CURSO NAMORO REDIMIDO
Sermon • Submitted • Presented
0 ratings
· 5 viewsNotes
Transcript
AULA 1 - RESGATANDO A NOBREZA DO ROMANCE
AULA 1 - RESGATANDO A NOBREZA DO ROMANCE
APRESENTAÇÃO DA AULA: Uma crítica, um encorajamento, uma advertência, e a apresentação de uma jornada.
APRESENTAÇÃO DA AULA: Uma crítica, um encorajamento, uma advertência, e a apresentação de uma jornada.
1) UMA CRÍTICA: Namoro recreativo
1) UMA CRÍTICA: Namoro recreativo
a) O que é namoro?
a) O que é namoro?
b) “Namoro” é um termo bíblico?
b) “Namoro” é um termo bíblico?
c) A prática do namora está na Bíblia com outros nomes?
c) A prática do namora está na Bíblia com outros nomes?
d) Quando surgiu o nosso jeito de “namorar” (namoro recriacional)
d) Quando surgiu o nosso jeito de “namorar” (namoro recriacional)
Conceito de namoro recriacional - um relacionamento amora sem propósito real de casamento, sem supervisão da família, e marcado por muita privacidade e intimidade (beijos, amas sós etc.)
Surgimento do namoro recriacional - Surge no século XX, num contexto de ruptura intensa com os padrões cristãos. Antes disso havia o cortejo: um relacionamento com vistas ao casamento desde o início, sob supervisão da família, e com discretos contatos físicos.
Conclusão - é mais adequado chamar o relacionamento de cortejo, mas o essencial é o conteúdo: tudo bem chamar de namoro, desde que o conteúdo não seja o namoro recriacional.
Conexão - “então esse curso é mais um discurso rabugento e ultrapassado que vai conspirar contra nosso relacionamento? Já basta meus pais!”
2) UM ENCORAJAMENTO: O romance bíblico
2) UM ENCORAJAMENTO: O romance bíblico
a) O romance na criação ()
a) O romance na criação ()
b) O romance em Cânticos dos cânticos ()
b) O romance em Cânticos dos cânticos ()
c) O romance no ministério de Jesus ()
c) O romance no ministério de Jesus ()
d) O romance na nova criação - o céu é descrito como um casamento ()
d) O romance na nova criação - o céu é descrito como um casamento ()
Rejeitamos e reprovamos o namoro recreativo não por sermos rabugentos, insensíveis aos sentimentos, ou por desprezarmos a dimensão romântica da nossa vida, mas exatamente porque conhecemos a forma ideal de viver esse romance: um romance bíblico, saudável, seguro, sábio, proveitoso e conformado à vontade de Deus.
3) UMA ADVERTÊNCIA: Os perigos de um romance
3) UMA ADVERTÊNCIA: Os perigos de um romance
Ver esboço manuscrito.
4) UMA JORNADA: Apresentação do curso
4) UMA JORNADA: Apresentação do curso
Ver esboço manuscrito.
AULA 2 - O PERIGO DA DISTRAÇÃO E A POSTURA DA PREPARAÇÃO
AULA 2 - O PERIGO DA DISTRAÇÃO E A POSTURA DA PREPARAÇÃO
A. O que é a vida cristã?
A. O que é a vida cristã?
Foco (), alvo (), metas ()
Foco (), alvo (), metas ()
A realidade das distrações: “como um ladrão” ()
A realidade das distrações: “como um ladrão” ()
As causas da distrações: coisas ruins e boas também, inclusive o namoro
As causas da distrações: coisas ruins e boas também, inclusive o namoro
EXEMPLOS DE DISTRAÇÕES “ROMÂNTICAS”: a) Amnon (); b) outros não bíblicos
EXEMPLOS DE DISTRAÇÕES “ROMÂNTICAS”: a) Amnon (); b) outros não bíblicos
A POSTURA DA PREPARAÇÃO: “em vez de ser uma causa para distração, o romance deve ser o combustível
A POSTURA DA PREPARAÇÃO: “em vez de ser uma causa para distração, o romance deve ser o combustível
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
B. ABC
B. ABC
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
AULA 3 - O PERIGO DA FORNICAÇÃO E A POSTURA DA PRUDÊNCIA
AULA 3 - O PERIGO DA FORNICAÇÃO E A POSTURA DA PRUDÊNCIA
A. ABC
A. ABC
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
B. ABC
B. ABC
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
AULA 4 - O PERIGO DA PRECIPITAÇÃO E A POSTURA DO CONHECIMENTO
AULA 4 - O PERIGO DA PRECIPITAÇÃO E A POSTURA DO CONHECIMENTO
AULA 5 - O EVANGELHO E A REDENÇÃO DO NAMORO
AULA 5 - O EVANGELHO E A REDENÇÃO DO NAMORO
A. ABC
A. ABC
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
B. ABC
B. ABC
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
3° TÓPICO – ABC
3° TÓPICO – ABC
A. ABC
A. ABC
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
B. ABC
B. ABC
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
Abc
Subitem – abc.
Subitem – abc.
CONCLUSÃO
CONCLUSÃO
A. Recapitulações
A. Recapitulações
B. Aplicações práticas
B. Aplicações práticas
Imperativo concreto - resumo.
Imperativo concreto - resumo.
Imperativo concreto - resumo.
Imperativo concreto - resumo.
