo está construindo para juntar a questão levantada nos versos 1 a 4 e a solução apresentada nos versos 6 a 11
Paulo está convocando a igreja de Flilipos a viver em comunhão, para isso ele faz um rogo para que eles tenham o mesmo sentimento de Jesus.
O texto original remete a uma ideia de pensar como Jesus pensou.
Essa mesma temática é apresentada em Rm 12.2, quando Paulo fala da transformação da mente. Utilizando a palavra metanóia ele fala de uma renovação completa da mente, ou seja, pensar como Jesus pensa.
Tendo isso em vista, a abordagem desse sermão será com base na vida e ministério de Jesus, onde extrairemos de alguns episódios o aprendizado para nossas vidas.
I - Sentimento de compaixão pelas almas perdidas
I - Sentimento de compaixão pelas almas perdidas
Mateus 9.36 “E, vendo a multidão, teve grande compaixão deles, porque andavam desgarrados e errantes como ovelhas que não têm pastor.”
Ao observar a multidão, Jesus teve grande compaixão deles porque estavam desgarrados e errantes, ou seja, perdidos,
Jesus veio a essa terra como um bom Pastor que veio ajuntar as suas ovelhas. O sentimento de compaixão fez com que Cristo deixasse o céu de glória, para nos buscar nesse mundo terrivel.
A igreja precisa assumir esse mesmo sentimento, de se compadecer pelas almas que estão se perdendo. Precisa sair do seu conforto porque tem muitas almas que estão se perdendo.
II - SENTIMENTO DE COMPAIXÃO E AMOR PELOS DESANIMADOS
II - SENTIMENTO DE COMPAIXÃO E AMOR PELOS DESANIMADOS
Após a ressurreição de Jesus, dois episódios vão marcar esse resgate dos desanimados.
Pedro
Pedro
Depois de negar a Jesus, Pedro decide voltar para a sua antiga vida de pescador. Pedro deixa o grupo principal e junto com alguns que decidem o acompanhar, voltam as velhas praticas. Jesus já havia feito um novo chamado para Pedro, onde ele se tornaria pescador de Homens.
Essa é a marca de alguém que errou e se acha indigno de permanecer no mesmo lugar onde estava. Pedro não se achava mais digno de executar a tarefa para a qual Jesus o havia chamado.
Apesar da traição de Pedro, Jesus não rejeita a ele. Onde muitos desprezariam ele pelo que ele havia feito, Jesus mostra misericórdia e amor.
Os 2 discípulos a caminho de Emaús
Os 2 discípulos a caminho de Emaús
O segundo são os dois discípulos a caminho de Emaús, que por não terem as suas expectativas correspondidas vão embora para outra regisão, frustraodos.
Jesus foi atrás deles e mostrou que embora as coisas não aconteceram conforme eles queriam, elas ocorreram como Deus desejava.
Apesar da frustração deles, Jesus não os abandonou simplesmente deixou eles irem embora. Jesus mostrou que o plano de Deus para a vida deles ainda estava de pé.
Que a igreja possa aprender com isso, ninguém é descartavel.
III - Sentimento de comunhão entre os irmãos
III - Sentimento de comunhão entre os irmãos
O texto de filipenses, além de um rogo pela transformação da mente é um convite a comunhão entre os irmãos. A vida comunitária da igreja sempre foi uma das principais pautas da bíblia.
A ceia é esse momento marcante de celebração da comunhão entre os irmãos. O fato de comermos e bebermos juntos é a representação da comunhão entre os irmão.
1João 1.7 “Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está,temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho,nos purifica de todo pecado.”
Não é concebível pensarmos em participar do corpo de Cristo, sem que haja a reconciliação entre o povo de Deus.
Mateus 5.23–24 “Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem, e apresenta a tua oferta.”
1João 4.20–21 “Se alguém diz: Eu amo a Deus e aborrece a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também seu irmão.”
IV - SENTIMENTO DE REPULSA PELO PECADO
IV - SENTIMENTO DE REPULSA PELO PECADO
Apesar do grande amor de Jesus, uma coisa que ele nunca tolerou foi o pecado. Mesmo por amor a uma alma, Jeusus nunca abriu espaço para o pecado.
A mulher pega no ato de adultério encontrou em Jeus o acolhimento e perdão, porém recebeu dele também uma advertência: “Vai e não peques mais”.
A mulher Samaritana também foi confrontada por Jesus no seu erro: “O “marido” que tens agora não é teu...”
E um episódio que nos chama muita atenção é quando Jesus entra no templo e expulsa de lá aqueles que transformação o templo em um comércio. Isso mostra a grande repulsa que Jesus tinha pelo pecado.
A igreja precisa ter esse mesmo sentimento. Muitos estão brincando com o pecado, assim com Sansão.
De tanto brincar com o pecado, Sansão perdeu a presença, e o mais triste é que o texto bíblico diz: “ e ele não sabia que o Espírito já havia se retirado dele”
Vivem com o seu pecado escondido, achando que nunca serão descobertos. Pensam que não haverá consequência para o seu pecado.
Há quem pense que a maior punição que podem receber pelo pecado é a discíplina, quando está, na verdade, vem para tratar.
A discíplina é semelhante a um remédio bem ruim. Ninguém gosta de tomar, mas as vezes é necessário para que venhamos sarar.
A real punição pelo pecado pecado é o inferno. Uma vida eterna afastado de Jesus.
Provérbios 28.13 “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.”
Tenha repulsa pelo pecado, assim como Jesus teve.
V - O desejo de participar da ceia
V - O desejo de participar da ceia
Na última ceia que Jesus participou com os seus discípulos ele diz em Lucas 22.15 “E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta Páscoa, antes que padeça,”
O ato da celebração da Pácoa é o mesmo que a igreja faz nos dias de hoje com a ceia.
O fato de Jesus desejar muito participar daquele momento mostra a importância do ato.
Muitos ja não se importam mais com a ceia. Acham que é só mais um culto normal onde vamos comer do pão e beber do calice.
Estamos perdendo a noção da importância desse momento, achando que ele é comum.
Tem aqueles que se auto-disciplinam dizendo que não vão tomar ceia, como se fosse normal.
O fato de não ceiar deve ser para nós um motivo de profundo lamento. Celebrar a ceia é celebrar a comunhão e reconciliação com Deus. Perder esse momento não pode ser normal.
Que haja em nós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus!
