Talentos
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Transcript
Handout
Tema: “O que fazes na ausência do superior?”
“Mordomia cristã às responsabilidades atribuídas”
Texto chave
()
— Pois será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens. A um deu cinco talentos, a outro deu dois e a outro deu um, de acordo com a capacidade de cada um deles; e então partiu. O servo que tinha recebido cinco talentos saiu imediatamente a negociar com eles e ganhou outros cinco. Do mesmo modo, o que tinha recebido dois ganhou outros dois. Mas o servo que tinha recebido um talento, saindo, fez um buraco na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.
— Depois de muito tempo, o senhor daqueles servos voltou e fez um ajuste de contas com eles. Aproximando-se o que tinha recebido cinco talentos, entregou outros cinco, dizendo: “O senhor me confiou cinco talentos; eis aqui outros cinco que ganhei.” O senhor disse: “Muito bem, servo bom e fiel; você foi fiel no pouco, sobre o muito o colocarei; venha participar da alegria do seu senhor.”
— E, aproximando-se também o que tinha recebido dois talentos, disse: “O senhor me confiou dois talentos; eis aqui outros dois que ganhei.” Então o senhor disse: “Muito bem, servo bom e fiel; você foi fiel no pouco, sobre o muito o colocarei; venha participar da alegria do seu senhor.”
— Chegando, por fim, o que tinha recebido um talento, disse: “Sabendo que o senhor é um homem severo, que colhe onde não plantou e ajunta onde não espalhou, fiquei com medo e escondi o seu talento na terra; aqui está o que é seu.” Mas o senhor respondeu: “Servo mau e preguiçoso! Você sabia que eu colho onde não plantei e ajunto onde não espalhei? Então você devia ter entregado o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu.”
— “Portanto, tirem dele o talento e deem ao que tem dez. Porque a todo o que tem, mais será dado, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. Quanto ao servo inútil, lancem-no para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes.”
Quando será o fim de todas as coisas e quais os sinais do reino?
O texto vem de uma série de parábolas que responde as perguntas: Quando será o fim de todas as coisas e quais os sinais do reino?
> finalidade de uma parábola
Sessão de três parábolas sobre "estar prontos para encontrar com o mestre"
1. Um escravo deixado como responsável () - parábola – cuidando dos outros servos
2. As noivas esperando pelo noivo (Lucas 25:1-13)–parábola – capacidade de iluminar
3. Escravos confiados com negócios de seu mestre –parábola – produzir para o reino de Deus (saber utilizar os talentos)
2˚ –
3˚
> Uma comparação do reino de Deus.
Sai e confia aos servos seus bens -
Diferença entre Lucas e Mateus
Ao que parece a diferença basilar entre as passagens de Lucas e Mateus referem-se: quantidade de talento dado, em Lucas é dado a mesma quantidade para todos, além disso em Lucas é esperando que vivam de acordo com a fé, enquanto em Mateus de acordo com a capacidade dada a cada um. Talvez possamos pensar que o texto de Mateus fala sobre a mordomia na fé cristão, enquanto o texto de Lucas da fé dada. Ambas falam da responsabilidade do Cristão na ausência do Mestre.
Por ser valores diferentes o autor sugere que se trate de habilidades e talentos, ao invés do evangelho em si mesmo.
