Provisão
Conforme o seu divino poder, deu-nos todas as coisas que dizem respeito à vida e à piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou para a glória e virtude.
A fonte (1.3a) — seu divino poder. O poder de Deus é um reservatório inesgotável do qual jorram os recursos celestes para vivermos uma vida digna dEle.
Não precisamos viver uma vida fraca e impotente.
O propósito (1.3b) — conduzem à vida e à piedade. Piedade tem a ver com um correto relacionamento com Deus.
Não podemos viver na impiedade, pois dela fomos resgatados, nem no pecado, pois dele fomos libertos.
A apropriação (1.3c) — pelo conhecimento completo. Trata-se de conhecer plenamente a Cristo, a revelação suprema de Deus, Aquele que nos chamou para sermos herdeiros da glória no futuro e nos capacita a vivermos de forma virtuosa no presente.
As bênçãos (1.4a) — preciosas e mui grandes promessas. A vida cristã não é uma jornada penosa e frustrante.
A fé cristã não é um caminho de sacrifício sem recompensa, mas uma estrada ladeada por promessas benditas, abundantes e gloriosas.
Aquele que fez as promessas é fiel para cumpri-las.
O alcance (1.4b) — para que […] vos torneis coparticipantes da natureza divina.
Nós somos filhos de Deus por adoção e também por natureza.
Como Juiz, Deus não apenas nos justificou, mas também nos adotou em Sua família.
Saímos do tribunal de Deus não como réus condenados, mas como filhos adotados.
somos filhos também por natureza, pois nascemos da água e do Espírito.
Recebemos uma nova natureza e um novo coração.
Temos agora não apenas o nome do nosso Pai, mas também Sua natureza, Seu caráter e Sua semelhança.
A solene advertência (1.4c) — livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo. A salvação implica rompimento com a velha vida de pecado.
As paixões do mundo corrompem, mas a obra de Deus em nós e por nós nos santifica.
Se temos dentro de nós a natureza de Deus, então devemos ansiar por aquilo que é puro e santo (
Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está no céu.