1 talento (milhões) = 6000 denários
1 denário = pagamento diário de um serviçal
Servo 1: cinco talentos -> valor considerável (100 empregados por um ano)
Ação: negociou e rendeu mais outras cinco, entregou o lucro
Ajustes de conta: “Servo Bom e fiel; fostes fiel no pouco, sobre o muito te colocarei”
Ordem: entra no gozo do Senhor
Servo 2: dois talentos (40 empregados por um ano)
Ação: negociou e rendeu mais outras duas, entregou o lucro
Ajustes de conta: “Servo Bom e fiel; fostes fiel no pouco, sobre o muito te colocarei”
Ordem: entra no gozo do Senhor
Servo 3: um talento (20 empregados por um ano)
Ação: abriu uma cova e escondeu o dinheiro do seu Senhor, desculpou-se
Ajustes de conta: “Servo mau e negligente, sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei
Ordem: tira e da ao que tem dez –> servo inútil –> lançai-o para fora nas trevas (ali haverá choro e ranger de dentes)
Video motivacional: https://www.youtube.com/watch?v=RbHixT46aUs
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Video motivacional: https://www.youtube.com/watch?v=RbHixT46aUs
Síntese: O mestre é Jesus. Seus escravos representam a igreja, cujos membros receberam várias responsabilidades. A partida do mestre é a partida do Jesus terreno. O longo período de ausência do mestre é a época da igreja. Seu retorno é a parousia do Filho do homem. As recompensas dadas aos bons escravos representam recompensas celestiais concedidas aos fiéis, e sua alegria é a do banquete messiânico. O castigo do escravo mau representa aqueles dentro da igreja que, por seus pecados de omissão, se condenam com a ausência de dádivas” (ICC)
I. Distribuição (v.14-15)
A. Generosa
B. De acordo com a capacidade
C. Gesto de Confiança – Deus dá porque sabe que podemos multiplicar
pelo contexto não se trata de um presente e sim de algo dado para que cuidassem. Uma responsabilidade de algo que não deles.
Porque da distribuição: de acordo com a capacidade de cada servo.
A cada é esperado de acordo com sua capacidade e não de acordo com a quantidade.
II. Mordomia (v.16-18)
A. Bom servo: cuida dos negócios do Senhor procurando o avanço e expansão do mesmo
B. Mau servo: aquele que não administra com lucratividade os negócios de seu senhor
Quem são esses que enterraram seu talento?
* Aqueles que falharam em manter virtudes de fidelidade e esforço (Jülicher)
* Aqueles que preservaram a tradição judaica, mas não fizeram para Deus. (J. Jeremias)
* Os legalistas
* Aqueles que não frutificam aquilo que Deus trouxe por meio de Jesus
* Escribas e Fariseus que Bem como o Deus de Jesus como muito exigente
* Aqueles que quando confrontados com a mensagem do reino de Deus, com seu chamado para prontidão de colocar tudo em risco, não são capazes
Não se é tratado da questão de como foi multiplicado o talento dado, mas sim o final. “Talvez em algumas situações Deus não está preocupado por escolhas a ou b que fazemos (desde que eticamente dentro de sua vontade), mas no fim da conta como estamos lidando com aquilo que ele nos concede.
> O talento pode gerar comodidade
> Os talentos são nossos, mas não pra nós.
> que seria enterrar o talento? É não utilizar aquilo que foi chamado para fazer.
III. Ajustes de conta
A. Bom servo: gratidão e fidelidade ao que lhe fora confiado produz lucratividade em sua ação.
> Evolua com simplicidade
B. Mau servo: o medo e omissão produz um servo inútil.
> Eu te conhecia....
A indolência do servo está na omissão e inatividade com aquilo que foi dado. Sua explicação aparece muito mais como uma desculpa do que uma razão.
> Não desenvolva seu talento com base no medo (visão equivocada de Deus)
Somos assim. Sonhamos o voo, mas tememos as alturas. Para voar é preciso amar o vazio. Porque o voo só acontece se houver o vazio. O vazio é o espaço da liberdade, a ausência de certezas. Os homens querem voar, mas temem o vazio. Não podem viver sem certezas. Por isso trocam o voo por gaiolas. As gaiolas são o lugar onde as certezas moram.
É um engano pensar que os homens seriam livres se pudessem, que eles não são livres porque um estranho os engaiolou, que se as portas das gaiolas estivessem abertas eles voariam. A verdade é o oposto. Os homens preferem as gaiolas ao voo. São eles mesmos que constroem as gaiolas onde passarão as suas vidas
RUBEM ALVES
IV. Recompensa e punição
A. Bom servo: O servo é confiado ainda mais, o resultado é o gozo e graça divina (para ambos)
B. Mau servo: Ao servo inútil nada mais lhe é confiado, torna-se ausente da graça divina.
Princípio: “fidelidade gera ainda mais benção, infidelidade apenas perda”
Ilustração:
*exercício físico
* leitura
